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	<title>TI Especialistas &#187; Mobilidade</title>
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		<title>Qual anti-malware você usa em seu Smartphone? Nenhum? Hora de repensar&#8230;</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/qual-anti-malware-voce-usa-em-seu-smartphone-nenhum-hora-de-repensar/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 11:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Abner Biasotto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o crescente uso de smartphones, tanto para uso pessoal quanto corporativo, também tem crescido o número de malwares para esses dispositivos e especialistas dizem que 2012 vai ser o ano de ataque a smartphones. Criminosos seguem os usuários, o que significa que quanto mais pessoas fazem transações com seus smartphones, criminosos vão crescentemente alvejar esse tipo de plataforma.
De acordo com dados da Trend Micro, cerca de 129.000 malwares foram detectados no final de 2011 somente para Android (o número atual ultrapassa os 3 milhões) e a tendência é crescente. Grande problema: grande maioria dos usuários de smartphone não verificam quais as permissões que os aplicativos terão ao serem instalados. Por qual motivo uma aplicação de música lhe pediria acesso a sua agenda pessoal ou acesso à internet? Mesmo pela Google Play (loja oficial de aplicativos do Android) foram detectados aplicativos que continham malware. Nem o próprio Android Bouncer – software anti-malware da Google que “varre” os aplicativos em busca de softwares maliciosos; consegue ser 100% eficaz no trabalho de remoção. No começo de Maio, 17 aplicativos continham código malicioso chamado Plankton que serve para tornarem os aparelhos parte de redes zumbis (aguardando comando dos servidores de controle).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o crescente uso de smartphones, tanto para uso pessoal quanto corporativo, também tem crescido o número de malwares para esses dispositivos e especialistas dizem que 2012 vai ser o ano de ataque a smartphones. Criminosos seguem os usuários, o que significa que quanto mais pessoas fazem transações com seus smartphones, criminosos vão crescentemente alvejar esse tipo de plataforma.</p>
<p><a href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/qual-anti-malware-voce-usa-em-seu-smartphone-nenhum-hora-de-repensar/sick_android/" rel="attachment wp-att-17244"><img class="size-thumbnail wp-image-17244 alignright" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/05/Sick_Android-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>De acordo com dados da Trend Micro, cerca de 129.000 malwares foram detectados no final de 2011 somente para Android (o número atual ultrapassa os 3 milhões) e a tendência é crescente. Grande problema: grande maioria dos usuários de smartphone não verificam quais as permissões que os aplicativos terão ao serem instalados. Por qual motivo uma aplicação de música lhe pediria acesso a sua agenda pessoal ou acesso à internet? Mesmo pela Google Play (loja oficial de aplicativos do Android) foram detectados aplicativos que continham malware. Nem o próprio Android Bouncer – software anti-malware da Google que “varre” os aplicativos em busca de softwares maliciosos; consegue ser 100% eficaz no trabalho de remoção. No começo de Maio, 17 aplicativos continham código malicioso chamado Plankton que serve para tornarem os aparelhos parte de redes zumbis (aguardando comando dos servidores de controle).</p>
<p>O estrago que esses malwares causam, quando o assunto é smartphone para uso pessoal, é o mesmo que usando o seu laptop no conforto de sua casa – roubo de identidade, dados bancários, acesso às suas informações pessoais, fotos, videos, etc. Quando o assunto é uso corporativo, as consequências podem ser ainda mais drásticas. E não estou tratando de BYOD, mas sim de aparelhos homologados por sua empresa e com conexão segura para leitura de e-mails, troca de informações sigilosas, financeiras, etc.<a href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/qual-anti-malware-voce-usa-em-seu-smartphone-nenhum-hora-de-repensar/smartphone-malware/" rel="attachment wp-att-17245"><img class="alignright size-full wp-image-17245" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/05/Smartphone-malware.jpeg" alt="" width="240" height="180" /></a><br />
Gestores de TI tem, cada vez mais, se preocupado com a forma como os funcionários fazem a conexão à rede corporativa e seguindo a demanda cada vez maior de mobilidade e agilidade para os negócios. Estratégia é um quesito fundamental em se tratando de mobilidade e segurança – uso de autenticação de 2 fatores, criptografia e, claro, instalação de um sistema anti-malware.</p>
<p>Em comparação, usar um smarthphone sem um software anti-malware é como plugar seu desktop/laptop na internet sem firewall ou antivirus. Porque ainda fazer isso com seu smarthphone, já que ele fica acessível via internet? Há vários softwares disponíveis no mercado: Kaspersky, Nortol, McAfee, F-Secure, AVG e muitos outros já bem conhecidos pelos usuários de desktops e laptops.</p>
<p>Além de um bom sistema anti-malware, aplicativos de Sandbox também são muito interessantes para evitar problemas, já que criam ambientes virtuais seguros para abrir arquivos. Pesquise, compare, instale e proteja-se.</p>
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		<title>Email no celular: algumas regras básicas</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/email-no-celular-algumas-regras-basicas/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 11:24:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Mancini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Conhecimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia Social]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando os primeiros celulares surgiram no Brasil no início de década de 90, eles só serviam para uma coisa: falarmos com alguém sem estarmos amarrados ao fio do telefone. Duas décadas depois, nossos celulares viraram uma central de comunicação móvel e entretenimento – viraram smartphones que nos permitem enviar e receber mensagens de texto, ler e enviar e-mails, fazer conferência e videoconferência, usar como ramal móvel no nosso escritório, gravar notas e lembretes, fora toda a gama de jogos, TV digital, músicas, vídeos e aplicativos para todos os gostos.

Temos realmente computadores em nossas mãos hoje em dia. O problema é que, em termos de comunicação, em geral não fomos “treinados” para viver neste novo mundo, com comunicação disponível em qualquer lugar. Por isto seguem algumas dicas:

Uso da ferramenta de comunicação correta: Sugira a criação na empresa ou no seu time de trabalho de um código de comunicação onde se defina claramente e de forma simples quais as melhores práticas de comunicação esperadas e que meios de comunicação devem ser usados, em quais situações e quais os prazos de resposta esperados para cada meio. Exemplo:

• assuntos urgentes, prefira um contato pessoal;
• Se não encontrar a pessoa, ligue ou envie SMS - retorno previsto: no máximo 2 horas;
• Para informar algo ou solicitações não urgentes, envie um e-mail – retorno previsto: 24 horas.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando os primeiros celulares surgiram no Brasil no início de década de 90, eles só serviam para uma coisa: falarmos com alguém sem estarmos amarrados ao fio do telefone. Duas décadas depois, nossos celulares viraram uma central de comunicação móvel e entretenimento – viraram smartphones que nos permitem enviar e receber mensagens de texto, ler e enviar e-mails, fazer conferência e videoconferência, usar como ramal móvel no nosso escritório, gravar notas e lembretes, fora toda a gama de jogos, TV digital, músicas, vídeos e aplicativos para todos os gostos.</p>
<p>Temos realmente computadores em nossas mãos hoje em dia. O problema é que, em termos de comunicação, em geral não fomos “treinados” para viver neste novo mundo, com comunicação disponível em qualquer lugar. Por isto seguem algumas dicas:</p>
<p>Uso da ferramenta de comunicação correta: Sugira a criação na empresa ou no seu time de trabalho de um código de comunicação onde se defina claramente e de forma simples quais as melhores práticas de comunicação esperadas e que meios de comunicação devem ser usados, em quais situações e quais os prazos de resposta esperados para cada meio. Exemplo:</p>
<p>• assuntos urgentes, prefira um contato pessoal;<br />
• Se não encontrar a pessoa, ligue ou envie SMS &#8211; retorno previsto: no máximo 2 horas;<br />
• Para informar algo ou solicitações não urgentes, envie um e-mail – retorno previsto: 24 horas.</p>
<p>Sobre e-mails: A maioria de nós recebe uma quantidade cada vez maior de e-mails, e muitos deles poderiam ser evitados. Dar conta destes e-mails parece cada dia mais difícil, e mesmo em um smartphone selecionar quais dos 100 ou 200 e-mails devem ser lidos primeiro é uma tarefa árdua&#8230; Para melhorar a comunicação com e-mails, algumas ações e pequenas mudanças de comportamento podem ser de grande valia.</p>
<p>Escrevendo e-mails: Se você vai enviar um e-mail, primeiro tenha em mente que e-mail é uma comunicação apenas escrita, e por isto é um meio “pobre” de comunicação. Mais de 90% da comunicação humana está no visual, nos gestos e na entonação de voz. Portanto, tenha certeza de que sua comunicação por e-mail é a forma mais eficaz de comunicar o que você quer e de ter a resposta que precisa. Se realmente for escrever um e-mail, observe estas dicas:</p>
<p>• Seja objetivo na comunicação. Menos palavras e mais direto ao ponto.<br />
• Releia o que escreveu antes de enviar.<br />
• Veja se está claro o que você quer, se colocou as pessoas corretas no e-mail, e SOMENTE elas.<br />
• Se precisa de algo, digo o que precisa, de quem precisa e principalmente para quando precisa.<br />
• Coloque um título/assunto claro no e-mail. A dica aqui é deixar para colocar o assunto por último, depois de ter escrito o e-mail.<br />
• Nunca escreva e-mails em estado emocional muito alterado. Palavras escritas de forma emocional podem causar grandes confusões. E tenha consciência de que o que você escreveu poderá ser lido por quem recebe a qualquer momento, e o estado emocional de quem recebe é um aspecto sobre o qual você não tem controle.<br />
• Não copie todo mundo. Muita gente adora copiar o chefe em tudo, só que a maioria deles acha que recebe muitos e-mails desnecessários dos subordinados, portanto, cheque com seu chefe que tipo de e-mail ele quer receber cópia.</p>
<p>E-mail no celular:</p>
<p>o Use seu Smartphone para ler e-mails mais urgentes e e-mails que precisem de respostas muito rápidas.<br />
o Use também para apagar aqueles que são desnecessários (e spams, é claro).<br />
o Deixe para responder e-mails que precisam de respostas mais elaboradas para momentos em que você tenha mais tempo, ou até prefira respondê-los através de seu computador.<br />
o Leia e-mails no celular apenas em momentos em que não esteja fazendo outra coisa.<br />
o Nunca leia e-mails quando estiver dirigindo ou fazendo qualquer atividade de risco.<br />
o Se estiver almoçando ou em reunião com outras pessoas, priorize as pessoas e deixe o celular para depois. Se estiver esperando algo urgente, comunique de antemão às pessoas que estão com você de que talvez você precise responder rapidamente algo urgente que está esperando.<br />
o Desative o alerta de chegada de novo e-mail no celular (e no computador também). Isso só serve para lhe tirar do foco do que está fazendo.<br />
o Para fácil identificação, adicione no início do título/assunto do e-mail um código de comunicação que seja de conhecimento de todos da equipe. Este código pode incluir siglas, indicando a ação a ser tomada, como por exemplo:</p>
<p>• AR: Ação Requerida<br />
• RR: Resposta Requerida<br />
• PSI: Para Sua Informação. Assume-se que quem está em cópia ou oculto é SEMPRE PSI; somente pessoas no para deveriam ter ações ou respostas requeridas.<br />
• OK: Resposta positiva para algum assunto enviado anteriormente.</p>
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		<title>Chromebook: O laptop do futuro já nasceu morto. Você ainda vai ter um!</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/chromebook-o-laptop-do-futuro-ja-nasceu-morto-voce-ainda-vai-ter-um-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 13:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>L.Midas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
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		<description><![CDATA[Dia desses, apareceu-me um legítimo Chromebook: Um Samsung Series 5, branquinho. Bonitinho o bichinho. A primeira surpresa aconteceu justamente ao tentar abri-lo. O símbolo Chrome e o logo Samsung são colocados ao contrário o que leva todos os incautos a tentarem abrir a máquina pelo lado errado. Fora isso, nada muito diferente de um laptop comum. Peso, tamanho, tela, teclado, tudo igualzinho. Nas entranhas, armazenamento em estado sólido (não tem HD convencional) de meros 16GB e um processador Intel Atom não impressionam. O preço, muito menos: 1 mil reais. Mãos à obra, o setup inicial lembrou-me muito o processo de inicialização do Windows de um laptop convencional. Demoradíssimo, com poucas indicações de progresso (por vezes achei que havia travado), boot, reboot, boot de novo, reboot de novo, finalmente o tal Chromebook estava pronto.

Em resumo, trata-se de um computador que usa um sistema operacional proprietário para desembocar no navegador Chrome. É isso, você como usuário só tem o browser e mais nada. Obviamente, funciona otimamente com o Google Apps e até mesmo com o Office 365 da Microsoft. Offline, o dito toca mp3, vídeos avi, fotos em JPG e... é só. Teoricamente, um computador “perfeito” sem vírus, sem ter que instalar nenhum software. Pense bem: Quando foi a última vez que você utilizou um PC sem estar conectado à internet?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia desses, apareceu-me um legítimo <a href="http://www.amazon.co.uk/Samsung-Series-Chromebook-Arctic-White/dp/B0054WOVRW">Chromebook: Um Samsung Series 5</a>, branquinho. Bonitinho o bichinho. A primeira surpresa aconteceu justamente ao tentar abri-lo. O símbolo Chrome e o logo Samsung são colocados ao contrário o que leva todos os incautos a tentarem abrir a máquina pelo lado errado. Fora isso, nada muito diferente de um laptop comum. Peso, tamanho, tela, teclado, tudo igualzinho. Nas entranhas, armazenamento em estado sólido (não tem HD convencional) de meros 16GB e um processador Intel Atom não impressionam. O preço, muito menos: 1 mil reais. Mãos à obra, o setup inicial lembrou-me muito o processo de inicialização do Windows de um laptop convencional. Demoradíssimo, com poucas indicações de progresso (por vezes achei que havia travado), boot, reboot, boot de novo, reboot de novo, finalmente o tal Chromebook estava pronto.</p>
<p>Em resumo, trata-se de um computador que usa um sistema operacional proprietário para desembocar no navegador Chrome. É isso, você como usuário só tem o browser e mais nada. Obviamente, funciona otimamente com o Google Apps e até mesmo com o Office 365 da Microsoft. Offline, o dito toca mp3, vídeos avi, fotos em JPG e&#8230; é só. Teoricamente, um computador “perfeito” sem vírus, sem ter que instalar nenhum software. Pense bem: Quando foi a última vez que você utilizou um PC sem estar conectado à internet?</p>
<p>Na prática, a história é outra. O browser Chrome não suporta, por exemplo, Microsoft’s Silverlight (extensivamente usado em web sites com muitos vídeos, tipo BBC) o que limita o número de web sites navegáveis em uma plataforma já restrita; o uso profissional, pelo menos para mim, é impossível (na empresa que trabalho temos vários programas proprietários);<a href="http://support.google.com/chromeos/bin/answer.py?hl=en&amp;answer=1320546&amp;topic=29010&amp;ctx=topic"> a utilização não é intuitiva</a> (custei para entender o novo conceito de “desktop”, mais ainda para me adaptar ao fato que não existe tecla de “delete”, apenas a tecla da seta no sentido contrário, aquela que apaga o caractere imediatamente à esquerda do cursor) e por aí vai.</p>
<p>No frigir dos ovos, o grande pecado da máquina é que a combinação preço/formato que não se enquadra em nenhum nicho de mercado hoje em dia. Não tem a beleza e a praticidade intuitiva de um iPad, nem a versatilidade de um laptop capaz de realizar qualquer tarefa. Acredito que no atual formato, é uma proposta sem futuro.</p>
<p>Tendo dito isso, chamou-me à atenção <a href="http://www.washingtonpost.com/business/ipad-demand-sends-taiwanese-laptop-makers-looking-for-new-strategy/2012/04/24/gIQAP7GHeT_story.html">um artigo recém-publicado</a> contando que pela primeira vez em 12 anos o mercado de PCs nos Estados Unidos sofreu um declínio. Interessante, pensei que isso tivesse ocorrido com a crise de 2009, mas aparentemente, o culpado não dessa vez não é a economia mas sim o iPad e a computação nas nuvens! A computação pessoal, até recentemente confinada ao dilema “laptop ou PC estacionário”, agora fervilha de escolhas de dispositivos de uso específico para certas ocasiões ou aplicativos: PC estacionário no escritório, laptop no sítio, telefone celular na fila, no restaurante e no banheiro, iPad em frente à TV e por aí vai. E todos utilizando os mesmos dados, esses armazenados nas diversas nuvens e sempre disponíveis em qualquer dispositivo.</p>
<p>Analisando-se por esse ângulo e sabendo-se do poder de fogo da Google e sua missão de destronar a Microsoft, vê-se que o tal Chromebook que eu tanto malhei no início do artigo na verdade está fadado a ser a máquina do futuro. Não da forma como foi concebido, mas transvestido em algum outro formato, talvez reencarnado como um micro-laptop, ou um laptop bem mais fino e leve, ou como um tablet. Ou ainda como um “docking station” onde o usuário “pluga” seu telefone e obtém um computador completo, <a href="http://gigaom.com/mobile/asus-padfone-launch-price-powers-tablet/">veja os passos nessa direção aqui</a>.</p>
<p>Sendo assim, minha conclusão é que você ainda vai ter um. Nem que seja no futuro distante, quando inevitavelmente a Google irá realizar a fusão dos dois sistemas operacionais – Android e Chrome O.S em apenas uma plataforma, convergente para tanto laptop quanto smartphones. Mas espere um pouco, não é isso que o Windows 8 promete?</p>
<p>Meus amigos, até dia 12, quando estarei no Café com Letras de BH entre 11:00 e 13:00 autografando meu romance “Redes Sensuais”, o qual já se encontra à venda na web da livraria Cultura:</p>
<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/facebook.asp?param=nitem%3D29747558-tipo%3D2-id_link%3D7621">http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/facebook.asp?param=nitem%3D29747558-tipo%3D2-id_link%3D7621</a></p>
<p>&nbsp;</p>
Number of View :713]]></content:encoded>
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		<title>A appficação</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/a-appficacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 11:11:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os smartphones e, mais recentemente, os tablets chegaram às empresas como extensão das atividades pessoais dos funcionários e estão se disseminando com muita rapidez por dentro das organizações. Pesquisas apontam que a mobilidade é um dos cinco assuntos que dominam a pauta dos CIOs.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os smartphones e, mais recentemente, os tablets chegaram às empresas como extensão das atividades pessoais dos funcionários e estão se disseminando com muita rapidez por dentro das organizações. Pesquisas apontam que a mobilidade é um dos cinco assuntos que dominam a pauta dos CIOs. Não foi à toa, portanto, que em um dos eventos em que participei com CIOs, um deles me perguntou se no futuro a Web seria dominada pelos aplicativos móveis e não seria mais aberta como hoje. Ou seja, uma World Wide Web aberta e voltada a mobilidade existirá no futuro?</p>
<p>Os números referentes ao uso de aplicativos móveis realmente impressionam. Um artigo chamado “The Web is Dead. Long Live the Internet” de Chris Anderson, publicado em 2010 na Wired, diz claramente que a WWW está em declínio e o futuro será dos aplicativos ou apps. Ele se baseou no fato que os smartphones e tablets estão se tornando rapidamente o principal elo de conexão com a Internet. Muitas pesquisas apontam um crescimento dramático no seu uso. A Cisco diz que em 2016 o tráfego de dados via smartphones e tablets será 50 vezes maior que o de hoje. A Apple, agora em março anunciou que sua App Store, criada em 2007 atingiu a marca dos 25 bilhões de apps baixados. Em dezembro de 2011 o Android Market (agora Play Store) chegou a 10 bilhões de downloads, e mantém um ritmo de mais de um bilhão de downloads por mês. Além disso algumas pesquisas já apontam que os usuários de equipamentos móveis passam a maior parte de seu tempo usando apps que acessando a Web. Este processo de “appificação”, à primeira vista,  parece inevitável, mas, sob um olhar mais atento, pessoalmente acredito que não irá acabar com a Web como  conhecemos. Vejamos se consigo passar meus argumentos adequadamente.</p>
<p>Apesar destes números impressionantes, acredito que a funcionalidade e popularidade da Web a continuará mantendo forte e saudável! Minha visão é que conviveremos com um cenário onde aplicativos fechados (modelo típico das apps) e a Web, aberta por natureza conviverão, e o elo de ligação será a computação em nuvem.</p>
<p>Embora sejam imensamente atrativas, sabemos que as apps criam um ambiente fechado, como a televisão a cabo, onde você acaba preso a um único provedor (caso da Apple) ou de um determinado ambiente operacional (Android).</p>
<p>Os apps de uso pessoal continuarão, mas à medida que se entranharem nas funções e processos de negócio se mesclarão com a Web para se tornarem aplicações mais robustas e integradas com os sistemas corporativos. Neste caso, tem mais sentido falarmos em Web (leia-se HTML5) e não em lojas proprietárias e fechadas. O modelo de “walled garden” típico das apps atuais torna-se arriscada para ambientes corporativos, pelo aprisionamento forçado a que as empresas deverão se submeter. O problema é que HTML5 ainda é um “work in progress” e teremos alguns anos pela frente antes que ele seja 100% operacional.</p>
<p>Apesar dos apps nativos aparecerem com muitas inovações e explorarem as carateristicas únicas dos equipamentos móveis como localização geográfica, reconhecimento de voz, etc, a Web deverá, nos próximos anos, evoluir na direção do HTML5 e com isso poderemos criar e utilizar recursos de vídeo, gráficos e outros (além dos recursos específicos dos smartphones e tablets, mas, estes mais no longo prazo) nas páginas da Web móvel. A evolução do HTML5 permitirá criar páginas Web com conteúdos mais dinâmicos, permitindo que criemos aplicativos baseados em navegadores (browsers) tão interessantes quanto os apps nativos, tão populares nos smartphones e tablets. Os browsers já entendem HTML5 sem necessidade de plug-ins. Alguns especialistas apontam HTML5 como de grande significância, como Hal Varian, economista chefe do Google que diz “HTML5 is going to make the Web very attractive”. Sem dúvida que a Web tem vantagens, na minha opinião, sobre os apps. Com a Web você se conecta a Web como um todo e interopera com qualquer ambiente.</p>
<p>Na prática, o usuário não quer saber se o app é nativo ou roda sob um browser, em HTML5. O que ele quer é funcionalidade e conveniência. Mas, para desenvolvedores, escrever código HTML5 permitirá uma maior facilidade de uso em diversos aparelhos, sem ficar preso as características e kits de desenvolvimento específicos para cada ambiente operacional. E nem ser obrigado a aceitar as condições de comercialização do provedor da loja de apps. No fim do dia não haverá muita diferenciação, para o usuário, entre o que será uma app nativa e um HTML5. A experiência de usar uma app nativa e uma app HTML5 sob browser será bastante similar. Em tempo, recentemente a IBM adquiriu uma empresa voltada a desenvolvimento de apps móveis, sejam nativos ou HTML5, chamada Worklight.</p>
<p>Por fim recomendo a leitura de um paper muito interessante de Tim Berners-Lee, “Long Live the Web: a call for continued open standards and neutrality”, publicado na Scientific American. Neste paper ele mostra a importância de uma Web aberta e diz que HTML5 não é apenas uma markup language, mas uma plataforma que vai permitir escrever apps muito mais interessantes e inovadoras que a permitida pela Web atual.</p>
<p>Enfim, estes são meus argumentos. Nos próximos anos veremos se estou no caminho certo ou não&#8230; comentários de vocês serão bem vindos!</p>
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		<title>Concorra a convites do evento &#8220;Novas tendências de Gestão de Negócio e Gestão de TI&#8221;</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/concorra-a-convites-do-evento-novas-tendencias-de-gestao-de-negocio-e-gestao-de-ti/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/concorra-a-convites-do-evento-novas-tendencias-de-gestao-de-negocio-e-gestao-de-ti/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 11:05:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
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		<category><![CDATA[High IT Consulting]]></category>
		<category><![CDATA[promoção]]></category>
		<category><![CDATA[ti especialistas]]></category>

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		<description><![CDATA[O TI Especialistas firmou uma parceria com a High IT Consulting e estamos levando os profissionais que acompanham nosso portal ao evento: Novas tendências de Gestão de Negócio e Gestão de TI. São somente 20 convites.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Promoção estendida. Devido a grande procura o TI Especialistas pleiteou e conseguiu junto a High IT Consulting mais 80 convites para nossos membros para o evento. Seguem as instruções para assegurar sua participação:</strong></em></p>
<p>O TI Especialistas firmou uma parceria com a <a title="High IT Consulting" href="http://www.highitconsulting.com/" target="_blank">High IT Consulting</a> e estamos levando os profissionais que acompanham nosso portal ao evento: Novas tendências de Gestão de Negócio e Gestão de TI. São somente 20 convites.</p>
<p><em><strong>Os 20 primeiros que enviarem um email para augusto@tiespecialistas.com.br com o título &#8220;Quero ir ao evento Novas tendências de Gestão de Negócio e Gestão de TI &#8221; e que curtem as páginas do TI Especialistas ( <a title="Fan Page do TI Especialistas" href="http://www.facebook.com/fan.tiespecialistas" target="_blank">www.facebook.com/fan.tiespecialistas</a> ) e da High IT Consulting ( <a title="Fan Page da High TI Consulting" href="http://www.facebook.com/highit" target="_blank">http://www.facebook.com/highit</a> ) conquistarão a oportunidade de conhecer o que há de mais novo na América Latina em Gestão de Negócio e Gestão de TI.</strong></em></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Segue o convite oficial:</strong></em></span></p>
<p>No dia 19/04 às 17 horas a High IT Consulting convida os profissionais da área de TI para o lançamento de novos frameworks que vão mudar a forma como as organizações fazem a gestão do seu negócio. O evento será realizado em uma das mansões mais cobiçadas de São Paulo e irá contar com especialistas no assunto, além de sorteio de 6 exames (lançamentos) do EXIN para os participantes.</p>
<ul>
<li><strong>Gerenciamento de Informação do Negócio (BiM) e Executive Cockpit (A3S Serviços):</strong> Conheça o novo framework que irá agregar valor as informações do negócio de maneira integrada com o ITIL®.</li>
</ul>
<div>
<ul>
<li><strong>Cloud Computing:</strong> Saiba como gerenciar e desenvolver estratégias de implementação de Cloud Computing dentro das organizações.</li>
<li><strong>Green IT:</strong> Sustentabilidade nos negócios é um dos temas em alta atualmente no mercado. Entenda como a TI poderá agregar valor ao negócio utilizando de estratégias verdes.</li>
</ul>
</div>
<ul>
<li><strong>Air Watch (A3S Serviços):</strong> Efetuar a gestão de dispositivos móveis (tablets e smartphones) tornaram-se uma necessidade dentro das organizações. Conheça a solução que irá garantir a correta gestão.</li>
</ul>
<p><strong>Agenda(19/04):</strong><br />
<strong>17:00h</strong> &#8211; Check-in<br />
<strong>17:30h</strong> &#8211; Coquetel de abertura<br />
<strong>18:30h</strong> &#8211; Início das palestras/lançamentos:</p>
<ul>
<li>Gerenciamento de Informação do Negócio (BiM) e Executive Cockpit. Conheça o novo framework que irá agregar valor as informações do negócio de maneira integrada com o ITIL®.</li>
<li>Cloud Computing. Saiba como gerenciar e desenvolver estratégias de implementação de Cloud Computing dentro das organizações.</li>
<li>Green IT. Sustentabilidade nos negócios é um dos temas em alta atualmente no mercado. Entenda como a TI poderá agregar valor ao negócio utilizando de estratégias verdes.</li>
<li>Air Watch. Efetuar a gestão de dispositivos móveis (tablets e smartphones) tornaram-se uma necessidade dentro das organizações. Conheça a solução que irá garantir a correta gestão.</li>
</ul>
<p><strong>20:00h</strong> &#8211; Apresentação e entrega dos certificados dos primeiros profissionais certificados da américa latina em BiM, Cloud Computing e Green IT<br />
<strong>20:15h</strong> &#8211; Coquetel de Encerramento, networking e sorteio de brindes</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Você sabe o que significa Consumerização? Está preparado para ela?</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/voce-sabe-o-que-significa-consumerizacao-esta-preparado-para-ela/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 11:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Passos Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Redes & Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Consumerização]]></category>
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		<category><![CDATA[segurança corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[segurança da informação]]></category>
		<category><![CDATA[Tablets]]></category>

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		<description><![CDATA[Sites e profissionais de tecnologia já adotaram o termo consumerização e o usam constantemente, mas você sabe com exatidão o que ele significa? A prática é considerada positiva ou negativa?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sites e profissionais de tecnologia já adotaram o termo consumerização e o usam constantemente, mas você sabe com exatidão o que ele significa? A prática é considerada positiva ou negativa?</p>
<p>Consumerização é o termo dado para o uso de dispositivos pessoais no ambiente de trabalho. Simples assim!</p>
<p>Tablets, netbooks, iPhones e Androids agora são usados nas empresas por colaboradores que os levam para o ambiente de trabalho, o que certamente aumenta sua produtividade. Por outro lado, com a prática também surgem alguns riscos. Todos concordam que dados armazenados em dispositivos móveis tem maior probabilidade de extravio e, além disso, esses aparelhos não são operados sob a gestão do departamento de TI da empresa, que perde o controle sobre as aplicações e atualizações de segurança que estão sendo feitas em cada dispositivo, se é que estão sendo feitas né?</p>
<p><strong>A consumerização já é um fato em grandes e médias empresas.</strong></p>
<p>Independentemente do âmbito pelo qual a consumerização é tratada, o fato é que ela existe e já é bem aceita no ambiente corporativo. Em um estudo da empresa especializada em segurança Proofpoint, intitulado <a href="http://www.proofpoint.com/datasheets/security-and-compliance-research/Proofpoint-Consumerization-of-IT-Security-and-Compliance-Survey-2011.pdf">Consumerized IT Security and Compliance Survey</a>, 84% dos representantes de organizações entrevistados não consideram a prática problemática.</p>
<p>Já para os empresários que não veem a consumerização com bons olhos, a dica dos especialistas é clara: Em vez de focar a permissão ou não no uso dos dispositivos, a empresa deve concentrar seus esforços no controle e proteção da sua rede. Isso porque, segundo eles, as organizações que não permitirem o uso dos dispositivos pessoais terão suas regras burladas, já que os funcionários o farão da mesma forma.</p>
<p>Nesta pesquisa não foi abordado o tema &#8220;Leis Trabalhistas&#8221;, que considero importantíssimo caso a empresa queira disponibilizar ou autorizar a consumerização. Atualmente ouvimos diversos casos de ações trabalhistas devido ao uso de smartphones ou tablets que acessam sistemas ou informações corporativas a qualquer hora do dia, caracterizando trabalho fora do expediente norma, ou seja, hora extra.</p>
<p><strong>O que é preciso saber antes de ingressar na era da consumerização?</strong></p>
<p>Observando os aspectos técnicos, de segurança, produtividade e descartando os aspectos legais, a companhia que permitir a consumerização deve montar uma estratégia bem definida de interação entre todos os dispositivos móveis disponíveis, que precisam ter sistemas fáceis de usar e ser funcionais. Além disso, deve focar seus esforços no aprimoramento implementação e disseminação da sua política de segurança de informação, além é claro da  proteção de sua rede, que a partir da consumerização será acessada por dispositivos móveis a qualquer momento.</p>
<p>Entendo ser importante frisar que é impossível substituir a interação humana pela digital. Continuar a promover a integração entre os setores e funcionários da empresa é fundamental. Integração é um dos principais fatores de sucesso em qualquer projeto de uma empresa.</p>
<p>Comente a respeito!</p>
<p>Vinícius Silva</p>
<p>@VipsilvaTI</p>
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		</item>
		<item>
		<title>As voltas que o mundo dá: Por cima da carne seca?</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/as-voltas-que-o-mundo-da-por-cima-da-carne-seca/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 17:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>L.Midas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes & Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[feature phone]]></category>
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		<category><![CDATA[smartphone]]></category>
		<category><![CDATA[tablet]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem chegou agora, eu contava da conferência em Berlim no final de 2011. Para mim, um dos pontos mais interessantes foi o discurso de um ilustre vice-presidente do YouTube. O sujeito, muito bom de apresentação por sinal como todo americano que se preze que tenha uma posição de relevância, dominou a cena por mais de 45 minutos sem ser cansativo. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem chegou agora, eu contava da <a title="Conferência de Berlim" href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/03/as-voltas-que-o-mundo-da-um-exagero-de-demanda/" target="_blank">conferência em Berlim</a> no final de 2011. Para mim, um dos pontos mais interessantes foi o discurso de um ilustre vice-presidente do YouTube. O sujeito, muito bom de apresentação por sinal como todo americano que se preze que tenha uma posição de relevância, dominou a cena por mais de 45 minutos sem ser cansativo. Pelo contrário, utilizou do humor, aliviou o cansaço no meio da sessão com um vídeo animado, um show. Um dia eu, tadinho de mim, ainda chego lá&#8230;..</p>
<p>O ponto do discurso desse senhor de uns 30 e poucos anos, como convém a um dinâmico executivo do Vale do Silicone, era o quão importante o dispositivo móvel havia se tornado para o YouTube. Há um tempo, a Google (como vocês sabem, dona do YouTube) havia anunciado seu foco nos dispositivos móveis com o chamado <a href="http://googlemobile.blogspot.se/2010/02/barcelona-mobile-first.html">“mobile first”</a>.  Bem, isso eu já sabia, agora o discurso sobre o YouTube enfatizou como o eles estão desenvolvendo os clientes/apps para os telefones utilizando um “cache” especial, específico para otimizar a experiência / transferência de videoclips nas redes celulares. Mostrou gráficos da explosão do uso do YouTube no telefone celular. O esforço que o YouTube está fazendo em prover, independente do dispositivo (feature phone, smartphone, TV, tablet) e do sistema operacional (Android, Microsoft, Apple, não estão discriminando nenhum), simplesmente a melhor experiência móvel ao usuário. Contou histórias de como as pessoas estão, na hora de escolher o celular para comprar, experimentando o YouTube como fator decisivo na escolha do dispositivo. Em resumo, dispositivos móveis e YouTube em uma total simbiose, um dependendo do outro tudo para suprir a melhor experiência ao usuário.</p>
<p>Interessantemente, ficou ausente do falatório a resposta ao famoso “E aí, o que é que eu ganho com isso” vindo por parte das operadoras. O discurso do rapaz era o famoso “venha a nós” mas nada do “vosso reino”. Um colega meu perguntou: “E aí, o que as operadoras devem fazer para que a iniciativa seja um sucesso de mão dupla?” e a resposta, meio que uma saída pela tangente, foi: “As operadoras devem treinar seu pessoal nas lojas explicando como os clientes podem utilizar o YouTube”. Quer dizer, nada ainda sobre o que as operadoras ganhavam com os usuários do YouTube mandando ver nos downloads de videoclips. Além do aumento do tráfego, algo que hoje em dia é palavrão (um segredo: as operadoras atualmente, já que todo mundo tem tarifa fixa, não querem que você utilize a sua quota, isto é, quanto menos da sua cota você utilizar melhor para elas – exceto no caso do usuário que cogita trocar de faixa, fazer um upgrade para uma cota mais alta) YouTube ou não YouTube para as operadoras tanto faz, já que não há um incentivo especial do tráfego ser oriundo do YouTube.</p>
<p>Eu, há muito me entretenho com uma idéia. Criar uma “assinatura YouTube”. Tipo, o sujeito paga 5 dólares a mais e tem acesso ao YouTube que é contado independentemente da cota dele. Porém, para que essa idéia dê certo, não faz sentido que hoje em dia o sujeito utilize o YouTube gastando mais de 5 dólares. Nesse caso, o operador perderia dinheiro. Então, idealmente o sujeito hoje paga MENOS que os ditos 5 dólares mas ficaria feliz em pagar MAIS, isto é os 5 dólares extra por uma “assinatura YouTube”. Bem, para que essa mágica se aconteça, já que o usuário não é burro e não vai pagar esses 5 dólares a mais de bobeira, o YouTube e as Operadoras tem de entrar num acordo. Talvez uma operadora, utilizando sua <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Content_delivery_network">“CDN – Content Distribution Network”</a>  poderia então assegurar uma melhor experiência, talvez o YouTube conecte-se com a operadora através de um “link” ultra-rápido (estou pensando alto aqui, tá?), ou até mesmo tudo isso junto sem custo para o usuário mas a operadora recebe do YouTube um percentual de repasse vindo dos anúncios. Algo que diferencie, para uma dada operadora, o tráfego vindo do YouTube de todos os outros e que, devido a esse tratamento diferenciado, gere uma receita a mais para a operadora. O famoso win-win, concordam? (A propósito, qual a tradução de win-win para Portuguës? Ganha-ganha?)</p>
<p>Pois bem, no intervalo, aproximei-me do dito cujo, fizemos as devidas apresentações e por final perguntei “Bem, o senhor falou muito da importância das operadoras para o YouTube, mas não mencionou nada a respeito de possíveis modelos de negócios conjuntos. Qual sua posição a respeito?”.</p>
<p>O sujeito olhou-me fundo nos olhos e lascou “Olha, no momento, ainda não cogitamos em cobrar das operadoras pelo privilégio dos usuários delas acessarem o YouTube”.</p>
<p>Touché.         &lt;&#8212;-Ele</p>
<p> <img src='http://www.tiespecialistas.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' />                         &lt;&#8212;-Eu</p>
<p>Na próxima crônica, retorno ao tema que a gente tem que ter cuidado quando se está por cima, porque o mundo dá voltas. Volto a falar das nuvens e do potencial que existe para que o dito senhor e os outros maiorais da WEB &amp; IT em breve se arrependam de haverem tratado as operadoras com tamanho desdém&#8230;.</p>
<p>Feliz Páscoa!</p>
<p>Comam muitos ovos de chocolate porque por esses lados de cá os ovos são de papel com balinha dentro, coisa mais sem graça&#8230;..</p>
Number of View :950]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sobre o desenvolvimento de aplicativos móveis</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/sobre-o-desenvolvimento-de-aplicativos-moveis/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 11:22:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Semana passada tive um almoço muito legal com um empreendedor que está criando uma empresa voltada para o desenvolvimento de aplicativos móveis.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semana passada tive um almoço muito legal com um empreendedor que está criando uma empresa voltada para o desenvolvimento de aplicativos móveis. A conversa então girou em torno do potencial deste mercado e as oportunidades de negócio que ele teria pela frente. Os smartphones e tablets já fazem parte do nosso dia a dia e estão rapidamente se integrando a todas as atividades humanas. Estes aparelhos estão cada vez mais sofisticados e embutem diversos dispositivos que permitem conexão de banda larga, sensores e funcionalidade de geolocalização, entre outras funções, que nos abre inúmeras oportunidades de exploração. Por exemplo, na conversa identificamos o potencial de seu uso na área de saúde. Já existem aplicativos que medem a frequência cardíaca, testam acuidade visual e daltonismo, ajudam no controle da gestação e do controle glicêmico. Um aparelho de pressão acoplado a um smartphone implementa um canal direto de comunicação e informação com o médico. Podemos pensar também em um glicosímetro acoplado a um smartphone, permitindo que o próprio paciente controle a dieta e as doses de insulina e estas informações sejam repassadas ao seu médico. Com estes aparelhos acoplados a smartphones e tablets, implementamos a automonitoração e comunicação direta entre médico e paciente, criando um mecanismo de telemedicina, de forma barata e simples.</p>
<p>Além destas aplicações específicas, está se abrindo um espaço imenso para o uso de tablets e smartphones em qualquer setor de negócios. Hoje já somos tão dependentes dos nossos smartphones e tablets que nenhuma empresa pode impedir ou restringir seu uso corporativo. Um smartphone de hoje tem tanto poder computacional quanto um supercomputador dos anos 80, como o então famoso Cray (na época). Portanto, nenhuma empresa pode ignorar a potencialidade que cada usuário tem em suas mãos ou em seu bolso. Pelo contrário, deve incentivá-lo mais ainda, mesmo que isto demande novos desafios para a área de TI.</p>
<p>Uma maneira de vermos as mudanças que já estão em curso é olharmos para trás e compararmos o atual momento com o surgimento dos PCs. Na chamada era PC, existiam dois mundos: a Web, usada de forma pessoal, para buscas e acesso a sites, mais focada em entretenimento e utilizada em casa. Nas empresas o acesso às informações e sistemas ficava restrito aos PCs oficiais instalados dentro de seus escritórios. Os funcionários só tinham acesso aos sistemas desenvolvidos e mantidos pela área de TI. Com a disseminação da Web 2.0 e as mídias sociais, os funcionários passaram a acessar a Web também de seus PCs e laptops oficiais. Agora a Web já fazia parte das atividades profissionais. No atual mundo dos tablets e smartphones vemos que os funcionários estão conectados a qualquer hora e lugar, acessando não apenas sistemas internos, mas também a Web e de forma inovadora vemos aplicações integrando estes sistemas internos com apps externas disponíveis em apps markets. Um exemplo é acoplar o FourSquare e outras mídias sociais a aplicativos corporativos disponíveis ao pessoal de vendas, para eles encontrarem e reforçarem seus laços de relacionamento com seus potenciais clientes.</p>
<p>Outra mudança significativa é que antes a TI era única que homologava, comprava e emprestava os PCs e laptops aos funcionários. Nos tempos do BlackBerry também&#8230; mas, hoje os próprios funcionários trazem de casa seus tablets e smartphones e querem usá-lo na empresa. Saímos de um ambiente homogêneo e controlado para um ambiente heterogêneo, com cada usuário dispondo não só de smartphones diferentes, mas cada um deles acessando não apenas os aplicativos da empresa, mas os aplicativos que ele, usuário, seleciona nos mercados de apps.</p>
<p>Querem ter uma ideia das diferenças de uso entre laptops e smartphones? Vejam a tabela abaixo:</p>
<div id="attachment_16240" class="wp-caption aligncenter" style="width: 534px"><a href="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/04/tabelaappmoveis.png"><img class="wp-image-16240 " title="Tabela de Apps Móveis" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/04/tabelaappmoveis.png" alt="Tabela de Apps Móveis" width="524" height="188" /></a><p class="wp-caption-text">Tabela de Apps Móveis</p></div>
<p>O desafio para a área de TI é que estes aparelhos estão entrando nas empresas por todos os lados. Impedir seu uso é impossível, mas é necessário criar procedimentos que garantam a segurança e privacidade dos dados considerados críticos para o negócio. Sim, é um belo desafio. Os modelos tradicionais de controle e homologação não são mais adequados ao mundo dos smartphones. Não é simples separar o lado profissional do pessoal. O FourSquare que citei no exemplo acima. É de uso pessoal? Mas se acoplado ao sistema de CRM da empresa, não passa a ser corporativo? A área de TI tem que começar colocar em prática novos métodos de gestão, adotando tecnologias específicas de MDM (Mobile Device Management), que permitam obter um nível de gerenciamento adequado aos seus requerimentos de governança, muitos deles forçados pelo compliance a regulações a que estão sujeitas. Recomendo a leitura de um artigo muito interessante, publicado em 2010, pela InfoWorld, que mostra uma tabela comparativa dos recursos de segurança dos sistemas operacionais dos smartphones. Vejam em http://tinyurl.com/4vh8rm3. Não está 100% atualizado, mas serve de referência para um estudo mais aprofundado. Outra alternativa a ser considerada é o uso de virtualização nos próprios smartphones, criando ambientes separados (pessoal e profissional) no mesmo dispositivo. Existem algumas alternativas despontando no mercado como a MVP (Mobile Virtualization Platform) da VMWare e o conceito de hypervisor, adotado pela Open Kernel Labs.</p>
<p>O mundo dos smartphones e tablets abre oportunidades de interação que não existiam nos laptops e PCs. Nestes a interação era basicamente o consumo e a criação de conteúdo, que requer apenas um interface simples, como tela e mouse/teclado. Com recursos como GPS, câmeras fotográficas/vídeo e novos interfaces como voz, gestos e outros, o engajamento e interação dos usuários com os aplicativos torna-se muito mais abrangente. Um exemplo simples: você interage de forma totalmente diferente com um game através do Kinect ou Wii que usando apenas os teclados e o mouse. Neles você imerge no próprio jogo. Com novos interfaces dos smartphones será a mesma coisa. O nível de engajamento será diferente do simples ouvir, falar e teclar.</p>
<p>Temos aí outro desafio para a área de TI. Os seus aplicativos deverão ter sua camada de interface redesenhadas para explorar as características dos smartphones e tablets. Hoje foram desenhados para explorar o paradigma do interface via teclado e mouse. Não tem interfaces intuitivos como as apps dos smarthones e isso vai demandar um bom trabalho de redesenho dos interfaces. Provavelmente veremos HTML5 começando a dar sinais de vida nos aplicativos corporativos! Veremos também a área de TI escrevendo novos aplicativos, voltados para explorar as funcionalidades intrínsecas dos smartphones como localização geográfica, acelerômetros, compassos, sensores de proximidade, câmeras fotográficas, etc. Estes aplicativos deverão explorar o fato dos usuários estarem com seus smartphones em locais e situações que não estariam com seus PCs e laptops e ao mesmo tempo eles querem que sua experiência de uso seja similar a que já estão acostumados a ter nestes dispositivos.</p>
<p>Os CIOs não podem esperar o mundo dos smartphones chegar. Ele já chegou. No mundo do PCs ele tinha o controle da situação. Hoje, os usuários podem acessar dados e apps de nuvens sem passar pela área de TI. Podem baixar aplicativos e os usarem em lugar de aplicativos oficiais. E manter os dados em nuvens como o DropBox. O que os CIOs devem fazer? Não lutar contra.</p>
<p>Mas, engajar-se ativamente e fazer com que a área de TI seja a influenciadora deste mundo wireless. O usuário tem em suas mãos um supercomputador dos anos 80 e impedir seu uso seria um contrassenso. Mas, apoiando e influenciando melhores práticas para seu uso é uma estratégia vencedora.</p>
<p>A conversa gerou algumas conclusões interessantes, que compartilho aqui:</p>
<p>a) TI não poderá desenvolver tudo sozinho. Deixe os usuários desenvolverem e escolherem seus aplicativos, mas exerça influência sobre o processo. Crie iniciativas de “P&amp;D” interno, apoiando os usuários a criarem suas próprias soluções e interfaceando estas soluções via APIs seguras (estas desenvolvidas por TI) aos sistemas corporativos.</p>
<p>b) Adote práticas, métodos e tecnologias que permitam implementar a política de BYOD (Bring Your Own Device) na empresa. Uma sugestão é começar ao poucos, liberando a política primeiro a alguns setores e depois aos demais. É um aprendizado que só se vai se dar na prática. Não existe nenhum manual que oriente como fazer isso com sucesso.</p>
<p>c) Não seja pessimista e nem otimista ao extremo. Provavelmente durante muito tempo existirão PCs, laptops, smartphones e tablets. Alguns funcionários deixarão de usar laptops e PCs, mas outros continuarão a usá-los. Uma estratégia de adoção e disseminação da mobilidade e estudos de payback ajudarão na tomada de decisão. Não esqueça que um uso descontrolado de redes 3G poderá aumentar em muito os custos operacionais.</p>
<p>d) Mude o modelo de gestão e governança de TI. Os modelos atuais foram criados para o mundo PC. Modelos como o BYOD e a heterogeneidade de dispositivos vai demandar novas práticas e processos. Uma sugestão seria adotar um processo evolutivo, ajustando e aperfeiçoando as práticas à medida que mais experiências forem sendo adquiridas, tanto pelos usuários, como pela própria área de TI.</p>
<p>e) Não ignore a necessidade de novos skills e tecnologias. Os seus desenvolvedores tem fluência em HTML5, Android e iOS? Existem tecnologias de MDM na organização? A sua equipe de segurança está devidamente preparada para este novo mundo?</p>
<p>No final ficou a questão: Os CIOs tem a grande oportunidade de catalisar, liderar e influenciar este mundo dos smartphones e tablets. Mas o trem já está deixando a estação. Não podem apenas ficar olhando&#8230; Neste caso outros liderarão o processo.</p>
Number of View :892]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Internet das Coisas não é futuro. É presente!</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/02/a-internet-das-coisas-nao-e-futuro-e-presente/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 11:22:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recentemente pesquisei pelo Google o termo “Internet of Things” (IoT) e encontrei mais de 1,9 milhão de respostas. É realmente um assunto que começa a despertar interesse entre os profissionais de TI.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente pesquisei pelo Google o termo “Internet of Things” (IoT) e encontrei mais de 1,9 milhão de respostas. É realmente um assunto que começa a despertar interesse entre os profissionais de TI. Mas, o que é realmente esta Internet das Coisas? Basicamente são objetos interagindo com outros objetos ou com seres humanos via Internet. Claro que para isso é necessário que eles tenham alguma capacidade de interação, seja esta ativa, como sensores com processadores que rodem softwares, como um parquimetro inteligente que avise que a vaga será liberada em alguns minutos, ou passiva, como um cartaz em uma parede com um simples código 2D ou uma tag na coleira de um cãozinho de estimação. Também pode ser um objeto com operação autônoma, como uma “vending machine” que solicita diretamente ao ERP a reposição automática do seu estoque de pacotes de salgadinhos.</p>
<p>A crescente disseminação da Internet das Coisas nesta década vai, com certeza, impactar significativamente a nossa sociedade. Algumas estimativas já apontam que em cerca de dez anos a maior parte das conexões à Internet será feita com objetos que não são PCs nem tablets ou smartphones. Alguns estudos apontam que para 2020, cerca de 200 bilhões de objetos ligados estarão à Internet e, provavelmente, estes objetos gerarão um tráfego IP maior que o gerado pelos seres humanos. Estas estimativas me parecem bem razoáveis porque os custos dos equipamentos que fazem a IoT acontecer diminuem a cada ano. Colocar um acelerômetro, uma placa Bluetooth ou Wi-Fi em um dispositivo custará em 5 anos a metade do preço de hoje. E em dez anos menos de ¼ do preço atual, popularizando mais e mais seu uso.</p>
<p>Outro fator que impulsionará a IoT será a maior facilidade em construir protótipos de soluções, com tecnologias que demandem menos capacitações técnicas. Um exemplo são os microcontroladores programáveis como o Arduino, um projeto open source que permite a um profissional sem profundos conhecimentos de eletrônica a construir objetos inteligentes. Veja em <a href="http://www.arduino.cc/">http://www.arduino.cc/</a>. Sua linguagem de programação é simples e pode ser comparável em complexidade ao JavaScript.</p>
<p>Mas, quanto aos gestores de TI, o que a Internet das coisas poderá afetar? A área de TI tem sido a responsável por colocar as empresas na Internet. Os CIOs ou os Chief Innovation Officers (os CIOs tradicionais, voltados apenas à operação do dia a dia tenderão a desaparecer, como os engenheiros de vôo despareceram das cabines dos aviões modernos) deverão começar a analisar o potencial de oportunidades que a IoT pode trazer para suas empresas, inclusive criando novos produtos, serviços ou mesmo novos negócios. Alguns exemplos? Criação de serviços baseados em “smarter homes”, integrando cameras de vigilância, sensores de movimento e temperatura, luzes, etc, controlados pelos usuários via seus smartphones. A indústria automobilística será também um belo exemplo. Automóveis conectados à Internet podem obter informações em tempo real das condições de trânsito acoplados ao seu GPS, gerar alertas de potenciais defeitos para o motorista e mesmo dirigir o veículo automáticamente. Serão os e-car ou veículos conectados.</p>
<p>Mas por outro lado temos grandes desafios. Um deles é a sobrecarga nas redes de comunicação que constituem a Internet. Um artigo muito interessante que debate esta questão e os aspectos de regulação no mercado brasileiro é “Is Brasil ready for Internet of Things?”, da consultora da Anatel, Maria Luiza Kunert.</p>
<p>Outro desafio será a segurança. Claro que em determinadas situações teremos que ter uma “Intranet das Coisas” ou uma rede interna, sem conexão externa, de modo a garantir acesso seguro aos objetos que estejam conectados. Mas na maioria das vezes teremos que conectar objetos à Internet e as preocupações com segurança se potencializarão. Por exemplo, uma rede elétrica com medidores inteligentes conectados aos sistemas empresariais e estes conectados ao mundo externo pela Internet abre uma potencial brecha na segurança. Um e-car deverá ter mecanismos de proteção para que não seja acessado de forma indevida, sem autorização de seu proprietário.</p>
<p>Hoje a maioria das chamadas tecnologias operacionais ou tecnologias que estão fora de TI, como sensores ou equipamentos médicos computadorizados são gerenciados pelas próprias áreas de negócio. E estas áreas de negócio não têm a cultura e experiência de TI em termos de segurança de acesso. Com estes dispositivos, antes desconectados, passando a fazer parte da Internet das Coisas, com certeza os seus processos de segurança atuais, se existirem, deverão ser revistos.</p>
<p>Aí está um papel importante para TI. Atuar de forma pró-ativa de modo a inserir nas iniciativas de Internet das Coisas das suas empresas a sua prática em métodos e processos de segurança. Portanto, os CIOs também devem começar a olhar a IoT pela ótica da segurança. Como vemos, para os gestores de TI o que não faltará serão novos desafios&#8230;</p>
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		<title>BYOD: Como lidar com o desafio dos dispositivos móveis pessoais dentro das empresas</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:55:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Fabossi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os desafios retornam à vida de todos os profissionais, especialmente os gerentes de TI, que tem que lidar com a tendência de funcionários que trazem para a empresa tablets e smartphones e agora querem utilizar os dispositivos com a rede corporativa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após o recesso de final de ano, período de comida abundante, encontros familiares e a tradicional troca de presentes, chegou a hora de retornar ao trabalho. Os desafios retornam à vida de todos os profissionais, especialmente os gerentes de TI, que tem que lidar com a tendência de funcionários que trazem para a empresa tablets e smartphones e agora querem utilizar os dispositivos com a rede corporativa.</p>
<p>Será que as empresas brasileiras estão prontas para verificar, de forma eficiente, se este uso está sendo feito de maneira que não prejudique suas redes? E como permitir que esses dispositivos entrem nas redes corporativas com segurança e controle? O BYOD (Bring Your Own Device), termo em inglês que define a idéia de colaboradores trazerem seus próprios dispositivos para utilização dentro das empresas, parece ser um grande desafio a ser enfrentado por muitas empresas.</p>
<p>Imagine que informações sensíveis estarão sendo sincronizadas e acessadas por estes aparelhos de qualquer lugar a qualquer hora adicionando um ponto de vulnerabilidade muito preocupante e ameaçador. Para isto, é bom ficar atento a alguns questionamentos e “preocupações” básicas: &#8211; Quais seriam os danos caso um tablet com este tipo de conteúdo seja esquecido na mesa de um restaurante ou em um lobby de hotel? &#8211; O que fazer caso um smartphone seja roubado? &#8211; Como controlar o acesso e manipulação dos dados? Sem gerenciamento e controle, estes aparelhos podem deixar de ser um aliado aos profissionais e se tornarem um pesadelo! É preciso planejar, criar políticas e utilizar uma solução de gerenciamento específica para este fim, uma solução de MDM.</p>
<p>As soluções de Mobile Device Management (MDM) ganharam muita importância neste cenário com a proposta de prover controle e gerenciamento para que iPhones, iPads, Androids e outros dispositivo móveis para que deixem de ser uma ameaça e sejam ferramentas poderosas de trabalho para profissionais – que estão sempre em movimento. Estas soluções permitem desde apagar remotamente os dados de um aparelho até definir que tipos de aplicativos poderão rodar, obrigar a utilização de senhas, apontar desvios em relação a política de segurança da empresa, gerar relatórios variados e manter controle de inventário. Sem dúvida uma grande ajuda para os gestores de segurança e TI. Em 2012, mobilidade será a tecnologia que mais crescerá no Brasil e na América Latina.</p>
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		<title>Programas portables! Por que ninguém dá, ainda, a devida atenção a eles? Parte 1</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:55:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Henrique Bezerra Sento Sé</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ultra surf]]></category>
		<category><![CDATA[ultrasurf]]></category>

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		<description><![CDATA[Estes programas portáteis, que não necessitam de instalação, são demasiado perigosos porque não precisam de direitos de administrador para ser executados, nem no Windows Seven; isto oferece uma grande gama de falhas para a segurança da informação, nem falarei sobre a pirataria que pode aumentar com o uso destes!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros amigos, falando em segurança da informação mais uma vez, tenho visto artigos variados, principalmente sobre telefonia móvel; claro que estou de acordo com tudo quanto tenho lido, só não entendo e não aceito por que ainda não estão dando a devida atenção aos programas portáveis ou, se preferirem, como temos visto por aí, portables programs. Este artigo, que terá 2 partes, é dedicado a estes potenciais danosos programas e aos amigos que trabalham com segurança da informação! Espero que gostem!</p>
<p>Estes programas portáteis, que não necessitam de instalação, são demasiado perigosos porque não precisam de direitos de administrador para ser executados, nem no Windows Seven; isto oferece uma grande gama de falhas para a segurança da informação, nem falarei sobre a pirataria que pode aumentar com o uso destes!</p>
<p>Programas perigosos para o bom e eficaz gerenciamento da segurança da informação como nmap, Wireshark, Ultra Surf, etc. trarão certamente muita dor de cabeça aos desavisados, eles podem ser baixados e executados sem o menor esforço, mesmo num domínio e com conta comum no AD, ou até mesmo com conta de visitante de micro local. Assim como existem portables programs que verificam atributos de arquivos, suas localizações, quebradores de senhas; existem aqueles que ferem a política sobre direitos de licenciamento, como Photoshop, etc. Não ficarei dando muitos exemplos porque não me pagam por propaganda <img src='http://www.tiespecialistas.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Imaginem como é fácil, principalmente através dos vídeos do Youtube, para um colaborador interno realizar ataques de ARP Spoofing, DNS Poisoning, dentre outros. Isto pode ser evitado de muitas maneiras, alguns exemplos: configuração de GPOs adequadas, após minucioso estudo de funcionalidade de cada portable program, pode ser feito também por meio de antivírus bem configurado, dentre outros meios. Existem também os keyloggers, que até mencionei em outro artigo, existem portables deles também. Que coisa hein!?</p>
<p>Felizmente já descobri meios de impedir o “loading” destes maliciosos “bichos” na memória sublime de meus computadores empresariais, apenas não os divulgarei aqui! Sou muito bem pago para descobrir falhas e não as divulgarei de graça rsrs! É mais gratificante a caminhada para a descoberta, quando é feita por nós mesmos!</p>
<p><strong>Um pouco sobre o Ultra Surf</strong></p>
<p><a href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/01/programas-portables-por-que-ninguem-da-ainda-a-devida-atencao-a-eles-parte-1/ultrasurf/" rel="attachment wp-att-15048"><img class="alignleft size-medium wp-image-15048" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/01/ultrasurf-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" /></a></p>
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<p>[Cout &lt;&lt;] Escaparei com exit 0 leve e rapidamente para um comentário&#8230;</p>
<p>Quanto mais dificultarmos as coisas para as pessoas, mais tentativas farão para transpor estes obstáculos, principalmente se tiverem percepção ambiciosa, desejarem bem-estar próprio ou se virem tais acontecimentos como desafios.</p>
<p>[Cin&gt;&gt;] Algumas empresas, escolas, universidades tentam*** bloquear o acesso à internet, muitas delas falham em muitas das tentativas, no todo ou em parte, algumas até desistem!<br />
Programas do calibre do Ultra Surf tentam burlar, e conseguem muitas vezes furar estes bloqueios, tendo em vista o meio como funcionam.<br />
Segundo o próprio desenvolvedor afirma em seu site, existem três pilares que sustentam o Ultra Surf: (a liberdade de navegar, a privacidade com seus dados e a segurança de acesso). &#8211; Só não disseram segurança de quem, de quê!</p>
<p>Caros leitores, o artigo continuará na parte 2 de 2. Muito em breve.</p>
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		<title>Tablet sendo utilizado para força de venda, funciona?</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 11:55:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicente Lucas Seabra Zotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
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		<category><![CDATA[tablet]]></category>
		<category><![CDATA[xoom]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos sabem que a febre dos tablets só existe hoje devido a uma invenção chamado Ipad. O Ipad foi desenvolvido para se tornar um equipamento de fins multimídia ou até sendo mais simplista, ser um "Iphone grandão".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos sabem que a febre dos tablets só existe hoje devido a uma invenção chamado Ipad. O Ipad foi desenvolvido para se tornar um equipamento de fins multimídia ou até sendo mais simplista, ser um &#8220;Iphone grandão&#8221;. Atualmente o Iphone, Ipod e Ipad Touch, utilizam o mesmo sistema operacional e tem as mesmas funções, porém, o Ipad por ter uma tela maior, se tornou mais amigável para fins multimídia. Com isso acabou ganhando um espaço no mundo dos executivos que podem responder seus emails, ler seu jornal, assistir a vídeos ou filmes, digitalizar seus catálogos de produtos e até mesmo tirar fotos com o dispositivo de forma rápida e eficiente.</p>
<p>Todos esses pontos acima foram desenvolvidos e até mesmo melhorados por alguns fornecedores de equipamentos e desenvolvedores de software. Atualmente temos metade dos utilizadores do mundo utilizando o Tablet Ipad e o restante do mercado dividido entre outras marcas, sendo que a concorrente mais próxima é a Samsung com o Tablet Galaxy Tab 10. Não querendo tomar partido de qual Tablet é o melhor, mais rápido, mais bonito, mais&#8230; O certo é que os Tablets vem ganhando espaço após a empresa Google ter disponibilizado um sistema operacional livre para Smartphones e Tablets que se chama Android. Depois da invenção do Tablet, o sistema operacional Android é o causador da segunda revolução deste tipo de equipamento, com ele, indústrias conseguiram rapidamente entrar no mercado de Tablets por já ter uma plataforma pronta para seu equipamento e podendo assim, com uma maior oferta de Tablets, popularizar com equipamentos mais baratos.</p>
<p>Após esse breve contexto, vamos ao ponto, o Tablet está pronto para ir a força de venda?</p>
<p>Trabalho atualmente em uma das maiores distribuidoras de medicamentos do país e estamos passando por um processo de análise de tecnologia para a troca de equipamentos da força de venda. Um dos equipamentos mais solicitados pela gerência e diretoria é o Tablet (Como descrito no contexto acima, os primeiro usuários), mas acredito este ser o &#8220;escolhido&#8221; por ser sinônimo de inovação tecnológica e por incrível que pareça, status. Acredito que o Tablet em um futuro bem próximo seja o substituto de dispositivos PDAs, mas atualmente, ele é para alguns setores do nosso mercado, uma ferramenta frágil e de difícil utilização.</p>
<p>Em um país que segundo o Censo 2010 tem cerca de 9,63%, de analfabetismo digital, sendo o maior da América Latina, necessitamos primeiro ter pessoas que consigam se adaptar, bem como já dizia Charles Darwin:<br />
&#8220;Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças&#8221;</p>
<p>Portanto, primeiro é necessário ter pessoas capazes e dispostas a serem treinadas e em segundo lugar e não tão distante, vem a necessidade de adaptarmos e criarmos novos softwares que sejam mais intuitivos e de fácil utilização, já que os utilizadores não usaram mais um teclado ou uma &#8220;caneta&#8221; para operar o dispositivo portátil e sim os dedos.Por último e não menos importante, é necessário termos equipamentos mais resistentes, leves, com boa autonomia de bateria, baratos e rápidos.</p>
<p>Atualmente compor todas essas características em um Tablet não é uma tarefa fácil, porém, acredito que em breve teremos equipamentos aptos a ir a campo junto com a força de venda. Tanto é que em a indústria Panasonic desenvolveu o Tablet Toughpad A1, descrito como o Tablet mais resistente do mercado, porém, um de seus pontos fracos será o peso.<br />
O Tablet é praticamente indestrutível, resistente a quedas (Inclusive de lado e com a tela virada para baixo), resistente a água, resistente a pressão na tela, resistente a risco e ao calor, a e ainda tem mais, ele poderá ser integrado a uma série de dispositivos como impressoras, teclados, leitor de código de barras e outros, esta duvidando?rs<br />
Veja o vídeo de demonstrativo: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=AYL9o1Icr5g">http://www.youtube.com/watch?v=AYL9o1Icr5g</a></p>
<p>Acredito que agora com o lançamento deste Tablet outras industrias conseguiram ver neste nicho de mercado uma grande oportunidade e assim com uma maior concorrência, em breve teremos equipamentos mais resistentes, leves, com boa autonomia de bateria, baratos e rápidos, porém por hora, acredito que estamos longe de entregar belos, frágeis e caros equipamentos a nossa força de venda.</p>
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		<item>
		<title>Redes 3G/4G: Qualidade de Serviço vs. Custos</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 09:55:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wiliam Hisatugu</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Qualidade de Serviço]]></category>
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		<description><![CDATA[No dia 28 de outubro de 2011, a Anatel publicou a Resolução nº 574 que aprova o Regulamento de Gestão da Qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia (RGQ-SCM), por meio do qual são estabelecidos padrões de qualidade para o serviço, de forma a promover a progressiva melhoria da experiência do usuário em aspectos relacionados ao atendimento e ao desempenho das conexões de banda larga.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 28 de outubro de 2011, a Anatel publicou a Resolução nº 574 que aprova o Regulamento de Gestão da Qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia (RGQ-SCM), por meio do qual são estabelecidos padrões de qualidade para o serviço, de forma a promover a progressiva melhoria da experiência do usuário em aspectos relacionados ao atendimento e ao desempenho das conexões de banda larga.</p>
<p>Nessa resolução a Anatel determina que a velocidade média mínima da conexão seja 60% da velocidade da contratada em 12 meses, e em 2014 seja 80%. Isto significa que em uma conexão cuja taxa de trabsmissão contratada é de 10 Mbps, a taxa média não deve ser inferior a 6 Mbps e em 2014 não deve ser menor que 8 Mbps.</p>
<p>Quanto tomei conhecimento dessa resolução, achei mais positiva a iniciativa da Anatel ter tomado uma ação no sentido de estipular uma patamar mínimo de qualidade de serviço, do que os níveis definidos. Considero mais positiva porque aé então, os níveis de serviços eram definidos pelas operadoras, ou seja, somente por uma das partes envolvidas no que diz respeito a erviços de telecomunicações. A Anatel, a meu ver, agiu de acordo com a sua razão de existir como órgão regulamentador.</p>
<p>E quanto aos níveis que foram definidos, imagino o quanto assustou as operadoras. Digo isso, pois já trabalhei em projetos de infraestrutura de redes de telecomunicações. Trabalhei exatamente no dimensionamento de enlaces e na definição de acordos de níveis de serviços. Sei que os níveis exigidos pela resolução são bastante altos, o que implica em um investimento muito grande, principalmente nas redes 3G e, futuramente, nas redes 4G. Nas redes móveis de banda larga os investimentos serão proporcionalmente maiores que em serviços de redes fixas. (Aliás, estranhei bastante o fato da Anatel não mencionar metas de Qualidade de Serviço no esboço do edital da 4G, merece uma análise maior esse fato).</p>
<p>No entanto, não justifica o pedido das operadoras para suspender essa resolução, no sentido de voltar a meta de 10% da banda contratadas. Acho mais adequado um pedido para uma abertura para negociação das metas impostas pela Resolução da Anatel. Essa negociação seria o caminho mais indicado para chegar às metas de Qualidade de Serviço.</p>
<p>Dentro dessas negociações, chegariam a metas que seriam maiores que as atuais e possivelmente menores que as exigidas na resolução. Quais seriam essas metas? Prefiro nesse momento não citar, embora eu tenha em mente. Algo que pode ser considerado pelas operadoras é a definição de perfis de usuários de redes móveis, onde cada perfil é definido não só pela velocidade contradada, mas por níveis de qualidade de serviço que não seriam menores que o estabelecido nas metas da Anatel. Algo já é proposto pela comunidade científica em telecomunicações, inclusive na minha tese.</p>
<p>Sim, baseado nas metas que seriam definidas em uma negociação, as operadoras poderiam definir perfis de usuários, é claro que são serviços com preços diferentes. Acredito que essa negociação entre operadoras e Anatel, aliada a definição de perfis de usuários de redes móveis, é o melhor caminho para termos serviços de banda larga móvel mais adequados. Tecnologia para trabalhar com perfis de usuários diferentes existe, e possível de ser implementada.  Estou ansioso e atento às novidades desse tema.</p>
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		<item>
		<title>Apps móveis 2.0: a profissionalização</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/01/apps-moveis-2-0-a-profissionalizacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 09:49:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É indiscutível que a cada dia os dispositivos móveis ocupam mais e mais espaço na sociedade e nas empresas. Já em 2011 a soma de smartphones e tablets vendidos no mundo inteiro ultrapassou em número a venda de PCs.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É indiscutível que a cada dia os dispositivos móveis ocupam mais e mais espaço na sociedade e nas empresas. Já em 2011 a soma de smartphones e tablets vendidos no mundo inteiro ultrapassou em número a venda de PCs. As previsões de alguns analistas apontam que neste ano de 2012 serão vendidos quase 900 milhões destes dispositivos móveis, que será mais do dobro de PCs vendidos. Em valores, estima-se que, também em 2012, o valor dos gastos com aquisição destes dispositivos será maior que o valor gasto com compra de PCs.</p>
<p>imagem Em termos de aplicações, provavelmente chegaremos a mais de 1,5 milhões de apps disponíveis nas principais lojas, como Android Market e App Store. É um número mais de 15 vezes maior que o número de aplicativos disponíveis atualmente para PCs. E, importante, desenvolve-se cada vez menos para PCs e mais para os dispositivos móveis. Estima-se que o número de downloads destes apps chegará a 85 bilhões, mais que o dobro dos 38 bilhões baixados em 2011. No Brasil, as coisas andam bem mais devagar no contexto dos tablets. Em 2011, estes equipamentos representaram apenas 1,5% das vendas totais de computadores, mas a tendência é uma aceleração a partir deste ano de 2012. Na verdade, os números brasileiros representam metade do que poderiam ser se seguíssemos a tendência mundial. Com o aumento da concorrência e o provavel barateamento dos aparelhos, as suas vendas devem aumentar. Outra variável é que a maioria dos tablets disponíveis por aqui estão baseados em sistemas operacionais próprios para smartphones e a experência gerada por eles não era tão boa quanto o esperado pelos consumidores. A chegada de versões mais avançadas também será um impulsionador para maiores vendas.Mas os smartphones andam a uma velocidade bem maior. Em 2011 foram vendidos por aqui mais de dez milhões de aparelhos.</p>
<p>Para as empresas e desenvolvedores, entretanto, este mercado apresenta grandes desafios. Um deles é a batalha pelos ambientes operacionais, principalmente a disputada entre iOS e Android. De um lado está a Apple e do outro estão inúmeros fabricantes, que impulsionam o Android. A chegada do Kindle Fire da Amazon deve aumentar a presença do Android e as estimativas é que agora em 2012 o número de apps em Android ultrapasse os de IOS. O iPhone claramente revolucionou o mercado de celulares e o Android cresceu na sua cola. A concentração em torno destes dois ecossistemas deixa pouco espaço para outras alternativas. A RIM luta pela sua sobrevivência e a parceria entre Nokia e Microsoft ainda não gerou resultados positivos. Entretanto, mesmo este cenário de duopólio, deve, provavelmente, incentivar o uso do HTML5, de modo a bypassar esta fragmentação de mercado. Talvez com o HTML5 a busca pelo “write once, run everywhere” proposta pelo Java se torne realidade nos equipamentos móveis.</p>
<p>Um cenário que provavelmente veremos surgir com intensidade ainda neste ano é a integração dos apps com outros elementos do mundo de TI, como mídias sociais (mobile apps + social media), Big Data (mobile apps + Big Data), Cloud Computing (mobile apps + cloud), plataformas de comércio como PayPal e outros (mobile aps + commerce) e plataformas corporativas como SAP (mobile apps + ERP).  O resultado será um impulso significativo para aplicativos móveis no âmbito corporativo.</p>
<p>Mas existe uma barreira a ser vencida. A maioria dos desenvolvedores nas empresas e nos principais ISVs do mercado brasileiro estão pouco familiarizados com apps móveis. A maioria dos ISVs que desenvolvem apps móveis, geralmente empresas de pequeno porte, desenvolvem soluções isoladas, para funções pontuais, como encontrar os postos de gasolina mais proximos ou catálogos virtuais, sem integração com os aplicativos do mundo corporativo. A maioria destas empresas foram criadas a partir de experiências anteriores em desenvolvimento de sites. Muitas deles se autodenominam agências, focadas em publicidade e comunicação digital, e não empresas de tecnologia. Não tem experiência com o mundo corporativo e nem conhecimentos de sistemas ERP ou similares. O desafio é criar as aplicações móveis integradas às funções corporativas, agilizando processos de compras e outras tarefas a cargo dos sistemas de gestão. Portanto o desafio para deslanchar esta segunda geração de apps móveis será fazer estes dois mundos, o dos usuários finais e suas aplicaçõe isoladas, com o mundo corporativo e suas demandas por integração à sistemas de gestão, se integrarem.</p>
<p>O que será necessário fazer? Primeiro desenhar as novas aplicações não de forma isolada, como uma app pontual, mas como projetos corporativos que explorem em sua concepção e fundamentos os recursos e facilidades da mobilidade, como LBS (Location Based Services) e “context aware. Os apps móveis não devem ser vistos como simples extensão dos aplicativos PCs. A proposta é desenhar mobile-centric applications. Isto tem implicações próprias como entender que nem sempre a rede disponível aos aplicativos terá a mesma banda e qualidade de serviço, testar os aplicativos em diferentes dispositivos e mesmo diferentes operadoras. São alguns aspectos que hoje não precisavamos considerar, mas que agora começam a fazer parte do processo de desenvolvimento.</p>
<p>Em termos de skill os desenvolvedores precisam dominar os processos de negócios nos quais os sistemas estarão inseridos, bem como as tecnologias de mobilidade e as ferramentas disponíveis. Deverão ser desenvolvedores e não webdesigners com alguma experiência em programação.</p>
<p>Um bom ponto de partida é o <a href="http://mobiforge.com/" title="MobiForge" target="_blank">MobiForge</a>, além, é claro dos SDK, disponibilizados pelos ambientes iOS e Android. O uso de simuladores ajudará muito, pois permite testar extensivamente a aplicação sem incorrer em despesas com uso das redes de comunicação. A mobilidade trará um impluso adicional ao conceito de SOA, pois a diversidade de dispositivos e recursos de integração com nuvens, aplicativos corporativos, ferramentas analíticas, midias sociais etc, demandará uma maior abstração e separação entre os componentes que constituem as aplicações. Longa vida a SOA!</p>
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		<title>Microsoft oferece aparelhos Windows Phone às vítimas de Malware Android</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 09:50:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanderlei Bonifacio</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A Microsoft está oferecendo aparelhos Windows Phone às vítimas de Malware Android.  Descubra por que Wanderlei Bonifácio pensa que o problema é o povo e não o sistema Operacional. Em um post recente, o Windows IT Pro Paul Thurrott afirmou que <a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;langpair=en%7Cpt&amp;rurl=translate.google.com.br&amp;twu=1&amp;u=http://www.windowsitpro.com/article/paul-thurrotts-wininfo/android-malware-surging-microsoft-offers-free-windows-phones-victims-141614&amp;usg=ALkJrhgN8fG5J1uyyq_COXy42PgoNHpAFw">a Microsoft está oferecendo aparelhos de telefone gratuito do Windows</a> para as vítimas Android Malware.</p>
<p>Seria uma ironia do destino que o maior sucesso da plataforma Linux OS derivado da história está enfrentando críticas de defensores do Windows para ser um ímã para os Malware e Vírus?  Certamente, o Java VM Dalvik abstração é o que permite o Malware operar &#8211; não é um exploit do kernel do Linux em si &#8211; mas, pessoalmente, acho que é apenas especulação da divisão.  O resultado final ainda acredito que seja orientado para o consumidor, que por sinal, vem tendo uma bem-sucedida comercialização no mundo todo e está sendo pressionada por problemas de Malware e Vírus como a Microsoft sofreu no auge de seus problemas de segurança.<a href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/01/microsoft-oferece-aparelhos-windows-phone-as-vitimas-de-malware-android/virus-no-android/" rel="attachment wp-att-14374"><img class="size-thumbnail wp-image-14374 alignright" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2011/12/virus-no-android-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Fui até uma loja e quando eu vi e testei o novo HTC Windows Phone 7 , eu mencionei com alguns de meus colegas de trabalho estava tão interessado no aparelho que quando eu vi um deles já tinha comprado.  Recentemente perguntei a ele o que achava dele, e sua resposta revelou por que uma comparação entre o Android e as plataformas Windows Phone agora não é exatamente Uvas com Uvas.</p>
<p>O artigo de Paul Thurrott, o mesmo afirmou que apenas nesta semana&#8221;, o Google removeu 22 aplicativos Malware de seu Android Marketplace&#8221;.</p>
<p>Mas de acordo com o meu colega de trabalho, o primeiro desapontamento que ele tem com Windows Phone é que ainda não há aplicações significativas no mercado, para se iniciar o uso do HTC.  Na verdade, o artigo mais recente que eu posso encontrar afirma que <a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;langpair=en%7Cpt&amp;rurl=translate.google.com.br&amp;twu=1&amp;u=http://mynokiablog.com/2011/12/13/windows-phone-market-place-reaches-45000-apps/&amp;usg=ALkJrhgYgIWefXZt_KRhEkS-XhqX-9ehVQ">o Windows Phone, no mercado de telefonia, só tem 45 mil aplicativos </a>.</p>
<p>Á partir da perspectiva de proteger o seu mercado, vetados ou não, é muito mais fácil gerenciar e proteger 45.000 aplicativos do que os mais de 250.000 no Android Market Center ou os atuais 350 mil + aplicativos na Apple Store.  Fazendo um paralelo, eu diria que essa atitude é como uma companhia aérea que só voou 100.000 quilômetros sem um acidente criticar um concorrente que está voado milhões de quilômetros com um ou dois acidentes isolados.</p>
<p>Outra coisa que parece atrair os colunistas de tecnologia é sobre falhas de segurança do Android é que a maioria desses problemas existem em aplicações destinadas a usuários no exterior.  Paul Thurrott, esqueceu de mencionar que o grupo mais recente de aplicativos que foram retirados <a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;langpair=en%7Cpt&amp;rurl=translate.google.com.br&amp;twu=1&amp;u=http://www.digitaltrends.com/android/google-pulls-dozens-of-apps-from-android-market-for-sms-scams/&amp;usg=ALkJrhhkLwHCjXu2zz5qoqn37jz1gmYskA">somente expostos utilizadores europeus de atividade fraudulenta</a>.  Vale lembrar que atualmente na Europa Oriental e no Pacífico parecem ser focos de Android Malware, mas essas histórias são muitas vezes relatadas como se eles fossem alvos de ameaças internas a usuários nos Estados Unidos.</p>
<p>Pessoalmente, eu tenho usado Android desde o primeiro dia do lançamento original.  Eu fiz o download de incontáveis aplicações e transferi minha conta em vários dispositivos Android, a maioria dos quais foram enraizados e colocados em modo de desenvolvedor.  Eu não tenho sido particularmente cuidadoso, e acho que muitas das soluções de software projetado para proteger os usuários contra ameaças de Android são uma cura que é potencialmente pior que a doença (isto é, tradicionalmente, um passivo de proteção contra vírus e software anti-malware).</p>
<p>Se eu tivesse que arriscar um palpite, os usuários Android que estão sendo atingido por Malware são os mesmos tipos de pessoas que seguem links em e-mail, download gratuito ponteiros inspirador e fundos, e clique em banners que anunciam elas ganharam um Tablet como o visitante º 1.000.000 para o site de torrent.  Em outras palavras, o verdadeiro problema é o povo e não a plataforma e aparelhos Windows Phone que não estão indo torná-los mais espertos.</p>
<p>As liberdades do ecossistema Android são muito grandes, principalmente quando realizada lado a lado, quer ao IOS ou WP7 plataformas, mas todos nós sabemos que eles vêm com mais responsabilidade pessoal e risco.  A capacidade de fazer mais vem com a exigência de saber mais sobre o que você está fazendo.  Pessoalmente acho que o risco é geralmente bem menor que a recompensa.</p>
<p>E você?  Você já experimentou problemas de Malware Android em primeira mão?  Se assim for, você estava apenas cuidando da sua vida quando você era inocente vítima de um ataque de Malware ou você estava em uma parte do Android Market, onde você sabia que poderia estar rolando os dados e tomar as suas chances quando você foi atingido?  Por favor, compartilhe-lhe comentários no tópico de discussão abaixo.</p>
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