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Tecnologia

Sobre as exaptações tecnológicas

Sobre as exaptações tecnológicas

posted by Nicolás Jodal

Invenções e ferramentas que foram pensadas com um objetivo e terminaram sendo tremendamente úteis para outras coisas para as quais são tinham sido pensadas.

Mercado

O imenso mercado dos aplicativos

O imenso mercado dos aplicativos

posted by Cezar Taurion

Em junho de 2007, há pouco mais de cinco anos, o iPhone foi lançado e com ele surgiu um novo e imenso mercado, as apps. Em 2016 estima-se que serão efetuados 66 bilhões de downloads. Usa-se hoje apps para praticamente todas as nossas atividades, que variam de localização, de estabelecimentos como postos de gasolina e restaurantes a games, passando, é claro, por apps de apoio aos negócios. É um mercado que em 2012 gerou 120 bilhões de dólares, um valor significativo.

Mobile

O Amor nos tempos do Capitalismo Informacional

O Amor nos tempos do Capitalismo Informacional

posted by Lígia Marques

Esta semana um assunto apareceu na mídia de forma ainda discreta, mas já revelando o seu alto potencial polêmico: o surgimento do aplicativo Bang with Friends.

Para quem ainda não sabe o que é, explico rapidamente: este aplicativo identifica e coloca em contato de forma rápida e eficiente pessoas que já se conhecem pelas redes sociais e se interessam em manter entre si apenas um contato sexual no mundo real. Em resumo: sexo casual entre amigos de redes sociais. Só quem fica sabendo dessas intenções são os próprios envolvidos após receberem um e-mail confirmando que houve também interesse do parceiro escolhido. Simples assim, em 15 dias pós-lançamento o aplicativo já obteve a adesão de 500mil usuários.

Mercado

Como navegar no mercado de apps

Como navegar no mercado de apps

posted by William Tadeu da Silveira

Dados do mercado brasileiro de tecnologia apontam para uma tendência que parece definitiva: vamos todos nos tornar mobile. Estudos colocam o Brasil como décimo maior mercado de smartphones do mundo, enquanto relatório recente do IDC mostra que o país deve fechar 2012 com a venda de 2,5 milhões de aparelhos, ante 800 mil do ano passado. O ‘boom’ dos dispositivos móveis estimula diretamente o desenvolvimento do mercado de aplicativos: o Brasil já é o maior mercado de apps da América Latina e vem despertando o surgimento de um novo nicho de investimentos focado na área. Nesse sentido, a expectativa é que o mercado mobile domine o segmento de TI até 2015 e seja responsável por mais de 50% do faturamento mundial da área. Tudo isso graças a uma quebra de paradigma de computação e acesso à informação.

Mobile

IPTV: novas possibilidades

IPTV: novas possibilidades

posted by João Moretti

A IPTV está cada vez mais perto da casa dos usuários. E não só das casas, uma das possibilidades que este novo serviço traz é a TV everywhere, ou seja, toda a programação da TV disponível no PC, smartphone ou tablet e com alta qualidade de imagem e som. O Brasil caminha a passos largos neste sentido e os amantes da inovação aguardam ansiosos a chegada da IPTV.

Mercado

Aplicativos para celulares – muito além do facebook

Aplicativos para celulares – muito além do facebook

posted by Caio Azevedo

Celulares inteligentes, os chamados smartphones, há tempos deixaram de ser uteis apenas para efetuar e receber ligações ou mesmo tão somente para acessar redes sociais. Seu poder computacional os transforma em verdadeiros computadores de mão,e cabe ao universo dos aplicativos fazer com que transformemos nossos aparelhos portáteis em dispositivos de fato “smarts”.

Aos profissionais de TI, estamos diante de um mercado enorme, com grandes desafios e mudanças de paradigma, vide excelente artigo do nosso colega Cezar Taurion, intitulado APPS: MONETIZAÇÃO.

Desenvolvimento

Desenvolvedores e a consumerização de TI

Desenvolvedores e a consumerização de TI

posted by Cezar Taurion

O fenômeno da consumerização de TI está cada vez mais disseminado e influenciando os hábitos de uso da tecnologia.

Mobile

Apps: Monetização

Apps: Monetização

posted by Cezar Taurion

Há alguns dias participei de uma mesa redonda em uma universidade com diversos jovens empreendedores, que estavam muito motivados a criar negócios baseados em computação móvel, escrevendo apps. Aparentemente a fórmula para ganhar dinheiro com apps é simples: ter uma boa idéia, saberalguma linguagem de programação, como Java, desenvolver o aplicativo, colocá-lo na AppStore ou PlayStore, definir um preço baratinho, como 99 centavos de dólar e, pronto, agora é só esperar os milhões de downloads e aproveitar a grana. Afinal, segundo o Gartner, em 2011 as vendas mundiais de apps representaram 15 bilhões de dólares e deverá chegar a 52 bilhões em 2015.

Infelizmente a vida real não é tão simples assim. A imensa maioria dos aplicativos é grátis e aqueles que cobram tem que pagar uma comissão à loja virtual. Em média a loja fica com 30% da receita, e o desenvolvedor com 70%. O próprio Gartner estima que mais de 85% dos downloads feitos nas lojas virtuais são de aplicativos gratuitos. Uma pesquisa feita em eados de 2011 em cima da AppStore mostrou que as então 370.000 apps existentes tinham sido criados por 78.000 desenvolvedores (individuais ou
pequenas empresas), com um preço médio de US$ 2,52. E da lista dos top 100 mais vendidos, 43 eram games. Nenhum app vendido tinha tornado seu desenvolvedor milionário…A pesquisa mostrou também que 68% dos apps que não eram jogos, tinham preço US$ 0,99 ou US$ 1,99. O máximo de ganhos médio por aplicativo não passava dos 27 mil dólares. O relatório pode ser visto em http://gigaom.com/apple/the-average-ios-app-publisher- isnt-making-much-money/ .

Portanto, a discussão na mesa redonda voltou-se a questão de como gerar receita neste, aparentemente, promissor mundo dos apps.
Várias questões foram debatidas. Uma delas é básica: precificar o aplicativo.

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