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Por que é tão difícil desenvolver carreira em empresa familiar?

publicado por Maurício Seriacopi

Por que é tão difícil desenvolver carreira em empresa familiar?“Aqui não tem jeito de crescer, é uma empresa familiar”. Essa é principal justificativa dada por grande parte das pessoas quando não conseguem colocar em prática, suas ideias ou um plano de trabalho.

A má notícia para quem pensa assim é que, segundo John Davis, o mais respeitado conhecedor do tema, mais de 80% das empresas no mundo todo são familiares. Portanto, a chance de conseguir trabalho em uma empresa sem este perfil fica bastante restrita.

Mas afinal, o que é verdadeiro e o que é mito nessa afirmação?

O problema se origina na formação da empresa, quando raríssimas vezes, os fundadores seguem as recomendações de um bom planejamento equilibrando-o com o entusiasmo e a euforia da realização de um sonho: “o de ter seu próprio negócio”.

Para muitos, quanto mais os problemas surgem, maiores as chances de outras pessoas serem responsabilizadas, principalmente por não seguirem as orientações do dono.

É neste momento que um profissional preparado – técnica e psicologicamente – aproveita as oportunidades para fazer a diferença e transforma em vantagens sua presença em uma empresa familiar

O caminho para quem deseja desenvolver carreira em uma empresa familiar está na mudança de um comportamento menos passivo para um que exija mais exposição e até mesmo certos confrontos de ideias. Alia-se a isso, a chance de colocar em prática o perfil empreendedor preparando-se para sua formação como empresário, se assim desejar.

Confira, a seguir, algumas dicas do especialista sobre como não apenas sobreviver a este cenário, mas tirar proveito e ainda crescer na carreira!

  1. Assuma uma postura ativa – Mantendo o respeito à hierarquia, coloque suas ideias de maneira clara promovendo debates saudáveis.
  2. Faça o feedback reverso – Não espere ser chamado para saber como está seu desempenho, crie oportunidades, pergunte sobre sua atuação e como pode contribuir mais.
  3. Aumente o nível de engajamento – Ofereça participar de atividades e decisões que possam transmitir inovação e confiança.
  4. Implante uma metodologia – Apresente ideias, organização, planejamento, sugestões criativas e funcionais, sempre que possível para que sua participação seja respeitada e torne-se referência.
  5. Seja otimista – Mesmo nos momentos mais difíceis em que até os proprietários se mostrarem pessimistas, procure apresentar dados e informações que estimulem a reversão do quadro de desânimo.

[Crédito da Image: Frustração – ShutterStock]

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Autor

* Maurício Seriacopi é especialista em consultoria a empresas familiares, palestrante, escritor, coach, gestor e consultor empresarial com formação em marketing e gestão empresarial. Fundador Presidente do ITE - Instituto Transformar de Empreendedorismo. Sócio-diretor da M2R2 Consultoria Empresarial Autor do livro "Pensamentos. Criando novas ideias, inovando e aplicando à vida" e diversos artigos sobre empreendedorismo, carreira, gestão de pessoas, motivação, entre outros, publicados no Brasil, Portugal e América Latina.

Maurício Seriacopi

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