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	<title>TI Especialistas &#187; Tecnologia</title>
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		<title>Qual anti-malware você usa em seu Smartphone? Nenhum? Hora de repensar&#8230;</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/qual-anti-malware-voce-usa-em-seu-smartphone-nenhum-hora-de-repensar/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 11:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Abner Biasotto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o crescente uso de smartphones, tanto para uso pessoal quanto corporativo, também tem crescido o número de malwares para esses dispositivos e especialistas dizem que 2012 vai ser o ano de ataque a smartphones. Criminosos seguem os usuários, o que significa que quanto mais pessoas fazem transações com seus smartphones, criminosos vão crescentemente alvejar esse tipo de plataforma.
De acordo com dados da Trend Micro, cerca de 129.000 malwares foram detectados no final de 2011 somente para Android (o número atual ultrapassa os 3 milhões) e a tendência é crescente. Grande problema: grande maioria dos usuários de smartphone não verificam quais as permissões que os aplicativos terão ao serem instalados. Por qual motivo uma aplicação de música lhe pediria acesso a sua agenda pessoal ou acesso à internet? Mesmo pela Google Play (loja oficial de aplicativos do Android) foram detectados aplicativos que continham malware. Nem o próprio Android Bouncer – software anti-malware da Google que “varre” os aplicativos em busca de softwares maliciosos; consegue ser 100% eficaz no trabalho de remoção. No começo de Maio, 17 aplicativos continham código malicioso chamado Plankton que serve para tornarem os aparelhos parte de redes zumbis (aguardando comando dos servidores de controle).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o crescente uso de smartphones, tanto para uso pessoal quanto corporativo, também tem crescido o número de malwares para esses dispositivos e especialistas dizem que 2012 vai ser o ano de ataque a smartphones. Criminosos seguem os usuários, o que significa que quanto mais pessoas fazem transações com seus smartphones, criminosos vão crescentemente alvejar esse tipo de plataforma.</p>
<p><a href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/qual-anti-malware-voce-usa-em-seu-smartphone-nenhum-hora-de-repensar/sick_android/" rel="attachment wp-att-17244"><img class="size-thumbnail wp-image-17244 alignright" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/05/Sick_Android-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>De acordo com dados da Trend Micro, cerca de 129.000 malwares foram detectados no final de 2011 somente para Android (o número atual ultrapassa os 3 milhões) e a tendência é crescente. Grande problema: grande maioria dos usuários de smartphone não verificam quais as permissões que os aplicativos terão ao serem instalados. Por qual motivo uma aplicação de música lhe pediria acesso a sua agenda pessoal ou acesso à internet? Mesmo pela Google Play (loja oficial de aplicativos do Android) foram detectados aplicativos que continham malware. Nem o próprio Android Bouncer – software anti-malware da Google que “varre” os aplicativos em busca de softwares maliciosos; consegue ser 100% eficaz no trabalho de remoção. No começo de Maio, 17 aplicativos continham código malicioso chamado Plankton que serve para tornarem os aparelhos parte de redes zumbis (aguardando comando dos servidores de controle).</p>
<p>O estrago que esses malwares causam, quando o assunto é smartphone para uso pessoal, é o mesmo que usando o seu laptop no conforto de sua casa – roubo de identidade, dados bancários, acesso às suas informações pessoais, fotos, videos, etc. Quando o assunto é uso corporativo, as consequências podem ser ainda mais drásticas. E não estou tratando de BYOD, mas sim de aparelhos homologados por sua empresa e com conexão segura para leitura de e-mails, troca de informações sigilosas, financeiras, etc.<a href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/qual-anti-malware-voce-usa-em-seu-smartphone-nenhum-hora-de-repensar/smartphone-malware/" rel="attachment wp-att-17245"><img class="alignright size-full wp-image-17245" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/05/Smartphone-malware.jpeg" alt="" width="240" height="180" /></a><br />
Gestores de TI tem, cada vez mais, se preocupado com a forma como os funcionários fazem a conexão à rede corporativa e seguindo a demanda cada vez maior de mobilidade e agilidade para os negócios. Estratégia é um quesito fundamental em se tratando de mobilidade e segurança – uso de autenticação de 2 fatores, criptografia e, claro, instalação de um sistema anti-malware.</p>
<p>Em comparação, usar um smarthphone sem um software anti-malware é como plugar seu desktop/laptop na internet sem firewall ou antivirus. Porque ainda fazer isso com seu smarthphone, já que ele fica acessível via internet? Há vários softwares disponíveis no mercado: Kaspersky, Nortol, McAfee, F-Secure, AVG e muitos outros já bem conhecidos pelos usuários de desktops e laptops.</p>
<p>Além de um bom sistema anti-malware, aplicativos de Sandbox também são muito interessantes para evitar problemas, já que criam ambientes virtuais seguros para abrir arquivos. Pesquise, compare, instale e proteja-se.</p>
Number of View :136]]></content:encoded>
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		<title>ERP: Evolução Tecnológica e Alterações Concorrenciais</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/erp-evolucao-tecnologica-e-alteracoes-concorrenciais/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 17:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Fernando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
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		<category><![CDATA[mudanças]]></category>

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		<description><![CDATA[Começo este post informando que não tenho a pretensão de aprofundar o estudo no mercado de ERP (1) , mas, apenas e tão somente, de realizar um breve relato e expor minha experiência neste mercado tão competitivo.

Atuando no mercado de ERP desde 1998 acumulei muita experiência e vivenciei uma evolução considerável deste tipo de software.

O mercado brasileiro de ERP  amadureceu, e evoluiu, as suítes ERP foram se modernizando e atendendo as necessidades das empresas de acordo com sua concepção gerencial inicial.

Na minha percepção para as pequenas software houses a explosão aconteceu no fim da década de 90 e início da década passada com o auge entre 2002 e 2006.  As suítes independentes eram vendidas as empresas como a solução de todos os seus problemas de gerenciamento.

Um software de gestão o ERP cumpre muito bem o seu papel pois atinge todos os níveis hierárquicos de duas principais maneiras: fornecendo controle e armazenando dados operacionais.

A compilação desses dados em BI (2) se transformam em informações que influenciarão decisões importantes nas corporações.

As pequenas empresas de TI mantinham-se em sua zona de conforto e atuando em empresas de pequeno e médio porte, pois, as gigantes da TI pareciam se interessar quase que exclusivamente por empresas de grande porte, principalmente devido ao alto custo dos seus serviços e de seus produtos. Só parecia.

Durante o auge, grandes players, competidores globais do mercado de TI, direcionaram seus olhares para as médias empresas, principalmente as multinacionais. Gigantes como Microsoft, com seu Dynamics, TOTVS com fusões e agregações de players menores ou que atuavam em uma parte do mercado específica, SAP, Microsiga entre outros. Essas grandes empresas passaram a atuar em um nicho de mercado que antes era bem explorado por pequenos produtores de software.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Começo este post informando que não tenho a pretensão de aprofundar o estudo no mercado de ERP (1) , mas, apenas e tão somente, de realizar um breve relato e expor minha experiência neste mercado tão competitivo.</p>
<p>Atuando no mercado de ERP desde 1998 acumulei muita experiência e vivenciei uma evolução considerável deste tipo de software.</p>
<p>O mercado brasileiro de ERP  amadureceu, e evoluiu, as suítes ERP foram se modernizando e atendendo as necessidades das empresas de acordo com sua concepção gerencial inicial.</p>
<p>Na minha percepção para as pequenas software houses a explosão aconteceu no fim da década de 90 e início da década passada com o auge entre 2002 e 2006.  As suítes independentes eram vendidas as empresas como a solução de todos os seus problemas de gerenciamento.</p>
<p>Um software de gestão o ERP cumpre muito bem o seu papel pois atinge todos os níveis hierárquicos de duas principais maneiras: fornecendo controle e armazenando dados operacionais.</p>
<p>A compilação desses dados em BI (2) se transformam em informações que influenciarão decisões importantes nas corporações.</p>
<p>As pequenas empresas de TI mantinham-se em sua zona de conforto e atuando em empresas de pequeno e médio porte, pois, as gigantes da TI pareciam se interessar quase que exclusivamente por empresas de grande porte, principalmente devido ao alto custo dos seus serviços e de seus produtos. Só parecia.</p>
<p>Durante o auge, grandes players, competidores globais do mercado de TI, direcionaram seus olhares para as médias empresas, principalmente as multinacionais. Gigantes como Microsoft, com seu Dynamics, TOTVS com fusões e agregações de players menores ou que atuavam em uma parte do mercado específica, SAP, Microsiga entre outros. Essas grandes empresas passaram a atuar em um nicho de mercado que antes era bem explorado por pequenos produtores de software.</p>
<p>Hoje, uma empresa de médio porte consegue implementar um ERP de grandes players por um custo assimilável, o que não significa exatamente a um custo baixo, mas, o suficiente para se tornar uma barreira de entrada aos ERP´s produzidos por empresas de pequeno porte.</p>
<p>Um ERP de uma grande empresa de TI já foi exaustivamente testado e está bem consolidado tecnicamente e com suas regras de negócio bem maduras além de poder contar com o Know How adquirido pela experiência global da empresa e principalmente, pela sua reputação no mercado.</p>
<p>O calcanhar de aquiles é a customização. Quando existe é oferecida a um custo bem expressivo para qualquer empresa.</p>
<p>As pequenas empresas produtoras de ERP podem trabalhar com a estratégia de oferecer customização e a um preço aceitável. Softwares competentes e robustos também existem em empresas de TI de pequeno porte, a diferença? o custo. Certamente será bem menor.</p>
<p>As empresas multinacionais instaladas no Brasil sofrem pressões de suas matrizes para implantarem o software de gestão definido como default pelos responsáveis pela TI de seus grupos. Os grupos empresariais buscam normatização das informações e processos e assim pretendem obter um maior controle das suas filiais espalhadas ao redor do mundo.</p>
<p>Atualmente, a palavra de ordem mundial é redução de custos. A área de TI, embora privilegiada pela especialização e importância conquistada justamente pelos softwares de gestão, não está isenta de passar por cortes de custos e verbas.</p>
<p>Depois do processo de Outsourcing que já representou uma redução de custos significativa para a maioria das empresas uma nova tecnologia surge para auxiliar este processo: Cloud Computing .</p>
<p>Delegar TOTALMENTE a responsabilidade pelo gerenciamento das informações a uma empresa de TI sem precisar investir pesado em uma estrutura computacional imensa é um sonho para qualquer empresa. Continuidade, confiabilidade e confidencialidade. Palavras chaves neste negócio.</p>
<p>Junto com esta nova tecnologia aparece também um jeito novo de comercialização de software: Saas &#8211; Software As A Service. Uma modalidade na qual o cliente não paga licenças de utilização de software nem investe sozinho em modernização do software.</p>
<p>Mais um belo avanço no caminho da redução de custos e da viabilidade da TI.</p>
<p>Oferecer um ERP moderno significa uma solução de custo baixo,  eficiente, versátil, customizável e que garanta continuidade para o negócio do cliente dia e noite.</p>
<p>Um belo desafio.</p>
<p>(1) ERP &#8211; Enterprise Resource Planning; Software de Gestão.</p>
<p>(2) BI &#8211; Business Inteligence. Dados agregados para auxiliar na tomada de decisão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
Number of View :269]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>As &#8216;novas&#8217; Cidades Digitais</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 13:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto C. Mayer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia Social]]></category>
		<category><![CDATA[cidades digitais]]></category>
		<category><![CDATA[evolução]]></category>

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		<description><![CDATA[Faz quase uma década que os projetos pioneiros de aplicação da Tecnologia da Informação, e em particular da Internet, começaram a ser criados para comunidades urbanas no país que não foram beneficiadas pelo momento gerado pela Internet comercial, em função de seu limitado tamanho em população ou produção econômica.

Para os leitores assíduos desta coluna, talvez haja uma ‘vaga lembrança’ de um artigo de minha autoria, cujo título era “Desilusão Wi-Fi”, publicado em junho de 2006. Nele descrevi uma visita feita no começo daquele ano à cidade paulista de Sud Menucci.

Muitos anos e governos se passaram, mas ainda não fomos capazes de integrar comunidades desse porte na era digital. O Programa Nacional de Banda Larga, criado antes da campanha que levou o presidente Lula a sua reeleição, continua se arrastando na sua implementação.

A implementação de Cidades Digitais certamente é uma opção política. Não só é verdade que o acesso ao conhecimento por meio da Internet é uma das formas de superar a brecha educacional e econômica nas pequenas cidades, como o uso das TICs aumenta a eficiência do uso dos recursos públicos (assim como bem sabemos que ocorre nas empresas), melhora a qualidade do atendimento ao cidadão (tanto on-line quanto presencial), assim como aumenta a transparência governamental. Finalmente, os políticos esperam que aumente a participaçao dos cidadãos na política, em tempos que estes apresentam baixos índices de confiança nos políticos e na política.

Dados gerados pela CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina, das Nações Unidas) definem a “brecha digital” com perfeição. Se compararmos o custo de uma conexão de 1 Mbps com a Internet com a renda média da população economicamente ativa, nos países desenvolvidos esse valor corresponde tipicamente a menos de um por cento (p.ex. na Espanha meio por cento da renda média mensal dos trabalhadores permite contratar uma conexão de 1 Mbps).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faz quase uma década que os projetos pioneiros de aplicação da Tecnologia da Informação, e em particular da Internet, começaram a ser criados para comunidades urbanas no país que não foram beneficiadas pelo momento gerado pela Internet comercial, em função de seu limitado tamanho em população ou produção econômica.</p>
<p>Para os leitores assíduos desta coluna, talvez haja uma ‘vaga lembrança’ de um artigo de minha autoria, cujo título era “Desilusão Wi-Fi”, publicado em junho de 2006. Nele descrevi uma visita feita no começo daquele ano à cidade paulista de Sud Menucci.</p>
<p>Muitos anos e governos se passaram, mas ainda não fomos capazes de integrar comunidades desse porte na era digital. O Programa Nacional de Banda Larga, criado antes da campanha que levou o presidente Lula a sua reeleição, continua se arrastando na sua implementação.</p>
<p>A implementação de Cidades Digitais certamente é uma opção política. Não só é verdade que o acesso ao conhecimento por meio da Internet é uma das formas de superar a brecha educacional e econômica nas pequenas cidades, como o uso das TICs aumenta a eficiência do uso dos recursos públicos (assim como bem sabemos que ocorre nas empresas), melhora a qualidade do atendimento ao cidadão (tanto on-line quanto presencial), assim como aumenta a transparência governamental. Finalmente, os políticos esperam que aumente a participaçao dos cidadãos na política, em tempos que estes apresentam baixos índices de confiança nos políticos e na política.</p>
<p>Dados gerados pela CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina, das Nações Unidas) definem a “brecha digital” com perfeição. Se compararmos o custo de uma conexão de 1 Mbps com a Internet com a renda média da população economicamente ativa, nos países desenvolvidos esse valor corresponde tipicamente a menos de um por cento (p.ex. na Espanha meio por cento da renda média mensal dos trabalhadores permite contratar uma conexão de 1 Mbps).</p>
<p>No Brasil, assim como no México e na Argentina, essa proporção alcança a valores que oscilam entre quatro e cinco por cento. E nos países mais pobres da América Latina, esse percentual é superior a dez por cento.</p>
<p>Outro aspecto importante é o conceito de Cidade Digital: definido já em 2002, ele inclui o uso geral dos recursos das TICs por todos os atores presentes nas cidades: governos, empresas, funcionários e cidadãos. Ou seja, é imediato deduzir que Cidade Digital é um conceito diferente do e-Gov (Governo Eletrônico).</p>
<p>Assim, o recém lançado programa piloto de Cidades Digitais, por parte do Governo Federal (anunciado em 28 de março em cerimônia no Ministério das Comunicações), causa tremenda estranheza: seu objetivo principal é interligar os órgãos municipais e os equipamentos públicos locais em oitenta municípios com menos de 50 mil habitantes, a serem selecionados pelo Ministério até o mês de julho (ao custo médio de quinhentos mil reais por cidade).</p>
<p>A instalação de pontos de acesso gratuito à Internet em pontos de grande circulação da cidadania local, de forma limitada, e o fornecimento de softwares aplicativos de gestão pública (vindos do Portal de Software Público mantido pelo Governo como software livre) completam a descrição resumida do projeto. A implementação e operação destes aplicativos está prevista para ser conduzida pelo funcionalismo municipal (a disponibilidade destes é um dos critérios de seleção das cidades), com o objetivo explícito de evitar o outsourcing dos serviços.</p>
<p>Este programa de Cidades Digitais foi concebido pelo Ministério em parceria com Anatel, Embratel e algumas instituições acadêmicas federais. A total ausência de participação da inicativa privada na concepção do projeto talvez seja uma das causas para a visão tão parcial do conceito de Cidades Digitais. Apresentado como um programa piloto, esperamos que esteja a tempo de fazer as necessárias correções.</p>
Number of View :158]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Assinatura Digital &#8211; Reduzindo Custos com Impressão e Reconhecimento de Firmas</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 11:21:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldemar Felippe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito & Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[redução de custos]]></category>
		<category><![CDATA[workflow de assinaturas]]></category>

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		<description><![CDATA[Em artigo publicado em Abril/2012 tratamos dos custos de transporte tidos no processo de formalização de Contratos em Papel. Dando continuidade à série de artigos onde trataremos dos custos que podem ser eliminados ou diminuídos com a utilização da Assinatura Digital, trataremos neste artigo dos custos com impressão e reconhecimento de firmas tidos no processo de formalização de contratos em papel.
Contratos em papel necessitam ter suas vias impressas e, em muitos casos, ter suas assinaturas reconhecidas em cartórios. Para esta análise tomaremos como base uma empresa que necessita formalizar 200 contratos por mês, ou seja, 2400 Contratos por ano. Se cada um destes contratos possuir uma média de 5 (cinco) páginas e necessitar de 2 vias, então a empresa estará produzindo 24.000 páginas por ano. O custo médio de toner, cartuchos de tinta e papel é de R$ 0,08 por página. Isto significa que a impressão das 24.000 páginas dos Contratos custará R$ 1.920,00 por ano.
Custo Anual de Impressão: 24.000 páginas x R$ 0,08 = R$ 1.920,00
Um dos principais custos envolvidos no processo de formalização dos contratos é o decorrente da necessidade de reconhecimento de firmas em cartórios. Embora não exigido legalmente, a maioria das empresas requer que as partes reconheçam suas firmas em cartório. Para fins de cálculo destes custos estamos considerando nesta simulação que o Reconhecimento de Firmas será exigido para 70% dos Contratos assinados, representando, desta forma, 1.680 documentos. Os cartórios de São Paulo cobram a importância de R$ 4,00 para cada firma reconhecida por semelhança, em documentos sem valor econômico e R$ 6,00 para documentos com valor econômico. Apesar de Contratos normalmente serem representados por documentos com valor econômico, estaremos considerando que 70% não possuem valor econômico e 30% possuem valor econômico. Contratos são documentos que devem ser firmados por duas ou mais partes e muitas vezes incorpora outras partes tais como testemunhas e aprovações de departamentos jurídicos. De maneira conservadora estaremos considerando, para fins de cálculo, que os contratos possuem apenas 2 partes (Contratante e a Contratada), cada parte sendo representada por 2 assinaturas, sendo ainda necessário o reconhecimento de firma nas 2 vias do contrato.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><img class="size-full wp-image-15976 alignright" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/03/bn_assinaturadigital.jpg" alt="Assinatura Digital" width="197" height="104" />Em <a title="1.Formalização de Contratos em Papel x Assinatura Digital – Calculando os Custos com Transporte " href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/formalizacao-de-contratos-em-papel-x-assinatura-digital-calculando-os-custos-com-transporte/">artigo</a> publicado em Abril/2012 tratamos dos custos de transporte tidos no processo de formalização de Contratos em Papel. Dando continuidade à série de artigos onde trataremos dos custos que podem ser eliminados ou diminuídos com a utilização da Assinatura Digital, trataremos neste artigo dos custos com impressão e reconhecimento de firmas tidos no processo de formalização de contratos em papel.</span></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="78%">
<div align="justify"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Contratos em papel necessitam ter suas vias impressas e, em muitos casos, ter suas assinaturas reconhecidas em cartórios. Para esta análise tomaremos como base uma empresa que necessita formalizar <strong>200 contratos por mês</strong>, ou seja, <strong>2400 Contratos por ano</strong>. Se cada um destes contratos possuir uma média de 5 (cinco) páginas e necessitar de 2 vias, então a empresa estará produzindo 24.000 páginas por ano. </span><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">O custo médio de toner, cartuchos de tinta e papel é de R$ 0,08 por página. Isto significa que a impressão das 24.000 páginas dos Contratos custará R$ 1.920,00 por ano.</span></div>
<div align="justify"></div>
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</tr>
<tr bgcolor="#557fff">
<td style="text-align: center;" bgcolor="#7f9fff" width="78%"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Custo Anual de Impressão</span></strong>: 24.000 páginas x R$ 0,08 = <strong>R$ 1.920,00</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="78%">
<div align="justify"></div>
<div align="justify"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Um dos principais custos envolvidos no processo de formalização dos contratos é o decorrente da necessidade de reconhecimento de firmas em cartórios. Embora não exigido legalmente, a maioria das empresas requer que as partes reconheçam suas firmas em cartório. Para fins de cálculo destes custos estamos considerando nesta simulação que o Reconhecimento de Firmas será exigido para 70% dos Contratos assinados, representando, desta forma, 1.680 documentos. Os cartórios de São Paulo cobram a importância de R$ 4,00 para cada firma reconhecida por semelhança, em documentos sem valor econômico e R$ 6,00 para documentos com valor econômico. Apesar de Contratos normalmente serem representados por documentos com valor econômico, estaremos considerando que 70% não possuem valor econômico e 30% possuem valor econômico. Contratos são documentos que devem ser firmados por duas ou mais partes e muitas vezes incorpora outras partes tais como testemunhas e aprovações de departamentos jurídicos. De maneira conservadora estaremos considerando, para fins de cálculo, que os contratos possuem apenas 2 partes (Contratante e a Contratada), cada parte sendo representada por 2 assinaturas, sendo ainda necessário o reconhecimento de firma nas 2 vias do contrato. Assim sendo temos os seguintes custos cartoriais: </span></div>
<div align="justify"></div>
<div align="center">
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr bgcolor="#7f9fff">
<td valign="top" bgcolor="#7f9fff" width="132"><strong><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Tipo de Contrato</span></strong></td>
<td valign="top" width="132"><strong><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Documentos/Ano</span></strong><strong><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">1680 (70%)</span></strong></td>
<td valign="top" width="190"><strong><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Cálculo do Reconhecimento de Firmas</span></strong></td>
<td valign="top" width="198"><strong><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Custo total com reconhecimento de firmas</span></strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="132"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Contratos com valor econômico</span></td>
<td valign="top" width="132"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">504 (30%)</span></td>
<td valign="top" width="190"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">504 x 2 assinaturas x 2 vias x R$ 6,00</span></td>
<td valign="top" width="198"><strong><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">R$ 12.096,00</span></strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="132"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Contratos sem valor econômico</span></td>
<td valign="top" width="132"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">1176 (70%)</span></td>
<td valign="top" width="190"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">1176 x 2 assinaturas x 2 vias x R$ 4,00</span></td>
<td valign="top" width="198"><strong><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">R$ 18.816,00</span></strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" bgcolor="#7f9fff" width="132"><strong><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Total por ano</span></strong></td>
<td valign="top" bgcolor="#7f9fff" width="132"><strong><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">1680</span></strong></td>
<td valign="top" bgcolor="#7f9fff" width="190"><strong><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">&#8212;&#8211;</span></strong></td>
<td valign="top" bgcolor="#7f9fff" width="198"><strong><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">R$ 30.912,00</span></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Note que estas despesas levam em consideração apenas uma das partes. A outra parte do contrato também deverá reconhecer suas respectivas firmas e incorrerá nos mesmos custos.</span><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Observe que, quando se trata de formalização de contratos através da assinatura digital, os custos decorrentes de impressão e reconhecimento de firmas em cartórios simplesmente deixam de existir, pois a assinatura digital é realizada sobre documentos eletrônicos (não impressos) e a assinatura digital, desde que feita através de certificados digitais ICP-Brasil, elimina a necessidade de conferências e verificação notariais, como o reconhecimento de firma das assinaturas em papel. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Nos próximos artigos continuaremos abordando as vantangens em termos de custos, processos e aspectos de sustentabilidade obtidos com a adoção da assinatura digital na formalização de contratos eletrônicos, porém podemos afirmar e antecipar que a adoção da assinatura digital para a formalização de contratos eletrônicos pode significar uma <strong>redução</strong>, dependendo do cenário analisado, <strong>de até 80% dos custos</strong> tidos com o processo de formalização de contratos baseados em papel. </span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">.</span></p>
Number of View :227]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O caminho da inovação para o E-service</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/o-caminho-da-inovacao-para-o-e-service/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/o-caminho-da-inovacao-para-o-e-service/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 17:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Canuto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Confiança]]></category>
		<category><![CDATA[e-service]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembro-me que há 15 anos, comprar algo pela internet não era tão simples como hoje. Pelo contrário, confiabilidade e prazo foram os fantasmas do e-commerce daquela época. A dúvida para comprar algo pela internet e não receber deixava os consumidores desconfortáveis e desconfiados. Problemas como, ter os dados de cartão de crédito roubados e receber um produto danificado eram comuns. Havia também o grupo dos céticos que duvidavam que a internet poderia ser algum tipo de novo negócio  para o mercado de varejo.

Muitas tiveram todos esses problemas, mas passado alguns anos o e-commerce evoluiu e amadureceu, aprendeu com os próprios erros e hoje é um mercado consolidado em um crescimento de 40% ao ano no Brasil.

É fato que ainda existem problemas de entrega e atraso e até questões de segurança, mas nada comparado a um passado não polarizado como o de hoje. Nos dias atuais, o medo e desconfiança de comprar algo pela internet são mínimos, houve uma quebra de paradigma, uma ruptura que faz do e-commerce uma grande oportunidade para muitos, como as lojas de varejo online e a febre das compras coletivas. A estimativa para 2011 é que o e-commerce atinja R$ 18 bilhões de faturamento, uma quantia expressiva, e esse valor tende a triplicar nos próximos anos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembro-me que há 15 anos, comprar algo pela internet não era tão simples como hoje. Pelo contrário, confiabilidade e prazo foram os fantasmas do e-commerce daquela época. A dúvida para comprar algo pela internet e não receber deixava os consumidores desconfortáveis e desconfiados. Problemas como, ter os dados de cartão de crédito roubados e receber um produto danificado eram comuns. Havia também o grupo dos céticos que duvidavam que a internet poderia ser algum tipo de novo negócio  para o mercado de varejo.</p>
<p>Muitas tiveram todos esses problemas, mas passado alguns anos o e-commerce evoluiu e amadureceu, aprendeu com os próprios erros e hoje é um mercado consolidado em um crescimento de 40% ao ano no Brasil.</p>
<p>É fato que ainda existem problemas de entrega e atraso e até questões de segurança, mas nada comparado a um passado não polarizado como o de hoje. Nos dias atuais, o medo e desconfiança de comprar algo pela internet são mínimos, houve uma quebra de paradigma, uma ruptura que faz do e-commerce uma grande oportunidade para muitos, como as lojas de varejo online e a febre das compras coletivas. A estimativa para 2011 é que o e-commerce atinja R$ 18 bilhões de faturamento, uma quantia expressiva, e esse valor tende a triplicar nos próximos anos.</p>
<p>Estamos comprando mais e comprando mais pela internet também, o brasileiro adora comparar preços de produtos e encontrar a melhor oferta. O ticket médio de compra do brasileiro na internet é de R$343,00. O processo de compra online é bem conhecido por todos que utilizam a internet, e o que chama atenção é que não houve muitas mudanças dentro do e-commerce nos últimos anos. E, se compararmos o e-commerce de hoje consolidado e crescente com o e-commerce de 15 anos atrás, vamos perceber as mesmas ideias e processos, não houve muita inovação ou mudanças significativas.</p>
<p>Recebemos milhares de ofertas em nossa caixa de e-mail diariamente, na maioria das vezes coisas que não nos interessam. Comparamos os preços utilizando ferramentas online, utilizamos os carrinho virtuais para a compra e as vezes em sistemas que nos limitam e que erram na hora de processar o pedido, todo esse processo quase sempre é cansativo e nada divertido.</p>
<p>Mas olhando para o mercado, o e-commerce aproveita e muito o potencial que a internet oferece somado ao crescimento da nossa economia! Mas o que chama a atenção sobre o cenário atual é que o brasileiro está comprando mais serviços do que produtos atualmente. Na prática o brasileiro está gastando mais com reformas, oficinas de auto, telefonia, internet, viagens, entretenimento etc. Isso nos transforma em um país em cadeia de serviços com um PIB anual de 68%.</p>
<p>E, olhando para esse cenário, pensamos em como a indústria de serviços poderia aproveitar todo o potencial da internet, ou, como inovar e ajudar pessoas com algo necessário, algo que ajude e facilite na contratação e aquisição de um serviço pela internet, algo que não é estocável e não é pronto para consumo, pois estamos falando de algo &#8220;intangível”, diferente de um produto que é tangível, não participamos do processo de produção e desenvolvimento e já compramos o produto pronto para consumir ou utilizar.</p>
<p>O setor de Serviços por sua vez é &#8220;intangível&#8221;, não está pronto para consumo, pelo contrário participamos do processo de desenvolvimento até a entrega e só sabemos se valeu a pena &#8220;prazo e confiabilidade&#8221; no final, após sua entrega.</p>
<p>Quem nunca perdeu horas e horas na internet procurando uma empresa ou prestador de serviços para conseguir um simples orçamento a uma agenda de atendimento? Lembro da minha cunhada pouco antes de se casar comentando sobre as dificuldades para contratar alguns serviços para a festa de casamento como buffet, lembrancinhas, convites etc. e como foi cansativo conseguir um simples orçamento de serviços que se encaixassem no seu perfil de aquisição e desejo.</p>
<p>Muitas vezes recorremos a um amigo ou a uma indicação, mas corremos riscos ou pior, passamos no mínimo por experiências que só fazemos questão de lembrar para rir! Lembro da história de uma pessoa que conheci: Ela precisava lavar o sofá, pesquisou por longos dias até que recebeu três propostas e decidiu pela mais barata, o que nesse caso, ficou bem caro! No dia combinado a pessoa (prestador de serviço) apareceu na residência com um balde de água na mão e na outra uma escova de lavar roupa, não é difícil imaginar a cena! Resultado&#8230; trágico! E ele não ficou nada contente com a situação e com a perda de tempo.</p>
<p>Claro que isso é um caso pontual, mas quando falamos de maneira genérica de consumo estamos falando de 68% do PIB Brasileiro representados por serviços e milhares de pessoas passando pelos mesmos problemas ou necessidades.</p>
<p>Então como resolver questões tão práticas de forma inovadora, criando condições que facilitem e que reúnam informações necessárias para a melhor decisão na escolha e contratação de um prestador de serviços de maneira simples, prática e que respeite a experiência do usuário?</p>
<p>A busca por um prestador de serviços geralmente é centrada em dois motivadores e partem sempre de duas questões práticas ligadas intrinsecamente ao momento e condição atual na qual passamos durante toda nossa vida. A primeira é o Preciso de algo, o &#8220;Agora&#8221;, é quando temos um problema, uma necessidade momentânea: Meu carro quebrou, meu box estragou, meu encanamento está danificado, preciso levar meu cachorro para passear etc. A segunda é o Desejando algo, o &#8220;Não necessariamente agora&#8221;, mas algo que se esteja planejando futuramente, como: uma festa de casamento, viajem de férias, uma festa de 15 anos, uma reforma, decoração ou uma sapateira nova.</p>
<p>Quando pensamos em pesquisar serviços pela internet, apenas um buscador comum não resolve, precisamos de um motor de filtros e desejos, uma ferramenta que resolva &#8220;fim-a-fim&#8221; as necessidades para contratação de um serviço. Precisamos de formulário de impacto personalizado que filtre nossas necessidades. Queremos saber quanto custará comparar preços dos serviços e encontrar a melhor oferta, também é importante utilizar recursos de geolocalização para saber exatamente onde aquela empresa se encontra em relação ao meu endereço e qual o benefício que isso me traz. E o mais importante: &#8220;avaliação colaborativa&#8221;, tangibilizar o intangível através da experiência de outras pessoas, ou seja, a experiência já percebida na visão de outros, criando a troca de experiências com conteúdo colaborativo.</p>
<p>Ideias e ferramentas de e-service para facilitar a busca e encontrar a melhor empresa ou prestador de serviços no momento da nossa necessidade ou desejo, criam uma base continua de curva de aprendizagem em que todos possam de maneira colaborativa tomarem decisões de maneira rápida e eficiente.</p>
<p>Acredito que em um futuro próximo, somente empresas de qualidade serão reconhecidas no mercado. E nos próximos anos temos tudo para transformar o e-service em uma fascinante história dentro da internet.</p>
Number of View :281]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Inovação Tecnológica &#8211; a convergência dos negócios no mundo real e virtual</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/inovacao-tecnologica-a-convergencia-dos-negocios-no-mundo-real-e-virtual/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 13:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Abner Biasotto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[convergência]]></category>
		<category><![CDATA[convergência dos negócios]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Tecnológica]]></category>
		<category><![CDATA[mundo real]]></category>
		<category><![CDATA[mundo virtual]]></category>

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		<description><![CDATA[No atual mundo conectado é extremamente fácil obter informações de custo de produtos e serviços, comparar concorrentes, analizar satisfação dos clientes que adquiriram esses produtos e serviços... Não vou entrar no mérito do que faz consumidores escolherem produto X ou produto Y, ainda mais se o assunto é commodity - analistas de mercado tem muito mais experiência nesse quesito. O que eu gostaria de abordar é como o uso de tecnologia de informação pode inovar na maneira como os consumidores escolherão seus produtos e serviços.

Um exemplo recente de inovação com utilização de tecnologia da informação são as compras coletivas – o conceito já existe há muito tempo, mas o “boom” desse tipo de compra foi através da internet. Para os anunciantes, é muito mais barato pagar “comissão” para a empresa que intermedia as negociações (e há um limite mínimo de compradores por uma razão) do que fazer comerciais em TV, rádio, outdoor, etc. Os compradores pagam menos para adquirir os produtos e podem, eventualmente, tornarem-se clientes assíduos se forem bem atendidos e se perceberem valor na compra dos produtos do anunciante. Tudo isso agregado num website (na verdade – vários).

Atualmente é difícil quem não tenha feito uso de sites de compras coletivas. Seja para serviços, vestuário, alimentação, a forma como algumas pessoas compram foi fortemente alterada. Conheço muitas pessoas que compram mais de 30% de seus produtos através de sites de compra coletiva e isso inovou a forma como consomem. Sites de compra coletiva estão para brasileiros, assim como cupons de desconto estão para os norte-americanos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No atual mundo conectado é extremamente fácil obter informações de custo de produtos e serviços, comparar concorrentes, analizar satisfação dos clientes que adquiriram esses produtos e serviços&#8230; Não vou entrar no mérito do que faz consumidores escolherem produto X ou produto Y, ainda mais se o assunto é commodity &#8211; analistas de mercado tem muito mais experiência nesse quesito. O que eu gostaria de abordar é como o uso de tecnologia de informação pode inovar na maneira como os consumidores escolherão seus produtos e serviços.</p>
<p>Um exemplo recente de inovação com utilização de tecnologia da informação são as compras coletivas – o conceito já existe há muito tempo, mas o “boom” desse tipo de compra foi através da internet. Para os anunciantes, é muito mais barato pagar “comissão” para a empresa que intermedia as negociações (e há um limite mínimo de compradores por uma razão) do que fazer comerciais em TV, rádio, outdoor, etc. Os compradores pagam menos para adquirir os produtos e podem, eventualmente, tornarem-se clientes assíduos se forem bem atendidos e se perceberem valor na compra dos produtos do anunciante. Tudo isso agregado num website (na verdade – vários).</p>
<p>Atualmente é difícil quem não tenha feito uso de sites de compras coletivas. Seja para serviços, vestuário, alimentação, a forma como algumas pessoas compram foi fortemente alterada. Conheço muitas pessoas que compram mais de 30% de seus produtos através de sites de compra coletiva e isso inovou a forma como consomem. Sites de compra coletiva estão para brasileiros, assim como cupons de desconto estão para os norte-americanos.</p>
<p>Outro exemplo de inovação e, confesso que achei fantástica foi da rede de varejo C&amp;A que recentemente implementou um sistema de integração com o Facebook – os “likes” dados em determinados modelos são atualizados em tempo real nos cabides dessas peças de roupa que estão nas lojas.</p>
<div id="attachment_17161" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/inovacao-tecnologica-a-convergencia-dos-negocios-no-mundo-real-e-virtual/c-an-a-facebook-hangers-2-2/" rel="attachment wp-att-17161"><img class="size-medium wp-image-17161" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/05/c-an-a-facebook-hangers-21-300x213.jpg" alt="Cabides com os &quot;Likes&quot;" width="300" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Cabides com os &quot;LIKES&quot; na sessão Fashion Like</p></div>
<p>A sessão tem o nome “Fashion Like”. Modo interessante de integrar o mundo virtual ao mundo real e instiga consumidores a verem novidades que a rede oferece tanto pela web como pessoalmente, já que pela tela de um computador ou smartphone não é possível saber se o tecido é bom ou se o corte é adequado ao seu tipo de corpo.<br />
Independente de como isso possa mudar a forma como as pessoas passam a escolher suas roupas, a integração por si só dá idéia de como os mundos real e virtual estão cada vez mais se transformando e convergindo. Estamos cada vez mais conectados para lazer, compras, trabalho&#8230;</p>
<p>Empresas que não convergirem seus negócios também para o mundo virtual e inovar a forma como fazem negócios e oferecem serviços podem estar a caminho do fracasso? É bem possível que sim&#8230;  <a href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/inovacao-tecnologica-a-convergencia-dos-negocios-no-mundo-real-e-virtual/kodak-2/" rel="attachment wp-att-17159"><img class="alignright size-medium wp-image-17159" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/05/kodak1-300x224.jpg" alt="Sede da Kodak" width="300" height="224" /></a>Um grande exemplo por falta de inovação é da KODAK. Líder em seu segmento por décadas, insistiu em manter seus antigos filmes por muito tempo antes de tomar a decisão de  seguir a tendência de fotografia digital.  A grande maioria dos consumidores, hoje em dia,  não quer álbuns de fotografias pesados, guardados em armários, ocupando espaço. O mundo mudou. Os consumidores tem álbuns de forma eletrônica, organizados por data, nome do lugar, até com pessoas que marcadas nas fotos. Seja em seu HD, pen-drives ou mesmo na nuvem.</p>
<p>Sua empresa tem acompanhado essas tendências? Tem pensado em inovar a forma como faz negócio e oferece serviços? Talvez essa seja uma (das várias)  chaves para se manter no mercado&#8230;</p>
Number of View :406]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Big Data: Como colocar em prática</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/big-data-como-colocar-em-pratica/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 11:27:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>

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		<description><![CDATA[Big Data ainda está no canto da tela do radar dos executivos, mas tem o potencial de ser um disruptor de competitividade entre empresas. Afinal se uma empresa puder obter insights aprofundados sobre seus clientes, o que eles desejam e mesmo opinam sobre a empresa e seus produtos, tem condições de mudar o jogo. Big Data e Analytics permitem encontrar padrões e sentido em uma imensa e variada massa amorfa de dados gerados por sistemas transacionais, mídias sociais, sensores, etc.


Portanto, Big Data cria valor para as empresas descobrindo padrões e relacionamentos entre dados que antes estavam perdidos não apenas em data warehouses internos, mas na própria Web, em tuítes, comentários no Facebook e mesmo videos no YouTube. Isto foi reconhecido pela McKinsey em seu relatório “Big Data: The Next Frontier for Innovation, Competition and Productivity”. Recomendo também acessar www.ibm.com/bigdata para maiores informações e exemplos práticos de uso.

Mas colocar Big Data em prática não é simples questão de instalar alguma nova tecnologia. As tecnologias impulsionadoras são fundamentais, mas é necessário também que a empresa adapte seus processos de negócio de modo a explorar os insights gerados. Um exemplo de uso de Big Data de forma inovadora é a Pistoia Alliance, associação de empresas da industria de “life sciences” que permite em modo de coopetição compartilhar dados para acelerar os seus processos de P&#038;D. A ideia basica é criar um pool de Data Warehouses e através de processos inovadores e óbviamente novas tecnologias, compartilhar informações entre diversas empresas. Utilizando-se de modelos computacionais como cloud computing (aqui podemos falar em nuvens híbridas) se ganha em economia de escala, permitindo que grupos de empresas possam implementar estrategias de Big Data que sozinhas não teriam condições financeiras e tecnológicas. Para isso é necessário criar padrões de acesso e regras e políticas bem definidas de privacidade e segurança de acesso. Aliás, privacidade e segurança em Big Data merece, pela importância do tema, um post específico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Big Data ainda está no canto da tela do radar dos executivos, mas tem o potencial de ser um disruptor de competitividade entre empresas. Afinal se uma empresa puder obter insights aprofundados sobre seus clientes, o que eles desejam e mesmo opinam sobre a empresa e seus produtos, tem condições de mudar o jogo. Big Data e Analytics permitem encontrar padrões e sentido em uma imensa e variada massa amorfa de dados gerados por sistemas transacionais, mídias sociais, sensores, etc.<wbr></wbr></p>
<p>Portanto, Big Data cria valor para as empresas descobrindo padrões e relacionamentos entre dados que antes estavam perdidos não apenas em data warehouses internos, mas na própria Web, em tuítes, comentários no Facebook e mesmo videos no YouTube. Isto foi reconhecido pela McKinsey em seu relatório “<a href="http://www.mckinsey.com/Insights/MGI/Research/Technology_and_Innovation/Big_data_The_next_frontier_for_innovation"><wbr>Big Data: The Next Frontier for Innovation, Competition and Productivity</wbr></a><wbr>”<wbr><wbr>. Recomendo também acessar <a href="http://www.ibm.com/bigdata"><wbr><wbr>www.ibm.com/bigdata<wbr></wbr></wbr></wbr></a><wbr> para maiores informações e exemplos práticos de uso.<wbr></wbr></wbr></wbr></wbr></wbr></wbr></wbr></wbr></wbr></p>
<p>Mas colocar Big Data em prática não é simples questão de instalar alguma nova tecnologia. As tecnologias impulsionadoras são fundamentais, mas é necessário também que a empresa adapte seus processos de negócio de modo a explorar os insights gerados. Um exemplo de uso de Big Data de forma inovadora é a <a href="http://www.pistoiaalliance.org/"><wbr>Pistoia Alliance</wbr></a><wbr><wbr><wbr>, associação de empresas da industria de “life sciences” que permite em modo de coopetição compartilhar dados para acelerar os seus processos de P&amp;<wbr>D. A ideia basica é criar um pool de Data Warehouses e através de processos inovadores e óbviamente novas tecnologias, compartilhar informações entre diversas empresas. Utilizando-se de modelos computacionais como cloud computing (aqui podemos falar em nuvens híbridas) se ganha em economia de escala, permitindo que grupos de empresas possam implementar estrategias de Big Data que sozinhas não teriam condições financeiras e tecnológicas. Para isso é necessário criar padrões de acesso e regras e políticas bem definidas de privacidade e segurança de acesso. Aliás, privacidade e segurança em Big Data merece, pela importância do tema, um post específico.</p>
<p>Outro pré-requisito essencial é dispor de expertise, com novas funções como data scientist e CDO (Chief Data Officer). O data scientist é um profssional multidisciplinar, com skills em ciência da computação, matemática, estatística e, claro, conhecimentos do negócio onde está inserido. Quem exatamente é esta figura não está claro, mas uma boa discussão pode ser vista <a href="http://www.quora.com/Career-Advice/How-do-I-become-a-data-scientist"><wbr>aqui</wbr></a><wbr><wbr><wbr>. Também vale a pena dar uma olhada nesta comunidade: <wbr><wbr><a href="http://www.datascientists.net/"><wbr><wbr>http<wbr>://w<wbr>ww.d<wbr>atas<wbr>cien<wbr>tist<wbr>s.ne<wbr>t/</a>. Quanto ao CDO veja uma descrição do cargo e função na <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chief_data_officer"><wbr>Wikipedia</wbr></a><wbr><wbr><wbr> e o que Mario Faria, primeiro CDO do Brasil, da Boa Vista Serviços, me disse em um post anterior: “Minha função é bastante nova, apesar das empresas se preocuparem com o assunto dados há décadas. O papel de um CDO é ser o responsável por gerir os dados da empresa, através de uma estratégia baseada em valor para o negócio. Mesmo nos Estados Unidos, esta posição é nova, e o primeiro CDO foi o Professor Richard Wang do MIT, que em 2010, se licenciou para ser o CDO do Exército Americano.</p>
<p>O meu papel é conseguir olhar para as necessidades que a empresa tem em desenvolver novos produtos, serviços e ofertas, e quais são os insumos (no caso os dados) que precisam estar disponíveis para que isto ocorra. Se eu trabalhasse em uma indústria, meu cargo seria o de Diretor de Materiais”.</p>
<p>Na área de formação de profissionais para Big Data, a IBM implementou uma nova iniciativa nos EUA, denominada Big Data University, que visa a formação de estudantes de graduação e pós-graduação na área, expondo-os ao Hadoop e aos conceitos de Big Data. Lançado em outubro passado, a Big Data University já atraiu mais de 18 mil estudantes para seus cursos online gratuitos, em inglês. Deem uma olhada em bigdrsity.com.</p>
Number of View :628]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>TI: Chegou a hora de descomplicar</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/ti-chegou-a-hora-de-descomplicar/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/ti-chegou-a-hora-de-descomplicar/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 13:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otto Pohlmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[compladação]]></category>
		<category><![CDATA[descomplicar]]></category>
		<category><![CDATA[ti]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tiespecialistas.com.br/?p=17170</guid>
		<description><![CDATA[Durante muitos anos a gestão de infraestrutura de Tecnologia da Informação era uma coisa complicada. E, parecia que quanto mais complicado, melhor.  Isto porque os gestores de TI eram obrigados a entender de tudo, escolher as melhores alternativas, e gastar milhões em equipamentos e softwares.

Até os dias de hoje os gestores de TI ainda acreditam que precisam ter absoluto domínio sobre a escolha, aquisição e implantação das soluções.  

No entanto, com o advento do Cloud Computing este perfil e a atividade estão mudando rapidamente.  Os executivos estão se tornando cada vez mais gestores de contratos e da qualidade dos serviços prestados do que tomar decisões sobre a aquisição dos melhores equipamentos.

Com o Cloud Computing, a atividade de TI está ficando transparente, não importa o equipamento que o provedor está utilizando, o que interessa é o desempenho e a qualidade do serviço contratado.  A escolha dos equipamentos e soluções de software que suportam os sistemas dos clientes passou a ser uma escolha dos provedores de cloud. 

Com este novo panorama, o perfil do CIO (Chief Information Officer) vai mudar consideravelmente e exige uma rápida reciclagem para assumir este novo papel.

Além disso, os novos produtos de infraestrutura para suportar o Cloud Computing também tendem a ficarem mais simples.  Com os sistemas rodando em ambiente centralizado, é necessário escolher corretamente os produtos que permitem o acesso aos aplicativos e aos dados.  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante muitos anos a gestão de infraestrutura de Tecnologia da Informação era uma coisa complicada. E, parecia que quanto mais complicado, melhor.  Isto porque os gestores de TI eram obrigados a entender de tudo, escolher as melhores alternativas, e gastar milhões em equipamentos e softwares.</p>
<p>Até os dias de hoje os gestores de TI ainda acreditam que precisam ter absoluto domínio sobre a escolha, aquisição e implantação das soluções.  </p>
<p>No entanto, com o advento do Cloud Computing este perfil e a atividade estão mudando rapidamente.  Os executivos estão se tornando cada vez mais gestores de contratos e da qualidade dos serviços prestados do que tomar decisões sobre a aquisição dos melhores equipamentos.</p>
<p>Com o Cloud Computing, a atividade de TI está ficando transparente, não importa o equipamento que o provedor está utilizando, o que interessa é o desempenho e a qualidade do serviço contratado.  A escolha dos equipamentos e soluções de software que suportam os sistemas dos clientes passou a ser uma escolha dos provedores de cloud. </p>
<p>Com este novo panorama, o perfil do CIO (Chief Information Officer) vai mudar consideravelmente e exige uma rápida reciclagem para assumir este novo papel.</p>
<p>Além disso, os novos produtos de infraestrutura para suportar o Cloud Computing também tendem a ficarem mais simples.  Com os sistemas rodando em ambiente centralizado, é necessário escolher corretamente os produtos que permitem o acesso aos aplicativos e aos dados.  </p>
<p>Irão ficar no passado os complexos ambientes de VPN (Virtual Private Network) através das quais os usuários eram obrigados a montar complexas infraestruturas de rede, tanto em nível de link de dados, como de equipamentos e softwares, tudo isto para emular na WAN um ambiente cliente/servidor que funcionava muito bem em rede local, mas que na WAN apresentava um desempenho sofrível. </p>
<p>Este tipo de solução complexa e cara pode hoje, com as ferramentas adequadas para virtualização das aplicações na nuvem, ser feita com excelente desempenho e um custo muito inferior ao das soluções descritas anteriormente.  Um dos produtos que mais se adequou perfeitamente às demandas do ambiente de Cloud foram os softwares de virtualização. Eles representam o típico produto de Cloud que permite desempenho com qualidade, com baixos custos de infraestrutura.</p>
<p>Dentro do setor hoteleiro, as grandes redes de hotéis utilizam atualmente softwares de virtualização para rodar todas as atividades distribuídas, em ambiente centralizado, informações consideradas de missão crítica para o business hoteleiro, com extrema confiabilidade, alto desempenho e baixo investimento.   É um setor que pela distribuição geográfica das unidades, pode servir de exemplo para outras empresas que também têm unidades e filiais distribuídas pelo território brasileiro. </p>
<p>É o típico exemplo de que uma solução simples e barata pode funcionar melhor do que soluções complexas e caras.  Esta é uma quebra de paradigma que os CIO´s relutam a aceitar, e a falta de adaptação pode sair caro pra suas empresas, e pra eles mesmos. </p>
<p>Já não chegou a hora de evoluir?</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Qual o próximo papel do CIO na era do BYOD, cloud e mídias sociais?</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 11:24:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[BYOD]]></category>
		<category><![CDATA[CIO]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud]]></category>
		<category><![CDATA[computação em nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[gerente]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[outsourcing]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[ti]]></category>

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		<description><![CDATA[É muito comum encontrar nas organizações executivos de TI que não são vindos da área de tecnologia. Há muitos casos em que o CIO é proveniente da área mas, em sua maioria, não responde diretamente ao CEO ou ao menos tem participação ativa do board executivo. A verdade é que muitas empresas ainda tem forte desconfiança de que profissionais de TI possam assumir um papel de liderança empresarial e subestimam seus CIOs.

Em pesquisa publicada este ano pelo Gartner e que foi realizada com 200 CEOs de empresas com faturamento superior a US$500 milhões, considera os CIOs como “especialistas itinerantes” e que estes profissionais precisam redesenhar o modo como desenvolvem seus papéis na estratégia e na inovação do negócio. Ainda segundo o Gartner, a medida que a era da informação avança e novas tecnologias vão surgindo, o risco de ter uma visão estreita a respeito das novas formas de inteligência digital está crescendo e portanto, o novo CIO precisa de desenvolvimento, mentoring e direcionamento a metas empresariais.

O fato é que existe uma grande diferença entre compreender a tecnologia de forma intelectual e de conhecer de forma empírica, ou seja, ter experiência no assunto. Se o profissional já experimentou determinada tecnologia, sabe quais são os fatores complicadores, facilitadores os riscos envolvidos na implementação. A grande questão está relacionada a quanto o CIO do futuro precisa ter de compreensão de detalhes do funcionamento da tecnologia existente pois os novos gestores de TI precisam ser mais versados em dilemas de negócios. Ajudar o negócio a entender melhor a lucratividade de um determinado produto ou eliminar um passo desnecessário da área de Logística via automação, são exemplos de preocupações que esse personagem precisa ter para que consiga transformar as soluções existentes de tecnologia em soluções para o negócio, e consequentemente melhorando os resultados. O novo CIO deve mudar seu foco de atenção da busca pela eficiência e redução de custos para ser um agente da inovação, alavancando experimentações, interagindo cada vez mais com as áreas de negócio e atento às novas tendências.

É evidente que o perfil de profissional para liderar a TI vai depender muito do tamanho da organização e o nível de dependência tecnológica que a indústria necessita. Em uma pequena organização é normal que o profissional seja muito mais operacional. Já em empresas de grande porte, espera-se que o executivo de TI tenha muito mais visão e integração ao board e às metas da organização, pois neste caso, as empresas procuram alguém que possa fazer outras coisas além de administrar o ambiente de TI. Portanto, este profissional precisa aptidão para identificar e classificar os objetivos estratégicos do negócio e transformá-los em resultados através do uso de recursos de TI.

Há quem diga que num futuro não muito distante o CIO não será mais necessário, pois a TI está caminhando para mais simplicidade e portanto não haverá necessidade de um profissional específico para gerenciá-la. Com as soluções de outsourcing, cloud computing – onde os serviços de TI podem ser contratados sob demanda e sem a necessidade de investimentos em ativos – os mais céticos acreditam que não será necessário ser especialista para se contratar estes serviços.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É muito comum encontrar nas organizações executivos de TI que não são vindos da área de tecnologia. Há muitos casos em que o CIO é proveniente da área mas, em sua maioria, não responde diretamente ao CEO ou ao menos tem participação ativa do board executivo. A verdade é que muitas empresas ainda tem forte desconfiança de que profissionais de TI possam assumir um papel de liderança empresarial e subestimam seus CIOs.</p>
<p>Em pesquisa publicada este ano pelo Gartner e que foi realizada com 200 CEOs de empresas com faturamento superior a US$500 milhões, considera os CIOs como “especialistas itinerantes” e que estes profissionais precisam redesenhar o modo como desenvolvem seus papéis na estratégia e na inovação do negócio. Ainda segundo o Gartner, a medida que a era da informação avança e novas tecnologias vão surgindo, o risco de ter uma visão estreita a respeito das novas formas de inteligência digital está crescendo e portanto, o novo CIO precisa de desenvolvimento, mentoring e direcionamento a metas empresariais.</p>
<p>O fato é que existe uma grande diferença entre compreender a tecnologia de forma intelectual e de conhecer de forma empírica, ou seja, ter experiência no assunto. Se o profissional já experimentou determinada tecnologia, sabe quais são os fatores complicadores, facilitadores os riscos envolvidos na implementação. A grande questão está relacionada a quanto o CIO do futuro precisa ter de compreensão de detalhes do funcionamento da tecnologia existente pois os novos gestores de TI precisam ser mais versados em dilemas de negócios. Ajudar o negócio a entender melhor a lucratividade de um determinado produto ou eliminar um passo desnecessário da área de Logística via automação, são exemplos de preocupações que esse personagem precisa ter para que consiga transformar as soluções existentes de tecnologia em soluções para o negócio, e consequentemente melhorando os resultados. O novo CIO deve mudar seu foco de atenção da busca pela eficiência e redução de custos para ser um agente da inovação, alavancando experimentações, interagindo cada vez mais com as áreas de negócio e atento às novas tendências.</p>
<p>É evidente que o perfil de profissional para liderar a TI vai depender muito do tamanho da organização e o nível de dependência tecnológica que a indústria necessita. Em uma pequena organização é normal que o profissional seja muito mais operacional. Já em empresas de grande porte, espera-se que o executivo de TI tenha muito mais visão e integração ao board e às metas da organização, pois neste caso, as empresas procuram alguém que possa fazer outras coisas além de administrar o ambiente de TI. Portanto, este profissional precisa aptidão para identificar e classificar os objetivos estratégicos do negócio e transformá-los em resultados através do uso de recursos de TI.</p>
<p>Há quem diga que num futuro não muito distante o CIO não será mais necessário, pois a TI está caminhando para mais simplicidade e portanto não haverá necessidade de um profissional específico para gerenciá-la. Com as soluções de outsourcing, cloud computing – onde os serviços de TI podem ser contratados sob demanda e sem a necessidade de investimentos em ativos – os mais céticos acreditam que não será necessário ser especialista para se contratar estes serviços.</p>
<p><em>“No longo prazo, é improvável que o departamento de TI continue existindo, pelo menos da maneira como é hoje. Haverá muito pouco a fazer, uma vez que o grosso do processamento dos negócios sairá dos data centers privados e irá para dentro da nuvem. Unidades de negócio e até os próprios funcionários serão capazes de controlar o processamento das informações, sem precisar de uma legião de técnicos especialistas.”</em></p>
<p>Essa previsão apocalíptica para a área de TI foi dada por Nicholas Carr, editor da Harvard Business Review, em seu último livro A Grande Mudança – Religando o Mundo de Edson a Google. Particularmente não creio que esta previsão se concretize, apesar de todas as facilidades que as novas soluções fornecem e ainda sim haverá necessidade de um departamento de TI&#8230;.talvez não com esse nome e muito provavelmente gerenciada por profissionais com perfis diferentes do que temos hoje&#8230;.mais voltados para gerenciamento de contratos.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Email no celular: algumas regras básicas</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/email-no-celular-algumas-regras-basicas/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 11:24:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Mancini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia Social]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[email. smartphone]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando os primeiros celulares surgiram no Brasil no início de década de 90, eles só serviam para uma coisa: falarmos com alguém sem estarmos amarrados ao fio do telefone. Duas décadas depois, nossos celulares viraram uma central de comunicação móvel e entretenimento – viraram smartphones que nos permitem enviar e receber mensagens de texto, ler e enviar e-mails, fazer conferência e videoconferência, usar como ramal móvel no nosso escritório, gravar notas e lembretes, fora toda a gama de jogos, TV digital, músicas, vídeos e aplicativos para todos os gostos.

Temos realmente computadores em nossas mãos hoje em dia. O problema é que, em termos de comunicação, em geral não fomos “treinados” para viver neste novo mundo, com comunicação disponível em qualquer lugar. Por isto seguem algumas dicas:

Uso da ferramenta de comunicação correta: Sugira a criação na empresa ou no seu time de trabalho de um código de comunicação onde se defina claramente e de forma simples quais as melhores práticas de comunicação esperadas e que meios de comunicação devem ser usados, em quais situações e quais os prazos de resposta esperados para cada meio. Exemplo:

• assuntos urgentes, prefira um contato pessoal;
• Se não encontrar a pessoa, ligue ou envie SMS - retorno previsto: no máximo 2 horas;
• Para informar algo ou solicitações não urgentes, envie um e-mail – retorno previsto: 24 horas.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando os primeiros celulares surgiram no Brasil no início de década de 90, eles só serviam para uma coisa: falarmos com alguém sem estarmos amarrados ao fio do telefone. Duas décadas depois, nossos celulares viraram uma central de comunicação móvel e entretenimento – viraram smartphones que nos permitem enviar e receber mensagens de texto, ler e enviar e-mails, fazer conferência e videoconferência, usar como ramal móvel no nosso escritório, gravar notas e lembretes, fora toda a gama de jogos, TV digital, músicas, vídeos e aplicativos para todos os gostos.</p>
<p>Temos realmente computadores em nossas mãos hoje em dia. O problema é que, em termos de comunicação, em geral não fomos “treinados” para viver neste novo mundo, com comunicação disponível em qualquer lugar. Por isto seguem algumas dicas:</p>
<p>Uso da ferramenta de comunicação correta: Sugira a criação na empresa ou no seu time de trabalho de um código de comunicação onde se defina claramente e de forma simples quais as melhores práticas de comunicação esperadas e que meios de comunicação devem ser usados, em quais situações e quais os prazos de resposta esperados para cada meio. Exemplo:</p>
<p>• assuntos urgentes, prefira um contato pessoal;<br />
• Se não encontrar a pessoa, ligue ou envie SMS &#8211; retorno previsto: no máximo 2 horas;<br />
• Para informar algo ou solicitações não urgentes, envie um e-mail – retorno previsto: 24 horas.</p>
<p>Sobre e-mails: A maioria de nós recebe uma quantidade cada vez maior de e-mails, e muitos deles poderiam ser evitados. Dar conta destes e-mails parece cada dia mais difícil, e mesmo em um smartphone selecionar quais dos 100 ou 200 e-mails devem ser lidos primeiro é uma tarefa árdua&#8230; Para melhorar a comunicação com e-mails, algumas ações e pequenas mudanças de comportamento podem ser de grande valia.</p>
<p>Escrevendo e-mails: Se você vai enviar um e-mail, primeiro tenha em mente que e-mail é uma comunicação apenas escrita, e por isto é um meio “pobre” de comunicação. Mais de 90% da comunicação humana está no visual, nos gestos e na entonação de voz. Portanto, tenha certeza de que sua comunicação por e-mail é a forma mais eficaz de comunicar o que você quer e de ter a resposta que precisa. Se realmente for escrever um e-mail, observe estas dicas:</p>
<p>• Seja objetivo na comunicação. Menos palavras e mais direto ao ponto.<br />
• Releia o que escreveu antes de enviar.<br />
• Veja se está claro o que você quer, se colocou as pessoas corretas no e-mail, e SOMENTE elas.<br />
• Se precisa de algo, digo o que precisa, de quem precisa e principalmente para quando precisa.<br />
• Coloque um título/assunto claro no e-mail. A dica aqui é deixar para colocar o assunto por último, depois de ter escrito o e-mail.<br />
• Nunca escreva e-mails em estado emocional muito alterado. Palavras escritas de forma emocional podem causar grandes confusões. E tenha consciência de que o que você escreveu poderá ser lido por quem recebe a qualquer momento, e o estado emocional de quem recebe é um aspecto sobre o qual você não tem controle.<br />
• Não copie todo mundo. Muita gente adora copiar o chefe em tudo, só que a maioria deles acha que recebe muitos e-mails desnecessários dos subordinados, portanto, cheque com seu chefe que tipo de e-mail ele quer receber cópia.</p>
<p>E-mail no celular:</p>
<p>o Use seu Smartphone para ler e-mails mais urgentes e e-mails que precisem de respostas muito rápidas.<br />
o Use também para apagar aqueles que são desnecessários (e spams, é claro).<br />
o Deixe para responder e-mails que precisam de respostas mais elaboradas para momentos em que você tenha mais tempo, ou até prefira respondê-los através de seu computador.<br />
o Leia e-mails no celular apenas em momentos em que não esteja fazendo outra coisa.<br />
o Nunca leia e-mails quando estiver dirigindo ou fazendo qualquer atividade de risco.<br />
o Se estiver almoçando ou em reunião com outras pessoas, priorize as pessoas e deixe o celular para depois. Se estiver esperando algo urgente, comunique de antemão às pessoas que estão com você de que talvez você precise responder rapidamente algo urgente que está esperando.<br />
o Desative o alerta de chegada de novo e-mail no celular (e no computador também). Isso só serve para lhe tirar do foco do que está fazendo.<br />
o Para fácil identificação, adicione no início do título/assunto do e-mail um código de comunicação que seja de conhecimento de todos da equipe. Este código pode incluir siglas, indicando a ação a ser tomada, como por exemplo:</p>
<p>• AR: Ação Requerida<br />
• RR: Resposta Requerida<br />
• PSI: Para Sua Informação. Assume-se que quem está em cópia ou oculto é SEMPRE PSI; somente pessoas no para deveriam ter ações ou respostas requeridas.<br />
• OK: Resposta positiva para algum assunto enviado anteriormente.</p>
Number of View :637]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A dificuldade de evoluir para multitenancy</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/a-dificuldade-de-evoluir-para-multitenancy/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/a-dificuldade-de-evoluir-para-multitenancy/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 11:23:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[computação em nuvens]]></category>
		<category><![CDATA[multi_tenancy multitenancy]]></category>
		<category><![CDATA[saas]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente almocei com um executivo de uma empresa que produz e comercializa softwares aplicativos. O assunto foi SaaS e se ele deveria redesenhar seu produto para funcionar no modelo multitenancy. Como quase todos os aplicativos atuais ele opera no modelo on-premise, ou seja, comercializa uma cópia que é instalada nos servidores dos seus clientes.

A dificuldade de evoluir para multitenancy com uma única instância lógica compartilhada por centenas ou milhares de empresas clientes (tenants) é obviamente o custo, embora, seja claro, que este modelo traz consigo diversas vantagens como economia de escala, menor custo operacional e gerenciamento de upgrades. Upgrade é um bom exemplo. No mundo SaaS muitas vezes ocorrem 3 ou 4 upgrades por ano, com mudanças incrementais sendo incorporadas logo que estejam disponíveis. No modelo tradicional, estas mudanças tem que ser agrupadas e disponibilizadas em conjunto em um novo release, que é então distribuído aos clientes. As empresas clientes não podem perder tempo fazendo upgrades periódicos. Tem que cuidar do seu negócio!

Já com SaaS, o upgrade é feito nos servidores da nuvem que opera o aplicativo e todos os clientes tem acesso a estas novas funcionalidades, ao mesmo tempo. O que não acontece no modelo tradicional, onde os upgrades são efetuados de acordo com as prioridades de cada empresa. É comum vermos então, dezenas de versões, cada uma com recursos de funcionalidades diferentes. É sem duvida, um tormento para o suporte técnico do provedor do aplicativo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente almocei com um executivo de uma empresa que produz e comercializa softwares aplicativos. O assunto foi SaaS e se ele deveria redesenhar seu produto para funcionar no modelo multitenancy. Como quase todos os aplicativos atuais ele opera no modelo on-premise, ou seja, comercializa uma cópia que é instalada nos servidores dos seus clientes.</p>
<p>A dificuldade de evoluir para multitenancy com uma única instância lógica compartilhada por centenas ou milhares de empresas clientes (tenants) é obviamente o custo, embora, seja claro, que este modelo traz consigo diversas vantagens como economia de escala, menor custo operacional e gerenciamento de upgrades. Upgrade é um bom exemplo. No mundo SaaS muitas vezes ocorrem 3 ou 4 upgrades por ano, com mudanças incrementais sendo incorporadas logo que estejam disponíveis. No modelo tradicional, estas mudanças tem que ser agrupadas e disponibilizadas em conjunto em um novo release, que é então distribuído aos clientes. As empresas clientes não podem perder tempo fazendo upgrades periódicos. Tem que cuidar do seu negócio!</p>
<p>Já com SaaS, o upgrade é feito nos servidores da nuvem que opera o aplicativo e todos os clientes tem acesso a estas novas funcionalidades, ao mesmo tempo. O que não acontece no modelo tradicional, onde os upgrades são efetuados de acordo com as prioridades de cada empresa. É comum vermos então, dezenas de versões, cada uma com recursos de funcionalidades diferentes. É sem duvida, um tormento para o suporte técnico do provedor do aplicativo.</p>
<p>Por outro lado, existe um caminho alternativo que é usar provedores de nuvens IaaS e instalar neles seu aplicativo, com uma máquina virtual para cada cliente. Para o cliente, o efeito é SaaS, embora para o provedor os custos sejam mais elevados que multitenancy, pois cada máquina virtual tem uma cópia do aplicativo, que deve ser gerenciada por si. Mas pode ser uma etapa intermediária antes de se chegar a um “full multitenancy”. Este modelo pode ser chamado de multitenancy via shared hardware, pois o servidor é compartilhado por várias maquinas virtuais, cada uma com sua propria instância do aplicativo. Não permite de forma automática a elasticidade total, pois para isso seria necessário alterar o código do aplicativo ou do servidor de aplicações que o rodeia, para entender as APIs da nuvem onde ele reside, para que seja possível explorar a escalabilidade horizontal. Escalabilidade horizontal é aumentar ou diminuir o número de máquinas virtuais alocadas a uma única instância. Neste modelo a unidade de provisionamento e alocação é a máquina virtual. Um exemplo é o Amazon Auto Scaling Service. Claro que a aplicação também tem que ter sido projetada para aproveitar mais máquinas virtuais. Se ela tiver sido desenhada para rodar um único servidor, sem nenhuma capacidade de paralelismo, alocar mais máquinas virtuais não trará benefício nenhum.</p>
<p>Qualquer que seja a estratégia SaaS, é importante que o cliente se sinta seguro e que os demais clientes que compartilham a infraestrutura não interfiram em sua operação. Por exemplo: se um determinado cliente está no seu momento de maior utilização, gerando muita demanda computacional, este fato não pode afetar a performance dos demais clientes. Portanto, ir para SaaS demanda que a infraestrutura em nuvem do provedor consiga manter o isolamento entre as várias instâncias compartilhadas.</p>
<p>O modelo “full multitenancy” deverá aos poucos se disseminar, e provavelmente começaremos a ver as novas aplicações sendo escritas para rodar em ambiente de nuvem (SaaS) explorando este modelo. Demanda, obviamente, skills que não são muito comuns hoje em dia&#8230; Hoje um exemplo clássico de full multitenancy é o salesforce. Um documento que recomendo como apoio ao entendimento do conceito multitenncy e seu uso prático é o “<a href="http://tinyurl.com/cat7hb"><wbr>The force.com multitenant architecture</wbr></a><wbr>”. Outro paper muito legal é “<a href="http://www.ibm.com/developerworks/cloud/library/cl-multitenantcloud/index.html"><wbr>Best practices for cloud computing multitenancy</wbr></a><wbr>”<wbr><wbr>. Aliás, acessando a comunidade <a href="https://www.ibm.com/developerworks/"><wbr>developerWorks</wbr></a><wbr><wbr><wbr> e pesquisando pela keyword multitenancy você obterão excelentes papers que os ajudarão a entender melhor o conceito. Vale a pena o esforço.</wbr></wbr></wbr></wbr></wbr></wbr></wbr></p>
Number of View :471]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Agora é oficial &#8211; TI Especialistas lança Forum</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/agora-e-oficial-ti-especialistas-lanca-forum/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 17:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[E-Commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Promoções]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[forum]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[ti especialistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Afim de proporcionar maior interatividade, networking e troca de conhecimentos o TI Especialistas está lançando um Fórum de discussões. O acesso é livre para todos os profissionais do mercado, no Brasil e no exterior, já que 7% de nosso público vem de outros países.

A ferramenta chega para agregar conhecimento, exposição ao mercado, oportunidades de negócios, empregos, divulgação de eventos e muito mais.

O Forum é dividido em áreas de conhecimento tais como Gestão de Projetos, Desenvolvimento, Governança Corporativa e E-Commerce.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Afim de proporcionar maior interatividade, networking e troca de conhecimentos o TI Especialistas está lançando um <a title="Forum - TI Especialistas" href="http://www.tiespecialistas.com.br/forum/" target="_blank">Fórum de discussões</a>. O acesso é livre para todos os profissionais do mercado, no Brasil e no exterior, já que 7% de nosso público vem de outros países.</p>
<p>A ferramenta chega para agregar conhecimento, exposição ao mercado, oportunidades de negócios, empregos, divulgação de eventos e muito mais.</p>
<p>O Forum é dividido em áreas de conhecimento tais como <a title="Gestão de Projetos" href="http://www.tiespecialistas.com.br/forum/Forum-Gest%C3%A3o-de-Projetos" target="_blank">Gestão de Projetos</a>, <a title="Desenvolvimento de Software" href="http://www.tiespecialistas.com.br/forum/Forum-Desenvolvimento-de-Software" target="_blank">Desenvolvimento</a>, <a title="Governança Corporativa" href="http://www.tiespecialistas.com.br/forum/Forum-Governan%C3%A7a-Corporativa" target="_blank">Governança Corporativa</a> e <a title="E-Commerce" href="http://www.tiespecialistas.com.br/forum/Forum-E-Commerce" target="_blank">E-Commerce</a>.</p>
<p>Com esta ação o TI Especialistas espera dobrar seu &#8220;Market Share&#8221; em um curto espeço de tempo. Novas ações também estão sendo desenvolvidas com várias empresas parceiras.</p>
<p>Aguardem!</p>
<h5>Acessem o Forum e inscrevam-se: <a title="Forum - TI Especialistas" href="http://www.tiespecialistas.com.br/forum/" target="_blank">www.tiespecialistas.com.br/forum/</a></h5>
<div id="attachment_16928" class="wp-caption alignright" style="width: 550px"><a href="http://www.tiespecialistas.com.br/forum/"><img class=" wp-image-16928 " title="Captura de tela de 2012-05-06 13:21:16" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/05/Captura-de-tela-de-2012-05-06-132116.png" alt="Forum - TI Especialistas" width="540" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">Forum - TI Especialistas</p></div>
Number of View :846]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Chromebook: O laptop do futuro já nasceu morto. Você ainda vai ter um!</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/chromebook-o-laptop-do-futuro-ja-nasceu-morto-voce-ainda-vai-ter-um-2/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/chromebook-o-laptop-do-futuro-ja-nasceu-morto-voce-ainda-vai-ter-um-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 May 2012 13:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>L.Midas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Dia desses, apareceu-me um legítimo Chromebook: Um Samsung Series 5, branquinho. Bonitinho o bichinho. A primeira surpresa aconteceu justamente ao tentar abri-lo. O símbolo Chrome e o logo Samsung são colocados ao contrário o que leva todos os incautos a tentarem abrir a máquina pelo lado errado. Fora isso, nada muito diferente de um laptop comum. Peso, tamanho, tela, teclado, tudo igualzinho. Nas entranhas, armazenamento em estado sólido (não tem HD convencional) de meros 16GB e um processador Intel Atom não impressionam. O preço, muito menos: 1 mil reais. Mãos à obra, o setup inicial lembrou-me muito o processo de inicialização do Windows de um laptop convencional. Demoradíssimo, com poucas indicações de progresso (por vezes achei que havia travado), boot, reboot, boot de novo, reboot de novo, finalmente o tal Chromebook estava pronto.

Em resumo, trata-se de um computador que usa um sistema operacional proprietário para desembocar no navegador Chrome. É isso, você como usuário só tem o browser e mais nada. Obviamente, funciona otimamente com o Google Apps e até mesmo com o Office 365 da Microsoft. Offline, o dito toca mp3, vídeos avi, fotos em JPG e... é só. Teoricamente, um computador “perfeito” sem vírus, sem ter que instalar nenhum software. Pense bem: Quando foi a última vez que você utilizou um PC sem estar conectado à internet?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia desses, apareceu-me um legítimo <a href="http://www.amazon.co.uk/Samsung-Series-Chromebook-Arctic-White/dp/B0054WOVRW">Chromebook: Um Samsung Series 5</a>, branquinho. Bonitinho o bichinho. A primeira surpresa aconteceu justamente ao tentar abri-lo. O símbolo Chrome e o logo Samsung são colocados ao contrário o que leva todos os incautos a tentarem abrir a máquina pelo lado errado. Fora isso, nada muito diferente de um laptop comum. Peso, tamanho, tela, teclado, tudo igualzinho. Nas entranhas, armazenamento em estado sólido (não tem HD convencional) de meros 16GB e um processador Intel Atom não impressionam. O preço, muito menos: 1 mil reais. Mãos à obra, o setup inicial lembrou-me muito o processo de inicialização do Windows de um laptop convencional. Demoradíssimo, com poucas indicações de progresso (por vezes achei que havia travado), boot, reboot, boot de novo, reboot de novo, finalmente o tal Chromebook estava pronto.</p>
<p>Em resumo, trata-se de um computador que usa um sistema operacional proprietário para desembocar no navegador Chrome. É isso, você como usuário só tem o browser e mais nada. Obviamente, funciona otimamente com o Google Apps e até mesmo com o Office 365 da Microsoft. Offline, o dito toca mp3, vídeos avi, fotos em JPG e&#8230; é só. Teoricamente, um computador “perfeito” sem vírus, sem ter que instalar nenhum software. Pense bem: Quando foi a última vez que você utilizou um PC sem estar conectado à internet?</p>
<p>Na prática, a história é outra. O browser Chrome não suporta, por exemplo, Microsoft’s Silverlight (extensivamente usado em web sites com muitos vídeos, tipo BBC) o que limita o número de web sites navegáveis em uma plataforma já restrita; o uso profissional, pelo menos para mim, é impossível (na empresa que trabalho temos vários programas proprietários);<a href="http://support.google.com/chromeos/bin/answer.py?hl=en&amp;answer=1320546&amp;topic=29010&amp;ctx=topic"> a utilização não é intuitiva</a> (custei para entender o novo conceito de “desktop”, mais ainda para me adaptar ao fato que não existe tecla de “delete”, apenas a tecla da seta no sentido contrário, aquela que apaga o caractere imediatamente à esquerda do cursor) e por aí vai.</p>
<p>No frigir dos ovos, o grande pecado da máquina é que a combinação preço/formato que não se enquadra em nenhum nicho de mercado hoje em dia. Não tem a beleza e a praticidade intuitiva de um iPad, nem a versatilidade de um laptop capaz de realizar qualquer tarefa. Acredito que no atual formato, é uma proposta sem futuro.</p>
<p>Tendo dito isso, chamou-me à atenção <a href="http://www.washingtonpost.com/business/ipad-demand-sends-taiwanese-laptop-makers-looking-for-new-strategy/2012/04/24/gIQAP7GHeT_story.html">um artigo recém-publicado</a> contando que pela primeira vez em 12 anos o mercado de PCs nos Estados Unidos sofreu um declínio. Interessante, pensei que isso tivesse ocorrido com a crise de 2009, mas aparentemente, o culpado não dessa vez não é a economia mas sim o iPad e a computação nas nuvens! A computação pessoal, até recentemente confinada ao dilema “laptop ou PC estacionário”, agora fervilha de escolhas de dispositivos de uso específico para certas ocasiões ou aplicativos: PC estacionário no escritório, laptop no sítio, telefone celular na fila, no restaurante e no banheiro, iPad em frente à TV e por aí vai. E todos utilizando os mesmos dados, esses armazenados nas diversas nuvens e sempre disponíveis em qualquer dispositivo.</p>
<p>Analisando-se por esse ângulo e sabendo-se do poder de fogo da Google e sua missão de destronar a Microsoft, vê-se que o tal Chromebook que eu tanto malhei no início do artigo na verdade está fadado a ser a máquina do futuro. Não da forma como foi concebido, mas transvestido em algum outro formato, talvez reencarnado como um micro-laptop, ou um laptop bem mais fino e leve, ou como um tablet. Ou ainda como um “docking station” onde o usuário “pluga” seu telefone e obtém um computador completo, <a href="http://gigaom.com/mobile/asus-padfone-launch-price-powers-tablet/">veja os passos nessa direção aqui</a>.</p>
<p>Sendo assim, minha conclusão é que você ainda vai ter um. Nem que seja no futuro distante, quando inevitavelmente a Google irá realizar a fusão dos dois sistemas operacionais – Android e Chrome O.S em apenas uma plataforma, convergente para tanto laptop quanto smartphones. Mas espere um pouco, não é isso que o Windows 8 promete?</p>
<p>Meus amigos, até dia 12, quando estarei no Café com Letras de BH entre 11:00 e 13:00 autografando meu romance “Redes Sensuais”, o qual já se encontra à venda na web da livraria Cultura:</p>
<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/facebook.asp?param=nitem%3D29747558-tipo%3D2-id_link%3D7621">http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/facebook.asp?param=nitem%3D29747558-tipo%3D2-id_link%3D7621</a></p>
<p>&nbsp;</p>
Number of View :713]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Você realmente sabe o que é Big Data?</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/voce-realmente-sabe-o-que-e-big-data/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 11:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[big data]]></category>
		<category><![CDATA[grande quantidade de dados]]></category>
		<category><![CDATA[IBM]]></category>
		<category><![CDATA[nosql]]></category>
		<category><![CDATA[petabytes]]></category>

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		<description><![CDATA[O termo Big Data está cada vez mais popular, embora ainda esteja mal compreendido. Observo em muitas palestras que não existe consenso quanto a que realmente é Big Data e quais as tecnologias fundamentais que o sustentam. E mais ainda, existem muitas dúvidas de como tangibilizar o conceito, ou seja, como sair do conceitual e criar soluções de negócio que agreguem valor para as companhias.

Eliminar estas dúvidas é essencial e o primeiro passo para as empresas se aventurarem em projetos Big Data.
Para colocarmos o termo em contexto, Big Data vem chamando atenção pela acelerada escala em que volumes cada vez maiores de dados são criados pela sociedade. Já falamos comumente em petabytes de dados gerados cada dia, e zetabytes começa a ser uma escala real e não mais imaginária e futurista. O que era futuro há uma década, terabytes, hoje nós já temos nas nossas próprias casas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O termo Big Data está cada vez mais popular, embora ainda esteja mal compreendido. Observo em muitas palestras que não existe consenso quanto a que realmente é Big Data e quais as tecnologias fundamentais que o sustentam. E mais ainda, existem muitas dúvidas de como tangibilizar o conceito, ou seja, como sair do conceitual e criar soluções de negócio que agreguem valor para as companhias.</p>
<p>Eliminar estas dúvidas é essencial e o primeiro passo para as empresas se aventurarem em projetos Big Data.<br />
Para colocarmos o termo em contexto, Big Data vem chamando atenção pela acelerada escala em que volumes cada vez maiores de dados são criados pela sociedade. Já falamos comumente em petabytes de dados gerados cada dia, e zetabytes começa a ser uma escala real e não mais imaginária e futurista. O que era futuro há uma década, terabytes, hoje nós já temos nas nossas próprias casas.</p>
<p>As tecnologias que sustentam Big Data podem ser analisadas sob duas óticas: as envolvidas com analytics, tendo Hadoop e MapReduce como nomes principais e as tecnologias de infraestrutura, que armazenam e processam os petabytes de dados. Neste aspecto, destacam-se os bancos de dados NoSQL (No, significa not only SQL). Por que estas tecnologias? Por que Big Data é a simples constatação prática que o imenso volume de dados gerados a cada dia excede a capacidade das tecnologias atuais de os tratarem adequadamente.</p>
<p>Começando pelo início. O que é Big Data? Outro dia escrevi um post com uma fórmula simples para conceitualizá-lo. Big Data = volume + variedade + velocidade. Hoje adiciono mais dois “V”s: veracidade e valor. Vamos detalhar estes tópicos um pouco mais.</p>
<p>Volume está claro. Geramos petabytes de dados a cada dia. E estima-se que este volume dobre a cada 18 meses. Variedade também, pois estes dados vêm de sistemas estruturados (hoje minoria) e não estruturados (a imensa maioria), gerados por e-mails, mídias sociais (Facebook, Twitter, YouTube e outros), documentos eletrônicos, apresentações estilo Powerpoint, mensagens instântaneas, sensores, etiquetas RFID, câmeras de vídeo, etc.<br />
Velocidade porque muitas vezes precisamos agir praticamente em tempo real sobre este imenso volume de dados, como em um controle automático de tráfego nas ruas. Veracidade porque precisamos ter certeza que os dados fazem sentido e são autênticos. E valor porque é absolutamente necessário qua a organização que implementa projetos de Big Data obtenha retorno destes investimentos. Um exemplo poderia ser a área de seguros, onde a análise de fraudes poderia ser imensamente melhorada, minimizando-se os riscos, utilizando-se, por exemplo, de análise de dados que estão fora das bases estruturadas das seguradoras, como os dados que estão circulando diariamente nas mídias sociais.</p>
<p>Falamos que as tecnologias atuais de tratamento de dados não são mais adequadas. Por que? Vejamos o modelo relacional, proposto pelo pesquisador da IBM, Edgar F. Codd, em 1969. Quando foi proposto, a demanda era acessar dados estruturados, gerados pelos sistemas internos das corporações. Não foi desenhado para dados não estruturados (futurologia na época) e nem para volumes na casa dos petabytes de dados (inimaginável na época). Precisava-se sim de um modelo que categorizasse e normalizasse dados com facilidade. E o modelo relacional foi muito bem sucedido nisso, tanto que é o modelo de dados mais usado atualmente.</p>
<p>Para tratar dados na escala de volume, variedade e velocidade do Big Data precisamos de outros modelos. Surgem os softwares de banco de dados NoSQL, desenhados para tratar imensos volumes de dados estruturados e não estruturados. Existem diversos modelos como sistemas colunares como o Big Table, usado internamente pelo Google (é a base de dados sob o Google App Engine),o modelo Key/value como DynamoDB da Amazon, o modelo “document database” baseado no conceito proposto pelo Lotus Notes da IBM e aplicado em softwares como MongoDB, e o modelo baseado em grafos como o Neo4j. Em resumo, não faltam opções&#8230; Interessante lembrar que antes do modelo relacional já existia um software de banco dados que lidava com grandes volumes que é o IMS da IBM, modelo hierárquico, criado para suportar o projeto Apollo de conquista da Lua e que ainda hoje é base da maioria das transações financeiras que circulam pelo mundo.</p>
<p>Por outro lado, esta diversidade de alternativas demanda que os líderes dos projetos de Big Data escolham a mais adequada ou mesmo demandem mais de uma opção, de acordo com as necessidades específicas.</p>
<p>Depois da infraestrutura é necessário atenção aos componentes de analytics, pois estes é que transformam os dados em algo de valor para o negócio. Big Data Analytics não signfica eliminar os tradicionais sistemas de BI que existem hoje, mas pelo contrário, devem coexistir. Recomendo enfáticamente a leitura do livro “Competing on Analytics: the new science of winning”, de Thomas H. Davenport, publicado pela Harvard Business Schoool Press. Um bom exemplo de uso de Hadoop para analytics é o BigInsights da IBM.</p>
<p>Aliás, ao lado destas alternativas surgem outras opções, como o uso de appliances, como o Netezza da IBM, que embarcam em um hardware adaptado todos os softwares necessários para criar projetos de Big Data. Os appliances queimam etapas nos projetos de Big Data.</p>
<p>Quanto ao aspecto velocidade o conceito de stream processing permite tratamento em tempo real de dados. Concretamente, o InfoSphere Streams da IBM é um exemplo muito interessante. A ideia de stream computing é fantástica. Um novo paradigma. No modelo de data mining tradicional uma empresa filtra dados dos seus vários sistemas e após criar um Data Warehouse, dispara “queries”. Na prática faz-se garimpagem em cima de dados estáticos, que não refletem o momento, mas sim o contexto de horas, dias ou mesmo semanas atrás. Com stream computing esta garimpagem é efetuada em tempo real. Em vez de disparar queries em cima de uma base de dados estática, coloca-se uma corrente contínua de dados (streaming data) atravessando um conjunto de queries. Podemos pensar em inúmeras aplicações, sejam estas em finanças, saúde e mesmo manufatura. Vamos ver este último exemplo: um projeto em desenvolvimento com uma empresa de fabricação de semicondutores pode monitorar em tempo real o processo de deteção e classificação de falhas. Com stream computing as falhas nos chips sendo fabricados são detetados em minutos e não horas ou mesmo semanas. Os wafers defeituosos podem ser reprocessados e, mais importante ainda, pode-se fazer ajustes em tempo real nos próprios processos de fabricação.</p>
<p>Adicionalmente, podemos pensar que a computação em nuvem é também um impulsionador para Big Data, pois pode-se usar nuvens públicas para suportar imensos volumes de dados e as caraterísticas de elasticidade  das nuvens permitem que acionemos servidores virtuais sob demanda, aprenas no momento de tratar estes dados.<br />
Enfim, Big Data já está batendo nas nossas portas. Seu potencial ainda não está sendo plenamente reconhecido, mas já vemos sinais claros desta importância quando lemos relatórios como o “Big Data, Big Impact: new possibilities for International Development”, publicado pelo World Economic Forum. Este relatório mostra como a sociedade mundial pode usufruir do imenso volume de dados gerado por ela para ajudar a resolver problemas diversos como questões sócio-econômicas e mesmo prevenção de epidemias.</p>
<p>Quanto às empresas, Big Data abre um novo e ainda inexplorado território. Carecemos de conhecimentos, experiências e mesmo de expertise profissional. Começa-se a se falar em novas funções como “data scientists” (escrevi sobre isso em post anterior), mas é inevitável que os CIOs tenham que colocar Big Data na tela dos seus radares. As oportunidades que os cinco “V”s trazem não podem e nem devem ser desperdiçados.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Formalização de Contratos em Papel x Assinatura Digital &#8211; Calculando os Custos com Transporte</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/formalizacao-de-contratos-em-papel-x-assinatura-digital-calculando-os-custos-com-transporte/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 11:13:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldemar Felippe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Direito & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[assinatura de contratos]]></category>
		<category><![CDATA[assinatura digital]]></category>
		<category><![CDATA[assinatura digital de contratos]]></category>
		<category><![CDATA[assinatura digital de documentos]]></category>
		<category><![CDATA[assinatura digital de procurações]]></category>
		<category><![CDATA[Assinaturas Digitais]]></category>
		<category><![CDATA[contrato digital]]></category>
		<category><![CDATA[contrato eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[contratos eletrônicos]]></category>
		<category><![CDATA[ICP Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[workflow de assinaturas]]></category>

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		<description><![CDATA[A formalização de Contratos em Papel envolve uma série de custos que podem ser eliminados ou diminuídos com a utilização da Assinatura Digital. Muitas vezes desprezado e, em muitos casos, despercebido, um dos custos mais importantes tidos no processo de formalização de contratos em papel é o transporte destes documentos entre as partes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><img class="size-full wp-image-15976 alignright" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/03/bn_assinaturadigital.jpg" alt="Assinatura Digital" width="197" height="104" />A formalização de Contratos em Papel envolve uma série de custos que podem ser eliminados ou diminuídos com a utilização da Assinatura Digital. Muitas vezes desprezado e, em muitos casos, despercebido, um dos custos mais importantes tidos no processo de formalização de contratos em papel é o transporte destes documentos entre as partes. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Contratos em papel necessitam ter suas vias impressas e encaminhadas para seus signatários, seguindo a ordem estabelecida pelo administrador. Esses documentos são normalmente enviados para a coleta de assinaturas através de mensageiros (Motoboy) ou serviços de correio (por exemplo, o Sedex), dependendo da distância a ser percorrida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Apenas como exercício, para calcularmos estes custos, consideraremos uma empresa que formaliza <strong>200 Contratos por mês</strong>, ou seja, <strong>2400 Contratos por ano</strong>. Cada um destes contratos é celebrado entre a empresa emissora e uma outra parte, ou seja, estamos considerando que o contrato possui apenas duas partes. Também estamos considerando que 30% dos documentos serão enviados via Sedex e 70% através de mensageiros. Está sendo considerado um custo médio de R$ 15,00 para o transporte via Motoboy (custo médio para envio de documento a uma distância média de 10 km na cidade de São Paulo) e R$ 11,10 para o envio através do Sedex. Adicionalmente, estamos considerando que as viagens do Motoboy podem ser otimizadas através do envio de mais de um documento em cada viagem. Assim sendo estaremos aplicando um fator de redução de 40% nos custos com Motoboy.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Dentro do cenário apresentado teremos os seguintes custos para encaminhamento dos documentos à outra parte do contrato para coleta de assinaturas:</span></p>
<table width="100%" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" bgcolor="#d4dfaa" width="142"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Tipo de Transporte</strong></span></td>
<td valign="top" bgcolor="#d4dfaa" width="132">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Documentos/Ano</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" bgcolor="#d4dfaa" width="170">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Cálculo do Transporte</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" bgcolor="#d4dfaa" width="208">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Custo total com encaminhamento para coleta de assinaturas</strong></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="142">
<p align="left"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Sedex </span></p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">720 (30%)</span></p>
</td>
<td valign="top" width="170">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">720 x R$ 11,10</span></p>
</td>
<td valign="top" width="208">
<p align="right"><strong><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">R$ 7.992,00</span></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="142">
<p align="left"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Motoboy</span></p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">1680 (70%)</span></p>
</td>
<td valign="top" width="170">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">1680 x R$ 15,00 x 60%</span></p>
</td>
<td valign="top" width="208">
<p align="right"><strong><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">R$ 15.120,00</span></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="142">
<p align="right"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Total por ano</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>2400</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" width="170">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>&#8212;&#8211;</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" width="208">
<p align="right"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>R$ 23.112,00</strong></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Uma vez coletadas as assinaturas de todas as partes é necessário o encaminhamento dos Contratos para o reconhecimento de firmas no cartório. Neste momento estarão sendo reconhecidas somente as firmas dos representantes da empresa que emitiu os contratos, pois os mesmos já estão com as assinaturas e firmas reconhecidas pela outra parte. Dentro de um processo otimizado, consideraremos que este serviço será realizado apenas uma vez por dia através de serviço de motoboy, que encaminhará todos os contratos para um mesmo cartório, retornando-os em seguida para a empresa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Com os contratos devidamente assinados e com as firmar reconhecidas por ambas as partes, faz-se necessário encaminhar uma das vias à outra parte.  Esses custos são calculados da mesma forma que quando do envio para a coleta de assinaturas, ou seja:</span></p>
<table width="100%" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" bgcolor="#d4dfaa" width="142"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Tipo de Transporte</strong></span></td>
<td valign="top" bgcolor="#d4dfaa" width="132">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Documentos/Ano</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" bgcolor="#d4dfaa" width="170">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Cálculo do Transporte</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" bgcolor="#d4dfaa" width="198">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Custo total com encaminhamento para coleta de assinaturas</strong></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="142">
<p align="left"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Sedex </span></p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">720 (30%)</span></p>
</td>
<td valign="top" width="170">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">720 x R$ 11,10&gt;</span></p>
</td>
<td valign="top" width="198">
<p align="right"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>R$ 7.992,00</strong></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="142">
<p align="left"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Motoboy</span></p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">1680 (70%)</span></p>
</td>
<td valign="top" width="170">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">1680 x R$ 15,00 x 60%</span></p>
</td>
<td valign="top" width="198">
<p align="right"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>R$ 15.120,00</strong></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="142">
<p align="right"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Total por ano</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>2400</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" width="170">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>&#8212;&#8211;</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" width="198">
<p align="right"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>R$ 23.112,00</strong></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Observe que estamos considerando os custos com transporte tidos apenas pela empresa responsável pela emissão do contrato. Os custos decorrentes de transportes ao cartório e retorno dos documentos assinados a o emissor, tidos pela outra parte do contrato, não estão sendo considerados nestes cálculos.</span></p>
<table width="100%" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="540">
<p align="left"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Custo Anual para encaminhamento dos contratos para coleta de assinaturas</span></p>
</td>
<td valign="top" width="102">
<p align="right"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">R$ 23.112,00</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="540">
<p align="left"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Custo Anual com Encaminhamento de Contratos ao Cartório</span></p>
</td>
<td valign="top" width="102">
<p align="right"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">R$ 3.600,00</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="540">
<p align="left"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Custo Anual para encaminhamento de uma via contratos à  outra parte</span></p>
</td>
<td valign="top" width="102">
<p align="right"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">R$ 23.112,00</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" bgcolor="#d4dfaa" width="540">
<p align="left"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Custo Total Anual de com Transporte e Encaminhamento de Contratos</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" bgcolor="#d4dfaa" width="102">
<p align="right"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>R$ 49.824,00</strong></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Isto nos leva concluir que, dentro o cenário conservador exposto, cada contrato custa somente no quesito transporte a importância de <strong>R$ 20,76</strong>.  Este valor pode variar, para mais ou para menos, dependendo do fluxo adotado por cada empresa, mas podemos seguramente afirmar que estes custos são muito maiores que o custo total tido com a formalização de Contratos através da Assinatura Digital. Vale lembrar que no processo de formalização de Contratos através da Assinatura Digital não existem custos de transporte pois o documento permanece sempre no servidor e, quando necessário, é simplesmente exibido e colocado a disposição de seus signatários e/ou outros que acompanham o fluxo de formalização.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Observe que, dentro do cenário apresentado,  foram considerados os custos com transporte tidos apenas pela empresa responsável pela emissão do Contrato. Os custos decorrentes de transportes ao cartório e retorno dos documentos assinados para o emissor tidos pela outra parte do contrato, não estão sendo considerados nestes cálculos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Em termos de custos globais, podemos afirmar que a adoção da assinatura digital para a formalização de contratos eletrônicos pode significar uma <strong>redução</strong>, dependendo do cenário analisado, <strong>de até 80% dos custos</strong> tidos com o processo de formalização de contratos baseados em papel.</span></p>
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