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	<title>TI Especialistas &#187; Marketing &amp; Tecnologia</title>
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		<title>SEM e Redes Sociais Mexem com Sua Marca. Como Participar desta Batalha?</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/sem-e-redes-sociais-mexem-com-sua-marca-como-participar-desta-batalha/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 17:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Domeneghetti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing de Sistema de Procura]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Search Engine Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[SEM]]></category>

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		<description><![CDATA[Esses dois conceitos tão em voga ultimamente estão sendo utilizados de maneira extensiva e nem sempre coerente com as necessidades das marcas.

Cada qual tem características e impactos diferentes no branding de sua marca e seu uso deve ser planejado de maneira mais alinhada a essas demandas. Senão vejamos:

SEM (Search Engine Marketing – Marketing de Sistema de Procura) x Branding

Há alguns anos o tráfego direto para os sites tem se reduzido consideravelmente, já que os acessos originados por sistemas de procura são hoje ampla maioria. Esta tendência, que denota a importância dos sistemas de procura no ciclo de vida de um site, se confirma com a disseminação de todas as técnicas de SEO (Search Engine Optimization – Otimização de Sites para Sistemas de Procura).

Atualmente, chegamos, inclusive, a um momento em que SEO não é mais praticamente diferencial, mas qualificador/estruturante para o melhor posicionamento das suas ações online.

Desta maneira, podemos e devemos enxergar os sistemas de procura como principal ferramenta online de geração de “leads” para os projetos digitais. Sendo assim, vamos entender um pouco melhor a etapa anterior de interação do consumidor com o sistema de procura, imediatamente antes de chegar ao site e, portanto, à tangibilização das propostas de valor e experiência da marca.

Os sistemas de procura foram os primeiros ambientes na Web a concretizar os conceitos de Web Semântica, por trazerem links e conteúdo referentes a palavras-chave. Este conceito deve se ampliar em breve e influenciar o comportamento de diversas plataformas de gestão de conteúdo. Abaixo algumas reflexões diretas dessa característica:

O maior ganho parece estar no fato de trabalhar com a semântica de maior e/ou real relevância para o consumidor, já que o contexto resultante foi derivado de sua própria seleção, aumentando, portanto, a taxa de conversão;

As estratégias de SEM partem de um princípio simples de “apropriação” de determinados contextos semânticos; portanto podemos falar em associação direta da marca com palavras e conceitos;

As estratégias devem sempre comungar de objetivos claros, pois as variações semânticas são muito grandes. Desta maneira, o planejamento para sites de E-Commerce e projetos institucionais (ou de conteúdo), por exemplo, precisam ser claramente diferenciados: o primeiro tem foco claro na dinâmica promoção-produto-preço-condição, enquanto o segundo pode ter aplicação semântica mais ampla e abstrata por tratar conceitos, tais como atributos de marca (valores intangíveis);

Mas, por outro lado, precisa haver real legitimidade no posicionamento semântico. As palavras que se escolhe associar à marca precisam, de fato, estar diretamente relacionadas à procura do usuário. Em ambientes abertos, sem controle ou domínio, como são boa parte dos serviços na internet, não se pode enganar o consumidor. E isso se traduz diretamente nos “bounce rates” do seu site, quando o lead gerado não implica na conversão do usuário que imediatamente sai do ambiente criado para sua marca.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Esses dois conceitos tão em voga ultimamente estão sendo utilizados de maneira extensiva e nem sempre coerente com as necessidades das marcas.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Cada qual tem características e impactos diferentes no branding de sua marca e seu uso deve ser planejado de maneira mais alinhada a essas demandas. Senão vejamos:</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;"><strong>SEM (Search Engine Marketing – Marketing de Sistema de Procura) x Branding</strong></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Há alguns anos o tráfego direto para os sites tem se reduzido consideravelmente, já que os acessos originados por sistemas de procura são hoje ampla maioria. Esta tendência, que denota a importância dos sistemas de procura no ciclo de vida de um site, se confirma com a disseminação de todas as técnicas de SEO (Search Engine Optimization – Otimização de Sites para Sistemas de Procura).</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Atualmente, chegamos, inclusive, a um momento em que SEO não é mais praticamente diferencial, mas qualificador/estruturante para o melhor posicionamento das suas ações online.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Desta maneira, podemos e devemos enxergar os sistemas de procura como principal ferramenta online de geração de “leads” para os projetos digitais. Sendo assim, vamos entender um pouco melhor a etapa anterior de interação do consumidor com o sistema de procura, imediatamente antes de chegar ao site e, portanto, à tangibilização das propostas de valor e experiência da marca.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Os sistemas de procura foram os primeiros ambientes na Web a concretizar os conceitos de Web Semântica, por trazerem links e conteúdo referentes a palavras-chave. Este conceito deve se ampliar em breve e influenciar o comportamento de diversas plataformas de gestão de conteúdo. Abaixo algumas reflexões diretas dessa característica:</span></span></p>
<ul>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">O maior ganho parece estar no fato de trabalhar com a semântica de maior e/ou real relevância para o consumidor, já que o contexto resultante foi derivado de sua própria seleção, aumentando, portanto, a taxa de conversão;</span></span></p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">As estratégias de SEM partem de um princípio simples de “apropriação” de determinados contextos semânticos; portanto podemos falar em associação direta da marca com palavras e conceitos;</span></span></p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">As estratégias devem sempre comungar de objetivos claros, pois as variações semânticas são muito grandes. Desta maneira, o planejamento para sites de E-Commerce e projetos institucionais (ou de conteúdo), por exemplo, precisam ser claramente diferenciados: o primeiro tem foco claro na dinâmica promoção-produto-preço-condição, enquanto o segundo pode ter aplicação semântica mais ampla e abstrata por tratar conceitos, tais como atributos de marca (valores intangíveis);</span></span></p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Mas, por outro lado, precisa haver real legitimidade no posicionamento semântico. As palavras que se escolhe associar à marca precisam, de fato, estar diretamente relacionadas à procura do usuário. Em ambientes abertos, sem controle ou domínio, como são boa parte dos serviços na internet, não se pode enganar o consumidor. E isso se traduz diretamente nos “bounce rates” do seu site, quando o lead gerado não implica na conversão do usuário que imediatamente sai do ambiente criado para sua marca.</span></span></p>
</li>
</ul>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Outro ponto importante que aparece quando se fala em sistema de procura é a questão do posicionamento de seu link na lista de resposta. O que será melhor: primeira posição ou primeiras posições?</span></span></p>
<ul>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">De cara, já podemos confirmar pesquisas diversas apontando para um real aumento de atratividade para presença nas primeiras páginas de retorno da procura, aumentando assim as taxas de conversão;</span></span></p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">De maneira global, podemos afirmar que links que aparecem após a 3</span></span><sup><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">a</span></span></sup><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;"> página são praticamente inexistentes e irrelevantes;</span></span></p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Adicionalmente, o recall (brand awareness) gerado por este posicionamento também é dado como certo. Para que a associação e a apropriação semântica possam ter cola mais forte, um posicionamento nas primeiras colocações é essencial, pois só a esta premissa de visibilidade, este impacto imediato é visto como status pelo consumidor (na mesma linha do conceito “the winner takes it all”);</span></span></p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Mas é preciso ter cuidado, pois o sistema de compra de palavras funciona com base no princípio de leilão. Desta maneira, algumas palavras custam caro e a disputa por elas (e, portanto, por seu contexto semântico) pode inflacionar seu preço. Com isso, o ROI da ação de SEM pode sofrer redução e consumir importante foco de investimento das empresas.</span></span></p>
</li>
</ul>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Redes Sociais x Branding</strong></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">As redes sociais são uma febre inegável. Mas o que acontece com sua marca lá dentro? Estes ambientes estão abertos à participação pública e o monitoramento rigoroso destes ambientes é objetivamente inviável de ser realizado com precisão.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">As duas características básicas destes ambientes determinam facilmente os cuidados a se ter neste contexto:</span></span></p>
<ul>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Ambiente sem controle: o conteúdo postado nestes sites, redes e comunidades não permite controle pelas marcas e pessoas</span></span></p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Ambiente sem domínio: a empresa dona da marca não é dona do ambiente, rede ou comunidade e a participação de usuários é irrestrita, geralmente sem monitoramento de suas participações</span></span></p>
</li>
</ul>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Desta maneira, fica claro o risco de exposição das marcas. Por outro lado, a consolidação e importância destes serviços é inegável. Assim sendo, melhor estar presente a deixar os outros falarem pela sua marca, desde que você participe ativamente (e lidere em influência positiva, quando possível) a discussão.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Portanto, quando o assunto é redes sociais, falamos, inicialmente, muito mais de proteção de valor de marcas com atributos estabelecidos para determinados públicos (reputação como centro!), do que ações proativas de construção de atributos de valor desejados (ainda que esse seja um objetivo legítimo).</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Uma maneira interessante e extrema de participar deste processo, já aplicada por algumas empresas, é substituir seu site ou apontar seu domínio para sua página dentro de uma rede social (principalmente Facebook). Nesta página, pode-se controlar um conjunto mínimo de variáveis e, portanto, já se insere dentro deste contexto controle de riscos, mitigado por um maior poder de troca, colaboração e relacionamento transparente.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">A participação efetiva em redes sociais e o posicionamento para proteção de sua marca incorrem em impactos indiretos no Branding, tais como:</span></span></p>
<ul>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Transparência: todos os usuários sabem e aproveitam de sua liberdade de expressão na rede; por isso também reconhecem os esforços de sua marca ao se expor neste contexto (lembrando a expressão “botando a cara pra bater”);</span></span></p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Legitimidade: aqui, o conceito também volta. Não há possibilidade de se posicionar nestas redes com discursos corporativos formais, com argumentos padronizados (como scripts pré-definidos de atendimento) ou ainda levantando a bandeira corporativa de maneira incisiva e sistemática. O relacionamento nestes ambientes é informal, natural, fluido, co-construído e, principalmente, precisa ser verdadeiro e honesto, sob pena de colocar todo o atributo de “Transparência” (tópico anterior) a perder;</span></span></p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Proximidade: inserir-se neste contexto é também aproximar-se dos consumidores atuais e potenciais, deslocar-se até estes ambientes em que se encontram. Desta maneira, valoriza-se o relacionamento e conexão da marca com o público ali presente;</span></span></p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Engajamento: por fim, mas não menos importante, a participação em algumas redes de nicho pode agregar à marca um perfil de engajamento, associando para aqueles participantes a marca à ação, causa ou bandeira que o grupo representa.</span></span></p>
</li>
</ul>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;"><strong>SEM x Redes Sociais x Branding</strong></span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Mas então aonde estes conceitos convergem no retorno para a sua marca?</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">De maneira mais imediata e simplista, sistemas de procura retornam interação em redes sociais. Por isso, redes sociais precisam também ser consideradas como ambientes semânticos e sistemas de procura. Pelos seus retornos, também evidenciam todas as interações (agressões ou elogios) com sua marca.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">O que nos parece importante concluir é que qualquer uma das práticas é inevitável e desejada (recomendada por certo). Apesar das características de proteção de valor, cada uma das atuações tem clara vocação para alguns benefícios indiretos que não podem ser desprezados. Adicionalmente, são ambientes complementares que, somados (em função de sua inter-relação/dependência), permitem potencializar ações de um ambiente para o outro, reduzindo riscos e potencializando benefícios.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Criamos um quadro (abaixo) para resumir esta visão, pois na Web, já não é mais possível viver de um ambiente só.</span></span></p>
<table width="567" cellspacing="1" cellpadding="0">
<colgroup>
<col width="187" />
<col width="188" />
<col width="186" /> </colgroup>
<tbody>
<tr valign="TOP">
<td width="187"></td>
<td width="188">
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Principais Riscos</strong></span></span></p>
</td>
<td width="186">
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Principais Benefícios</strong></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="187">
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;"><strong>SEM</strong></span></span></p>
</td>
<td width="188">
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Guerra Semântica</span></span></p>
</td>
<td width="186">
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Recall, Atratividade, Lead</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="187">
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Redes Sociais</strong></span></span></p>
</td>
<td width="188">
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Reputação</span></span></p>
</td>
<td width="186">
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Transparência, Proximidade, Engajamento</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr valign="TOP">
<td width="187">
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;"><strong>SEM x Redes Sociais</strong></span></span></p>
</td>
<td width="188">
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Redução dos Riscos de Atuação Separada</span></span></p>
</td>
<td width="186">
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: small;">Legitimidade, Potencialização de Capacidade de Conversão</span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
Number of View :392]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Elogio a traição</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/elogio-a-traicao/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/elogio-a-traicao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 May 2012 13:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Heverton Anunciação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[CRM]]></category>
		<category><![CDATA[fidelidade à marca]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing de Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[traição]]></category>

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		<description><![CDATA[Venho em público confessar: eu trai ! Isso mesmo, trai sim. E não trai sozinho. E, pra piorar a situação, eu confesso que continuarei traindo. Desculpe a franqueza, é que é mais forte do que eu.

A quem eu trai ? A todos. A todos quem ? A todos aqueles produtos que cresceram comigo. São Marcas, comerciais, garotas propaganda, e jingles  que fizeram parte da minha infância e adolescência, a quem eu tinha jurado fidelidade eterna.

De quem é a culpa ? Não sei, talvez, incompatibilidade de gênios.

Cresci ouvindo e aprendi que a propaganda era a alma do negócio, que os quatro "P" do Marketing são a diferença e infalíveis em alcançar seus objetivos, que aquele moço simpático de óculos que faz comerciais de palha de aço é capaz de conquistar qualquer coração e bolso de consumidores. Entretanto, eu mudei, e acredito que muitos estão fazendo o mesmo. Já era tempo não ? Afinal, estamos entrando num novo milênio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Venho em público confessar: eu trai ! Isso mesmo, trai sim. E não trai sozinho. E, pra piorar a situação, eu confesso que continuarei traindo. Desculpe a franqueza, é que é mais forte do que eu.</p>
<p>A quem eu trai ? A todos. A todos quem ? A todos aqueles produtos que cresceram comigo. São Marcas, comerciais, garotas propaganda, e jingles  que fizeram parte da minha infância e adolescência, a quem eu tinha jurado fidelidade eterna.</p>
<p>De quem é a culpa ? Não sei, talvez, incompatibilidade de gênios.</p>
<p>Cresci ouvindo e aprendi que a propaganda era a alma do negócio, que os quatro &#8220;P&#8221; do Marketing são a diferença e infalíveis em alcançar seus objetivos, que aquele moço simpático de óculos que faz comerciais de palha de aço é capaz de conquistar qualquer coração e bolso de consumidores. Entretanto, eu mudei, e acredito que muitos estão fazendo o mesmo. Já era tempo não ? Afinal, estamos entrando num novo milênio.</p>
<p>E veja que não fiz pós-graduação ou MBA para ser consumidor. Simplesmente, mudei. Talvez a mudança foi por causa da globalização, Internet, &#8230; quem sabe ?</p>
<p>Não me peçam uma explicação lógica pela minha infidelidade a marcas. Eu sei que prometi usar sempre aquele sabão em pó da marca A, e sei também que ele não deixou de limpar tão bem. E ainda, confesso que parei definitivamente de beber ! Mas beber a cerveja da marca C. Por quê ? Tudo bem, ela continua encorpada e gostosa, com nova logomarca, mas eu mudei. Admito também que prometi comprar sempre o último modelo de carro daquele fabricante da marca C. Uma vez ele até ligou pra mim perguntando o que o outro fornecedor tinha de melhor, eu respondi: tudo e nada ao mesmo tempo, entende, eu talvez precise somente de um tempo !? Ah ! A uma outra coisa que o pessoal do marketing ajudou-me: consegui parar de fumar ! Sério, parei de fumar a marca D, onde eles usaram até cowboys para me convencer, e conseguiram. Troquei pela marca E. Por quê ? Não sei, talvez porque esta me proporcione uma vida mais longa !!!</p>
<p>Acredito que o quê está ocorrendo é uma inversão de papéis. Antes as marcas diziam como eu deveria ser, agora, eu quero dizer como as marcas têm que ser. Caso contrário, perderão a minha lealdade dinâmica. Por exemplo, se eu sou um consumidor ético e com responsabilidade social, as minhas marcas de consumo deverão agir da mesma maneira.</p>
<p>E não adianta acharem que, utilizando-se das melhores tecnologias de call center, os melhores softwares de fidelização e database marketing, contratar os maiores especialistas no assunto, irá garantir a conquista da minha lealdade. É porque neste monte de parafernálias do marketing não está a variável única de cada personalidade única de cada consumidor único.</p>
<p>É como alguém já disse: vocês não estão fazendo tudo errado, somente vocês não estão fazendo tudo certo.</p>
<p>O marketing agora deve ser feito na rua e com contatos diretos com o público, e não mais &#8220;in-house&#8221;.</p>
<p>Aí pode nascer uma pergunta: há uma solução pra realmente conquistar a lealdade de um consumidor ? Acredito que, talvez, seja utilizar a mesma tática utilizada pelos consumidores, ou seja, seja infiel também. Como assim ? Mude, ou melhor, renove-se constantemente, como nós o fazemos, ou pelo menos, deveríamos fazer.</p>
<p>Quer um exemplo ? Imagine uma relação sentimental entre um casal. Os dois durante anos podem se achar totalmente fiéis e que conquistaram a lealdade mutua. Mas, na maioria das pesquisas feitas, quem casou, não casaria novamente com a mesma marca, ou melhor,  pessoa.</p>
<p>Eu não quero que a  relação entre as pessoas e empresas seja infiel, e que isto fique bem claro. O que quero dizer é que, onde há uma relação entre pessoas, é comprovado, que esta deve ser sempre retroalimentada, incentivada, reiniciada a cada dia, nunca permitindo uma acomodação das partes.</p>
<p>Existe um pensamento de quem desconheço a autoria, é que também não sou fiel a autores, mas diz assim: o amor vem com o tempo, mas o tempo destrói o amor. Por isso, cuidado pessoal do marketing ou empresários, vocês podem estar sendo traído neste exato momento numa gôndola de supermercado ou da Internet.</p>
<div></div>
Number of View :427]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/elogio-a-traicao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uso indevido de Metatags e seus reflexos legais</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/uso-indevido-de-metatags-e-seus-reflexos-legais-3/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/uso-indevido-de-metatags-e-seus-reflexos-legais-3/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 May 2012 13:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Luís Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[E-Commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[aspectos legais]]></category>
		<category><![CDATA[concorrência]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
		<category><![CDATA[indevido]]></category>
		<category><![CDATA[metatags]]></category>
		<category><![CDATA[uso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tiespecialistas.com.br/?p=16821</guid>
		<description><![CDATA[A rede mundial de computadores é sem dúvida o grande motor e verdadeiro vetor para que tenha ocorrido a Revolução Digital, ou da Informação.

Com o advento da internet o conhecimento circulou, distâncias foram minimizadas, houve circulação de capital, ideias foram propagadas, revoluções de fato foram feitas, enfim, a criação, desenvolvimento e popularização da internet permitiu que o ser humano desenvolvesse capacidades, trocasse informações e produzisse conhecimento em escala jamais vista na história.

Desde o estouro das bolhas das empresas ponto com na década de 1990, a internet veio se transformando em um campo mais estruturado de realizações comerciais, atuando como verdadeiro instrumento de desenvolvimento econômico. Considera-se que se a internet pudesse ser comparada a um país, em 2016 ela representaria a quinta maior economia mundial, movimentando cerca de US$ 4,2 trilhões[1], conforme pesquisa elaborada pela consultoria Boston Consulting Group (BCG).

Neste esteio, o acúmulo de informação gerada pela produção desenfreada de conteúdo ficaria totalmente esparso, perdido e desorganizado, se não fossem os motores de busca, search engine. Esse tipo de ferramenta fez criar gigantes da Era Tecnológica como o Google, expoente maior disso, Yahoo, Bing, entre outros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><strong>Marcio Luís Marques</strong></p>
<p style="text-align: right">     Advogado. Docente universitário. Coordenador de contencioso cível. MBA em Direito Eletrônico. Membro do IBDE – Instituto Brasileiro de Direito Eletrônico e da Comissão de Direito Eletrônico e Crimes de Alta Tecnologia da OAB/SP.</p>
<p><strong>RESUMO: </strong>Aborda o uso indevido de linhas de comandos em <em>websites </em>denominadas como <em>metatags</em>, indicando sua aplicação de forma objetiva, sem aprofundamento teórico, permitindo a assimilação do conteúdo tanto pela área tecnológica, quanto pela jurídica, facilitando a interdisciplinaridade e concluindo na ilicitude da conduta praticada.</p>
<p><strong>PALAVRAS-CHAVES: </strong><em>metatag</em>; buscadores; concorrência; aspectos legais.</p>
<p><strong>SUMÁRIO: </strong>I – Introdução; II – Funcionamento de um site de buscas; III – Conceito e importância das <em>metatags</em>; IV – Reflexos jurídicos das <em>metatags </em>indevidas; V – Conclusões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><strong>I.          </strong><strong>Introdução:</strong></p>
<p>A rede mundial de computadores é sem dúvida o grande motor e verdadeiro vetor para que tenha ocorrido a Revolução Digital, ou da Informação.</p>
<p>Com o advento da <em>internet</em> o conhecimento circulou, distâncias foram minimizadas, houve circulação de capital, ideias foram propagadas, revoluções de fato foram feitas, enfim, a criação, desenvolvimento e popularização da <em>internet</em> permitiu que o ser humano desenvolvesse capacidades, trocasse informações e produzisse conhecimento em escala jamais vista na história.</p>
<p>Desde o estouro das bolhas das empresas <em>ponto com</em> na década de 1990, a <em>internet</em> veio se transformando em um campo mais estruturado de realizações comerciais, atuando como verdadeiro instrumento de desenvolvimento econômico. Considera-se que se a <em>internet</em> pudesse ser comparada a um país, em 2016 ela representaria a quinta maior economia mundial, movimentando cerca de US$ 4,2 trilhões<a title="" href="http://www.tiespecialistas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftn1">[1]</a>, conforme pesquisa elaborada pela consultoria <em>Boston Consulting Group</em> (BCG).</p>
<p>Neste esteio, o acúmulo de informação gerada pela produção desenfreada de conteúdo ficaria totalmente esparso, perdido e desorganizado, se não fossem os motores de busca, <em>search engine</em>. Esse tipo de ferramenta fez criar gigantes da Era Tecnológica como o Google, expoente maior disso, Yahoo, Bing, entre outros.</p>
<p>Todavia, para que os conteúdos dos sítios eletrônicos, <em>sites</em>, sejam adequadamente catalogados essas ferramentas de busca varrem o <em>site</em> e indexam termos, perfis, e demais dados que deem a ideia do que contém aquele sítio eletrônico, permitindo o fornecimento ao usuário que faça a consulta uma indicação resumida e a mais precisa possível, a fim de que o mesmo encontre o conteúdo procurado na rede.</p>
<p>Sobre essa varredura e posterior indexação em bases de dados dos servidores de busca é que <em>sites</em> mal-intencionados colocam palavras ou linhas de comando de programação que, em tese, não fariam referências propriamente ao conteúdo direto da sua página, levando o internauta a erro. Os objetivos podem ser os mais diversos, mas seja lá qual for, o uso é indevido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><strong>II.          </strong><strong>Funcionamento de um site de buscas:</strong></p>
<p>Tomando-se como exemplo o sistema de indexação do Google, há um sistema chamado de <em>Googlebot</em> que indexa alfabeticamente o conteúdo das páginas, o que permitirá a localização futura na base dos servidores de indexação.</p>
<p>Feita a consulta pelo usuário, o Google retorna com o resultado em frações de segundos, o que melhor é compreendido pelo diagrama<a title="" href="http://www.tiespecialistas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftn1">[2]</a> abaixo:</p>
<div> <img class="aligncenter size-full wp-image-16823" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/04/ESTRUTURA-SITE-BUSCA1.jpg" alt="" width="590" height="600" /></div>
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<p>Note-se que o resultado final que sairá para o usuário é obtido através da aplicação de algoritmos de pesquisa e classificação, onde as páginas são classificadas em ordem crescente de importância, denominados <em>PageRank</em><a title="" href="http://www.tiespecialistas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftn1">[3]</a>, e que leva em consideração diversos fatores e que o próprio Google não esclarece quais são os critérios objetivos para isso.</p>
<p>Entretanto, um dos fatores que são preponderantes para a classificação da página no resultado final da pesquisa é se esta tem todos os termos procurados pelo usuário. Quanto mais termos contiverem, mais relevante ela será.</p>
<p>É exatamente sobre o critério de continência das palavras buscadas é que se analisa a questão da inclusão de <em>metatags</em> que, em regra, não deveriam estar lá, pois além da inclusão indevida de termos, essa inclusão não é perceptível ao usuário visualmente, mas somente abrindo o código-fonte da página para verificação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><strong>III.          </strong><strong>Conceito e importância das <em>metatags</em>:</strong></p>
<p>Segundo o dicionário Michaelis, o termo <em>tag</em> significa etiqueta, identificação<a title="" href="http://www.tiespecialistas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftn2">[4]</a>. Dessa forma as <em>metatags</em> são identificações constantes nas páginas eletrônicas. Tais identificações são utilizadas para orientar os motores de busca sobre qual o conteúdo pode ser encontrado nas referidas páginas.</p>
<p>A importância das <em>metatags </em>é fundamental para adequada informação ao usuário e direcionamento deste para o local onde realmente conste o que está buscando.</p>
<p>A <em>metatag</em> pode ser definida como uma linha de código em formato HTML (<em>Hyper Text Markup Language</em> &#8211; Linguagem de Marcação de Hipertexto) onde consta a informação do nome da página, conhecida como <em>title tag</em>; o conteúdo e as palavras-chaves, <em>keywords</em>, que estão inseridas na página e orientam as ferramentas buscadoras. Elas são invisíveis aos olhos do usuário, pois estão expressas em linhas de comando, mas não passam despercebidas aos buscadores.</p>
<p>Com o cotejamento dos três pilares das <em>metatags</em>: <em>title tag; description </em>e<em> keywords</em> o usuário tem um perfil o mais próximo possível do exato conteúdo da página. Como essa informação é arquivada em cachê nos Servidores de Índice do diagrama anterior, os motores de busca fazem a classificação da página colocando-a em relevância na busca realizada.</p>
<p>Mas qual a importância ou necessidade de algum programador incluir <em>metatags</em> em suas linhas de comando na elaboração do <em>site</em> que não representem necessariamente a informação buscada? A resposta é simples: para obter algum tipo de vantagem.</p>
<p>Suponha-se o caso de uma empresa que concorre com determinado produto/serviço a outra que tem sua marca ou seu produto muito conhecido e que pelos cálculos de relevância do <em>PageRank</em> qualquer consulta acerca daquele produto/serviço aponte diretamente para aquela empresa e não para essa concorrente menos conhecida. Esta empresa tem todo o interesse que ao ser efetuada a busca do produto em questão, a sua empresa apareça de forma relevante. Com isso ela terá mais chances de efetuar a transação ou ainda de passar a ter sua página naturalmente melhor classificada em função do aumento considerável de <em>pageviews</em>, aumentando em popularidade, um dos critérios para classificação no <em>PageRank</em>.</p>
<p>Neste momento esse concorrente, que claramente é desleal, tem a infeliz ideia de colocar comandos no código-fonte da sua página que apontariam para a empresa paradigma, passando a ser também alçada em posição de relevância às demais.</p>
<p>Traduzindo isso em números, levando em consideração que hoje os <em>sites</em> de busca respondem por 35% (trinta e cinco por cento) do trafego aos <em>sites </em>de comércio eletrônico, segundo estudos feitos recentemente<a title="" href="http://www.tiespecialistas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftn1">[5]</a>, há evidente objetivo financeiro na alteração e inclusão de <em>metatags</em>, em especial nas páginas que sejam ligadas ao <em>e-commerce</em> ou ­<em>e-bussines</em>. Considerando a projeção para 2016 de uma movimentação de US$ 4,2 trilhões, a grosso modo falando, isso representaria cerca de US$ 1,47 trilhão que passaria pelas páginas dos buscadores. Sem dúvida um atrativo para que maus profissionais burlem os sistemas de buscas a fim de obtenção de vantagem indevida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><strong>IV.          </strong><strong>Reflexos jurídicos das <em>metatags</em> indevidas:</strong></p>
<p>O objetivo do uso indevido das <em>metatags</em> podem ser os mais variados possíveis, mas independente de qual for ele ofenderá diretamente o ordenamento jurídico pátrio.</p>
<p>A Constituição Federal de 1988 garante em seu art. 1º, IV a livre iniciativa como parte das premissas fundamentais para constituição do Estado Democrático de Direito. Reafirmando a garantia dada, ao tratar da Ordem Econômica, o legislador constituinte inseriu no art. 170, IV também a garantia à livre concorrência. Como forma de dar efetividade às garantias, o texto constitucional em seu art. 173, §4º reforça que a lei infraconstitucional irá reprimir a eliminação da concorrência e a dominação de mercados.</p>
<p>Ao dar efetividade ao comando constitucional, em 1994 é editada a Lei 8.884/94 que dispõe sobre a prevenção e repressão às infrações contra a ordem econômica, conhecida como <em>Lei Antitruste</em>.</p>
<p>Nesse diapasão a conduta nociva de uso indevido de <em>metatags </em>reflete diretamente em prática de ilegal, prevista na Lei 8.884/94. É evidente que quando a utilização de tais comandos de instrução tem o fim de desviar audiência, clientela ou negócios, está evidentemente prejudicando a livre concorrência e livre iniciativa, podendo ser inseridas nas hipóteses previstas no art. 20, I e até mesmo II da Lei Antitruste.</p>
<p>José Afonso da Silva nos leciona sobre o que é o abuso nas relações concorrenciais:</p>
<blockquote><p>“O abuso caracteriza-se pela dominação dos mercados, eliminação da concorrência e aumento arbitrário dos lucros. A Lei 8.884, de 11.6.1994, é que cumpre o mandamento constitucional de repressão ao abuso do poder econômico. Cria ela, assim, o chamado “direito antitruste”, com a finalidade de prevenir e reprimir as infrações contra a ordem econômica, orientada pelos ditames constitucionais da liberdade de iniciativa, livre concorrência, função social da propriedade, defesa dos consumidores e repressão ao abuso do poder econômico”<a title="" href="http://www.tiespecialistas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftn2">[6]</a></p></blockquote>
<p>Em se tratando de envolvidos que disputem o mesmo setor, pode-se aplicar diretamente o previsto na Lei de Propriedade Industrial, Lei 9.279/96, incidindo na espécie o art. 195, incisos III e IV. Tal conduta é tipificada como crime concorrencial por este diploma.</p>
<p>Rubens Requião<a title="" href="http://www.tiespecialistas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftn3">[7]</a> divide os atos de concorrência desleal em:</p>
<blockquote><p>a) atos geradores de confusão que incidem sobre os signos distintivos usados pelo concorrente;</p>
<p>b) atos de desvio de clientela, os quais buscam denegrir o concorrente e seus produtos e serviços (agressão ao competidor); e</p>
<p>c) atos contrários à moralidade comercial que estão situados na violação dos segredos dos concorrentes, por meio de seus empregados ou demais integrantes da empresa e na propaganda falsa.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>A livre concorrência e iniciativa são salutares à sociedade, traduzindo-se como fator gerador de riquezas e distribuição de renda.</p>
<p>Não obstante a discussão se a defesa dos consumidores poderia ser feita diretamente pela Lei Antitruste ou pelo CDC, é inconteste que a prática de concorrência desleal afetará igualmente ao consumidor tanto quanto ao concorrente prejudicado.</p>
<p>Sem muita dificuldade se configura claro o tipo penal da concorrência desleal praticada por quem atribui <em>metatag </em>indevida em sua programação HTML do <em>site</em>. Com o avanço tecnológico, para o desvio de clientela não há nem a necessidade de se denegrir a imagem do concorrente, mas sim desviando a atenção do que busca o concorrente, para encontrar o desleal. Seria, <em>mutatis mutandi</em>, desviar o consumidor de entrar na loja ao lado, pegando-o pelo braço e o direcionando à loja do desleal.</p>
<p>Não somente há como se enquadrar na conduta de concorrência desleal, quanto ao concorrente prejudicado, também pratica o crime de estelionato em face do internauta redirecionado, hipótese prevista no art. 171 do Código Penal. Vejamos:</p>
<blockquote><p>Art. 171 &#8211; Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento.</p>
<p>Pena &#8211; reclusão, de 1 (um) a 5 (cinco) anos, e multa.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como não se reconhecer que o desleal está mantendo o usuário em erro, obtendo flagrante vantagem ilícita? A conclusão não pode ser outra senão pela ilicitude da conduta.</p>
<p>Outrossim, na hipótese do concorrente prejudicado ter sua marca registrada junto ao INPI, ou outra indicação que lhe seja designativa, também incorrerá o desleal no crime do art. 189 da LPI nº 9.279/96.</p>
<p>Sem prejuízo das implicações penais, ainda é resguardado ao prejudicado as reparações cíveis cabíveis, pois a garantia à reparação civil é prevista constitucionalmente em seu art. 5º, V e na legislação civil no art. 186; 187; 927, todos do Código Civil.</p>
<p>Ademais, em <em>lead case</em> quando se fala em uso indevido de <em>metatags</em>, há a <em>Civil Action</em> nº 97-Z-1592<a title="" href="http://www.tiespecialistas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftn4">[8]</a>, ajuizada pelo escritório de advocacia Oppedahl &amp; Larson <em>vs</em>. Advanced Concepts nos idos de 1997. Nesta ação o escritório autor identificou que em se fazendo pesquisas com o nome deles, que são especializados em patentes e propriedade intelectual, aparecia sempre correlato o nome do réu, que era uma empresa especializada em desenvolvimento de <em>sites</em>, prestando serviço de <em>webdesigner</em>.</p>
<p>A empresa ré acreditou que quem busca um escritório de propriedade intelectual teria interesse também em desenvolver uma página eletrônica, daí a intenção em associar os termos do referido escritório nas <em>metatags</em> da sua página. Mesmo não sendo concorrentes diretos em determinado nicho de mercado, é inegável que o <em>web designer</em> visou se aproveitar do prestígio e reconhecimento da marca do escritório de advocacia para alavancar seus negócios. Ao final da demanda a ré foi condenada a se abster de incluir em seu código-fonte da sua página os termos que levassem, ou associassem, às pesquisas feitas com os termos do escritório autor.</p>
<p>Havendo concorrência direta ou benefício indireto do uso indevido do prestígio de outrem, tal conduto pode ser imputada como criminosa e em ambos os casos gerar direitos civis à reparação patrimonial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><strong>V.        </strong><strong>Conclusão:</strong></p>
<p>Com o avanço tecnológico a prática do comércio ganhou novos desdobramentos e o tipo de publicidade que anteriormente era feito através do próprio ‘ponto comercial’ em si e por divulgações através de mídias impressas, televisivas e radiofônicas, agora também o é feito através dos meios digitais.</p>
<p>Porém, mais do que simplesmente se fazer a divulgação através do meio digital, o próprio estabelecimento comercial se desmaterializou e migrou para o ambiente virtual.</p>
<p>As linguagens de programação podem conter termos e instruções que aos olhos do usuário mediano são totalmente ocultos, mas que não passam despercebidos às ferramentas de buscas, verdadeiro motor do comércio eletrônico na atualidade, representando significativo canal de movimentação da economia virtual.</p>
<p>Usar de meios escusos para redirecionar audiência e eventuais consumidores é, além de imoral, juridicamente punível criminal e civilmente, havendo que se criar regulamentação urgente para que se proteja esse grande bem intangível do <em>e-commerce</em>: a sua clientela.</p>
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<hr align="left" size="1" width="33%" />
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<p><a title="" href="http://www.tiespecialistas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftnref1">[1]</a> Íntegra em: <a href="http://www.bcg.com/media/PressReleaseDetails.aspx?id=tcm:12-100468">http://www.bcg.com/media/PressReleaseDetails.aspx?id=tcm:12-100468</a>, acessado em 17 de abril de 2012.</p>
<p><a title="" href="http://www.tiespecialistas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftnref1">[2]</a> Fonte: <a href="http://sites.google.com/site/historiasobreossitesdebusca/historia-dos-principais-sites-de-busca/Historia-do-site-de-busca-google/como-funciona-o-site-de-busca-google">http://sites.google.com/site/historiasobreossitesdebusca/historia-dos-principais-sites-de-busca/Historia-do-site-de-busca-google/como-funciona-o-site-de-busca-google</a> , acessado em 17 de abril de 2012.</p>
<p><a title="" href="http://www.tiespecialistas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftnref1">[3]</a> Ver mais em: <a href="http://www.efetividade.net/2007/05/16/pagerank-entenda-o-que-e-para-que-serve-e-por-que-existem-tao-poucos-blogs-nacionais-com-pr-maior-que-5/">http://www.efetividade.net/2007/05/16/pagerank-entenda-o-que-e-para-que-serve-e-por-que-existem-tao-poucos-blogs-nacionais-com-pr-maior-que-5/</a>, acessado em 17 de abril de 2012.</p>
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<p><a title="" href="http://www.tiespecialistas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftnref2">[4]</a> MICHAELIS. Moderno Dicionário de Inglês. Disponível em <a href="http://michaelis.uol.com.br/moderno/ingles/index.php?lingua=ingles-portugues&amp;palavra=tag">http://michaelis.uol.com.br/moderno/ingles/index.php?lingua=ingles-portugues&amp;palavra=tag</a>, acessado em 17 de abril de 2012<a title="" href="http://www.tiespecialistas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftnref1">[5]</a> Ver em: <a href="http://www.comprafacilempresas.blog.br/e-commerce-2/saiba-como-funciona-a-busca-do-google-maior-gerador-de-trafego-do-e-commerce/">http://www.comprafacilempresas.blog.br/e-commerce-2/saiba-como-funciona-a-busca-do-google-maior-gerador-de-trafego-do-e-commerce/</a>, acessado em 17 de abril de 2012.</p>
<div><a title="" href="http://www.tiespecialistas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftnref2">[6]</a> SILVA, José Afonso da. <em>Comentário Contextual  à Constituição</em>, 4ª ed., São Paulo: Malheiros, 2007, pág. 720</div>
<div><a title="" href="http://www.tiespecialistas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftnref3">[7]</a>REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito Comercial, 26ª ed., São Paulo: Saraiva, 2005, págs. 210-211</div>
<div><a title="" href="http://www.tiespecialistas.com.br/wp-admin/post-new.php#_ftnref4">[8]</a> Disponível em: <a href="http://cyber.law.harvard.edu/property00/metatags/meta7.html">http://cyber.law.harvard.edu/property00/metatags/meta7.html</a>, acessado em 18 de abril de 2012.</div>
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		<title>Porque investir em Links Patrocinados do Google compensa</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 17:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Galhardo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todo mundo gosta de ganhar dinheiro, não é? Mas investir dinheiro com publicidade, quase ninguém gosta! Pois é, caro leitor amigo, seja qual for o momento que uma empresa esteja passando, ela deve investir em publicidade sempre que possível.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo gosta de ganhar dinheiro, não é? Mas investir dinheiro com publicidade, quase ninguém gosta! Pois é, caro leitor amigo, seja qual for o momento que uma empresa esteja passando, ela deve investir em publicidade sempre que possível. E por mais estranho que pareça, tem gente que gosta, sim! Digo isso, porque conheço um empresário que faz questão em dizer que investe tantos reais em Adwords e que seu site esta sempre na primeira posição na página do Google. Mas meu amigo leitor, no momento, certamente você não partilha do mesmo pensamento. Se você não tem um site com o nome já consolidado no mercado, vendendo muito e gerando excelente receita, ao começar a ler este artigo, certamente pensou que dica vai levar daqui?</p>
<p>Então lá vai a minha dica: &#8211; Comece a fazer links patrocinados! É mais barato que qualquer outra tipo de mídia, permite começar com um investimento baixo, você mesmo mede o retorno e pode saber em tempo real o quanto esta investindo. Com qual outra mídia de marketing, você vai investir uma quantia de, por exemplo, R$1.000,00 e obter um case qual pode se orgulhar? Com os panfletos não dá, com o rádio como mídia única não basta, tv é caro demais, já com o Adwords você paga alguns centavos pelos cliques, define o quanto vai investir, horário, dia e o perfil do público que vai receber a sua propaganda e ainda pode programar o limite para o seu orçamento. Uma outra dica é: &#8211; aprenda fazendo! Então se você pode fazer, faça agora mesmo! Se não puder, fale com um profissional do Google Advertsing Adwords e poderá exigir um resultado ainda melhor.</p>
<div id="attachment_16767" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/porque-investir-em-links-patrocinados-do-google-compensa/links-patrocinados-google/" rel="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/porque-investir-em-links-patrocinados-do-google-compensa/"><img class="  " style="margin-left: 2px;margin-right: 2px" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/04/links-patrocinados-google-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">links-patrocinados-google</p></div>
<p>E se ainda não sabe como fazer, entre na página do Google, digite &#8220;cupom do Adwords&#8221;, clique no anuncio, crie sua conta no Adwords, receba os créditos e pronto! Ou se preferir, acesse: www.cupomgoogleadwords.com.br<br />
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<p>Então, se o foco do seu site/blog é ganhar audiência, faça um link da conta Adwords com a conta Google Analytics e assim você saberá quantas pessoas navegam no seu site diariamente, descobre em qual região seu potencial cliente está, qual browser ele esta usando, quantas vezes ele já visitou o seu site, se existem falhas de navegação, além de diversas outras métricas que você pode personalizar e receber. Agora e se o seu site for um site de e-commerce, saberá até mesmo quanto o site esta tendo de receita. E com relatórios automáticos poderá estimar até mesmo o faturamento para os próximos meses.</p>
<p>O sucesso de uma campanha on-line, assim como todas outras campanhas de marketing é medida quando ela traz bons números e de preferência se esses forem números monetários e apresentados sempre de forma instantânea. Leitor amigo, em minha opinião o objetivo das empresas sempre é lucrar, não importa o valor total do investimento com a publicidade que ela tenha feito, mas poder ver o resultado e poder mensura-los é uma obrigação do marketing.</p>
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		<title>De volta às poderosas nuvens</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 17:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>L.Midas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
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		<description><![CDATA[A resposta do VP do YouTube (aquele lá do Vale do Silício / Silicone)   foi algo que, para mim, entrou para os anais da história (pelo menos a minha história) como uma das mais afiadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu contava ainda da <a title="Conferência de Berlin" href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/as-voltas-que-o-mundo-da-por-cima-da-carne-seca/" target="_blank">conferência em Berlin</a> no final do ano passado. A resposta do VP do YouTube (aquele lá do Vale do <em>Silício / Silicone</em>)   foi algo que, para mim, entrou para os anais da história (pelo menos a <em>minha</em> história) como uma das mais afiadas. Naquela curta frase, ele detonou as operadoras, colocou-as no seu lugar de “bit-pipes”. E não apenas isso, ele como que disse “o importante é o conteúdo, e que se as operadoras acham que podem alguma coisa, experimentem bloquear ou limitar o acesso ao YouTube. Verão como os usuários abandonarão vocês imediatamente. Operadoras, vocês são simples movedoras de bits sem inteligência, nenhum cliente lhes é fiel, vocês não tem poder nenhum. Seu produto é uma ‘commodity’, ninguém lhes ama, ninguém lhes quer”.</p>
<p>Bem, se você não entendeu isso tudo, releia a crônica. Porque, expandindo a frase fatal, a tal detonante, foi isso que ele disse. Como reza o ditado, “para bom entendedor, saber o fluxo de capital basta.”</p>
<p>De fato, existe evidência que ele está certo. Por exemplo, a Netflix dos EUA, publica <a href="http://techblog.netflix.com/2011/10/netflix-performance-on-top-networks.html">na sua página</a> um “ranking” das melhores operadoras para se acessar o Netflix. Mais um exemplo de alguém falando “Aqui, eu sou tão grande, tão poderoso, que os meus usuários vão escolher aquela operadora que lhes dê o melhor acesso ao meu site. Coitado de você se não melhorar esse acesso.” E, de fato, a frase do VP me deixou pensativo. Já pensou se o YouTube resolve seguir o modelo da TV as cabo, em que as operadoras de TV a cabo as vezes tem de pagar para ter acesso a certos canais? Quem perderia mais nessa possível quebra-de-braço? O YouTube perderia mais usuários, que se manteriam fieis às suas operadoras ou aquelas que não pagassem perderiam maior número de usuários, já que eles migrariam em massa para uma outra que aceitasse as condições do YouTube? Apostas, por favor&#8230;</p>
<p>Entra em jogo meu assunto favorito do momento e que vocês achavam, andava relegado e esquecido: AS NUVENS! Pois é. Eu sou assim, dou uma volta tremenda para fechar um raciocino de forma <em>brilhante (auto-ironia, por favor). </em>E veja bem que vocês tiveram de agüentar apenas duas crônicas, imagina os leitores de “<a href="http://www.facebook.com/RedesSensuais">Redes Sensuais</a>” que tiveram de agüentar mais de 100 páginas voltando quase 20 anos, sem contar a abundante pornografia?    <img src='http://www.tiespecialistas.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Meu descarado merchandising à parte, voltemos ao assunto. As nuvens e o balanço de poder. Sorrateiramente, começam a surgir vozes dizendo que, junto com a ascensão do Cloud Computing, uma reversão no atual <em>status quo </em>está para acontecer. É fácil entender. A partir do momento em que os aplicativos são oriundos das nuvens, a tal conectividade que antes era uma commodity passa a ser diferencial. Vamos exemplificar. Suponhamos que você abra uma empresa e decida por um programa de Gestão de Pessoal. Você está em dúvida entre o software A ou o B. Ambos são entregues para você via cloud, por assinatura mensal, sem nada instalado no seu computador. Você resolve então testar o programa A. Nesse, tudo vai bem até o certo ponto em que aparece uma mensagem “Cannot save file”. Você então liga para a fornecedora do programa, a qual, logicamente, bota a culpa na sua operadora. “É ser um problema na conexão”. Liga para a operadora e eles, por sua vez,  botam a culpa no programa “A conexão tá ótima o problema é o programa”. Bem, você já entendeu. No programa B, que você assina via a sua operadora, tarifado diretamente na sua conta telefônica, o suporte é dado diretamente por ela. No caso do problema acima, se tudo correr bem o sujeito do suporte te explica que você deve mudar o parâmetro X no menu Y porque sua rede é menos rápida portanto assim você evita um <em>timeout</em> e por aí vai.</p>
<p>Pergunta boba: Qual dos 2 pacotes você vai escolher o A, independente, ou o B, aquele cujo suporte e pagamento é feito diretamente junto à sua operadora?</p>
<p>Pois é, não é por menos que a muita gente começa a defender a ideia que as operadoras brevemente serão <a href="http://www.techgoondu.com/2010/04/21/telcos-set-to-dominate-the-it-services-scene-says-idc/#.T42-weX9IXc">o canal prioritário</a> na distribuição de software. Obviamente, outros dizem que isso <a href="http://www.themetisfiles.com/2011/01/twelve-reasons-why-telcos-will-not-dominate-cloud-computing/">nunca acontecerá</a> e tem como argumento prioritário o fato de, como já disse antes, as operadoras historicamente nunca perderem a oportunidade de perderem uma oportunidade.</p>
<p>Pessoalmente, tendo lido o artigo sobre a <a href="http://www.fastcompany.com/magazine/160/tech-wars-2012-amazon-apple-google-facebook">Batalha Tecnológica de 2012</a>, e tendo notado a total ausência da Microsoft, vejo que as chances das operadoras são mesmo pequenas. Esses caras jogam pesado e agressivamente, sem chances para empresas grandes e lentas na reação como as grandes empresas de telco. A única salvação, coisa que anda esquecida nesses dias mas que é algo de peso, é a questão do único e verdadeiro recurso que as operadoras possuem: Espectro. Espectro o qual se valoriza a cada dia que passa, na direta proporção em que os volumes de dados aumentam a cada dia.</p>
<p>Em breve, aportarei nas praias tupiniquins para o lançamento do dito livro. Abraços.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Marketing Digital, as 10 dúvidas que você nunca teve coragem de perguntar!</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 13:07:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dúvidas]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda online]]></category>

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		<description><![CDATA[O marketing digital não é algo tão novo, mas ele evolui com uma velocidade incrível e lança novos conceitos a cada dia que se passa. Entrar neste ambiente, significa compreender como utilizar as novas mídias e tecnologias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não tenha vergonha, pois não é tudo criação. Existem muitos aspectos técnicos envolvidos e estudar é preciso.</p>
<p>O marketing digital não é algo tão novo, mas ele evolui com uma velocidade incrível e lança novos conceitos a cada dia que se passa. Entrar neste ambiente, significa compreender como utilizar as novas mídias e tecnologias.</p>
<h5>1) O que é o marketing digital?</h5>
<p>É a disciplina do marketing que se refere a construção de marcas e seu relacionamento com clientes, utilizando os meios digitais. Estes podem ser um website, mobile site, tablet site, redes sociais e utilização de mídias como banners, links patrocinados entre outros.<br />
 </p>
<h5>2) O que faz uma agência de marketing digital?</h5>
<p>Tipicamente uma agência é responsável por criar a estratégia de atuação de determinada marca, nos itens relacionados a construção da presença e divulgação da marca no mundo online. A estratégia deve levar em conta itens como o público alvo, as ferramentas digitais a serem utilizadas e os pontos de contatos a serem escolhidos.</p>
<p>Na evolução do marketing digital, as agências precisam levar em consideração novos aspectos relacionados a construção da presença online de marcas em várias plataformas digitais, otimização para mecanismos de busca, atuação e propaganda nas redes sociais, criação de conteúdo em texto e vídeos, construção de aplicativos e a habilidade de mensurar todas as ações.<br />
 </p>
<h5>3) Como eu escolho uma boa agência?</h5>
<p>Uma boa agência precisa ter capacidade de gerenciar não somente a comunicação, mas também ter domínio sobre os fatores tecnológicos envolvidos na geração de ações no meio digital. Não basta apenas oferecer sites, mas sim ter a capacidade de criar uma estratégia holística, não somente baseada em compra de mídia, mas também levando em consideração as útlimas tendências dos mecanismos de busca e comportamento do público em relação a interação com as marcas.</p>
<p>A web evolui com tanta velocidade que é preciso pesquisar e ouvir novas propostas, já que em muitos casos algumas agências ainda se baseiam em técnicas ultrapassadas na web.<br />
 </p>
<h5>4) Meu site é bom ou ruim, como sei que preciso de um novo?</h5>
<p>A web e os dispositivos móveis evoluem rapidamente e sites construídos há pouco tempo, muitas vezes não são mais eficientes. Isso é devido ao fato de que muitos deles não levaram em consideração as novas linguagens de programação como por exemplo o HTML 5, ou até a existência dos tablets e otimização para mecanimos de busca, com o excesso de uso do Flash. Isso dificulta a indexação de páginas pelo Google.<br />
Além disso, com a difusão das mídias sociais é preciso por exemplo pensar em Fan Pages, You Tube, Twitter e portanto planejar o site para que seja compartilhável e que tenha conteúdo gerado com frequência. Estes fatores agora são muito importantes, uma vez que os buscadores preferem e beneficiam aqueles que geram conteúdo único e relevante para seu público alvo.</p>
<p>Existem inúmeros fatores que devem ser levados em conta na web 2.0, se você realmente deseja tornar o site de sua empresa moderno e atrativo para seu público.<br />
 </p>
<h5>5) Mídias Sociais, qual é a melhor?</h5>
<p>Não existe melhor ou pior, mas sim o que é necessário para sua empresa. É preciso entender seu público alvo e verificar onde ele está presente, para traçar a estratégia de sua presença na web. É um mito achar por exemplo que esta ou aquela rede social é B2B ou B2C, pois tudo dependerá dos objetivos de comunicação e de posicionamento estratégico de determinada marca.<br />
 </p>
<h5>6) HTML, que bicho é esse?</h5>
<p>Hypertext Markup Language é o protocolo da web criado para que você possa visualizar as páginas e muitos aplicativos na web. A linguagem já chegou em sua 5ª versão e é padronizada pelo W3C, órgão internacional que regula sua utilização garantindo a consistência de programação em sites desenvolvidos no mundo inteiro.</p>
<p>Na hora de fazer um site novo, é preciso levar em conta estes padrões para garantir que a semântica de HTML do seu site leve em consideração aspectos chave para garantir a indexação de seu site pelo Google, velocidade de carregamento do site, etc.<br />
 </p>
<h5>7) O que faço com as minhas propagandas nas revistas e TV?</h5>
<p>Calma, a web ainda não substituiu tudo. É preciso incluir ações online em seu mix de comunicação, pois a queda de eficiência de outras mídias é cada vez maior. Em 2010, 24 dos maiores 25 jornais do mundo, tiveram quedas recordes de circulação devido a redução de propagandas assim como a TV também sofreu impactos devido a nova rotina de vida das pessoas.</p>
<p>Cada vez menos somos expostos a mídia tradicional, devido a adventos como o controle remoto, anti spams e excesso de informação e propaganda em revistas. Hoje as pessoas buscam por conteúdo relevante que as ajude a decidir sobre algo que desejam comprar, seja no ambiente B2B ou B2C.<br />
 </p>
<h5>8 ) Será que é hora de investir na internet?</h5>
<p>Se você ainda está pensando, já está atrasado. No Brasil já são mais de 70 milhões de internautas, 45 milhões deles em mídias sociais, 33.5 milhões assistindo vídeos na web e R$ 15 bilhões gerados em e-commerce no 1º semestre de 2011. O país deve terminar o ano de 2011 com mais de 22 milhões de acessos de banda larga e mais de 500 mil tablets vendidos, além dos milhares de smartphones.</p>
<p>As empresas que mais investiram na web em 2010, não tem e-commerce, mas investiram para criar relacionamento onde seu público definitivamente está, no mundo online. É impensável não definir umaestratégia online, em face aos números de mercado que crescem a cada dia.<br />
Se você não fizer, seu concorrente o fará.<br />
 </p>
<h5>9) Eu já tenho um site, pra que preciso de um novo?</h5>
<p>Existe um novo conceito do chamado de Marketing de Atração. Com ele, não é mais suficiente ter apenas um site programado em linguagens antigas ou com uso do Flash. As novas variáveis do algorítmo do Google e a nova forma de comportamento dos usuários em relação a como interagem com a mídia e com as marcas, demandam uma nova estratégia de ação.</p>
<p>Seu site agora precisa ser um organismo vivo, capaz de entreter clientes, disponibilizar informações que sejam pertinentes a suas necessidades e que estejam alinhadas aos objetivos de negócios da empresa. Agora é necessário desenvolver presença em diversos pontos de um ambiente fragmentado, como a web. Isso significa lidar com novas formas e necessidades de comunicação, criando a demanda pela geração de tráfego direto para seu site.</p>
<p>O site das empresas é uma mídia e com uma estratégia correta, é possível gerar atenção e difundir a informação de sua empresa diretamente para seu público alvo.<br />
 </p>
<h5>10) Como faço para me comunicar no ambiente digital?</h5>
<p>Não caia na mesmisse de comprar banners e pronto. Hoje expressões como o “banner blindness” já definem a cegueira, que as pessoas desenvolvem em relação aos anúncios piscantes presentes em diversos sites.<br />
É necessário que primeiro se defina quem é seu público alvo ou seus “buyers personas”, que são os tipos de perfis de pessoas com as quais você deseja estabelecer comunicação.</p>
<p>Uma forma de fazê-lo é utilizar os princípios básicos do Marketing de Atração divididos em 4 etapas:<br />
1 –  Criar a presença da empresa na web (site, mídias sociais, tablets, etc);<br />
2 -  Ser encontrado na web (programação correta, propaganda nas redes sociais e Google);<br />
3 – Conectar seu cliente (geração de aplicativos e conteúdo em texto e vídeo);<br />
4 – Mensurar os resultados para seguir o que está funcionando e o que não está;</p>
<p>Seguindo estas etapas é possível gerar um ciclo de comunicação com seu público alvo, que o fará ver valor através do  conhecimento compartilhado por sua empresa.</p>
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		<item>
		<title>As voltas que o mundo dá: Um exagero de demanda</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 17:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>L.Midas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Redes & Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[demanda]]></category>
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		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[países nórdicos]]></category>
		<category><![CDATA[redes sem fio]]></category>
		<category><![CDATA[suécia]]></category>
		<category><![CDATA[wifi]]></category>

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		<description><![CDATA[No final de 2011, participei de uma conferência em Berlin sobre banda larga móvel. Para minha surpresa,  a maioria das operadoras presentes reclamou da dificuldade em servir seus clientes, diante da demanda causada pela explosão dos Smartphones e dos tablets. É aquela história, o mundo dá voltas né? Não mais que derepentemente, uma situação se inverte.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No final de 2011, participei de uma conferência em Berlin sobre banda larga móvel. Para minha surpresa,  a maioria das operadoras presentes reclamou da dificuldade em servir seus clientes, diante da demanda causada pela explosão dos Smartphones e dos tablets. É aquela história, o mundo dá voltas né? Não mais que <em>derepentemente</em>, uma situação se inverte.</p>
<p>Não faz muito tempo, eu participava de conferências onde a choradeira geral era devido à inexistência de demanda pelos serviços de 3G. Que as operadoras haviam investido rios de dinheiro nessa nova tecnologia que permanecia subutilizada. Snif, snif&#8230;. Se a choradeira de dantes talvez fizesse sentido, a de hoje me soa artificial: o famoso chorar de barriga cheia. Deixa ver se eu entendi o X da questão: Os sujeitos estão reclamando que os consumidores estão querendo os produtos deles “exageradamente”? Produtos os quais os clientes pagam relativamente altas quantias em relação aos custos de produção, e que os “fabricantes” tem totais condições de regular o preço (e por conseguinte demanda), baseado em parâmetros como hora do dia, tipo de dispositivo utilizado, posição geográfica, velocidade de transmissão, total de bytes transmitidos, etc. Você por um acaso já viu outra indústria reclamar disso? Já imaginou a indústria automobilística dizendo: “Como nossa vida é difícil, nossos clientes estão sempre consumindo mais e mais carros, não estamos conseguindo suprir a demanda”. Somente em alguns casos específicos, notadamente nos grandes centros urbanos como Tóquio e Londres, a choradeira faz sentido.</p>
<p>Nesses lugares as operadoras estão realmente sem ter como suprir a demanda por absoluta falta de espectro, e é aí que entra em cena uma idéia antiqüíssima, da época do início do sistema GSM: Fazer o offload da rede móvel celular para uma rede não licenciada, como por exemplo, Wi-Fi. Isso já havia sido tentado antes pela <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Generic_Access_Network">UMA,</a> mas na época não foi viável economicamente. Agora essa ideia, depois de uma plástica de rejuvenescimento tecnológico, pelo menos nesses lugares congestionados, está voltando com força total.</p>
<p>Aqui na Suécia, a maior operadora da Escandinávia, TeliaSonera, há muito investiu bastante em Wi-Fi e hoje possui uma excelente cobertura nas grandes áreas urbanas. Sem contar que os telefones também evoluíram muito do finado/ressuscitado UMA para cá –hoje, o celular que você tem na mão é quase que um supercomputador da época-  mas ainda permanece o desafio de criar um “handover“ automático da rede celular para a Wi-Fi. Naturalmente, as empresas vendedoras de infraestrutura estão achando toda essa história ótima e a Ericsson inclusive já saiu na frente <a href="http://www.computerworld.com/s/article/9224438/Ericsson_acquires_Wi_Fi_specialist_BelAir_Networks">adquirindo uma empresa especializada em Wi-Fi</a>. Garanto-lhes que muito em breve essa história de handover terá sido superada, ainda mais que todas as grandes da indústria já estão no processo de “trials” dessa tecnologia, antes mesmo da padronização que certamente ainda levará um tempo.</p>
<p>Um assunto de realmente dar pano prá manga, ainda mais que já tem gente (a própria TeliaSonera) levantando a bandeira do oposto, isto é, <a href="http://webinars.telecoms.com/webinar/3g-offloading-5pm/">fazer o offload da rede Wi-Fi para a celular</a>. Em conclusão, como praticamente tudo na vida, o mundo dá voltas e quem está por baixo hoje pode estar por cima amanhã; tecnologias e idéias que há anos atrás se mostraram inviáveis voltam de repente a ficarem em voga com força total. Na próxima crônica, vou continuar no mesmo tema e falando da mesma conferência. Contarei a história da minha interessante conversa com um dos VPs to YouTube. Abraços daqui da capital da Bulgária, Sofia, para vocês e até a próxima.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>FOCO: Essencial para atingirmos nossos objetivos, um de cada vez&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 17:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Mancini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Foco]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Objetivo]]></category>
		<category><![CDATA[plano de carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[O mundo moderno traz a cada dia novos desafios profissionais, dentro os quais um dos mais árduos é conseguir conciliar vida pessoal e profissional e dar conta de tudo o que gostaríamos de fazer em nossas vidas pessoais e no nosso trabalho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo moderno traz a cada dia novos desafios profissionais, dentro os quais um dos mais árduos é conseguir conciliar vida pessoal e profissional e dar conta de tudo o que gostaríamos de fazer em nossas vidas pessoais e no nosso trabalho.</p>
<p>Parece simples, mas no dia a dia, muitas vezes acabamos tendo a impressão que não saímos do lugar e que pouca coisa de fato anda na velocidade que gostaríamos.</p>
<p>Os motivos do porque isto acontece são muitos, e varia de uma pessoa para outra. Independente do que nos leva a isto, um dos aspectos  essenciais para avançarmos em nossa vida é entender um pouco sobre como funcionamos. Em particular, é importante entendermos a habilidade humana de focar.</p>
<p>Temos a impressão de conseguir cuidar de diversas coisas ao mesmo tempo – efeito chamado de multitasking. Na verdade existe uma área no nosso cérebro chamada de Brodmann Area 10 que é responsável por definir onde estamos dando foco e onde estamos com nossa atenção a cada momento, ou seja, executamos, de fato, 1 única coisa por vez. Tentar cuidar e executar várias coisas ao mesmo tempo leva a um estado de stress e não é produtivo para realização das atividades com qualidade, nem para a aprendizagem. Um excelente documentário sobre o assunto foi feito pelo programa Ciência e Tecnologia da GloboNews em Outubro/2010.</p>
<div align="center">
<iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/xPuZOPVHXCw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</div>
<p>Para sermos mais efetivos naquilo que desejamos fazer, temos primeiro que ter ideia de tudo o que temos para fazer e a partir disto planejar o que queremos fazer. Para isto o uso de lista de tarefas e agendas/calendários é essencial, pois iremos alocar o tempo que temos de acordo com o que queremos dar foco. O tempo é o maior limitador, sempre. A única coisa que não mudou no mundo pós-internet é que o dia continua tendo 24 horas&#8230;.</p>
<p>Uma vez definido onde vamos investir nosso tempo, o essencial é fazer o máximo esforço para realmente trabalhar dentro do planejado, investindo nossa energia em uma coisa de cada vez, ou seja, focando.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Experimente investir alguns minutos por dia planejando o que deseja executar, ao invés de sair fazendo tudo o que aparece, tudo o que é pedido. Avalie tudo o que tem a ser feito, quanto tempo leva para ser feito e priorize levando em conta seus objetivos profissionais e pessoais.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Wagner Mancini &#8211; Consultor de Produtividade Pessoal e Diretor de Marketing e vendas da OmRá Technologies for a better life &#8211; wmancini@omra.com.br </strong></p>
Number of View :1236]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Branded Content – Vantagens das Marcas como Conteúdo</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/02/branded-content-vantagens-das-marcas-como-conteudo/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 15:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Branded Content]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo recente mostrou que 68% das empresas americanas entrevistas, já estão migrando parte de seus budgets de iniciativas tradicionais, para a produção de conteúdo utilizando suas marcas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marcas como conteúdo, a nova tendência do marketing online.</p>
<p>O Branded Content (sem tradução para o Português), pode ser definido como a produção de conteúdo exclusivo para marcas.</p>
<p>Este novo formato de conexão não interruptiva com o cliente, ganha cada vez mais força como ferramenta de marketing.</p>
<p>Um estudo recente mostrou que 68% das empresas americanas entrevistas, já estão migrando parte de seus budgets de iniciativas tradicionais, para a produção de conteúdo utilizando suas marcas. Podemos ver alguns números no gráfico abaixo:</p>
<p><a href="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/01/branded-content.png"><img class="alignright size-full wp-image-15167" title="branded-content" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/01/branded-content.png" alt="" width="328" height="289" /></a></p>
<p>Os gastos com a produção de conteúdo personalizado para marcas, já atingem 29% dos orçamentos de marketing das empresas entrevistadas.</p>
<p>O conteúdo para sites é peça chave para o sucesso de campanhas utilizando este conceito, mas é nas mídias sociais que as ações se baseiam e obtém os melhores resultados.</p>
<p>Para 73% das empresas utilizando estratégias com “branded content”, a combinação entre conteúdo e mídias sociais é a parte mais importante para o sucesso da campanha.</p>
<p>Algumas vantagens de utilizar o Branded Content:</p>
<ul>
<li>Atração de clientes através do entretenimento e/ou informação sobre temas críticos para o público alvo;</li>
<li>Utilização de conteúdo em texto (Blog) e vídeo ( mídia rica e atrativa);</li>
<li>Fomento ao compartilhamento, ou boca a boca, do material produzido nas mídias sociais ou dispositivos móveis;</li>
<li>Custos adaptáveis a realidade de cada empresa;</li>
<li>Ações com maior vida útil e custos menores que um anúncio em uma página de revista em muitos casos;</li>
</ul>
<p>Esses itens são parte do conceito de Inbound Marketing. Os serviços da Madra estão baseados exatamente nesta combinação de sucesso.</p>
Number of View :679]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Desafios do CRM e do Marketing Um a Um</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/01/desafios-do-crm-e-do-marketing-um-a-um/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 09:55:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisabeth Schaeffer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[CRM]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento com o cliente]]></category>

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		<description><![CDATA[Para aumentar a participação de uma organização em um cliente, é fundamental fortalecer o relacionamento com o mesmo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para aumentar a participação de uma organização em um cliente, é fundamental fortalecer o relacionamento com o mesmo.</p>
<p>O problema é que as relações entre pessoas são construídas em cima do tripé confiança, credibilidade e empatia. Para operacionalizá-lo é preciso que todos os colaboradores da organização estejam comprometidos com o sucesso do cliente. Não bastam sistemas, processos e parâmetros. É preciso que as pessoas da organização estejam comprometidas.</em><em></p>
<p>O que acontecia era que a cada nova expectativa que as empresas passassem a ter orientadas segundo a promessa original de marketing, satisfazer as necessidades dos clientes, o que acontecia eram novas decepções, originadas da percepção de que as organizações continuavam vendo seus clientes apenas como uma espécie de massa que deveria ser manipulada.</p>
<p>Paralelamente, as necessidades e demandas destes clientes se sofisticavam, sua paciência se esgotava e, em conseqüência, ia se criando uma legião de consumidores que tinham uma dificuldade cada vez maior de ficar plenamente satisfeitos com o que lhes era oferecido.</p>
<p>Esta nomenclatura CRM=Customer Relationship Management ou Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente, é apoiada em cima de Tecnologia da Informação. As informações do cliente, bem como todas as suas transações com a organização  são lançadas em um sistema de BD, para serem acessadas por toda a organização por qualquer canal, quando o cliente entrar em contato.</p>
<p>Os desafios que a tecnologia “CRM” apresenta deixam expostos claramente o foco do marketing um-a-um. </p>
<p>Concentrar esforços no cliente exige uma excelente tecnologia e requer uma inovação na empresa, a modificação dos processos e, principalmente, uma mudança cultural. Também necessita ter uma boa equipe de TI, ou excelente parceria com terceiro se for software adquirido no mercado.</p>
<p>Um bom sistema de gestão do relacionamento com o cliente (CRM) deve conter a técnica IDIP:Iidentificar, Diferenciar, Interagir e Personalizar. </p>
<p>&#8220;Identificar&#8221; é basicamente a capacidade de classificar o cliente e reconhecê-lo mesmo utilizando abordagens diferentes; &#8220;Diferenciar&#8221; é compará-lo com outros e tratá-lo de forma diferente; &#8220;Interagir&#8221; é obter feedback do cliente, conhecer suas necessidades; &#8220;Personalizar&#8221; é a adaptação de um produto ou serviço ao cliente.</p>
<p>Há muitas técnicas para obter uma boa identificação do cliente, como ex: os programas de milhagem das empresas aéreas, uma identificação automática de entrada num site que permite reconhecer o cliente quando ele retorna.</p>
<p>Para diferenciar os clientes, é preciso fazer-lhes a menor quantidade de perguntas que nos levem à maior quantidade de informação. Uma vez identificados os clientes por valor, escolhe-se o grupo mais valioso e entra-se em contato com seus membros para fazer mais perguntas, diferenciando-os por necessidades.</p>
<p>Há três grupos básicos de clientes em uma empresa: o dos mais valiosos, também conhecido como o dos 20% que proporcionam 80% da lucratividade; o dos potencialmente valiosos, que se podem facilmente conquistar; o formado pelo grosso dos clientes; e o abaixo de zero, ou seja, nulos. Deve-se investir mais nos clientes que poderemos conquistar, quase a mesma quantidade nos mais valiosos, uma cota de &#8220;manutenção&#8221; nos habituais e nada nos abaixo de zero. Esta é a definição do “marketing um a um” com apoio de ferramentas de CRM. </p>
<p>Uma forma de interagir com os clientes sem incomodá-los é pedir-lhes permissão para obter informações a fim de oferecer um serviço melhor. Caso aceitem, a empresa precisa prometer-lhes que nunca essas informações serão compartilhadas com outras pessoas e que eles somente receberão comunicados por parte da empresa. Um acordo de privacidade por escrito é muito importante. </p>
<p>“Se a empresa consegue fazer o cliente se comunicar com ela e dizer-lhe o que necessita, se registra o que ele diz , se presta atenção a suas perguntas, então, aprenderá algo sobre ele e poderá ir adaptando sua conduta com o tempo. Essa realimentação torna o cliente fiel, pois a empresa o conhece. Esse é o chamado relacionamento de aprendizado, ou de colaboração.”  </p>
<p>Toda empresa terá de aprender a adequar seus produtos sob medida ao cliente, porque é a vantagem estratégica mais importante do marketing um-a-um.</p>
<p>Concentrar esforços no cliente exige boa tecnologia e requer uma inovação na empresa, a modificação dos processos e, principalmente uma mudança cultural .</p>
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		<title>Nas Nuvens Nórdicas&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 09:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>L.Midas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Redes & Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[computação em nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[europa]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Ultimamente, passo a maior parte do meu tempo nas nuvens.  Literalmente falando, uma vez que minha região de atuação prioritária chama-se Europa Central, do Leste e Nórdica, tenho dispendido boa parte do meu tempo dentro de aviões – e pior ainda, na classe Econômica! ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ultimamente, passo a maior parte do meu tempo nas nuvens.  Literalmente falando, uma vez que minha região de atuação prioritária chama-se Europa Central, do Leste e Nórdica, tenho dispendido boa parte do meu tempo dentro de aviões – e pior ainda, na classe Econômica! Descobri, por conta dessas últimas andanças, que Estocolmo, que até então no meu ingênuo entender era bem servida de conexões internacionais, é um péssimo hub para voos destinados ao leste Europeu. E dá-lhe viagens de relativamente curtas distâncias que levam 7, 10 horas contadas de porta a porta até que eu chegue ao meu destino, onde irei participar, geralmente no dia seguinte, de uma palestra de no máximo 4-5 horas.</p>
<p>Hora do meu show, geralmente estou de jeans e blazer se a audiência é alguém menos que um CEO.  É um despojamento calculado. Atualmente, desconfio de qualquer palestrante que esteja por demais arrumadinho, impecável.  Toda vez que vejo um sujeito desses, me vem à mente aquele conceito de vendedor.  De alguém que, na realidade, não domina o assunto em profundidade. Foi treinado, orientado e agora está repetindo. Às vezes, é apenas um preconceito meu. Será?</p>
<p>Volto, novamente para as nuvens. Cloud Computing.  O assunto do momento. Como Analista de Negócios trabalhando quase que exclusivamente com o conceito de Cloud Computing junto às operadoras, ou melhor, CSPs – Provedoras de Serviços de Comunicação – vejo os olhinhos do CEO, CMO, CFO, dos gerentes de produtos  brilharem de satisfação. Leio-lhes a mente: <em>“Finalmente, vamos galgar degraus, subir na cadeia de valores”</em>.  Pergunto-lhes: <em>“Vocês tem algum plano na área de Cloud Computing?”</em>. A resposta geralmente é vaga, mas invariavelmente: <em>“Queremos entrar na área de Software as a Service”</em>.  Não vou aqui descrever IaaS, PaaS ou SaaS. Para isso existe a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Software_as_a_Service">Wikipedia.</a></p>
<p>O ponto é que já vi esse brilho antes. Meus 10+ anos de experiência na área de Telecom, sempre trabalhando aqui na Suécia junto às empresas de telecomunicações em áreas de vanguarda, me trouxeram relativamente poucas alegrias profissionais e muita frustração. As línguas ferinas certamente dirão: “<em>Ah, então foi por isso que ele resolveu escrever seu livro pornô travestido de romance moderno</em>.”  Pode ser que estejam certos, afinal, é muito desgosto para uma pessoa só. Veja bem:  Tudo começou em 1997 quando fiz parte da equipe que construiu o <a href="http://youtu.be/pxirrVQb5oI">primeiro smartphone do mundo, o R380s</a>. Na época, maravilhei-me com o conceito de um sistema operacional no telefone. Imagine: Isso significava que, como um computador, eu podia trocar o aplicativo de fazer as ligações por outro qualquer, não precisava ficar preso ao criado pelo fabricante. Ou mesmo, adicionar novos aplicativos ao telefone!  Um dia, talvez daqui a 2 ou 3 anos,  dezenas de milhares de aplicativos baseados no Sistema Operacional Symbian estariam disponíveis para download através dos portais das operadoras. Como eu acreditava e esperava por esse dia! Bem, todos sabem o que aconteceu. Foram necessários exatos 10 anos, para que uma empresa sem nenhum histórico na área de telefonia “revolucionasse” o setor com exatamente o mesmo conceito. Notem que até no discurso do <a href="http://youtu.be/x7qPAY9JqE4">finado Steve Jobs,  ele apresenta o telefone de forma semelhante</a> ao da propaganda do R380s.</p>
<p>Novamente, conforme já fiz com tantas outras magníficas oportunidades de negócios, mostro-lhes as estimativas do tamanho do mercado de Cloud Computing para os próximos 3, 5, 10 anos.  Os olhos voltam a brilhar. Em breve sentir-me-ei como quem tira doce da boca de uma criança.</p>
<p>O espaço acabou. Prazer em conhecê-los.</p>
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		<title>Novidade, sua empresa pode ser anti social</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 15:55:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia Social]]></category>
		<category><![CDATA[anti social]]></category>
		<category><![CDATA[empresas sociáveis]]></category>
		<category><![CDATA[indice]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[sociabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[social business index]]></category>

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		<description><![CDATA[Estabelecer a presença digital social, significa gerar ações que conectam os stakeholders da empresa ao redor de sua marca e em prol de um relacionamento de longo prazo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Índice mostra “sociabilidade” de grandes marcas em bolsa social</p>
<p>Para muitas empresas inaugurar a presença nas redes sociais, significa apenas criar uma Fan Page e deixá-la abandonada.</p>
<p>Estabelecer a presença digital social, significa gerar ações que conectam os stakeholders da empresa ao redor de sua marca e em prol de um relacionamento de longo prazo.</p>
<p>Fazer negócios na era digital significa estar conectado com seu público alvo, utilizando diversas ferramentas para fazê-lo. Utilizar o marketing de atração como estratégia irá suportar o desenvolvimento da sociabilidade, através da utilização de ferramentas tecnológicas.</p>
<p>Estar conectado com indivíduos, organizações, grupos, etc faz com que empresas se tornem digitais, mas sobretudo sejam sociais. Ainda não há uma clara relação de performance versus a presença digital de uma empresa, mas certamente os ganhos deste relacionamento aberto tem se mostrado cada vez maiores, como vemos em diversos casos de sucesso.</p>
<p>Novidade, sua empresa pode ser anti social.</p>
<p><a href="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/01/image002.jpg"><img src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/01/image002.jpg" alt="" title="image002" width="551" height="232" class="alignright size-full wp-image-15011" /></a><br />
<br />
O site <a href="http://socialbusinessindex.com/" title="Social Business Index" target="_blank">Social Business Index</a> mostra o índice das empresas mais sociáveis do mundo.</p>
<p>Talvez o ponto mais incrível da web seja o fato de que ela é a ferramenta de comunicação mais democrática já criada. Ao contrário do que muitas empresas podem imaginar, tornar-se um case de sucesso é viável para negócios de todos os tamanhos.</p>
<p>Pensamento de Marketing</p>
<p>- A web permite com que o site de determinada empresa, possa ser utilizado como sua própria mídia. Utilizando-se otimização, conteúdo e promoção é possível tornar sua marca conhecida  para seu público alvo e um sucesso em seu setor.</p>
<p>- Estar nas redes sociais significa investir em relacionamento com seu público, mas para isso é precisocompartilhar conhecimento sobre seu negócio e alimentar frequentemente a relação de sua empresa com seu público alvo.</p>
<p>- O mais importante não é o volume das conexões, likes ou comentários mas sim a qualidade das pessoas que interagem com sua marca. Estas pessoas, sejam fornecedores, clientes ou funcionários serão aquelas que irão agregar valor a sua empresa.</p>
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		<item>
		<title>Será que o Marketing Tradicional morreu?</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/01/sera-que-o-marketing-tradicional-morreu/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 15:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[inbound marketing]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[marketing tradicional]]></category>
		<category><![CDATA[outbound marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns fàns mais ardorosos, dizem ainda que o marketing tradicional é para quem tem bolsos grandes e o Inbound para quem tem um cérebro desenvolvido. Mas afinal, você sabe as diferenças e quando deve usar os dois? inbound-vs-outbound-marketing]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Marketing Tradicional(Outbound) ou Marketing de Atração (Inbound), qual é o melhor?</strong></p>
<p>Nos vários artigos publicados neste <a title="Madraint" href="http://www.madraint.com" target="_blank">blog</a>, abordei os diversos aspectos do Inbound Marketing e em especial as questões relacionadas as redes sociais. Muitos profissionais de marketing digital defendem veementemente, que esta forma de abordagem é melhor do que a tradicional.</p>
<p>Alguns fàns mais ardorosos, dizem ainda que o marketing tradicional é para quem tem bolsos grandes e o Inbound para quem tem um cérebro desenvolvido. Mas afinal, você sabe as diferenças e quando deve usar os dois? inbound-vs-outbound-marketing</p>
<p>Nos meus 15 anos de experiência, trabalhei com ações envolvendo os dois mundos, desde o e-mail mkt multimídia em 2002 e participação em grandes eventos, até páginas personalizadas do Facebook nos dias de hoje. E você sabe qual eu acho melhor?</p>
<p>Bem, é fato que mais de 80% das pessoas com acesso a web, procura todo tipo de informação online antes de decidir sua compra. Isso é uma verdade até nas empresas B2B, onde gestores buscam manterem-se informados para tomar suas decisões.</p>
<div id="attachment_14866" class="wp-caption alignright" style="width: 367px"><a href="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/01/inboundvsoutbound.png"><img class=" wp-image-14866 " title="Inbound Marketing vs Outbound Marketing" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/01/inboundvsoutbound.png" alt="inbound vs outbound" width="357" height="311" /></a><p class="wp-caption-text">Inbound Marketing vs Outbound Marketing</p></div>
<p>A escassez de tempo, custos de locomoção, etc fazem da web uma poderosa e conveniente fonte de informação. A facilidade com que clientes criam filtros, também gera desafios a publicidade convencional.</p>
<p>O fato é que fica cada vez mais difícil comprar a atenção do cliente, pois atualmente é preciso conquistá-la. A tabela acima apresenta algumas diferenças básicas dos 2 métodos.</p>
<p>Seguem algumas dicas, para ajudá-lo a decidir quando utilizar cada um.</p>
<ul>
<li>Defina sua estratégia e público alvo (buyer personas) e lembre-se, ambos os métodos são ferramentas de comunicação para executar seus planos, ou seja, atingir seu cliente e posicionar sua marca.</li>
<li>Reavalie os resultados com propaganda tradiconal (até online), eventos e veja o que realmente funciona. Migre o orçamento do que não funcionou, para sua estratégia de Marketing de Atração.</li>
<li>Em um país dominado pela TV a propaganda ainda tem sua eficiência, no entanto este cenário está mudando em função da web. Agora, o consumidor tem o poder e um megafone vitual em suas mãos.</li>
<li>Criar conteúdo é chave, mas antes entenda o que tira o sono de seus clientes e em detalhes o ciclo de vendas de seu negócio. Com essa informação nas mãos, gere conteúdo para cada etapa.</li>
<li>Personalize suas páginas nas redes sociais, com a mesma identidade visual usada para as ações offline. E lembre-se, é essencial integrar as duas.</li>
<li>Utilize eventos para construir relacionamentos “reais” com seus clientes e aumentar a experiência que eles tem com seus produtos. As informações sobre estes, serão buscadas online. Seu estande deve complementar as experiências e informações fornecidas online.</li>
<li>Se você ainda não tem uma estratégia de marketing de atração, comece a criar uma. Desta forma, se algum cliente irritado falar mal de sua marca, vc poderá resolver o problema antes que se torne viral.</li>
<li>Se seu orçamento é mais limitado, invista na web e no Marketing de Atração. Com o custo de um estande, você poderá fazer projetos que colocarão sua marca em destaque na web o ano todo.</li>
</ul>
<p>Finalmente, respondendo a dúvida. O melhor é criar uma estratégia que utilize os dois conceitos complementares, desta forma tomando vantagem dos pontos fortes de cada um.</p>
<p>Apesar disso, fique atento, pois o cliente está cada vez interessado no mundo online e menos naquela propaganda linda no meio da revista. Ganhar e não comprar a atenção do cliente, é um desafio.</p>
<p>Sua empresa está preparada? Deixe seus comentários e dúvidas.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Vídeo Online, mais do que Mil Imagens</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/01/video-online-mais-do-que-mil-imagens/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 15:55:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[maerketing online]]></category>
		<category><![CDATA[video-online]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[É um fato, vídeo online é o formato que mais gera vendas, emoção e interesse por parte da audiência. Em um mundo saturado de informações, assistir um vídeo aguça os sentidos e faz você ter outra perspectiva sobre o que procura.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É um fato, vídeo online é o formato que mais gera vendas, emoção e interesse por parte da audiência. Em um mundo saturado de informações, assistir um vídeo aguça os sentidos e faz você ter outra perspectiva sobre o que procura.</p>
<p>Dados recentes mostram que 70% de europeus preferem ver vídeo e que mais de 85% dos americanos já assistem vídeos na internet.</p>
<p>No Brasil, 55% dos usuários assistem vídeos online pelo menos uma vez por dia. Os planos de expansão de banda larga do governo, certamente aumentarão o alcance deste recurso a mais camadas da população.</p>
<p>Principais razões para gostar de vídeos online:<br />
• Conveniência (sob demanda): 79%<br />
• Variedade: 78%<br />
• Conteúdo relacionado a interesses: 78%<br />
• Novidade: 71%</p>
<p>A produção de vídeos torna a comunicação com seus clientes mais humana e educa sobre os benefícios de sua oferta. Desta forma, este formato é uma ferramenta de marketing  importante para mostrar as vantagens do seu negócio.</p>
<p>Possivelmente muitos clientes que visitaram seu site não solicitaram mais detalhes, pois falta informação sobre seus produtos. O aumento do índice de conversão (ou vendas) é o resultado de produções bem feitas, desde que os vídeos sejam interessantes e tenham informações relevantes.</p>
<p>Ao planejar uma produção de vídeo, o objetivo central deve ser o crescimento do seu negócio e não apenas o número de acessos por exemplo.</p>
<p>Ao contrário de telespectadores de TV, que geralmente são passivos, as pessoas assistindo vídeos na internet são ativas.  Devido a isso, é importante sempre focar na “chamada para ação” . Lembre-se que as melhores idéias virão da percepção da necessidade que seus clientes possuem.</p>
<p>Invista na produção profissional de vídeo, afinal Conteúdo é Seu Diferencial.</p>
Number of View :721]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Você cuida da experiência do seu cliente?</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/01/voce-cuida-da-experiencia-do-seu-cliente/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 15:55:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Thedim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[experiência]]></category>
		<category><![CDATA[facilidade]]></category>
		<category><![CDATA[interface]]></category>
		<category><![CDATA[produto]]></category>
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		<category><![CDATA[ti]]></category>
		<category><![CDATA[TIC]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante o final de semana da virada (2011/2012) fiquei observando meu filho jogando seu videogame da Microsoft. Em um determinado momento o console pediu para fazer uma atualização e lá foi ele fazê-la (só porque insisti muito)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom dia, boa tarde, boa noite.</p>
<p>Durante o final de semana da virada (2011/2012) fiquei observando meu filho jogando seu videogame da Microsoft. Em um determinado momento o console pediu para fazer uma atualização e lá foi ele fazê-la (só porque insisti muito). Foi uma experiência sensacional e me inspirou a escrever sobre algo que muitos dizem fazer, mas na realidade nem chegam perto: experiência do usuário.</p>
<p>Em primeiro lugar o teclado virtual  exibido não é um teclado QWERTY. Porque ainda insistem em outros teclados?! Ainda mais quando o suporte para entrada é um “joystick”.</p>
<p>Depois que conseguiu fazer o login na rede wi-fi de casa e na rede do console, começou o processo de atualização. Segundo ponto: download e instalação viram uma coisa só, ou seja o processo te passa a sensação de que nunca irá terminar. Quando então, finalmente (1 hora), chegou ao fim, depois de duas reinicializações sem nenhum aviso (que dão a clara ideia de que alguma coisa falhou), os comentários do meu filho resumiram bem a experiência: “mais uma vez eles atualizam e fica pior”, “youtube no console?! Quem vai assistir vídeo aqui?!”, “viu o que eu disse sobre ficar pior?!”.</p>
<p>Mesmo ponderando o efeito inicialmente negativo de qualquer mudança sobre as pessoas, ainda assim algumas coisas foram/são totalmente ignoradas, por quem deveria, minimamente, prestar atenção nisso.</p>
<p>E não só a Microsoft erra não. Já que estava neste processo de atualizações para virar o ano com tudo zerado, atualizei a versão do meu celular Android(*) e o processo é igualmente tenebroso. Só para vocês terem uma ideia: durante o processo o telefone reinicializa duas vezes sem que nenhum mínimo aviso seja dado. E o pior: se você não fica muito atento, tem certeza que você não precisará interferir na última reinicialização. Pegadinha: esta é a única que você tem que fazer por sua conta (?!).</p>
<p>Oportunidades de ouro são perdidas nestes processos. Para reflexão, algumas sugestões:</p>
<p><strong>(1)</strong>  Se o processo é composto de download e instalação, avise explicitamente e separe os processos sempre que possível (faça ser possível sempre) – nem todos podem ou tem disponibilidade para passar horas em frente a qualquer equipamento instalando qualquer coisa.</p>
<p><strong>(2)</strong>  Todo boot deve ser previamente avisado.</p>
<p><strong>(3)</strong>  Ao longo do processo de instalação destacar as principais mudanças que ocorrerão – com isso o usuário é preparado para o que verá em seguida. Isso reduz a ansiedade e gerencia as expectativas. Sem falar que você pode conseguir fazer a “venda” daquele recurso obscuro que realmente vai facilitar a vida (de ambos).</p>
<p><strong>(4)</strong>  Faça pesquisas prévias com seus usuários – colocar um monte de funções que alguém imaginou serem revolucionárias e “super úteis”, raramente resulta em coisa boa. Nunca se esqueça da máxima: menos é mais.<br />
A partir deste artigo vamos discutir experiência do usuário. Não vou me ater aos tratados de Jacob Nielsen, e seu quase fanatismo, mas sim discutir modelos de relacionamento que proporcionem realmente uma experiência boa e completa (on e off line) aos seus clientes.</p>
<p>Afirmo sem medo: salvo raras e honrosas exceções está difícil encontrar isso. Muito difícil.</p>
<p><em>(*) a &#8220;nova&#8221; versão do Android, finalmente liberada pelas nossas ágeis operadoras de telefonia, é muito boa. O consumo de bateria reduziu sensivelmente e o teclado virtual finalmente foi arrumado. Mais um ponto para o Google que aos poucos vai se firmando como a melhor opção ao &#8220;monopólio&#8221; da Maçã.</em></p>
Number of View :908]]></content:encoded>
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