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	<title>TI Especialistas &#187; Gestão de Conhecimento</title>
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		<title>Webinar gratuito: Princípios de Gerenciamento de Serviços</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/webminar-gratuito-principios-de-gerenciamento-de-servicos/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 14:01:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Processos]]></category>
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		<description><![CDATA[Introdução:
Atualmente o Gerenciamento de Serviços de TI tornou-se um fator crítico dentro e fora da TI. Ter conhecimento sobre os diversos frameworks, boas práticas e normas, sobre a aplicabilidade de cada um dentro de uma organização e seus benefícios é de extrema importância para os profissionais desta área. Participe deste Webinar e obtenha uma visão geral sobre os mais conhecidos frameworks e normas utilizadas mundialmente nas organizações.

Objetivo:
Apresentar os frameworks e normas mais utilizados ao redor do mundo como: ITIL®, Cobit, CMMI, Green IT, Cloud Computing, Business Information Management (BIM®), Normas ISO/IEC 20000 e 27000), etc, bem como seus benefícios e área de aplicação dentro das organizações.

Público alvo:
Profissionais de TI e fora de TI que já atuam ou queiram atuar na área de Gerenciamento de Serviços de TI e desejam ter uma visão integrada dos principais frameworks disponíveis no mercado.

Palestrante - Marcos Sabino Gomes
Consultor de Governança de TI da High IT que possui certificações como ITIL Expert, ISO 20000, ISO 27002, BIM®, Cloud Computing, que já atuou em diversos segmentos como finanças, manufatura e serviços, efetuando avaliação, desenho e implementação dos processos e normas relacionadas à TI, aplicando diversos treinamentos relacionados ao tema.

Inscrição gratuita: http://bit.ly/JWIgvW]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O TI Especialistas está apoiando o webinar que será realizado no dia 22 de maio às 20:00hs pela <a title="High IT Consulting" href="http://www.highitconsulting.com/" target="_blank">High IT Consulting</a> e <a title="Exin" href="http://www.exin.com/BR/en/home/" target="_blank">Exin</a> sobre Princípios de Gerenciamento de Serviços. Esta iniciativa faz parte da parceria iniciada com a High IT Consulting para cursos, consultoria e muito mais.</p>
<p>Segue a descrição do evento:</p>
<p><strong>Introdução:</strong><br />
Atualmente o Gerenciamento de Serviços de TI tornou-se um fator crítico dentro e fora da TI. Ter conhecimento sobre os diversos frameworks, boas práticas e normas, sobre a aplicabilidade de cada um dentro de uma organização e seus benefícios é de extrema importância para os profissionais desta área. Participe deste Webinar e obtenha uma visão geral sobre os mais conhecidos frameworks e normas utilizadas mundialmente nas organizações.</p>
<p><strong>Objetivo:</strong><br />
Apresentar os frameworks e normas mais utilizados ao redor do mundo como: ITIL®, Cobit, CMMI, Green IT, Cloud Computing, Business Information Management (BIM®), Normas ISO/IEC 20000 e 27000), etc, bem como seus benefícios e área de aplicação dentro das organizações.</p>
<p><strong>Público alvo:</strong><br />
Profissionais de TI e fora de TI que já atuam ou queiram atuar na área de Gerenciamento de Serviços de TI e desejam ter uma visão integrada dos principais frameworks disponíveis no mercado.</p>
<p>Palestrante &#8211; Marcos Sabino Gomes<br />
Consultor de Governança de TI da High IT que possui certificações como ITIL Expert, ISO 20000, ISO 27002, BIM®, Cloud Computing, que já atuou em diversos segmentos como finanças, manufatura e serviços, efetuando avaliação, desenho e implementação dos processos e normas relacionadas à TI, aplicando diversos treinamentos relacionados ao tema.</p>
<p><strong>Inscrição gratuita:</strong> Para garantir a participação no evento clique em Register do lado esquerdo da tela neste site da Exin &#8211;  <a title="Exin" href="http://bit.ly/JWIgvW" target="_blank">http://bit.ly/JWIgvW</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Data Quality Management : dados são a causa e consequência de um bom negócio</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/data-quality-management-dados-sao-a-causa-e-consequencia-de-um-bom-negocio/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 17:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Melissa Adimari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[causa]]></category>
		<category><![CDATA[consequencia]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[Data Quality Management]]></category>
		<category><![CDATA[dqm]]></category>

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		<description><![CDATA[Por ironia do destino, ou não, há 4 anos atrás desenvolvi meu TCC sobre qualidade de dados, em ambiente Datawarehouse para PEP – prontuário eletrônico do paciente, e hoje trabalho com BI – Business Intelligence, que tem como ambiente de desenvolvimento um datawarehouse. Mas o que me chamou mais a atenção sobre essa coincidência foi a necessidade da qualidade de dados, ou Data Quality, para que o relatórios obtidos sejam concisos, coerentes e transparentes.

Hoje no mercado existem várias ferramentas que promovem a qualidade de dados, portanto, analisar o cenário correto, para um processo que nos dê dados limpos e de acordo com a realidade da empresa, depende da visão do analista.

A qualidade de dados é multi-dimensional, dependendo do seu contexto ou aplicabilidade. Podemos agrupar as dimensões em 4 categorias, como segue:

Categorias
Intrínseca
Contextual
Representação
Acessibilidade

Dimensões
Correção, objetividade, reputação e credibilidade
Valor acrescentado, relevância, disponibilidade, completude, quantidade apropriada
Interpretabilidade, compreensibilidade, consistência e representação concisa
Acessibilidade e segurança]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por ironia do destino, ou não, há 4 anos atrás desenvolvi meu TCC sobre qualidade de dados, em ambiente Datawarehouse para PEP – prontuário eletrônico do paciente, e hoje trabalho com BI – Business Intelligence, que tem como ambiente de desenvolvimento um datawarehouse. Mas o que me chamou mais a atenção sobre essa coincidência foi a necessidade da qualidade de dados, ou Data Quality, para que o relatórios obtidos sejam concisos, coerentes e transparentes.</p>
<p>Hoje no mercado existem várias ferramentas que promovem a qualidade de dados, portanto, analisar o cenário correto, para um processo que nos dê dados limpos e de acordo com a realidade da empresa, depende da visão do analista.</p>
<p>A qualidade de dados é multi-dimensional, dependendo do seu contexto ou aplicabilidade. Podemos agrupar as dimensões em 4 categorias, como segue:</p>
<blockquote><p><strong>Categorias</strong><br />
Intrínseca<br />
Contextual<br />
Representação<br />
Acessibilidade</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Dimensões</strong><br />
Correção, objetividade, reputação e credibilidade<br />
Valor acrescentado, relevância, disponibilidade, completude, quantidade apropriada<br />
Interpretabilidade, compreensibilidade, consistência e representação concisa<br />
Acessibilidade e segurança</p></blockquote>
<p>Para além das métricas objetivas citadas acima, a qualidade de dados tem um caráter subjetivo que se relaciona com a percepção dos utilizadores, ou conceitos, crenças que estão implícitos em cada profissional. Porém, ao executar um processo de DQM, são constatados alguns erros comuns como o profissional esperar o surgimento da ferramenta mágica, que resolva todos os seus problemas, isso é identificado quando a compra de uma ferramenta de Data Quality é o primeiro passo na implementação de um processo de DQM, sem antes ser desenvolvido um programa de tratamento de dados.</p>
<p>Um programa bem elaborado de DQM precisa verificar as várias dimensões de um dado, aliado à regra de negócio da empresa, com o conjunto de processos como entradas, atividades, itens regulatórios, itens de suporte e saídas, definidos a parte de TI pode avaliar com maior precisão a ferramenta mais aderente às suas necessidades.</p>
<p>Um problema só pode ser corrigido quando devidamente mensurado, portanto verificar valores default, contraditórios, violação de uma regra de negócio, realizar uma auditoria para corrigir de acordo com um checklist de avaliação de qualidade de dados.</p>
<p>Após esse procedimento, a equipe de TI terá material suficiente para adquirir uma ferramenta que atenda seu propósito. Alguns exemplos são os produtos de Data Quality da IBM: WebSphere (ProfileStage / AuditStage / QualityStage / DataStage); SAP BusinessObjects (Data Quality Management / Data Services / Data Integrator / Data Federator / Data Migration / Event Imsight / Information Steward).</p>
<p>Assim fica à critério da empresa e sob sua responsabilidade a qualidade do negócio, e não atribuído apenas à ferramenta utilizada .</p>
Number of View :316]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Gestor, Gerente, Líder, Chefe de Projetos?</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/gestor-gerente-lider-chefe-de-projetos/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/gestor-gerente-lider-chefe-de-projetos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 19:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helio Ferenhof</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Conhecimento]]></category>
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		<description><![CDATA[No contexto atual, altamente competitivo e globalizado, onde as organizações procuram estar à frente no seu segmento, ou se manter no mercado, cada vez mais faz-se necessário obter diferencial competitivo. Sendo assim, as organizações passam a ter que aprimorar continuamente suas estratégias de gestão, bem como transformar estas estratégias em produtos, sejam bens ou serviços, que atentam de forma eficiente e eficaz os seus stakeholders.

Para tal, a criação de portfólios, programas e projetos é extremamente recomendada (PMBOK[1], 2008; PMI[2], 2008a; PMI[3], 2008b). Entretanto, para que se tornem realidade, uma pessoa deve ser designada. Qual o perfil necessário? Qual o papel que deve representar? Quais habilidades que esta pessoa deve possuir para conseguir transformar a estratégia em realidade?

Em busca de respostas para estas indagações utilizamos da metodologia de pesquisa para ajudar a aclarar a visão em relação ao profissional de projetos, a qual será descrita no tópico seguinte.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right">Helio Aisenberg Ferenhof</p>
<p align="right">Roberto Fabiano Fernandes</p>
<p align="right">Paulo Maurício Selig</p>
<p align="right">Universidade Federal de Santa Catarina.</p>
<h5>RESUMO</h5>
<p>Para que as estratégias das organizações se tornem realidade, ou seja, que se transformem em produtos, sejam bens ou serviços, que atendam aos <em>stakeholders</em>, uma pessoa deve ser designada para gerir as ações necessárias. Mas qual o perfil necessário e quais habilidades que esta pessoa deve possuir para conseguir transformar a estratégia em realidade? Partindo destas indagações, a metodologia deste trabalho, se deu por intermédio de buscas exploratórias sobre o tema na forma de revisão bibliográfica abrangendo artigos, periódicos e publicações que estejam relacionadas com o assunto deste trabalho. Resultando na discussão sobre a visão do perfil necessário ao profissional que atua na gestão de projetos, seus papéis, responsabilidades, competências: conhecimentos, habilidades e atitudes.</p>
<p><strong>Palavras-chave</strong></p>
<p>Competências; Gestor de Projetos; Líder de Projetos; Gerente de Projetos; Chefe de Projetos.</p>
<p><strong>1. INTRODUÇÃO</strong><br />
No contexto atual, altamente competitivo e globalizado, onde as organizações procuram estar à frente no seu segmento, ou se manter no mercado, cada vez mais faz-se necessário obter diferencial competitivo. Sendo assim, as organizações passam a ter que aprimorar continuamente suas estratégias de gestão, bem como transformar estas estratégias em produtos, sejam bens ou serviços, que atentam de forma eficiente e eficaz os seus <em>stakeholders</em>.</p>
<p>Para tal, a criação de portfólios, programas e projetos é extremamente recomendada (PMBOK<a title="" href="#_ftn1">[1]</a>, 2008; PMI<a title="" href="#_ftn2">[2]</a>, 2008a; PMI<a title="" href="#_ftn3">[3]</a>, 2008b). Entretanto, para que se tornem realidade, uma pessoa deve ser designada. Qual o perfil necessário? Qual o papel que deve representar? Quais habilidades que esta pessoa deve possuir para conseguir transformar a estratégia em realidade?</p>
<p>Em busca de respostas para estas indagações utilizamos da metodologia de pesquisa para ajudar a aclarar a visão em relação ao profissional de projetos, a qual será descrita no tópico seguinte.</p>
<p><strong>2. Metodologia</strong><br />
Este tópico apresenta os procedimentos metodológicos que norteiam a implementação dos objetivos deste artigo, formando o delineamento da pesquisa.</p>
<p>A metodologia é uma preocupação instrumental onde, segundo Gil<a title="" href="#_ftn4">[4]</a> (2010), são realizadas etapas metodológicas baseadas em elementos conceituais e técnicas de pesquisa. O autor complementa o pensamento anterior afirmando que o método científico de uma pesquisa pode ser definido como um caminho para se chegar ao fim de um determinado trabalho, de forma que se consiga atingir os objetivos inicialmente propostos.</p>
<p>Quanto à caracterização, este trabalho será analisado pela sua natureza, abordagem, objetivos e pelas técnicas utilizadas.</p>
<p>Quanto à natureza é considerada uma pesquisa aplicada, pois seu objetivo é voltado à aquisição de conhecimentos com vistas à aplicação numa situação específica (GIL, 2010).</p>
<p>Adota-se uma abordagem qualitativa, pois envolve compreensão de um evento em seu ambiente natural; trabalho de campo e resulta em um produto descritivo (MERRIAN<a title="" href="#_ftn5">[5]</a>, 1998).</p>
<p>Quanto aos objetivos é uma pesquisa exploratória, pois envolve pesquisas bibliográficas. Gil (2010) define a pesquisa exploratória como:</p>
<p>Estas pesquisas têm como objetivo proporcionar maior familiaridade com o problema, com vistas a torná-lo mais explícito ou a constituir hipóteses. Pode se dizer que estas pesquisas têm como objetivo principal o aprimoramento de ideias ou a descoberta de intuições. Seu planejamento é, portanto, bastante flexível, de modo que possibilite a consideração dos mais variados aspectos relativos ao fato estudado. Na maioria dos casos, essas pesquisas envolvem: (a) levantamentos bibliográficos; (b) entrevistas com pessoas que tiveram experiências práticas com o problema pesquisado (&#8230;) (GIL<a title="" href="#_ftn6">[6]</a>, 2010, p. 27).</p>
<p>Quanto à pesquisa bibliográfica, Gil (2010, p. 29) diz que é desenvolvida com base em material já elaborado, constituído principalmente de livros, artigos, periódicos e publicações que estejam relacionadas com o assunto deste trabalho, sendo preferidos os mais recentes.</p>
<p>Seguindo estes procedimentos metodológicos obtiveram-se os materiais considerados necessários para a fundamentação dos tópicos a seguir.</p>
<p><strong>3. GESTOR, GERENTE, LÍDER, CHEFE?</strong><br />
Muitos são os termos utilizados pela literatura para tratar da pessoa responsável por transformar os objetivos estratégicos, da organização, em produtos com resultados exclusivos. O <em>Project Management Institute</em> (PMI), a principal associação mundial de gerenciamento de projetos, em suas três principais obras, designa esta pessoa como Gerente, mas atribui a esta, diferentes papeis e responsabilidades desassociadas ao cargo em que esta pessoa ocupa, ou seja, para ser um gerente de projetos, por exemplo, não faz-se necessário que a pessoa tenha o cargo de Gerente (PMBOK<a title="" href="#_ftn7">[7]</a>, 2008; PMI<a title="" href="#_ftn8">[8]</a>, 2008a; PMI<a title="" href="#_ftn9">[9]</a>, 2008b). O que pode levar a certa confusão, como ser gerente sem ter cargo de gerente na organização? Sendo assim, algumas organizações denominam este profissional não como Gerente de Projetos, mas como Gestor de Projetos, Líder de Projetos ou Chefe de Projetos.</p>
<p>Ao recorrer para a definição dos termos Gestor, Gerente, Líder e Chefe, se tem respectivamente:</p>
<p>• Gestor: Indivíduo que, sem mandato, administra negócios alheios (MICHAELIS<a title="" href="#_ftn10">[10]</a>, 2009).<br />
• Gerente: Que, ou quem gere, dirige ou administra bens, negócios ou serviços (MICHAELIS, 2009); Por sua vez Lacombe<a title="" href="#_ftn11">[11]</a> (2004) define o termo como sendo: Pessoa responsável pelos trabalhos e pelos resultados de um órgão, ou uma equipe que exerce, portanto, as funções de administrador.<br />
• Líder: Tipo representativo de um grupo (MICHAELIS, 2009). “O líder cria nos liderados a sensação de um espaço próprio, onde eles podem desenvolver sua criatividade e se auto realizar na execução de suas tarefas” (MOTTA<a title="" href="#_ftn12">[12]</a>, 2007). Não necessariamente um líder precisa ter a autoridade do cargo.<br />
• Chefe: Indivíduo que, entre outros, tem a autoridade ou a direção. Empregado ou funcionário encarregado da direção ou supervisão de uma seção, departamento, repartição, etc. (MICHAELIS, 2009). Ou seja, o chefe tem a autoridade estabelecida pelo cargo que ocupa na organização.</p>
<p>A literatura não aponta uma consolidação, uma diferenciação entre os termos gestor e gerente, em língua inglesa os termos tem a mesma palavra manager, no entanto percebe-se uma diferenciação na prática entre o papel e reponsabilidade destes no Brasil. No primeiro setor da economia, por exemplo, tem crescido muito o uso da terminologia gestor, que se refere a pessoa que gere processo, atividade ou tarefa em si. Não necessariamente o gestor tem subordinados. O termo gestor, também esta sendo gradativamente adotado nos demais setores da economia uma vez que este, não está diretamente associado ao nível tático da estrutura organizacional, podendo exercer o papel em qualquer um dos três níveis seja estratégico, tático ou operacional. Entretanto, o gerente está mais associado a uma hierarquia em nível tático.  As características desta diferenciação pode ser mais bem visualizada no quadro 1.</p>
<p>QUADRO 1 – DIFERENÇAS ENTRE GESTOR E GERENTE</p>
<table border="1" cellspacing="2" cellpadding="2">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="230">
<p align="center">Gestor</p>
</td>
<td valign="top" width="230">
<p align="center">Gerente</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="230">Exerce o papel em qual quer um dos três níveis organizacionais.</td>
<td valign="top" width="230">Exerce seu papel em nível tático.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="230">Gere grupo de processos, um processo, atividades e/ou tarefas em si.</td>
<td valign="top" width="230">Controla um departamento, uma sessão.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="230">Tem responsabilidades primordialmente relacionadas à liderança.</td>
<td valign="top" width="230">Tem responsabilidades primordialmente relacionadas à chefia.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: Autores, dados de pesquisa.</p>
<p>Contudo, a literatura distingue exaustivamente uma diferenciação entre Líder e Chefe, indicando fortemente que todos os colaboradores que possuem subordinados deveriam ter atitudes de líderes e não chefes, conforme pode ser percebido no quadro 2, que faz a distinção destes.</p>
<p>QUADRO 2 – DIFERENÇAS ENTRE GESTOR E GERENTE</p>
<table width="461" border="1" cellspacing="2" cellpadding="2">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="230"><strong>Líder</strong></td>
<td valign="top" width="230"><strong>Chefe</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="230">É um ouvinte atento. Prefere escutar o que os outros têm a dizer a ficar ditando regras e ordens.</td>
<td valign="top" width="230">Gosta mais de falar do que ouvir. Como dono do negócio, acredita ser o dono da verdade, acredita ser pura perda de tempo escutar o que os subordinados têm a dizer. Fica impaciente quando alguém insiste em debater uma ideia que, para ele, é perfeita.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="230">Gosta de descobrir e desenvolver talentos e dar condições para que cresçam profissionalmente</td>
<td valign="top" width="230">Não se importa em desenvolver pessoas, pois está centrado basicamente na própria carreira e auto desenvolvimento.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="230">É um grande comunicador. Consegue transmitir mensagens de maneira clara e objetiva.</td>
<td valign="top" width="230">Não sabe se comunicar muito bem e pode se tornar truculento.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="230">Tem autoconhecimento e, por isso mesmo, sabe quando precisa de ajuda para execução de tarefas.</td>
<td valign="top" width="230">Não se conhece muito bem e costuma se supervalorizar. Não tem humildade para pedir ajuda a ninguém.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="230">Vibra com o trabalho em equipe e com o êxito coletivo.</td>
<td valign="top" width="230">Se fosse possível, pediria para trabalhar sozinho numa sala.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="230">Procura se cercar de profissionais mais competentes do que ele para aprender e se aprimorar.</td>
<td valign="top" width="230">Evita contato com pessoas competentes, pois acredita que elas podem representar ameaças ao seu negócio.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="230">Está sempre aberto a mudanças e novas experiências.</td>
<td valign="top" width="230">É adepto da filosofia “não mexer em time que está ganhando”.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: Pacheco e Silva Neto<a title="" href="#_ftn13">[13]</a> (2011).</p>
<p>Neste ponto, vale destacar que o profissional de projetos deve ter as características relatadas neste trabalho como as de gestor e líder e estas, não são mutuamente exclusivas.</p>
<p>Newton<a title="" href="#_ftn14">[14]</a> (2011) destaca que o gestor de projetos é a pessoa responsável em entregar todos os componentes de um projeto. O autor ainda destaca que a função de gestor de projetos pode ser de tempo parcial ou integral. Quanto ao trabalho varia de projeto a projeto, mas basicamente a responsabilidade é de se estabelecer um escopo e ater-se a ele, de forma a planejá-lo e gerencia-lo com base em uma metodologia que ajude a garantir o escopo, o prazo, a qualidade e o tempo acordado. Desta forma, entende-se que ele lidera a sua equipe para atingir os objetivos traçados de forma estratégica ao projeto.</p>
<p>Sendo assim, a denominação que mais se a adequa ao profissional de projetos no contexto brasileiro, segundo este estudo é de Gestor de Projetos, afinal a importância esta associada a tarefa de gestão do projeto e não no cargo propriamente dito.</p>
<p><strong>4. GESTOR DE PROJETOS, PAPÉIS RESPONSABILIDADES, COMPETÊNCIAS: CONHECIMENTOS, HABILIDADES E ATITUDES.</strong><br />
O gestor na área projetos pode ter alguns papéis bem definidos como gestor de portfólios, programas e projetos bem como de um escritório de projetos. Em inglês os temos são respectivamente: <em>Portfolio Manager</em>, <em>Program Manager</em>, <em>Project Manager</em> e <em>Project Management Officer</em> (PMO). Todas estas funções tem em comum o fato de que a pessoa em questão deve ter habilidades de gestor e liderança. O que difere para haver esta segmentação são os objetivos relacionados à função. No contexto brasileiro muitas organizações não fazem a distinção da nomenclatura, chamando-os de gerente de projetos.</p>
<p>O gerente está associado a um determinado departamento em uma matriz funcional, cabe ao gerente manter a ordem e gerenciar os processos organizacionais de sua área, departamento ou setor dentro da estrutura da empresa. O papel do gestor no contexto de projetos pode ir além, pois não necessariamente se atem a um departamento, setor ou área da empresa. Ele pode gerir de forma a envolver varias áreas da empresa de maneira transversal. A figura 1 apresenta esta visão da dissociação do cargo de gerente da ação de gerir um projeto, nela denominada de gerente do projeto. Pelo fato do gestor deste projeto não ter o cargo de gerente.</p>
<p>Figura 1 &#8211; Gestor de projeto em uma matriz organizacional fraca</p>
<p><a href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/gestor-gerente-lider-chefe-de-projetos/untitled1/" rel="attachment wp-att-17191"><img src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/05/Untitled1.png" alt="" width="357" height="162" /></a></p>
<p>Fonte: PMBOK<a title="" href="#_ftn15">[15]</a> (2008).</p>
<p><strong>4.1. Papéis e Responsabilidades</strong></p>
<p>Os Gestores de Portfólio tem como objetivo, fazer com que os objetivos estratégicos da organização se tornem realidade. Caso haja alguma mudança na estratégia da empresa durante o percurso da execução deste portfólio, este gestor é responsável que os projetos, programas, portfólios e outras ações que compõe o portfólio desta estratégia em questão, se adequem a esta mudança. Cabe ao Gestor de Portfólio receber informações sobre o progresso e o desempenho de componentes, transmitir ao <em>board</em>, ou seja, ao conselho administrativo, como os componentes, como um todo, estão alinhados com os objetivos estratégicos e fornecer recomendações apropriadas ou de opções de ação, em caso de necessidade de um realinhamento às estratégias. Os Gestores de Portfólio também devem garantir que o cronograma de todos os componentes que fazem parte do portfólio seja mantido e seguido pelos demais Gestores de Projetos, Programas e outros trabalhos (PMBOK<a title="" href="#_ftn16">[16]</a>, 2008; PMI<a title="" href="#_ftn17">[17]</a>, 2008a; PMI<a title="" href="#_ftn18">[18]</a>, 2008b).</p>
<p>O Gestor de Programa é responsável por garantir que a estrutura geral do programa e a estrutura dos processos de gestão do programa, permitam que as equipes relacionadas a este possam completar com sucesso o seu trabalho, entregando os componentes de forma integrada no produto final. Os Gestores do programa também devem garantir que os projetos sejam organizados e executados de forma consistente e/ou cumpridos dentro dos padrões estabelecidos (PMBOK, 2008; PMI, 2008a; PMI, 2008b).</p>
<p>O Gestor de Projeto é responsável pelo planejamento, execução, monitoramento e entrega dos projetos à ele atribuídos de acordo com os objetivos e as especificações correspondentes. Ao Gestor de Projeto cabe fornecer indicadores de desempenho do projeto, direta ou indiretamente, ao conselho administrativo, ao Gestor de Programas, ao Gestor de Portfólio ou ao PMO. Estas informações serão usadas com outros critérios para determinar quais projetos serão continuados. O Gestor de Projeto podem também fornecer um plano de recuperação para projetos em perigo e ser responsável pelo orçamento e cronograma de todos os projetos atribuídos (PMBOK, 2008; PMI, 2008a; PMI, 2008b).</p>
<p>O PMO suporta os Gestores seja de Projeto, Programa ou Portfólio, fornecendo as informações necessárias para tomar decisões que os orientam e fornecendo apoio administrativo na gestão de cronogramas, orçamentos, riscos e outras áreas necessárias para gestão eficaz. As responsabilidades de um PMO podem incluir as seguintes: prestação de funções de apoio à gestão de projetos; gestão do dia-a-dia das operações do sistema ou sistemas de apoio que a gestão da carteira, recursos e; gerenciar diretamente um componente ou categoria de componentes. (PMBOK, 2008; PMI, 2008a; PMI, 2008b).</p>
<p>Em cada um destes papéis, os Gestores devem tomar decisões estratégicas. Estas têm cunho interdisciplinar (PORTER<a title="" href="#_ftn19">[19]</a>, 1980; CHOO<a title="" href="#_ftn20">[20]</a>, 1996; DAVENPORT<a title="" href="#_ftn21">[21]</a>; PRUSAK, 1998; NONAKA<a title="" href="#_ftn22">[22]</a>; TAKEUCHI, 1997; NONAKA<a title="" href="#_ftn23">[23]</a> <em>et al</em>., 2000) ao decidir: que tipo, forma e maneira que se devem desenvolver os entregáveis, o que pode envolver várias áreas de negócios dentro de uma organização, vários conhecimentos, habilidades, técnicas e atitudes, interagindo com diversos <em>stakeholders</em> (FORCELLINI<a title="" href="#_ftn24">[24]</a>, 2010).</p>
<p>Para conseguir alcançar os objetivos, os gestores devem interagir com os <em>stakeholders</em>, gerenciando suas expectativas e entregando produtos, sejam bens ou serviços que atendam a estas expectativas dentro do tempo, custo, escopo e qualidade. Esta interação se dá por intermédio dos conhecimentos, habilidades e atitudes deste gestor.</p>
<p><strong>4.2. Competências: Conhecimentos, Habilidades e Atitudes.</strong></p>
<p>Perrenoud<a title="" href="#_ftn25">[25]</a> (2000) define competência como a mobilização de múltiplos recursos cognitivos (saberes, informações, valores, atitudes, habilidades, inteligências, esquemas de percepção, de avaliação e de raciocínio). As competências, segundo Rabaglio<a title="" href="#_ftn26">[26]</a> (2001), podem ser técnicas ou comportamentais. As primeiras competências referem-se as habilidades, portanto levam tempo. Só experiência não basta para elas, será preciso estudo contínuo. Já as competências comportamentais funcionam muito bem quando se têm elas na personalidade. Isso não significa que não possam ser aprendidas com um pouco de disciplina. Fonseca<a title="" href="#_ftn27">[27]</a> (2003) acrescenta mais um tipo de competência sob o ponto de vista individual. São as competências estratégicas, que podem ser classificadas em gerenciais, técnicas e sociais. Essas competências são as que movem a empresa sendo, portanto, as competências mais desgastantes, pois requerem a maior parte da energia do gestor, do líder ou do gerente de projetos.  Portanto quanto mais conhecimento existir nesta área, mais potência a empresa terá.</p>
<p>Competências, habilidades interpessoais são esperadas de um gestor para gerenciar as expectativas das partes interessadas (PMBOK<a title="" href="#_ftn28">[28]</a>, 2008). Estas competências, conhecimentos, habilidades e atitudes devem extrapolar a disciplinaridade, afinal fazer uma gestão eficaz e eficiente envolve uma gama de saberes das mais diversas áreas como da administração, engenharia, psicologia, dentre outras, Ferenhof<a title="" href="#_ftn29">[29]</a> <em>et al</em>. (2011).</p>
<p>Segundo Masetto<a title="" href="#_ftn30">[30]</a> (2004), o conceito de interdisciplinaridade apresenta um paradigma de conhecimento e de ciência que ultrapassa o modelo tradicional de se conhecer. A interdisciplinaridade nos permite esperar a produção de um conhecimento científico novo a partir de duas ou mais diferentes áreas de conhecimento que se integram para tal.</p>
<p>Os gestores devem ter as atitudes de líderes, onde “o líder é o indivíduo capaz de canalizar a atenção dos participantes e dirigi-las para ideais comuns” (MOTTA<a title="" href="#_ftn31">[31]</a>, 2007). O quadro 3 aponta as atitudes, conhecimentos e habilidades que um Gestor deve possuir.</p>
<p>Quadro 3 – Atitudes, Conhecimentos e Habilidades de um Gestor de Projetos.</p>
<table width="473" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="98">
<p align="center">Dimensões</p>
</td>
<td valign="top" width="177">
<p align="center">Competências + Paradigmas Interdisciplinares</p>
</td>
<td valign="top" width="198">
<p align="center">Descrição com visão interdisciplinar</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="5" valign="top" width="98">&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center">
<p align="center">Atitudes</p>
</td>
<td valign="top" width="177">
<p align="left">Liderança</p>
</td>
<td valign="top" width="198">Possuir sabedoria para ouvir, entender, discernir, facilitador, responsável, comunicativo, humilde, comprometido, influente, conhecedor</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="177">
<p align="left">Desenvolvimento de Equipe</p>
</td>
<td valign="top" width="198">Trabalha com e, principalmente, para o time, incentivar o autogerenciamento.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="177">
<p align="left">Motivação</p>
</td>
<td valign="top" width="198">Despertar o interesse impulsionador</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="177">
<p align="left">Influência</p>
</td>
<td valign="top" width="198">Capacidade de incutir, comunicar, inspirar.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="177">
<p align="left">Gestão de Riscos</p>
</td>
<td valign="top" width="198">Agilidade de raciocínio</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="4" valign="top" width="98">
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong>Conhecimentos</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="177">
<p align="left">Conhecimento político e cultural</p>
</td>
<td valign="top" width="198">Conhecimento da cultura da equipe, do cliente envolvidos, desenvolvendo técnicas de planejamento que abordem a cultura e a política dos clientes, equipe e comunidade envolvida.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="177">
<p align="left">Processo decisório</p>
</td>
<td valign="top" width="198">Saber negociar, prever, ter experiência</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="177">
<p align="left">Planejamento de Projeto</p>
</td>
<td valign="top" width="198">Além de possui conhecimento das Técnicas de Planejamento e noções de Orçamento e Finanças é ter a cautela com todos os envolvidos, preparando-se constantemente paras as mudanças.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="177">
<p align="left">Medição de Performance</p>
</td>
<td valign="top" width="198">É saber coletar e analisar informações sobre o projeto, comunicando da melhor forma possível aos interessados, cobrando e incentivando a equipe.</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="8" valign="top" width="98">
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong>Habilidades</strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
</td>
<td valign="top" width="177">
<p align="left">Inteligência Emocional</p>
</td>
<td valign="top" width="198">É ter a capacidade de perceber, integrar, compreender e gerir emoções</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="177">
<p align="left">Visão Holística</p>
</td>
<td valign="top" width="198">É um conjunto de constructos que dão a visão apurada.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="177">
<p align="left">Eficácia Organizacional</p>
</td>
<td valign="top" width="198">É ter a compreensão aguçada dos resultados que o projeto pretende auferir. É ter metas bem definidas</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="177">
<p align="left">Negociação</p>
</td>
<td valign="top" width="198">Processo de comunicação com o propósito de atingir um acordo sustentável sobre diferentes ideias e necessidades, o que importa é o bem comum, gerido muitas vezes pela flexibilidade.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="177">
<p align="left">Gestão de Riscos</p>
</td>
<td valign="top" width="198">Ter a visão dos recursos, dos clientes e documentação de avanço dos projetos sempre presente em suas ações.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="177">
<p align="left">Resolução de Problemas</p>
</td>
<td valign="top" width="198">Capacidade de observar, detectar e solucionar problemas.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="177">
<p align="left">Comunicação</p>
</td>
<td valign="top" width="198">Fluência, domínio da língua, costumes, credos que estão envolvidos no processo.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="177">
<p align="left">Gestão de <em>Stakeholders</em></p>
</td>
<td valign="top" width="198">Capacidade de gerir o equilíbrio entre os interesses</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Ferenhof et al. (2011).</p>
<p>Com base no quadro 3, é possível identificar características de profissionais que tenham as competências, ou seja, os conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias para gerir projetos, bem como identificar em quais dos pontos elencados o profissional esta capacitado e, em quais o mesmo necessita de melhoria, direcionando os esforços para capacitar o profissional para melhor atuar como gestor.</p>
<p><strong>5. CONSIDERAÇÕES FINAIS</strong><br />
Este artigo traz a tona uma discussão sobre o perfil necessário ao profissional que atua na gestão de projetos, seus papéis, responsabilidades, competências: conhecimento, habilidades e atitudes, procurando desmistificar os termos adotados nas organizações para designar o profissional de projetos. Também procura esclarecer que o Gestor de Projetos não necessariamente precisa ter um cargo de Gerência. Por fim, procura enfatizar que diferentes papéis e responsabilidades são esperados deste Gestor na organização, bem como as competências: conhecimento, habilidades e atitudes interdisciplinares necessárias ao profissional de projetos, devido à diversidade de ambientes, culturas, situações e pessoas envolvidas.</p>
<p>O artigo busca também complementar a visão do profissional de projetos como Gestor e Líder no qual gere grupo de processos, um processo, atividades e/ou tarefas em si, de maneira a guiar e entusiasmar seus liderados, sem barreiras, vibrando com o trabalho em equipe e com o êxito coletivo. Bem como, quais são as competências: conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias a este profissional para exercer uma gestão eficiente e eficaz, possibilitando ainda ter indicadores para um diagnostico deste profissional, elencando os pontos fortes e fracos, respectivamente a serem mantidos e, melhorados.</p>
<p><strong>6. REFERÊNCIAS</strong></p>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref1">[1]</a> PMBOK Um Guia Do Conjunto De Conhecimentos Em Gerenciamentos De Projetos: Guia Pmbok®. 4ed. Pennsylvania: Four Campus Boulevard, 2008.</p>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref2">[2]</a> PMI &#8211; The Standard for Portifolio Management. Pennsylvania: Four Campus Boulevard, 2008a.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref3">[3]</a>——— The Standard for Program Management. Pennsylvania: Four Campus Boulevard, 2008b.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref4">[4]</a> GIL, A. C. <em>Como elaborar projetos de pesquisa</em>. 5ª. ed. São Paulo: Atlas, 2010.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref5">[5]</a> MERRIAN, S. <em>Qualitative research and case study application in educacion</em>. San Francisco: Jossey-Bass, 1998.</p>
<p><a title="" href="#_ftnref6">[6]</a> Gil, op. cit.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref7">[7]</a> PMBOK, op cit.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref8">[8]</a> PMI, 2008a, op cit.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref9">[9]</a> PMI, 2008b, op cit.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref10">[10]</a> MICHAELIS<strong>: </strong><em>Moderno Dicionário Da Língua Portuguesa</em>. Editora Melhoramentos. <em>Disponível em: </em>&lt;http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&amp;palavra=desperd%EDcio&amp;CP=53771&amp;typeToSearchRadio=exactly&amp;pagRadio=50&gt;. <em>Acesso em: </em>26/04/2011, 2012.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref11">[11]</a> LACOMBE, F. J. M. <em>Dicionário De Administração</em>. São Paulor: Saraiva, 2004.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref12">[12]</a> MOTTA, P. R. A Ciência E a Arte De Ser Dirigente. Rio de Janeiro: Record, 2007.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref13">[13]</a> PACHECO, D. C.; SILVA NETO, E. Relação Entre Empreendedores E Liderados: Profissionalismo, Afetividade E Riscos Nas Interações <em>In: </em>LAPOLLI, J.; LAPOLLI, É. M. (eds.), <em>Gestão De Pessoas Na Atualidade: Investindo No Capital Humano</em><strong>.</strong> Florianópolis: Pandeon, 2011.</p>
<p><a title="" href="#_ftnref14">[14]</a> NEWTON, R. <em>O Gestor de Projetos</em>. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref15">[15]</a> PMBOK, op cit.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref16">[16]</a> PMBOK, op cit.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref17">[17]</a> PMI, op cit.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref18">[18]</a> PMI, op cit.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref19">[19]</a> PORTER, M. E. <em>Competitive Strategy</em>. New York: Free Press, 1980.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref20">[20]</a> CHOO, C. W. The Knowing Organization: How Organizations Use Information to Construct Meaning, Create Knowledge and Make Decisions. <em>International Journal of Information Management</em>,<strong> </strong>v. 16, n. 5, p. 329-340, 1996.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref21">[21]</a> DAVENPORT, T. H.; PRUSAK, L. <em>Conhecimento Empresarial</em>. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1998.</p>
<p><a title="" href="#_ftnref22">[22]</a> NONAKA, I.; TAKEUCHI, H. <em>Criação Do Conhecimento Na Empresa</em><strong>: </strong>Como as Empresas Japonesas Geram a Dinâmica Da Inovação. Rio de Janeiro: Campus, 1997.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref23">[23]</a> NONAKA, I.; TOYAMA, R.; KONNO, N. Seci, Ba and Leadership: A Unified Model of Dynamic Knowledge Creation. <em>Long Range Planning</em>,<strong> </strong>v. 33, n. 1, p. 5-34, 2000.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref24">[24]</a> FORCELLINI, F. A. <em>Desenvolvimento De Produtos 1</em>: Ppgep-Ufsc, Março a Maio. Notas De Aula. v. n. p. 2010.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref25">[25]</a> PERRENOUD, PHILIPPE. <em>Novas competências para ensinar</em>. Porto Alegre: Editora Artmed. 2000.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref26">[26]</a> RABAGLIO, M. O.  <em>Seleção por competências</em>. São Paulo. Editora Educator. 2ª edição. 2001.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref27">[27]</a> FONSECA, D.. <em>Conceitos de Competências</em>. Material do curso de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão do Conhecimento e Inteligência Empresarial do C.R.I. E. – Centro de Referência em Inteligência Empresarial. Fonte:&lt;http://www.crie.ufrj.br/index.html.&gt; Acesso em 23/04/2012.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref28">[28]</a> PMBOK, op cit.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref29">[29]</a>FERENHOF, H. A.; FERNANDES, R. F.; FORCELLINI, F. A. <em>A Importância Das Competências Interdisciplinares Para Os Gerentes De Projetos</em>: Um Estudo Empregando a Revisão Sistemática. <em>In: </em>3o.Seminario de Pesquisa Interdisciplinar, 2011, Florianópolis. <strong>Anais</strong>. Florianópolis: 2011.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref30">[30]</a> MASETTO, Marcos T.. <em>Inovação na Educação Superior</em>. <strong>Interface</strong>, v.8, n.14, 2004.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref31">[31]</a> MOTTA, P. R. <em>A Ciência E a Arte De Ser Dirigente</em>. Rio de Janeiro: Record, 2007.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>REFERENCIA DESTE ARTIGO PARA CITAÇÃO:</strong></p>
<p>FERENHOF, H. A., FERNANDES, R. F., SELIG, P. M. GESTOR, GERENTE, LÍDER, CHEFE DE PROJETOS? In: IV Seminário de Pesquisa Interdisciplinar, 2012, Florianopolis. <strong>Anais: IV Seminário de Pesquisa Interdisciplinar</strong>. , 2012.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Inovação Tecnológica &#8211; a convergência dos negócios no mundo real e virtual</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 13:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Abner Biasotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Conhecimento]]></category>
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		<description><![CDATA[No atual mundo conectado é extremamente fácil obter informações de custo de produtos e serviços, comparar concorrentes, analizar satisfação dos clientes que adquiriram esses produtos e serviços... Não vou entrar no mérito do que faz consumidores escolherem produto X ou produto Y, ainda mais se o assunto é commodity - analistas de mercado tem muito mais experiência nesse quesito. O que eu gostaria de abordar é como o uso de tecnologia de informação pode inovar na maneira como os consumidores escolherão seus produtos e serviços.

Um exemplo recente de inovação com utilização de tecnologia da informação são as compras coletivas – o conceito já existe há muito tempo, mas o “boom” desse tipo de compra foi através da internet. Para os anunciantes, é muito mais barato pagar “comissão” para a empresa que intermedia as negociações (e há um limite mínimo de compradores por uma razão) do que fazer comerciais em TV, rádio, outdoor, etc. Os compradores pagam menos para adquirir os produtos e podem, eventualmente, tornarem-se clientes assíduos se forem bem atendidos e se perceberem valor na compra dos produtos do anunciante. Tudo isso agregado num website (na verdade – vários).

Atualmente é difícil quem não tenha feito uso de sites de compras coletivas. Seja para serviços, vestuário, alimentação, a forma como algumas pessoas compram foi fortemente alterada. Conheço muitas pessoas que compram mais de 30% de seus produtos através de sites de compra coletiva e isso inovou a forma como consomem. Sites de compra coletiva estão para brasileiros, assim como cupons de desconto estão para os norte-americanos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No atual mundo conectado é extremamente fácil obter informações de custo de produtos e serviços, comparar concorrentes, analizar satisfação dos clientes que adquiriram esses produtos e serviços&#8230; Não vou entrar no mérito do que faz consumidores escolherem produto X ou produto Y, ainda mais se o assunto é commodity &#8211; analistas de mercado tem muito mais experiência nesse quesito. O que eu gostaria de abordar é como o uso de tecnologia de informação pode inovar na maneira como os consumidores escolherão seus produtos e serviços.</p>
<p>Um exemplo recente de inovação com utilização de tecnologia da informação são as compras coletivas – o conceito já existe há muito tempo, mas o “boom” desse tipo de compra foi através da internet. Para os anunciantes, é muito mais barato pagar “comissão” para a empresa que intermedia as negociações (e há um limite mínimo de compradores por uma razão) do que fazer comerciais em TV, rádio, outdoor, etc. Os compradores pagam menos para adquirir os produtos e podem, eventualmente, tornarem-se clientes assíduos se forem bem atendidos e se perceberem valor na compra dos produtos do anunciante. Tudo isso agregado num website (na verdade – vários).</p>
<p>Atualmente é difícil quem não tenha feito uso de sites de compras coletivas. Seja para serviços, vestuário, alimentação, a forma como algumas pessoas compram foi fortemente alterada. Conheço muitas pessoas que compram mais de 30% de seus produtos através de sites de compra coletiva e isso inovou a forma como consomem. Sites de compra coletiva estão para brasileiros, assim como cupons de desconto estão para os norte-americanos.</p>
<p>Outro exemplo de inovação e, confesso que achei fantástica foi da rede de varejo C&amp;A que recentemente implementou um sistema de integração com o Facebook – os “likes” dados em determinados modelos são atualizados em tempo real nos cabides dessas peças de roupa que estão nas lojas.</p>
<div id="attachment_17161" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/inovacao-tecnologica-a-convergencia-dos-negocios-no-mundo-real-e-virtual/c-an-a-facebook-hangers-2-2/" rel="attachment wp-att-17161"><img class="size-medium wp-image-17161" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/05/c-an-a-facebook-hangers-21-300x213.jpg" alt="Cabides com os &quot;Likes&quot;" width="300" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Cabides com os &quot;LIKES&quot; na sessão Fashion Like</p></div>
<p>A sessão tem o nome “Fashion Like”. Modo interessante de integrar o mundo virtual ao mundo real e instiga consumidores a verem novidades que a rede oferece tanto pela web como pessoalmente, já que pela tela de um computador ou smartphone não é possível saber se o tecido é bom ou se o corte é adequado ao seu tipo de corpo.<br />
Independente de como isso possa mudar a forma como as pessoas passam a escolher suas roupas, a integração por si só dá idéia de como os mundos real e virtual estão cada vez mais se transformando e convergindo. Estamos cada vez mais conectados para lazer, compras, trabalho&#8230;</p>
<p>Empresas que não convergirem seus negócios também para o mundo virtual e inovar a forma como fazem negócios e oferecem serviços podem estar a caminho do fracasso? É bem possível que sim&#8230;  <a href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/inovacao-tecnologica-a-convergencia-dos-negocios-no-mundo-real-e-virtual/kodak-2/" rel="attachment wp-att-17159"><img class="alignright size-medium wp-image-17159" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/05/kodak1-300x224.jpg" alt="Sede da Kodak" width="300" height="224" /></a>Um grande exemplo por falta de inovação é da KODAK. Líder em seu segmento por décadas, insistiu em manter seus antigos filmes por muito tempo antes de tomar a decisão de  seguir a tendência de fotografia digital.  A grande maioria dos consumidores, hoje em dia,  não quer álbuns de fotografias pesados, guardados em armários, ocupando espaço. O mundo mudou. Os consumidores tem álbuns de forma eletrônica, organizados por data, nome do lugar, até com pessoas que marcadas nas fotos. Seja em seu HD, pen-drives ou mesmo na nuvem.</p>
<p>Sua empresa tem acompanhado essas tendências? Tem pensado em inovar a forma como faz negócio e oferece serviços? Talvez essa seja uma (das várias)  chaves para se manter no mercado&#8230;</p>
Number of View :406]]></content:encoded>
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		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Email no celular: algumas regras básicas</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/email-no-celular-algumas-regras-basicas/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/email-no-celular-algumas-regras-basicas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 May 2012 11:24:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Mancini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia Social]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[email. smartphone]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tiespecialistas.com.br/?p=17070</guid>
		<description><![CDATA[Quando os primeiros celulares surgiram no Brasil no início de década de 90, eles só serviam para uma coisa: falarmos com alguém sem estarmos amarrados ao fio do telefone. Duas décadas depois, nossos celulares viraram uma central de comunicação móvel e entretenimento – viraram smartphones que nos permitem enviar e receber mensagens de texto, ler e enviar e-mails, fazer conferência e videoconferência, usar como ramal móvel no nosso escritório, gravar notas e lembretes, fora toda a gama de jogos, TV digital, músicas, vídeos e aplicativos para todos os gostos.

Temos realmente computadores em nossas mãos hoje em dia. O problema é que, em termos de comunicação, em geral não fomos “treinados” para viver neste novo mundo, com comunicação disponível em qualquer lugar. Por isto seguem algumas dicas:

Uso da ferramenta de comunicação correta: Sugira a criação na empresa ou no seu time de trabalho de um código de comunicação onde se defina claramente e de forma simples quais as melhores práticas de comunicação esperadas e que meios de comunicação devem ser usados, em quais situações e quais os prazos de resposta esperados para cada meio. Exemplo:

• assuntos urgentes, prefira um contato pessoal;
• Se não encontrar a pessoa, ligue ou envie SMS - retorno previsto: no máximo 2 horas;
• Para informar algo ou solicitações não urgentes, envie um e-mail – retorno previsto: 24 horas.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando os primeiros celulares surgiram no Brasil no início de década de 90, eles só serviam para uma coisa: falarmos com alguém sem estarmos amarrados ao fio do telefone. Duas décadas depois, nossos celulares viraram uma central de comunicação móvel e entretenimento – viraram smartphones que nos permitem enviar e receber mensagens de texto, ler e enviar e-mails, fazer conferência e videoconferência, usar como ramal móvel no nosso escritório, gravar notas e lembretes, fora toda a gama de jogos, TV digital, músicas, vídeos e aplicativos para todos os gostos.</p>
<p>Temos realmente computadores em nossas mãos hoje em dia. O problema é que, em termos de comunicação, em geral não fomos “treinados” para viver neste novo mundo, com comunicação disponível em qualquer lugar. Por isto seguem algumas dicas:</p>
<p>Uso da ferramenta de comunicação correta: Sugira a criação na empresa ou no seu time de trabalho de um código de comunicação onde se defina claramente e de forma simples quais as melhores práticas de comunicação esperadas e que meios de comunicação devem ser usados, em quais situações e quais os prazos de resposta esperados para cada meio. Exemplo:</p>
<p>• assuntos urgentes, prefira um contato pessoal;<br />
• Se não encontrar a pessoa, ligue ou envie SMS &#8211; retorno previsto: no máximo 2 horas;<br />
• Para informar algo ou solicitações não urgentes, envie um e-mail – retorno previsto: 24 horas.</p>
<p>Sobre e-mails: A maioria de nós recebe uma quantidade cada vez maior de e-mails, e muitos deles poderiam ser evitados. Dar conta destes e-mails parece cada dia mais difícil, e mesmo em um smartphone selecionar quais dos 100 ou 200 e-mails devem ser lidos primeiro é uma tarefa árdua&#8230; Para melhorar a comunicação com e-mails, algumas ações e pequenas mudanças de comportamento podem ser de grande valia.</p>
<p>Escrevendo e-mails: Se você vai enviar um e-mail, primeiro tenha em mente que e-mail é uma comunicação apenas escrita, e por isto é um meio “pobre” de comunicação. Mais de 90% da comunicação humana está no visual, nos gestos e na entonação de voz. Portanto, tenha certeza de que sua comunicação por e-mail é a forma mais eficaz de comunicar o que você quer e de ter a resposta que precisa. Se realmente for escrever um e-mail, observe estas dicas:</p>
<p>• Seja objetivo na comunicação. Menos palavras e mais direto ao ponto.<br />
• Releia o que escreveu antes de enviar.<br />
• Veja se está claro o que você quer, se colocou as pessoas corretas no e-mail, e SOMENTE elas.<br />
• Se precisa de algo, digo o que precisa, de quem precisa e principalmente para quando precisa.<br />
• Coloque um título/assunto claro no e-mail. A dica aqui é deixar para colocar o assunto por último, depois de ter escrito o e-mail.<br />
• Nunca escreva e-mails em estado emocional muito alterado. Palavras escritas de forma emocional podem causar grandes confusões. E tenha consciência de que o que você escreveu poderá ser lido por quem recebe a qualquer momento, e o estado emocional de quem recebe é um aspecto sobre o qual você não tem controle.<br />
• Não copie todo mundo. Muita gente adora copiar o chefe em tudo, só que a maioria deles acha que recebe muitos e-mails desnecessários dos subordinados, portanto, cheque com seu chefe que tipo de e-mail ele quer receber cópia.</p>
<p>E-mail no celular:</p>
<p>o Use seu Smartphone para ler e-mails mais urgentes e e-mails que precisem de respostas muito rápidas.<br />
o Use também para apagar aqueles que são desnecessários (e spams, é claro).<br />
o Deixe para responder e-mails que precisam de respostas mais elaboradas para momentos em que você tenha mais tempo, ou até prefira respondê-los através de seu computador.<br />
o Leia e-mails no celular apenas em momentos em que não esteja fazendo outra coisa.<br />
o Nunca leia e-mails quando estiver dirigindo ou fazendo qualquer atividade de risco.<br />
o Se estiver almoçando ou em reunião com outras pessoas, priorize as pessoas e deixe o celular para depois. Se estiver esperando algo urgente, comunique de antemão às pessoas que estão com você de que talvez você precise responder rapidamente algo urgente que está esperando.<br />
o Desative o alerta de chegada de novo e-mail no celular (e no computador também). Isso só serve para lhe tirar do foco do que está fazendo.<br />
o Para fácil identificação, adicione no início do título/assunto do e-mail um código de comunicação que seja de conhecimento de todos da equipe. Este código pode incluir siglas, indicando a ação a ser tomada, como por exemplo:</p>
<p>• AR: Ação Requerida<br />
• RR: Resposta Requerida<br />
• PSI: Para Sua Informação. Assume-se que quem está em cópia ou oculto é SEMPRE PSI; somente pessoas no para deveriam ter ações ou respostas requeridas.<br />
• OK: Resposta positiva para algum assunto enviado anteriormente.</p>
Number of View :637]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Agora é oficial &#8211; TI Especialistas lança Forum</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/agora-e-oficial-ti-especialistas-lanca-forum/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/agora-e-oficial-ti-especialistas-lanca-forum/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 17:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[E-Commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Promoções]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[forum]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[ti especialistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Afim de proporcionar maior interatividade, networking e troca de conhecimentos o TI Especialistas está lançando um Fórum de discussões. O acesso é livre para todos os profissionais do mercado, no Brasil e no exterior, já que 7% de nosso público vem de outros países.

A ferramenta chega para agregar conhecimento, exposição ao mercado, oportunidades de negócios, empregos, divulgação de eventos e muito mais.

O Forum é dividido em áreas de conhecimento tais como Gestão de Projetos, Desenvolvimento, Governança Corporativa e E-Commerce.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Afim de proporcionar maior interatividade, networking e troca de conhecimentos o TI Especialistas está lançando um <a title="Forum - TI Especialistas" href="http://www.tiespecialistas.com.br/forum/" target="_blank">Fórum de discussões</a>. O acesso é livre para todos os profissionais do mercado, no Brasil e no exterior, já que 7% de nosso público vem de outros países.</p>
<p>A ferramenta chega para agregar conhecimento, exposição ao mercado, oportunidades de negócios, empregos, divulgação de eventos e muito mais.</p>
<p>O Forum é dividido em áreas de conhecimento tais como <a title="Gestão de Projetos" href="http://www.tiespecialistas.com.br/forum/Forum-Gest%C3%A3o-de-Projetos" target="_blank">Gestão de Projetos</a>, <a title="Desenvolvimento de Software" href="http://www.tiespecialistas.com.br/forum/Forum-Desenvolvimento-de-Software" target="_blank">Desenvolvimento</a>, <a title="Governança Corporativa" href="http://www.tiespecialistas.com.br/forum/Forum-Governan%C3%A7a-Corporativa" target="_blank">Governança Corporativa</a> e <a title="E-Commerce" href="http://www.tiespecialistas.com.br/forum/Forum-E-Commerce" target="_blank">E-Commerce</a>.</p>
<p>Com esta ação o TI Especialistas espera dobrar seu &#8220;Market Share&#8221; em um curto espeço de tempo. Novas ações também estão sendo desenvolvidas com várias empresas parceiras.</p>
<p>Aguardem!</p>
<h5>Acessem o Forum e inscrevam-se: <a title="Forum - TI Especialistas" href="http://www.tiespecialistas.com.br/forum/" target="_blank">www.tiespecialistas.com.br/forum/</a></h5>
<div id="attachment_16928" class="wp-caption alignright" style="width: 550px"><a href="http://www.tiespecialistas.com.br/forum/"><img class=" wp-image-16928 " title="Captura de tela de 2012-05-06 13:21:16" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/05/Captura-de-tela-de-2012-05-06-132116.png" alt="Forum - TI Especialistas" width="540" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">Forum - TI Especialistas</p></div>
Number of View :846]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Porque métodos ágeis geram valor rapidamente?</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/porque-metodos-ageis-geram-valor-rapidamente/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/porque-metodos-ageis-geram-valor-rapidamente/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 May 2012 17:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Processos]]></category>
		<category><![CDATA[agile]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento ágil]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[métodos ágeis]]></category>
		<category><![CDATA[rapidez]]></category>
		<category><![CDATA[SCRUM]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu acredito que são vários os motivos que levam os métodos ágeis a gerarem valor em curto espaço de tempo, mas existem três que se sobressaem:

1. Em projetos ágeis não é necessário fazer uma grande entrega no final do projeto. É possível e desejável que se faça pequenas entregas com a possibilidade do cliente iniciar o uso imediato do que já foi entregue. Isso por si só já leva a uma maximização do ROI dado que o projeto já pode ser usado enquanto novas funcionalidades são criadas. Cada nova entrega pode trazer um pouco de retorno.

2. Como podemos e devemos fazer pequenas entregas, em projetos em que os métodos ágeis são usados, a tendência natural é ignorar os itens que não geram valor. Estudos mostram que somente 20% das funcionalidades são usadas sempre ou frequentemente e 64% das funcionalidades são desperdício.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acredito que são vários os motivos que levam os métodos ágeis a gerarem valor em curto espaço de tempo, mas existem três que se sobressaem:</p>
<p>1. Em projetos ágeis não é necessário fazer uma grande entrega no final do projeto. É possível e desejável que se faça pequenas entregas com a possibilidade do cliente iniciar o uso imediato do que já foi entregue. Isso por si só já leva a uma maximização do ROI dado que o projeto já pode ser usado enquanto novas funcionalidades são criadas. Cada nova entrega pode trazer um pouco de retorno.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/porque-metodos-ageis-geram-valor-rapidamente/roi2/" rel="attachment wp-att-16841"><img class="aligncenter  wp-image-16841" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/05/roi2-300x158.jpg" alt="" width="526" height="278" /></a></p>
<p>2. Como podemos e devemos fazer pequenas entregas, em projetos em que os métodos ágeis são usados, a tendência natural é ignorar os itens que não geram valor. Estudos mostram que somente 20% das funcionalidades são usadas sempre ou frequentemente e 64% das funcionalidades são desperdício.</p>
<p><a href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/porque-metodos-ageis-geram-valor-rapidamente/funcionalidades/" rel="attachment wp-att-16842"><img class="aligncenter size-full wp-image-16842" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/05/funcionalidades.png" alt="" width="499" height="296" /></a></p>
<p>Isto tudo também faz com que o projeto tenda a ser finalizado antes, liberando os recursos para outras demandas.</p>
<p>3. Em  projetos tradicionais, a mudança de escopo não é bem-vinda, mas em métodos ágeis, as mudanças são bem-vindas, principalmente, quando elas levam a uma melhor adaptação do projeto às necessidades de negócio com definição de prioridades entre elas.</p>
<p>Será que não podemos fazer várias pequenas entregas no lugar de uma grande entrega?</p>
<p>Será que o escopo não pode ser alterado?</p>
<p>Será que as funcionalidades não podem ser reordenadas?</p>
<p>Métodos ágeis representam sim e muito uma quebra de vários paradigmas em relação a forma de como os projetos são conduzidos tradicionalmente e  isso pode ser muito bom se bem utilizado.</p>
Number of View :835]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Um Projeto Fracassado</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/um-projeto-fracassado/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/um-projeto-fracassado/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 11:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Boessio dos Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Processos]]></category>
		<category><![CDATA[fracasso]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[problemas]]></category>
		<category><![CDATA[projetos]]></category>
		<category><![CDATA[riscos]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiro projeto na empresa (sem datas/nomes), único PMP do PMO e com a missão de gerenciar um projeto de melhorias em sistema existente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de gostar de escrever e de compartilhar conhecimento e experiência, após receber o convite para participar deste seleto grupo de colunistas do site, pensei “qual assunto abordar neste artigo inicial?”.</p>
<p>Resolvi este pequeno dilema inicial ao ler, mais uma vez, o “Poema em Linha Reta” de Álvaro de Campos (heterônimo de Fernando Pessoa). Se você ainda não leu, leia.</p>
<p>O poema já começa de uma forma instigante:“Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.”</p>
<p>Portanto resolvi me juntar ao Álvaro de Campos e em vez de falar sobre o que poderia ser feito ou sobre um modelo de qualidade ou até um case de sucesso, falarei sobre um fracasso retumbante.</p>
<p>Antes de iniciar, um pouco do que está por trás do meu currículo: sou formado em Engenharia da Computação com Ênfase emEngenharia de Software na UMESP.</p>
<p>Tenho alguns bons anos nesta caminhada junto às boas práticas, modelos de qualidade e frameworks. Já implantei CMM, CMMI, MPS.BR e ISO. Já participei de projetos com o objetivo de implantar processos face ao que prega a biblioteca ITIL e na implantação de Escritório de Projetos. Obtive as certificações ITIL e CObIT Foundation em um período de um mês. Obtive a certificação PMP e depois obtive a certificação ITSM (também chamada, informalmente, de ITIL Master ou apenas ITIL Manager).</p>
<p>Mas nada disso, experiência, background acadêmico e certificações, impediu que eu cometesse os mais básicos dos erros: não definir bem o escopo, não gerenciar os riscos e não gerenciar stakeholders.</p>
<p>Primeiro projeto na empresa (sem datas/nomes), único PMP do PMO e com a missão de gerenciar um projeto de melhorias em sistema existente. Não era um sistema complexo, pois ele não tinha uma montanha de regras de negócio, era muito conhecido (demandante usava o sistema cotidianamente) e o fornecedor escolhido para construir tinha um histórico muito bom em projetos passados. Piece of cake, diriam os americanos.</p>
<p>A coisa começou a desandar quando o fornecedor perdeu um dos seus líderes técnicos, restando outro, competente, mas que se viu com vários projetos na mão. Depois a organização perdeu um líder técnico e que desenvolvia também, responsável por outro projeto no mesmo sistema. O meu projeto incorporou os requisitos que faltavam serem desenvolvidos do dele.</p>
<p>Foi quando caí na armadilha mais básica de todas: fui resolvendo os problemas entrando em acordo com os stakeholders sem documentar nada e fui descobrindo que a área que deveria conhecer o sistema, pois era usuária principal, tinha acabado de mudar de comando. Portanto o gestor e o seu time não conheciam tão bem assim. Já o fornecedor, corresponsável pela documentação, estava equilibrando vários pratos e acabou não documentando nada também.</p>
<p>O resultado disso foram as constantes discussões para estabelecer as regras, defini-las corretamente, ou corrigi-las. Tudo isso sem documentação sendo atualizada. Os impactos não foram avaliados corretamente, tínhamos uma dependência de um sistema externo de uma empres apública, que entrou em greve, tivemos constantes trocas de requisitos e tudo isso só na palavra, o que para mim era o suficiente.</p>
<p>Para mim. Para alguns outros não é, portanto um stakeholder começou a pedir mais coisas do que havíamos combinado e sempre perguntava, quando eu dizia que não fazia parte do escopo, onde isso estava escrito.</p>
<p>O projeto simples virou um bicho-de-sete-cabeças. Atrasou muito, o fornecedor teve estresses e “sujou” seu passado, pois acabou atrasando outros projetos também, eu me estressei com o projeto e com a área demandante, não tive o apoio necessário da alta gerência e ainda me vi obrigado a ouvir “ué, você não é PMP?”. Sim, sou, mas não sou perfeito e nem mágico.</p>
<p>Eu poderia jurar que já sabia estas lições aprendidas, mas pelo visto ainda não havia absorvido. Não adianta você ser um ás da negociação se não documentar tudo, não adianta pular etapas só porque você julga que o projeto será simples, entenda bem os stakeholders para saber gerenciá-los, fechar e defender o escopo é uma arte necessária e gerenciar riscos é fundamental. No mínimo é isso que precisamos tirar do fracasso. Uma lição para não repeti-lo mais.</p>
<p>Depois deste projeto eu aprendi e absorvi: o projeto seguinte foi um sucesso.</p>
Number of View :733]]></content:encoded>
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		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Modelo de SLA / ANS (não é apenas &#8220;nível de disponibilidade&#8221;)</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/modelo-de-sla-ans-nao-e-apenas-nivel-de-disponibilidade/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/modelo-de-sla-ans-nao-e-apenas-nivel-de-disponibilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 16:57:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Redes & Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo de Nível de Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[ans]]></category>
		<category><![CDATA[contrato]]></category>
		<category><![CDATA[nível de serviço]]></category>
		<category><![CDATA[SLA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tiespecialistas.com.br/?p=16529</guid>
		<description><![CDATA[SLA ou ANS (Acordo de Nível de Serviço) é um acordo entre o Provedor de Serviços e seus Clientes, o qual estabelece e acorda Níveis de Serviço para determinado Serviço / Produto provisionado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Introdução</strong><br />
SLA ou ANS (Acordo de Nível de Serviço) é um <strong>acordo</strong> entre o Provedor de Serviços e seus Clientes, o qual estabelece e acorda Níveis de Serviço para determinado Serviço / Produto provisionado.</p>
<p>O ANS descreve o Serviço, documenta Metas de Nível de Serviço (MNS) e especifica as responsabilidades do Provedor e de seus Clientes. Um único ANS pode cobrir múltiplos Serviços ou múltiplos Clientes.</p>
<p>ANS são suportados por ANO (Acordos de Nível Operacional), os quais são documentos intra-organizacionais que definem os acordos entre as áreas do Provedor. Estes são estruturados de forma a garantir que os objetivos definidos no ANS sejam devidamente entregues.</p>
<p>ANS também são suportados por CA (Contratos de Apoio), os quais são documentos estabelecidos com os respectivos Fornecedores, que contribuem significantemente para a entrega dos Serviços de acordo com os objetivos definidos no ANS.</p>
<p>ANS devem ser revistos regularmente, a fim de garantir um desempenho em conformidade com os Níveis de Serviço acordados, e estão totalmente sujeitos ao Processo de Gerenciamento de Mudanças/Liberações.</p>
<p>Desta forma, fica sob responsabilidade do Gerente de Nível de Serviço, com o apoio dos respectivos Analistas (inclui-se Gerente de Fornecedores e Contratos quanto aos CA), que o nível de suporte e os objetivos de desempenho acordados nos ANS sejam suportados e atingidos. Tais papéis devem identificar falhas para que os ANS sejam prontamente renegociados, se necessário.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/04/ansss-221x300.jpg" alt="" width="152" height="155" /></p>
<p><strong>Objetivos</strong></p>
<ul>
<li>Formalizar Níveis de Serviço acordados entre Provedor e Cliente, possibilitando que os Serviços sejam entregues com excelência;</li>
<li>Definir papéis e responsabilidades das partes para que suportem todo o Processo;</li>
<li>Melhorar a comunicação e relacionamento entre as partes;</li>
<li>Definir e monitorar o desempenho contra as MNS definidas, medindo a conformidade dos objetivos acordados, bem como o desenvolvimento contínuo de Programas de Melhoria de Serviço (PMS);</li>
<li>Fornecer um mecanismo de revisão dos Serviços, o qual deve ser utilizado para definir ações de melhoria, sempre que necessárias;</li>
<li>Alinhar e definir a expectativa do Cliente quanto ao Serviço provisionado, buscando melhorar continuamente a respectiva satisfação. Note-se que a “SATISFAÇÃO DO CLIENTE = PERCEPÇÃO &#8211; EXPECTATIVA (onde a pontuação positiva ou zero indica CLIENTE SATISFEITO)”.</li>
</ul>
<p><strong>Informações que poderiam estar contidas nos SLA / ANS <em>(should)</em></strong></p>
<p><em><strong>1) Informações Básicas</strong></em><br />
<span style="text-decoration: underline;"><em>ID</em></span><br />
Identificação do ANS.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em>Nome / Título</em></span><br />
Nome / Título do ANS.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em>Data</em></span><br />
Data do acordo / atualização do ANS.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em>Versão</em></span><br />
Versão do ANS.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em>Prazo</em></span><br />
Prazo do ANS.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Descrição do Serviço</span></em><br />
Descrever com detalhes o Serviço acordado.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Escopo do Serviço</span></em><br />
Descrever com detalhes o escopo e funcionalidades acordadas.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Objetivos</span></em><br />
Objetivos detalhados do ANS.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Comunicação</span></em><br />
Descrição de todos os meios e pontos de contato entre o Provedor e o Cliente (Nomes e Funções, Números de Telefone, Endereços de e-mail, Dias/horários de disponibilidade dos contatos).</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Horário do Serviço</span></em><br />
Horário de disponibilidade do Serviço.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Horário de Suporte, Especiais e Críticos</span></em><br />
Horário em que o suporte ao Serviço está disponível, bem como eventuais horários especiais e críticos.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Níveis de Suporte e Escalação</span></em><strong></strong><br />
Onde os níveis de Serviço, procedimentos de escalação e qualidade do Serviço são detalhados.</p>
<p>Este também deve incluir os meios possíveis para formalizar queixas/reclamações quanto ao Serviço provisionado, bem como quais são os procedimentos para gerenciá-las.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Papéis e Responsabilidades</span></em><br />
Papéis e Responsabilidades detalhados quanto às duas partes, os quais devem ser seguidos conforme estabelecido (Provedor e Cliente).</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Obrigações</span></em><br />
Descrição de todas as obrigações de ambas as partes. O Provedor e o Cliente devem estar totalmente comprometidos com tais atividades.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Pré-requisitos</span></em><br />
Pré-requisitos que devem ser preenchidos por ambas às partes.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Restrições</span></em><br />
Qualquer limitação ou restrição do ANS.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Análise Crítica do ANS</span></em><br />
O ANS deve mostrar como o acordo é revisado. Ambas as partes devem estar de acordo com o proposto. Ex: Talvez seja necessária uma revisão de 04 a 06 meses ou deve ser revisado pelo menos anualmente. (Selecionar de acordo com o Tipo do Cliente: Quadrimestral, Semestral ou Anual).</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Análise de Desempenho do Serviço (Relatórios)</span></em><br />
O que será medido, como isso será medido, e como os relatórios devem ser gerados, distribuídos e analisados. Ambas as partes devem estar de acordo com o proposto. (Selecionar de acordo com o Tipo do Cliente: Quadrimestral, Semestral ou Anual).</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Plano de Ação</span></em><br />
É necessário incluir o que o Provedor fará no caso do não cumprimento do ANS por um determinado período. Ex: 02 meses consecutivos.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Programa de Melhoria de Serviço (PMS)</span></em><br />
Procedimentos utilizados para ajustes e melhoria contínua dos Serviços provisionados.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Termos de Pagamento (Cobrança)</span></em><strong></strong><br />
Fórmula e método de pagamento (Cobrança).</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Reajustes</span></em><br />
Informações detalhadas quanto aos reajustes do Serviço (índice de correção, prazo de aplicação etc.).</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Preço</span></em><br />
Informações detalhadas quanto ao preço do Serviço.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Descontos</span></em><br />
Informações detalhadas quanto aos descontos do Serviço.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Penalidades</span></em><br />
Penalidades as quais devem ser exercidas em eventual quebra de nível de Serviço.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Término / Rescisão</span></em><br />
Informações detalhadas quanto ao termino / rescisão do ANS.</p>
<p><strong>2) Informações Adicionais</strong><br />
<em><span style="text-decoration: underline;">Contrato Jurídico</span></em><br />
Descrever os Contratos Jurídicos que suportam este ANS.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">CA que o Suporta</span></em><br />
Descrever os CA (Contratos de apoio) que suportam este ANS.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">ANO que o Suporta</span></em><br />
Descrever os ANO (Acordos de nível operacional) que suportam este ANS.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Demais ANS Suportados</span></em><br />
Descrever os demais ANS (Acordos de nível de Serviço) que são suportados por este ANS.</p>
<p><strong> </strong><em><span style="text-decoration: underline;">Treinamento</span></em><br />
Qualquer tipo de treinamento necessário ao Cliente ou ao Provedor.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Incidentes</span></em><br />
Descrição de que forma eventuais Incidentes devem ser resolvidos, o mais rapidamente possível.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Problemas</span></em><br />
Descrição de que forma eventuais Problemas devem ser investigados e solucionados.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Mudanças</span></em><br />
Descrição de que forma eventuais Mudanças devem ser conduzidas, vide janelas acordadas entre as partes.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Segurança</span></em><br />
Os requisitos de segurança física e lógica para o Serviço.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Confidencialidade e Integridade</span></em><br />
Definição do que é considerada confidencialidade e integridade do Serviço.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Disponibilidade e Confiabilidade</span></em><br />
Definição do que é considerada disponibilidade e confiabilidade do Serviço, incluindo conceitos como MTRS, MTBF, MTBSI.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Desempenho</span></em><br />
Detalhes do desempenho do Serviço e tempos de resposta.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Capacidade</span></em><br />
Detalhes dos requisitos de capacidade do Serviço.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Continuidade</span></em><br />
Detalhes dos níveis mínimos e qualidade do Serviço em caso de desastres / incidentes gravíssimos, e como o plano de continuidade é abordado.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Glossário</span></em><br />
Explicação de quaisquer abreviações ou terminologias utilizadas, para ajudar no entendimento dos termos contidos no ANS.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Controle de Alterações e Melhorias</span></em><br />
Registro detalhado de todas as alterações acordadas, datas e signatários. Deve conter também detalhes sobre o histórico do documento e suas revisões.</p>
<p><strong>Concluindo&#8230; </strong><br />
<strong>V</strong><strong>ocê acredita ser viável este detalhamento com &#8220;N informações&#8221;, de acordo com a cultura das empresas brasileiras?</strong></p>
Number of View :1091]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Não crie obstáculos. Crie pontes!</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/nao-crie-obstaculos-crie-pontes/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 13:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sarah Siqueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[documentação]]></category>
		<category><![CDATA[electronic content management]]></category>
		<category><![CDATA[emc]]></category>
		<category><![CDATA[problemas]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de gerenciamento eletrônico de conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[solução]]></category>

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		<description><![CDATA[Este post era para ser sobre o gerenciamento de conteúdo. Mas como falar de gerenciamento, e de conteúdo, sem falar daqueles que teimam em criar obstáculos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este <em>post</em> era para ser sobre o gerenciamento de conteúdo. Mas como falar de gerenciamento, e de conteúdo, sem falar daqueles que teimam em criar obstáculos?</p>
<p>Se você lida com projetos de documentação, com projetos em TI, ou mesmo com projetos no geral, não importa – com certeza você já se deparou com aquele que cria problemas, e não soluções. Aquele que faz questão de, quando confrontado com qualquer tipo de pergunta, por mais simples que seja, te manda avaliar, investigar e aprender em um monte de <em>links</em> e/ou documentos onde, invariavelmente, você demorará uma semana para encontrar uma resposta, se encontrar.</p>
<p>O sistema de gerenciamento eletrônico de conteúdo presta-se, também e principalmente, a este papel – facilitar o acesso democrático às informações. Se você conseguir criar em sua empresa o comportamento necessário com relação ao sistema de ECM (<em>electronic content management</em>), com certeza você verá diminuído o número de obstáculos em suas operações.</p>
<p>E qual é este comportamento?</p>
<p>Incuta na cabeça de seus funcionários, <em>from day one</em>, que eles nem sempre estarão ali, disponíveis. Doenças existem, pessoas tiram férias, bebês nascem, etc. E o que acontece com aquele pedacinho de informação armazenada na máquina da Maria quando os gêmeos nascerem? Bom, das duas uma – ou você liga para ela na maternidade, ou você contrata alguém para quebrar a senha dela. Este tipo de obstáculo é desnecessário e tacanho, eu diria. Principalmente numa empresa que diz trabalhar com tecnologia.</p>
<p>Então, mantenha na mente dos seus funcionários que tudo aquilo que eles criam, toda a informação que eles coletam, deve ser armazenada num local único e que, pelo menos, duas pessoas terão acesso a quaisquer de seus documentos – o próprio autor e o administrador da ferramenta. Com isso, dezenas, centenas de obstáculos à livre circulação de informação dentro de sua empresa serão, com certeza, eliminados.</p>
<p>Junte a isso o incentivo à contribuição: dissemine a cultura de que informação é valor e valor deve ser compartilhado. Quantas vezes um programador fica horas tentando resolver um pequeno <em>bug</em> no sistema quando tudo que ele precisaria seria averiguar, dentro do repositório da empresa, se alguém documentou fato semelhante àquele que ele agora enfrenta? Sim, porque soluções externas podem ser encontradas mas nem sempre servem bem à sua empresa ou tem permissão para serem utilizadas por terceiros.</p>
<p>E, por fim, incentive a comunicação real entre os membros de sua equipe. Se alguém sai, vai para outra área, outro projeto, exija o correto alinhamento da informação, das apresentações e, digamos, do “aclimatamento” daquele que deverá assumir o posto deixado para trás. De nada adianta um maravilhoso sistema de gerenciamento de informações, cheio de fluxos e capacidade de armazenamento, se as pessoas no seu time se vêem como concorrentes ou agem sob a égide do “não-tenho-mais-nada-a-ver-com-isso.”</p>
<p>Quantas empresas compram sistemas de CRM (<em>customer relationship management</em>) porque “querem conhecer melhor seu cliente” e se esquecem que, se não criarem uma cultura de relacionamento com o cliente em seus funcionários, elas não chegarão a lugar algum. Muito pelo contrário – terão gasto alguns milhares de dólares num software que não fará muita diferença, e talvez até crie problemas, para seus negócios. Então vamos manter em mente que qualquer sistema instalado será, em qualquer instância, gerenciado, manuseado e mantido por <em>pessoas</em>.</p>
<p>Vamos então construir pontes, minha gente, pontes&#8230; e não obstáculos.</p>
Number of View :810]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como lidar com centenas de e-mails, pendências e informações recebidas no dia a dia</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/como-lidar-com-centenas-de-e-mails-pendencias-e-informacoes-recebidas-no-dia-a-dia/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 11:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Mancini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[avalanche]]></category>
		<category><![CDATA[conference call]]></category>
		<category><![CDATA[emails]]></category>
		<category><![CDATA[gestão do conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[informações]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>
		<category><![CDATA[pendencias]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[reuniões]]></category>
		<category><![CDATA[smartphone]]></category>
		<category><![CDATA[tablet]]></category>
		<category><![CDATA[tarefas]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Vivemos um paradoxo no mundo moderno, onde a tecnologia, principal aliada para poder processar informações mais rapidamente, também criou uma cruel realidade, assoberbando os profissionais com toneladas de informações e pendências.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos um paradoxo no mundo moderno, onde a tecnologia, principal aliada para poder processar informações mais rapidamente, também criou uma cruel realidade, assoberbando os profissionais com toneladas de informações e pendências. Recebemos centenas de emails, participamos de várias reuniões, presenciais e virtuais, <em>conference calls</em> e estamos expostos a uma quantidade enorme de informações que, para a maioria dos profissionais, torna sua vida um caos, em meio a, cada vez mais, pendências e coisas para serem feitas.</p>
<p>A maioria das pessoas nem se dá conta disto, e segue sua vida, invariavelmente dedicando-se cada vez mais horas, na difícil tarefa de dar conta de tudo o que tem pra ser feito, e, muitos se frustram, pois se vêem em meio a problemas “urgentes”, que tem que ser resolvidos aqui e agora, e novas pendências, que hoje estão na categoria de “importantes”, virarão os problemas “urgentes” do amanhã, e assim a roda viva parece não ter fim.</p>
<p>Só há uma solução para isto: mudar nossas atitudes, nos disciplinarmos, aprendermos a dizer “não” e assumir apenas os compromissos que podemos realmente cumprir, e, em paralelo, nos organizarmos, definirmos claramente nossos objetivos pessoais e profissionais e planejarmos nosso dia a dia em função dos mesmos, utilizando a tecnologia a nosso favor, tornando-nos mais produtivos pessoalmente, mais equilibrados e mais felizes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dicas para lidar melhor com centenas de e-mails diários na caixa de entrada, pendências e a avalanche de informações recebidas no dia a dia:</strong></p>
<ol>
<li>Tenha em mente que <strong>organização é uma habilidade como outra qualquer e pode ser aprendida</strong> com um pouco de persistência e disciplina;</li>
<li><strong>Registre sempre!</strong> Não dependa de sua mente lembrar o que você deve fazer. Use as listas de tarefas do MS Outlook, IBM Lotus Notes ou do Google Tasks (ou algum Applicativo de seu Smartphone ou Tablet que dê conta de organizar suas tarefas);</li>
<li><strong>Defina claramente seus objetivos</strong> pessoais e profissionais <strong>e use-os para priorizar</strong> o que fazer, bem como para criar e organizar todas as suas informações;</li>
<li><strong>Seu dia tem um limite de horas!</strong> Organize seu calendário para conter seus compromissos importantes, atrelados a seus objetivos profissionais e pessoais;</li>
<li><strong>Evite interrupções</strong> e aprenda a dizer &#8220;não&#8221;, educando as pessoas ao seu redor, para que elas saibam que isto não é uma ofensa pessoal, mas sim uma necessidade para se trabalhar com foco e ser produtivo;</li>
<li>Comprometa-se somente com <strong>aquilo que puder cumprir</strong>;</li>
<li><strong>Planeje</strong> antecipadamente as atividades de seu dia;</li>
<li>Reserve <strong>dois ou três curtos períodos durante o dia para ver e responder emails</strong>. Evite ficar o tempo todo acompanhando emails, exceto em casos urgentes ou situações onde esta seja a principal função de seu cargo;</li>
<li>Tenha seus <strong>contatos sempre organizados e atualizados</strong>, facilitando o acesso às pessoas e informações e fomentando o networking;</li>
<li>Tenha um <em>smartphone</em>, com as<strong> informações sincronizadas com seu computador</strong>, para poder acessar as informações rapidamente, onde e quando precisar;</li>
<li><strong>Revise semanalmente s</strong>uas pendências e planeje a semana seguinte.</li>
<li>Cuida de sua vida pessoal: família, filhos, lazer, saúde, finanças, espiritualidade, vida social. <strong>Dedique tempo para aquilo que quer construir em sua vida</strong>.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
Number of View :1224]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Utilizando BPM na Gestão Cultural</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/utilizando-bpm-na-gestao-cultural/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 13:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexander Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[bpm]]></category>
		<category><![CDATA[bpm. soa]]></category>
		<category><![CDATA[BPMS]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[gerencia de projetos]]></category>
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		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
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		<category><![CDATA[SOA]]></category>
		<category><![CDATA[soap]]></category>
		<category><![CDATA[ti]]></category>

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		<description><![CDATA[Dificuldades culturais são bastante comuns em diversas empresas, muitas dificuldades técnicas se curvam diante de situações como essas. Principalmente em dias onde possuímos diversas  gerações  produzindo em conjunto, inclusive particularmente, não gosto muito do termo conflito de Gerações, até bastante usado por mim em outrora.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dificuldades culturais são bastante comuns em diversas empresas, muitas dificuldades técnicas se curvam diante de situações como essas. Principalmente em dias onde possuímos diversas  gerações  produzindo em conjunto, inclusive particularmente, não gosto muito do termo conflito de Gerações, até bastante usado por mim em outrora. Atualmente prefiro chamar de produção com gerações distintas. Mas deixamos esse assunto para depois. Dentro desse cenário,  diversas são as técnicas de gestão utilizadas, mas vamos falar um pouco sobre uma metodologia bastante técnica que pode contribuir muito para produtividades em ambientes com culturas e gerações mistas. O BPM<em> (Business Process Modeling) ou </em>Modelagem de Processos de Negócios. “Quando utilizamos a filosofia de Gestão de Processos em nossa empresa sem ter como principal objetivo relacionar a modelagem de sistemas de TI”, estaremos no caminho  mais acertado para a alta produtividade em cenários de conflitos culturais e de gerações.</p>
<p>Quando falamos em BPM tentamos traduzir os processos de uma empresa em fluxos de informação, e não simplesmente modelados por sistemas.</p>
<p>Nessa filosofia os processos são pensados e definidos independentes da construção do sistema, desta forma é possível interagir produtivamente com todos os envolvidos nas rotinas e processos levando em conta a contribuição de cada profissional, e os processos a partir de então definidos podem quebrar paradigmas e conceitos ultrapassados ou mesmo modernos de mais para a realidade da empresa em questão, criando um conceito de colaboração produtiva e mútua muito eficiente, sendo possível utilizar sistemas prontos internos em um segundo momento, que já possuem seu ciclo de vida bem definido, para automatizar processos agora definidos do ponto de vista da gestão do negócio da companhia.  Um gancho para uma implantação de Workflow será montado com base em processos bem definidos, a própria possibilidade e viabilidade de uma implantação de automação dos fluxos de informação e processos, já coloca a organização em uma situação privilegiada e diferenciada no mercado, auxiliando definitivamente ao processo produtivo em conjunto das mais variadas culturas e geração que possam existir na empresa. Importante lembrar que não são as implantações dessas metodologias ou ferramentas que contribuem para essa homogeneidade e sim o processo de implantação delas.</p>
<p>Obviamente que um processo desse tipo deve ser implantado com orientação profissional específica, empresas com esse perfil de conflitos, dificilmente vai possuir em seu quadro atual de colaboradores esses especialistas, principalmente se for de pequeno porte, esse apoio poderá ser um consultor externo, ou mesmo uma nova contratação. Antes de tudo é preciso avaliar dentro da empresa se existe alguém com perfil e comprometido para atuar nesse papel. Mesmo quando a função for liderada internamente é bom auxilio técnico externo, mesmo que pontual, pois é princípio da gestão de conhecimento eficaz.</p>
<p>Forte abraço, até a próxima.</p>
Number of View :1063]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A fórmula da coca-cola e as patentes de TI</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/03/a-formula-da-coca-cola-e-as-patentes-de-ti/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 13:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[coca-cola]]></category>
		<category><![CDATA[patentes]]></category>
		<category><![CDATA[ti]]></category>
		<category><![CDATA[TIC]]></category>

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		<description><![CDATA[Incrivelmente nos últimos anos temos vistos algumas batalhas judiciais envolvendo patentes, seja algum sofware ou mesmo por algum componentes de hardware criado, ou mesmo ainda em fase de pesquisa, mas que futuramente poderia representar alguns milhões ou bilhões para as empresas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Incrivelmente nos últimos anos temos vistos algumas batalhas judiciais envolvendo patentes, seja algum sofware ou mesmo por algum componentes de hardware criado, ou mesmo ainda em fase de pesquisa, mas que futuramente poderia representar alguns milhões ou bilhões para as empresas.</p>
<p>Refletindo profundamente sobre o assunto, chegamos á conclusão que a briga ainda levará anos para ter uma solução plausível, e que acima de tudo não infrinja o direto da criatividade.</p>
<p>Patentes são afinal um bem necessário, ou mais uma faca de dois gumes? Pensem na seguinte conjectura: Se em meados do século XVIII houvesse a guerra das patentes, hoje, teríamos apenas alguns modelos de carros e  um único fabricante.</p>
<p>Ao mesmo tempo que fecho a minha tecnologia afim de protegê-la, dou direto que outros inventos também fiquem nas sombras, portanto está ai a faca de dois gumes.</p>
<p>Voltando ao exemplo anterior, imaginem se tivessem criado patentes sobre o motor a combustão, na descoberta da penicilina? Como seria o hoje o nosso mundo?</p>
<p>As descobertas atuais e até mesmo as mais antigas, reutilizam conceitos afim de recriar inovações quase que diariamente, e como criar um bloqueio para isso? É como dizer que em 1880 o  uso de trens á vapor, estava afetando a industria de ferraduras.</p>
<p>Não dá para bloquear o que não se pode mensurar. Será que estamos com tecnologias do século XXI, mas com a mentalidade do século XV? Fingir que as patentes vão criar um escudo, é o mesmo que achar que tirar coelho da cartola será uma mágica revolucionará pelos próximos 20 séculos.</p>
<p>A busca por inovação surge de grandes empresas, ou mesmo de garotos nas suas garagens.</p>
<p>Busquem se afugentar destas batalhas, o mundo nunca ficará preso a uma única visão de negócio.</p>
<p>O que estou dizendo prova-se na história do mundo em diversas áreas, como na época dos romanos que achavam ser o maior império da terra e ainda assim, tiveram que provar o gosto amargo de Genghis Khan criando um território 4x maior com outras fórmulas de conquista.</p>
<p>O mundo se prova sempre flexível quando há bloqueios, mas enfrentamos uma nova onda, e as impressões e soluções para este caso são muitas, mas resta a criatividade de muitos determinar se realmente faz sentido utilizar de um método injusto, para provar que receitas devem ser guardadas no fundo do &#8220;baú da vovó&#8221;.</p>
<p>Como apresentado no título deste artigo, a única fórmula que tem se consolidado durante os últimos 50 anos, tem sido á da COCA-COLA, e é justamente isso que a tecnologia tem tentando se equalizar, mas vejamos como é incrédula essa fórmula. Enquanto a primeira nunca muda sua fórmula, a evolução da tecnologia é praticamente diária.</p>
<p>Mesmo assim deveríamos entender que fórmula é diferente de patente (enquanto á fórmula é relacionada á quais ingredientes são utilizados, tempo de cozimento, graus para fervura &#8211;  as patentes estão diretamente focadas no produto final).</p>
<p>Então onde está a vantagem em termos patentes? A resposta para essa pergunta tem sido uma incógnita para mim, mas para a MICROSOFT, INTEL, APPLE e outras mais, aparentemente tem algum sentido, sentido esse que vão até mesmo contra os preceitos inicias da maioria delas, criadas dentro de garagens e sobretudo revisando produtos de grandes empresas e criando novos produtos.</p>
<p>Ao final de tudo Lavoisier estava certo: Nada se cria, nada se perde , tudo se transforma.</p>
Number of View :930]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>As qualidades de um excelente Analista de Requisitos</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/03/as-qualidades-de-um-excelente-analista-de-requisitos/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/03/as-qualidades-de-um-excelente-analista-de-requisitos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 17:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Hatano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[analista de requisitos]]></category>
		<category><![CDATA[características]]></category>
		<category><![CDATA[cargo]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[qualidades]]></category>

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		<description><![CDATA[O analista de requisitos é o analista de sistemas responsável por extrair e especificar em documentos formais o que o sistema deve fazer. Ou seja, é a pessoa que entrevista os futuros usuários do sistema, entende qual o problema a ser automatizado, o que pode ser melhorado, descreve em documentos formais como o sistema deve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O analista de requisitos é o analista de sistemas responsável por extrair e especificar em documentos formais o que o sistema deve fazer. Ou seja, é a pessoa que entrevista os futuros usuários do sistema, entende qual o problema a ser automatizado, o que pode ser melhorado, descreve em documentos formais como o sistema deve se comportar de acordo com cada ação do usuário para, posteriormente, serem projetados e codificados pela equipe de desenvolvimento.</p>
<p>Logo de início, vemos que este profissional atenderá pelo menos duas frentes. A do usuário solicitando como o sistema deve funcionar e da equipe de desenvolvimento pedindo informações mais detalhadas para a elaboração do sistema.</p>
<p>Vejo no mercado muitos profissionais que decidiram ser analista de requisitos por não gostar de programar ou não entender direito sobre desenvolvimento de software, mesmo sendo um analista de sistemas formado. Realmente este perfil parece ser o que menos exige no conhecimento da tecnologia, mas para ser um excelente analista de requisitos, é de extrema importância entender de arquitetura, de modelagem de banco de dados, orientação a objetos (se for o caso), das limitações tecnológicas, etc. Digo isso porque desta forma, esse profissional terá possibilidade de detectar problemas na modelagem do sistema, visualizar alguma mudança na arquitetura para determinada solicitação do cliente e conseguirá equilibrar o nível de detalhe que deve ser colocado na documentação (para não deixá-la muito técnica, fazendo o cliente ficar sem entender o que está descrito, nem em um nível alto demais possibilitando erros de interpretação no desenvolvimento do sistema).</p>
<p>Outra qualidade que esse profissional deve possuir é a capacidade de comunicação e de abstração. Digamos que ele deve ser quase um psicólogo para os usuários, escutá-los, entender o perfil do usuário, saber conversar, mas não deixar de ser objetivo. Conseguir extrair o desejo de um usuário muitas vezes frustrado com sistemas que não funcionam é bem complicado. Durante o levantamento de requisitos, o profissional, além de manter a atenção no que está sendo falado, deve tentar imaginar a solução que melhor se adequa ao negócio do cliente e que seja possível desenvolver sem problemas, de acordo com a tecnologia adotada. Quando o usuário está explicando o que o sistema deve fazer, o profissional deve conseguir enxergar possíveis problemas, impactos, modelos, protótipos, conexões com outros sistemas existentes, etc.</p>
<p>Mas por que isso tudo? Sabemos que o quanto antes os problemas forem detectados será mais barato e mais fácil resolvê-los. Ter um nível superficial de requisitos do sistema acarreta um risco maior de, quando formos detalhar os requisitos no desenvolvimento, aparecerem problemas não antes detectados. Aí já será tarde demais e poderá piorar nos casos em que a equipe começa a se desentender, com os desenvolvedores culpando os analistas de requisitos e vice-versa. Isso parece familiar?</p>
<p>Não estou afirmando que um analista de requisitos deve entender sobre tudo e detectar todos os problemas com antecedência. Apenas tentando explicar que se esse profissional tiver interesse em ser excelente, deve se esforçar para possuir essas qualidades. Com certeza essa ação trará resultados bem surpreendentes.</p>
<p>Para tentar provocar ainda mais a discussão podemos ver que um analista de requisitos que possui essas qualidades citadas acima pode estar criando um caminho natural (mas não menos árduo) para, no futuro, galgar o perfil de gerente de projetos. Isso não é uma regra, mas veja que muitos atributos citados anteriormente como boa comunicação, relação interpessoal, capacidade de vislumbrar soluções, entender da tecnologia e procurar riscos e oportunidades é inerente ao perfil de gerente de projetos. Que tal?</p>
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		<title>Razões erradas para adquirir Ferramentas Informatizadas de Gestão</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 11:28:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walmir Basevic</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Processos]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[BA]]></category>
		<category><![CDATA[BI]]></category>
		<category><![CDATA[CRM]]></category>
		<category><![CDATA[erp]]></category>
		<category><![CDATA[ferramenta]]></category>
		<category><![CDATA[ferramenta informatizada de gestão]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[SRM]]></category>

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		<description><![CDATA[Em minha carreira de vários anos trabalhando como Consultor de TI voltado a Ferramentas Informatizadas de Gestão deparei-me com inúmeros motivos pelos quais as empresas buscam, selecionam, adquirem, implantam e, na maioria das vezes, se decepcionam com estas ferramentas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem diversos motivos para se adquirir uma, ou várias, Ferramenta Informatizada de Gestão (ERP, CRM, PSA, SRM, PLM, BI, BA, ou qualquer outra combinação de letras com algum significado em inglês), e alguns destes, normalmente os mais atrativos, são os errados!</p>
<p>Em minha carreira de vários anos trabalhando como Consultor de TI voltado a Ferramentas Informatizadas de Gestão deparei-me com inúmeros motivos pelos quais as empresas buscam, selecionam, adquirem, implantam e, na maioria das vezes, se decepcionam com estas ferramentas. A decepção ocorre, normalmente, porque as necessidades que levaram ao processo de compra e implantação da ferramenta não podem ser satisfeitas por esta. E, assim, a expectativa de solução transforma-se em frustração, raiva, sentimento de ter sido enganado, etc..</p>
<p>Os principais equívocos se dão quando a direção da empresa que está adquirindo a ferramenta espera que esta compra lhe traga algum, ou vários, dos seguintes benefícios:</p>
<ul>
<li>Aumento na quantidade de produtos e/ou serviços vendidos;</li>
<li>Aumento do valor médio das vendas;</li>
<li>Incremento na qualidade dos profissionais da empresa;</li>
<li>Desenvolvimento de melhores produtos e/ou serviços;</li>
<li>Implementação das Melhores Práticas de Mercado e/ou o estabelecimento de processos internos mais organizados, ágeis e produtivos, alinhados às necessidades da empresa;</li>
<li>Etc.</li>
</ul>
<p>Vou agora demonstrar porque nenhum destes benefícios pode ser alcançado simplesmente pelo uso de uma Ferramenta Informatizada de Gestão.</p>
<p>Em primeiro lugar porque uma ferramenta não tem o poder mágico de mudar qualquer resultado que seria possível de alcançar/realizar sem ela, ela apenas permite que se obtenham os mesmo resultados com um esforço ou tempo menores que os despendidos na execução manual.</p>
<p>O aumento na quantidade de produtos e/ou serviços vendidos ou o aumento do valor médio das vendas não podem ser obtidas pela implantação de um CRM (Customer Relationship Management), uma vez que o CRM não vai aumentar a visibilidade de sua empresa no mercado (função do marketing), nem melhorar a qualidade do produto ou serviço (função de diversas áreas da empresa), nem melhorar a distribuição (logística) ou a posição no ponto de venda (marketing), nem aprimorar o relacionamento entre sua empresa e os clientes (vendas e suporte), pois todas estas variáveis importantes para o incremento das vendas dependem de pessoas, e não das ferramentas que estas utilizam.</p>
<p>O incremento na qualidade dos profissionais da empresa não depende de uma ferramenta de recursos humanos, mas sim da conscientização da Direção da Empresa de que seus profissionais devem ser mais bem selecionados (RH), capacitados (RH), gerenciados e medidos (gestão e diretoria), e ter sua motivação mantida (não acredito que alguém possa ser motivado de fora para dentro) e direcionada pela Cultura da empresa. Todas estas ações dependem de pessoas, e não das ferramentas que estas utilizam.</p>
<p>O desenvolvimento de melhores produtos e serviços não depende de uma ferramenta de PLM (Product Lifecicle Management), mas sim de compreender o que o clientes necessitam (marketing) e de oferecer melhores produtos (engenharia) e serviços que atendam a estas necessidades. Novamente, estas ações dependem de pessoas, e não das ferramentas que estas utilizam.</p>
<p>A implementação das “Melhores Práticas de Mercado” e/ou o estabelecimento de processos internos mais organizados, ágeis e produtivos, alinhados às necessidades da empresa não dependem de um ERP (Enterprise Resource Planning), de um CRM, de um SRM (Supplier Relationship Management), de um SCM (Supply Chain Management) ou de qualquer outra ferramenta, pois as tão difundidas “Melhores Práticas de Mercado” são apenas um conjunto de processos padronizados e que procuram atender de forma uniforme a toda e qualquer empresas, sem considerar as características específicas de cada uma e seus diferenciais que a tornam única perante seus clientes e que garantem seu sucesso no longo prazo. Estas “Melhores Práticas de Mercado” nada mais são que as práticas genéricas ensinadas como básicas a qualquer aluno de qualquer curso superior de administração, e podem, no máximo, garantir que sua empresa esteja alinhada com a “performance” média do mercado, o que pode ser ótimo se você não possui qualquer processo, mas que tornará sua empresa apenas mais uma no médio ou longo prazo. Analisando este ponto por outro foco acredito ser impossível a existência de uma empresa em que não existam processos e procedimentos estabelecidos, com maior ou menor grau de eficiência e que, em muitos casos, dependem apenas de uma avaliação ampla e profunda para que sejam tornados mais eficientes e continuem garantindo o suporte necessário ao crescimento da empresa. E esta análise dos processos atuais e a proposição de melhorias NÃO é função de consultores de implantação de qualquer Ferramenta Informatizada de Gestão, uma vez que são especialistas na ferramenta, e não em análise e melhoria de processos, os quais dependem, muitas vezes, de conhecimento profundo da área de atuação da empresa, de suas características específicas, da legislação a qual esta submetida, da concorrência, etc.. Assim, para obter os resultados esperados neste ponto, contrate profissionais de processos e administração especializados em sua área de atuação para que estes auxiliem e orientem a equipe de sua própria empresa, uma vez que ninguém conhece melhor as características de sua empresa que sua própria equipe!</p>
<p>Você pode estar se perguntando por que nenhum vendedor de Ferramenta Informatizada de Gestão te apresentou estes argumentos. Os motivos são:</p>
<ul>
<li>Ele é cobrado por vender, e te apresentar estes argumentos postergarão a venda para quando sua empresa necessitar de uma ferramenta e estiver preparada para adquiri-la;</li>
<li>Ele é especialista em Ferramentas Informatizadas de Gestão, e como diz o ditado “Para quem só conhece martelo, qualquer parafuso é prego!”;</li>
<li>Ele é cobrado por vender, e te apresentar estes argumentos postergarão a venda para quando sua empresa necessitar de uma ferramenta e estiver preparada para adquiri-la;</li>
<li>Se você está buscando uma Ferramenta Informatizada de Gestão você provavelmente vai adquiri-la qualquer que seja o argumento que o vendedor te apresente, pois você não entenderá estes argumentos do vendedor e imaginará que ele está os apresentando apenas porque a ferramenta que ele representa não pode atender às suas necessidades e que as dos concorrentes podem;</li>
<li>Ele é cobrado por vender, e te apresentar estes argumentos postergarão a venda para quando sua empresa necessitar de uma ferramenta e estiver preparada para adquiri-la.</li>
</ul>
<p>Depois de todos estes argumentos espero que você que está buscando uma, ou mais, Ferramenta Informatizada de Gestão não caia na armadilha de tentar resolver um problema com a ferramenta errada, pois na maioria das vezes apenas ações com seu pessoal darão o resultado esperado, sem a aquisição de qualquer produto.</p>
<p>Em resumo, tenha certeza que o que você necessita é de uma ferramenta e, só então, se prepare para selecioná-la de maneira consciente, pois esta será sua por um longo tempo!</p>
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