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Carreira

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posted by Lucas Selbach

Revendo o papel da educação na era digital.

Ultimamente venho me perguntando sobre o destino da educação. E não é uma pergunta específica – é algo abrangente. Envolve mudanças na educação de crianças, de jovens e adultos, educação a distância, educação corporativa. Envolve mudanças de hábitos e padrões em pessoas – alunos, educadores, coordenadores, cientistas, teóricos, entre outros.

Envolve também os padrões de comportamento e crenças de uma instituição que são transmitidos na ‘tradição oral’ e que não estão documentados em lugar algum. ‘Tradição Oral’, para quem não conhece, é o termo utilizado para descrever a forma como o conhecimento atravessava gerações nos tempos mais antigos. Se haviam anotações, elas eram pessoais e provavelmente destruídas assim que não fossem mais necessárias.

No corporativo, a Gestão do Conhecimento é a ferramenta que vem organizando esse caos generalizado de informações descentralizadas. Mas parece que estamos todos correndo demais para conseguirmos parar e organizar nosso conhecimento. Algumas ferramentas, como os Wikis – centros colaborativos aonde cada um contribui do seu jeito – tem se mostrado uma ótima saída para compartilharmos o conhecimento.

Um ótimo exemplo é a WikiPedia, uma enciclopédia internacional colaborativa disponível atualmente em diversas línguas. É tão grande que não conseguíamos dimensionar muito bem – até que um criativo resolveu imprimir alguns dias atrás (veja a figura). O resultado foi um livro de 5.000 páginas.

O que parece comum quando analisamos tantas rotas de saída para esse assunto polêmico é que o modelo é colaborativo. Ou seja, todos no grupo contribuem, revisam, complementam, editam. Salas de aula – como em muitas Faculdades – aonde os alunos desenvolvem projetos, estimulados e coordenados pelos professores. Organizações – como a Boeing – que aprendem e utilizam técnicas atuais – como mapas mentais – para estruturar e compartilhar as informações.

Carreira

Você faz a diferença positiva?

Você faz a diferença positiva?

posted by André Campos

Fazer a diferença positiva é ser o elemento que somado ao estado atual das coisas resulta em um estado diferente e melhor. Já se perguntou se você é este elemento que agrega valor e gera vantagem competitiva em sua organização?

Talvez o primeiro passo para isso seja realmente acreditar nesta possibilidade. Infelizmente alguns profissionais caem na armadilha do conformismo, e começam a pensar que não há mais espaço para inovação em suas organizações.

Uma vez o comissário do Departamento de Patentes dos Estados Unidos disse que “tudo o que poderia ser inventado já havia sido inventado”. Segundo Gordon Dryden e Jeannete Vos, este comissário, Charles H. Duell, teria dito isso em 1899. Tem ideia da enormidade de coisas que foram inventadas depois disso?

Outra armadilha é ficar preso ao próprio mundo, e não conseguir perceber o que se passa em sua volta. É provável que você seja um profissional de TI, mas o que o impede de conhecer outros mundos, outras áreas, de se apropriar de outros conhecimentos?

É bom lembrar que o inventor do filme Kodachrome era um músico (Leopold Godowsky), o inventor da lâmina de barbear descartável era um vendedor de tampas de garrafa (King Camp Gillette), e o inventor do pneu era um cirurgião veterinário (John Boyd Dunlop). Combinar conhecimentos de TI com os das demais áreas da organização contribuirá para a construção de algo novo, que represente diferença positiva.

Não é necessário descobrir uma coisa totalmente nova, uma tecnologia inexistente, ou um processo absolutamente inovador, para fazer a diferença. Vale lembrar que com mais ou menos 20 notas musicas é possível criar milhões de músicas, e que quase tudo o que há escrito no planeta foi criado com apenas 26 letras. Gordon Dryden disse também que uma ideia nova é na verdade uma combinação diferente de elementos antigos.

Mercado

Informação em mobile: Pattern para aumentar o numero de acessos

Informação em mobile: Pattern para aumentar o numero de acessos

posted by Leonardo Marteleto

Com o avanço da tecnologia, e a crescente utilização dos dispositivos móveis para acesso a internet, empresas intensificaram a oferta de produtos a esse nicho de mercado, onde se tem um novo canal de comunicação B2P (Business to Person).

No entanto, não se pode ater somente a um determinado publico, ou seja, aqueles que utilizam os dispositivos moveis para acessar às redes sociais, trocar mensagens, baixar aplicativos para uso com fins de entretenimento, pois existe uma grande vertente que está associada à aplicações corporativas, para auxiliar em resolução de dúvidas ou orientação, mapas, marketing de produtos, dentre outros.

Com esse publico bem diversificado, observa-se uma difusão e disseminação de conteúdos para dispositivos móveis. Jornais, bancos, provedores de e-mails, varejistas, a cada dia aumentam seu marketshare para tais dispositivos, porém, em alguns casos, sem nenhum controle de crescimento ou planejamento da forma como vai ser publicado tal conteúdo.

Passo algumas horas do dia acessando conteúdos através do celular, e o que estou vendo é que alguns canais de informação não possuem uma interface customizada a tal dispositivo. Isso é, o mesmo look and feel que é mostrado para uma monitor de 19” também é apresentado para uma tela de 4”, sem falar nas imagens que são descarregadas sem nenhum tipo de filtro para o celular. Por mais que avancemos na rede móvel,com aumento de memória dos dispositivos móveis, facilidade de interação, ainda temos problemas de sinal de agente de externo estabilizado, onde depende da localização onde se encontra o aparelho, dificultando downloads dos conteúdos estáticos.

Redes & Telecom

Em apenas 60 segundos

Em apenas 60 segundos

posted by Vinicius Passos Silva

A internet tem crescido em um ritmo acelerado e produzido números simplesmente impressionantes. Para termos uma breve noção da geração e tráfego de informações, resolvi publicar alguns dados divulgados pelo  Full Article »

Mobile

Programas portables! Por que ninguém dá, ainda, a devida atenção a eles? Parte 1

posted by José Henrique Bezerra Sento Sé

Estes programas portáteis, que não necessitam de instalação, são demasiado perigosos porque não precisam de direitos de administrador para ser executados, nem no Windows Seven; isto oferece uma grande gama de falhas para a segurança da informação, nem falarei sobre a pirataria que pode aumentar com o uso destes!

Segurança da Informação

Motivação para projetos de segurança

Motivação para projetos de segurança

posted by Guilherme Teles

A relação custo e benefício dos investimentos de capital com pessoal, marketing, equipamentos e tecnologia em empresas de pequeno, médio e grande porte, dependem de informações importantes para a tomada de decisão a respeito de empreendimentos, serviços ou negócios oferecidos a clientes, com o objetivo de alcançar resultados sempre positivos.

Marketing & Tecnologia

Conteúdo na web 2.0, generosidade é a chave

Conteúdo na web 2.0, generosidade é a chave

posted by Marcelo Fernandes

Criar, encontrar e compartilhar conteúdo interessante pode provar para clientes que a empresa conhece o seu território, é uma líder em seu setor e quer ajudar clientes a manterem-se atualizados sobre assuntos importantes.

Segurança da Informação

Informação, como descartá-la?

Informação, como descartá-la?

posted by Evandro Ribeiro

Em um momento em que a informação possui cada vez mais valor, e que todos começam a se conscientizar sobre estes valores, questões que antes pareciam transparentes em nossos processos rotineiros, começam a ganhar destaque e são alvos de preocupação por parte dos proprietários de informações.

Segurança da Informação

Classificação da Informação, quanto vale o seu segredo?

Classificação da Informação, quanto vale o seu segredo?

posted by Evandro Ribeiro

A informação é um ativo que deve ser muito bem protegido, empresas gastam milhões em campanhas de conscientização para guardar seus segredos.

Segurança da Informação

Proibir ou informar, eis a questão?

Proibir ou informar, eis a questão?

posted by Luiz Eduardo Improta

Fazer com as pessoas sejam informadas, educadas para que não postem fotos que possam comprometê-las não só suas vidas cotidianas como também profissionais.

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