Carreira

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O dia que não tinha nada pra fazer

publicado por Bruna Sampaio

Figura - O dia que não tinha nada pra fazerEra mais um dia comum que eu bati meu ponto as 07h59. 1 hora antes porque eu estou devendo horas. Mais um dia onde eu venho para um lugar onde se respira ar refrigerado, se suporta barulho excessivo e onde tenho que ouvir opiniões contrárias às minhas. Mais um dia de plena sociedade… onde tudo o que você fala, faz e aparenta não fica só com você. Importa também para os outros e as pessoas fazem questão de expor suas opiniões, em destaque, as negativas.

Além de ser o lugar de convívio de sociedade, é o lugar onde se faz. O lugar onde se produz, reproduz, controla, pensa, entrega… É o lugar de onde sai sua roupa, sua comida, seu aluguel, seus eletrônicos e mais. É o lugar onde a maioria se encontra “atolada”. ~uhhh~ Chega um dia que não. Chega um dia onde você, de maneira eficiente acredito, acaba com suas tarefas e desafoga. Esse é um momento crucial. Para preencher esse vazio, você coloca em prática aqueles projetos que estavam no fundo do baú e que irão oferecer melhoria contínua e todos ficam do seu lado e te apoiam a seguir com isso. E você vai. Vai de cabeça. Até que… você para. Mil e um problemas começam a surgir e você já não consegue dar andamento com a mesma eficiência. Não dá para todos estarem dedicados a um mesmo fim. Temos 30 fins diferentes e você tem que aguardar sua chance.

No primeiro dia você procura algo que estava pendente para terminar, template para mudar… e vai fazendo com que as 8 horas diárias ~CLT~ sejam cumpridas, esperando que amanhã você consiga retomar as atividades de acordo com seu plano. Um novo dia chega e tudo se repete… para variar você navega na internet e permanece com o fone o dia todo, já que todos continuam ocupados com tarefas prioritárias momentâneas. No terceiro dia o tédio aparece rapidamente e ficar na internet já é irritante e você sente que precisa rever o que está acontecendo na sua vida e se é isso que quer para sua vida. Pesquisa intercâmbio, pós graduação em áreas diferentes e até mesmo cursos de dança.
E a barulheira continua.

Essa situação se repete até que um dia você sente a desmotivação gritando e resolve procurar outro emprego. E outro emprego. E outro.

O fato é que se manter num emprego não depende somente de competência, de boa gestão e afins. Se manter num emprego depende muito mais de sua criatividade ou de seu poder de enrolar. Sim, tática utilizada por muitos. Quantas pessoas que não “trabalha” e se mantêm no emprego você conhece? Se você for criativo para criar suas próprias tarefas ou ser muito bom enrolador, você se manterá por muito tempo no emprego e mesmo que não se destaque, vai garantir seu salário e suas contas serão pagas.

Deixe a criatividade habitar em você e tenha boas ideias. Exponha, planeje e apresente uma estrutura que te renderá atividades interessantes. Será ganho tanto para o seu eu profissional quanto para o CNPJ que te remunera. Não deixe que seu poder de enrolar seja o responsável por te manter num emprego. Faça a diferença! Ficar trocando de galho em galho? Nem sempre é a solução. Seja o que você quer ver. Seja.

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Autor

Analista de Projetos, formada em Tecnologia da Informação e cursando MBA em Gestão de Processos e Projetos Organizacionais.

Bruna Sampaio

Comentários

2 Comments

  • “O fato é que se manter num emprego não depende de competência, de boa gestão e afins. Se manter num emprego depende muito mais de sua criatividade e de seu poder de enrolar.”

    Que post é esse?
    Se eu lesse que depende da sua motivação ou de como você lida com os problemas, eu aceitaria muito melhor esse contexto péssimo dessa colocação. Mas “seu poder de enrolar” vai te levar longe num emprego, preciso conhecer em que empresas e que tipo de gente adimira e segue essas pessoas! hahaha péssimo post, não sei como permitiram ir ao ar uma coisa dessas! (ou eu estou totalmente fora do contexto empresarial em que nesses momentos você se motiva e busca melhorias).

    • Thais, em nenhum momento falei que você consegue ir longe apenas enrolando, mas sim que é capaz de se manter num emprego com essa atitude. Isso acontece em muitas empresas e é hipocrisia tratar como algo que nunca vimos.
      O post tem tom de reflexão. Caso não tenha percebido, usei o “poder de enrolar” com tom de ironia e no final do texto INCENTIVO que justamente ninguém se acomode e que FAÇAM a diferença.

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