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Make or Buy

publicado por Julio Guilherme P Freiberger

Make or BuyO ponto básico do gerenciamento de aquisições é a decisão entre fazer ou comprar um componente ou produto (make-or-buy).

Existem três ferramentas e técnicas no processo de planejamento de compras e aquisições a análise make or buy, a opinião especializada e tipos de contrato (HELDMAN, 2005).

A análise de fazer ou comprar é uma técnica de gerenciamento geral e faz parte da área de conhecimento e planejamento de aquisições, a qual pode ser usada para determinar se um produto ou serviço específico produzido pela equipe do projeto ou pode ser comprado.

Esta técnica reflete a perspectiva da organização executora bem como  as necessidades imediatas do projeto.

A principal decisão desta análise é se a melhor alternativa, em termos de custo para a organização, comprar ou fabricar os bens ou serviços para o projeto.

As restrições do orçamento do projeto são consideradas nas decisões. Se for necessário tomar uma decisão de compra, então uma outra decisão entre comprar ou alugar também será tomada. A análise inclui os custos indiretos e também os diretos. Os custos diretos referem-se ao custo real para comprar o produto ou serviço e os custos indiretos, como salários ou custos de manutenção.

Os custos não significam necessariamente o custo de aquisição, na análise é possível comparar o custo de aluguel de um item com o custo de sua aquisição.

A análise de fazer ou comprar, considerada uma técnica de gerenciamento geral, termina com a decisão por uma das opções: fabricar ou comprar pronto.

As decisões documentadas sobre quais os produtos, serviços ou resultados do projeto serão adquiridos ou desenvolvidos pela equipe do projeto. Isso pode incluir decisões de comprar apólices de seguro ou contratos de seguros para abordar alguns dos riscos identificados. O documento das decisões de fazer ou comprar pode ser simples, como uma lista que inclui uma justificativa curta para a decisão. Essas decisões poderão se tornar iterativas ‘a medida que as atividades de aquisição subseqüentes indicarem uma necessidade de uma abordagem diferente.

A decisão de quando se deve partir para uma aquisição externa de alguma parte do projeto deve estar fundamentada em uma relação de custo e benefício positiva, mas, além disso, existem outros fatores que devem ser levados em consideração.

Portanto, não se deve tomar a decisão de comprar ou não por ser mais econômico, mas é preciso definir como será feita a contratação.

Existem três opções possíveis para o fornecimento de soluções técnicas do projeto: a construção pura, a compra pura ou a adaptação.

A construção pura refere-se ‘a fabricação dos produtos ou componentes de produtos feitos 100% na organização executora do projeto. Existe a possibilidade da própria organização fabricar o produto ou componente, porém com a contratação de consultores externos, devido a falta de conhecimento técnico na própria empresa e pelo fato da aquisição necessitar de conhecimento específico ou tecnologia nova. A vantagem deste é que a empresa adquire experiência.

Existe a possibilidade da organização comprar um COT e customizá-lo posteriormente. Ou adquirir um que seja aplicado diretamente sem a necessidade de alteração.

Após tomar a decisão de obter alguma parte do projeto fora da organização executora, a primeira providência é procurar definir o escopo do fornecimento. Esta atividade chama-se SOW(Statment of Work). Este responsabiliza-se por definir com o máximo de clareza e precisão o objeto do contrato.

A complexidade da especificação varia de acordo com complexidade do tipo de compra que será feita. A elaboração cuidados do SOE pode previnir problemas futuros e conflitos com os fornecedores.

Existem diferentes tipos de contratos e estes possuem uma íntima relação com os riscos do projeto. O objetivo do comprador é colocar o máximo de risco no fornecedor, com isso pode-se manter o incentivo para que ele obtenha performance econômica e eficiência.

O contrato de preço fixo, também chamado de preço fechado, possui a característica de um preço total fixo para o produto adquirido bem definido. A forma mais simples deste tipo é um pedido de compra de um item especificado a ser fornecido até uma data a ser especificada e por um preço previamente definido.

No contrato de preço fixo, quando o produto não está bem definido, tanto o comprador como o fornecedor estão sujeito a riscos, isto é o comprador pode não receber o produto desejado e o fornecedor pode adquirir custos adicionais para produzir o produto.

O contrato de custo reembolsável caracteriza-se por apresentar os custos do fornecedor serem reembolsados, tantos os custos diretos como os indiretos. Neste tipo de contrato o comprador é quem tem o maior risco, o de exceder o custo.

Os contratos por preço unitário caracterizam-se pelo fornecedor receber uma importância por unidade de serviço, e o valor total do contrato refere-se ‘as quantidades necessárias para concluir o trabalho.

O contrato baseado em ordem de compra é do tipo unilateral, em que existe a assinatura somente por uma parte, normalmente não envolve qualquer negociação e possui valores baixos.

Os contratos de desempenho são aqueles remunerados diretamente pelo resultado do projeto.

[Crédito da Imagem: Dúvida – ShutterStock]

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Minimum Way

Autor

Profissional na Area de Ti atuando a 20 anos no mercado de TI, com experiencia na Segurança da Informaçao e Criaçao de Portais de Ecommerce em Santa Catarina(Vale do Itajai) e Rio Grande do Sul (Grande POA) , é Desenvolvedor Microsoft de Aplicativos para Windows Phone e Apple IOS for mobile.

Julio Guilherme P Freiberger

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