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	<title>TI Especialistas &#187; Cloud Computing</title>
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		<title>ERP: Evolução Tecnológica e Alterações Concorrenciais</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/erp-evolucao-tecnologica-e-alteracoes-concorrenciais/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 17:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Fernando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
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		<description><![CDATA[Começo este post informando que não tenho a pretensão de aprofundar o estudo no mercado de ERP (1) , mas, apenas e tão somente, de realizar um breve relato e expor minha experiência neste mercado tão competitivo.

Atuando no mercado de ERP desde 1998 acumulei muita experiência e vivenciei uma evolução considerável deste tipo de software.

O mercado brasileiro de ERP  amadureceu, e evoluiu, as suítes ERP foram se modernizando e atendendo as necessidades das empresas de acordo com sua concepção gerencial inicial.

Na minha percepção para as pequenas software houses a explosão aconteceu no fim da década de 90 e início da década passada com o auge entre 2002 e 2006.  As suítes independentes eram vendidas as empresas como a solução de todos os seus problemas de gerenciamento.

Um software de gestão o ERP cumpre muito bem o seu papel pois atinge todos os níveis hierárquicos de duas principais maneiras: fornecendo controle e armazenando dados operacionais.

A compilação desses dados em BI (2) se transformam em informações que influenciarão decisões importantes nas corporações.

As pequenas empresas de TI mantinham-se em sua zona de conforto e atuando em empresas de pequeno e médio porte, pois, as gigantes da TI pareciam se interessar quase que exclusivamente por empresas de grande porte, principalmente devido ao alto custo dos seus serviços e de seus produtos. Só parecia.

Durante o auge, grandes players, competidores globais do mercado de TI, direcionaram seus olhares para as médias empresas, principalmente as multinacionais. Gigantes como Microsoft, com seu Dynamics, TOTVS com fusões e agregações de players menores ou que atuavam em uma parte do mercado específica, SAP, Microsiga entre outros. Essas grandes empresas passaram a atuar em um nicho de mercado que antes era bem explorado por pequenos produtores de software.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Começo este post informando que não tenho a pretensão de aprofundar o estudo no mercado de ERP (1) , mas, apenas e tão somente, de realizar um breve relato e expor minha experiência neste mercado tão competitivo.</p>
<p>Atuando no mercado de ERP desde 1998 acumulei muita experiência e vivenciei uma evolução considerável deste tipo de software.</p>
<p>O mercado brasileiro de ERP  amadureceu, e evoluiu, as suítes ERP foram se modernizando e atendendo as necessidades das empresas de acordo com sua concepção gerencial inicial.</p>
<p>Na minha percepção para as pequenas software houses a explosão aconteceu no fim da década de 90 e início da década passada com o auge entre 2002 e 2006.  As suítes independentes eram vendidas as empresas como a solução de todos os seus problemas de gerenciamento.</p>
<p>Um software de gestão o ERP cumpre muito bem o seu papel pois atinge todos os níveis hierárquicos de duas principais maneiras: fornecendo controle e armazenando dados operacionais.</p>
<p>A compilação desses dados em BI (2) se transformam em informações que influenciarão decisões importantes nas corporações.</p>
<p>As pequenas empresas de TI mantinham-se em sua zona de conforto e atuando em empresas de pequeno e médio porte, pois, as gigantes da TI pareciam se interessar quase que exclusivamente por empresas de grande porte, principalmente devido ao alto custo dos seus serviços e de seus produtos. Só parecia.</p>
<p>Durante o auge, grandes players, competidores globais do mercado de TI, direcionaram seus olhares para as médias empresas, principalmente as multinacionais. Gigantes como Microsoft, com seu Dynamics, TOTVS com fusões e agregações de players menores ou que atuavam em uma parte do mercado específica, SAP, Microsiga entre outros. Essas grandes empresas passaram a atuar em um nicho de mercado que antes era bem explorado por pequenos produtores de software.</p>
<p>Hoje, uma empresa de médio porte consegue implementar um ERP de grandes players por um custo assimilável, o que não significa exatamente a um custo baixo, mas, o suficiente para se tornar uma barreira de entrada aos ERP´s produzidos por empresas de pequeno porte.</p>
<p>Um ERP de uma grande empresa de TI já foi exaustivamente testado e está bem consolidado tecnicamente e com suas regras de negócio bem maduras além de poder contar com o Know How adquirido pela experiência global da empresa e principalmente, pela sua reputação no mercado.</p>
<p>O calcanhar de aquiles é a customização. Quando existe é oferecida a um custo bem expressivo para qualquer empresa.</p>
<p>As pequenas empresas produtoras de ERP podem trabalhar com a estratégia de oferecer customização e a um preço aceitável. Softwares competentes e robustos também existem em empresas de TI de pequeno porte, a diferença? o custo. Certamente será bem menor.</p>
<p>As empresas multinacionais instaladas no Brasil sofrem pressões de suas matrizes para implantarem o software de gestão definido como default pelos responsáveis pela TI de seus grupos. Os grupos empresariais buscam normatização das informações e processos e assim pretendem obter um maior controle das suas filiais espalhadas ao redor do mundo.</p>
<p>Atualmente, a palavra de ordem mundial é redução de custos. A área de TI, embora privilegiada pela especialização e importância conquistada justamente pelos softwares de gestão, não está isenta de passar por cortes de custos e verbas.</p>
<p>Depois do processo de Outsourcing que já representou uma redução de custos significativa para a maioria das empresas uma nova tecnologia surge para auxiliar este processo: Cloud Computing .</p>
<p>Delegar TOTALMENTE a responsabilidade pelo gerenciamento das informações a uma empresa de TI sem precisar investir pesado em uma estrutura computacional imensa é um sonho para qualquer empresa. Continuidade, confiabilidade e confidencialidade. Palavras chaves neste negócio.</p>
<p>Junto com esta nova tecnologia aparece também um jeito novo de comercialização de software: Saas &#8211; Software As A Service. Uma modalidade na qual o cliente não paga licenças de utilização de software nem investe sozinho em modernização do software.</p>
<p>Mais um belo avanço no caminho da redução de custos e da viabilidade da TI.</p>
<p>Oferecer um ERP moderno significa uma solução de custo baixo,  eficiente, versátil, customizável e que garanta continuidade para o negócio do cliente dia e noite.</p>
<p>Um belo desafio.</p>
<p>(1) ERP &#8211; Enterprise Resource Planning; Software de Gestão.</p>
<p>(2) BI &#8211; Business Inteligence. Dados agregados para auxiliar na tomada de decisão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Big Data: Como colocar em prática</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/big-data-como-colocar-em-pratica/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/big-data-como-colocar-em-pratica/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 11:27:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>

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		<description><![CDATA[Big Data ainda está no canto da tela do radar dos executivos, mas tem o potencial de ser um disruptor de competitividade entre empresas. Afinal se uma empresa puder obter insights aprofundados sobre seus clientes, o que eles desejam e mesmo opinam sobre a empresa e seus produtos, tem condições de mudar o jogo. Big Data e Analytics permitem encontrar padrões e sentido em uma imensa e variada massa amorfa de dados gerados por sistemas transacionais, mídias sociais, sensores, etc.


Portanto, Big Data cria valor para as empresas descobrindo padrões e relacionamentos entre dados que antes estavam perdidos não apenas em data warehouses internos, mas na própria Web, em tuítes, comentários no Facebook e mesmo videos no YouTube. Isto foi reconhecido pela McKinsey em seu relatório “Big Data: The Next Frontier for Innovation, Competition and Productivity”. Recomendo também acessar www.ibm.com/bigdata para maiores informações e exemplos práticos de uso.

Mas colocar Big Data em prática não é simples questão de instalar alguma nova tecnologia. As tecnologias impulsionadoras são fundamentais, mas é necessário também que a empresa adapte seus processos de negócio de modo a explorar os insights gerados. Um exemplo de uso de Big Data de forma inovadora é a Pistoia Alliance, associação de empresas da industria de “life sciences” que permite em modo de coopetição compartilhar dados para acelerar os seus processos de P&#038;D. A ideia basica é criar um pool de Data Warehouses e através de processos inovadores e óbviamente novas tecnologias, compartilhar informações entre diversas empresas. Utilizando-se de modelos computacionais como cloud computing (aqui podemos falar em nuvens híbridas) se ganha em economia de escala, permitindo que grupos de empresas possam implementar estrategias de Big Data que sozinhas não teriam condições financeiras e tecnológicas. Para isso é necessário criar padrões de acesso e regras e políticas bem definidas de privacidade e segurança de acesso. Aliás, privacidade e segurança em Big Data merece, pela importância do tema, um post específico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Big Data ainda está no canto da tela do radar dos executivos, mas tem o potencial de ser um disruptor de competitividade entre empresas. Afinal se uma empresa puder obter insights aprofundados sobre seus clientes, o que eles desejam e mesmo opinam sobre a empresa e seus produtos, tem condições de mudar o jogo. Big Data e Analytics permitem encontrar padrões e sentido em uma imensa e variada massa amorfa de dados gerados por sistemas transacionais, mídias sociais, sensores, etc.<wbr></wbr></p>
<p>Portanto, Big Data cria valor para as empresas descobrindo padrões e relacionamentos entre dados que antes estavam perdidos não apenas em data warehouses internos, mas na própria Web, em tuítes, comentários no Facebook e mesmo videos no YouTube. Isto foi reconhecido pela McKinsey em seu relatório “<a href="http://www.mckinsey.com/Insights/MGI/Research/Technology_and_Innovation/Big_data_The_next_frontier_for_innovation"><wbr>Big Data: The Next Frontier for Innovation, Competition and Productivity</wbr></a><wbr>”<wbr><wbr>. Recomendo também acessar <a href="http://www.ibm.com/bigdata"><wbr><wbr>www.ibm.com/bigdata<wbr></wbr></wbr></wbr></a><wbr> para maiores informações e exemplos práticos de uso.<wbr></wbr></wbr></wbr></wbr></wbr></wbr></wbr></wbr></wbr></p>
<p>Mas colocar Big Data em prática não é simples questão de instalar alguma nova tecnologia. As tecnologias impulsionadoras são fundamentais, mas é necessário também que a empresa adapte seus processos de negócio de modo a explorar os insights gerados. Um exemplo de uso de Big Data de forma inovadora é a <a href="http://www.pistoiaalliance.org/"><wbr>Pistoia Alliance</wbr></a><wbr><wbr><wbr>, associação de empresas da industria de “life sciences” que permite em modo de coopetição compartilhar dados para acelerar os seus processos de P&amp;<wbr>D. A ideia basica é criar um pool de Data Warehouses e através de processos inovadores e óbviamente novas tecnologias, compartilhar informações entre diversas empresas. Utilizando-se de modelos computacionais como cloud computing (aqui podemos falar em nuvens híbridas) se ganha em economia de escala, permitindo que grupos de empresas possam implementar estrategias de Big Data que sozinhas não teriam condições financeiras e tecnológicas. Para isso é necessário criar padrões de acesso e regras e políticas bem definidas de privacidade e segurança de acesso. Aliás, privacidade e segurança em Big Data merece, pela importância do tema, um post específico.</p>
<p>Outro pré-requisito essencial é dispor de expertise, com novas funções como data scientist e CDO (Chief Data Officer). O data scientist é um profssional multidisciplinar, com skills em ciência da computação, matemática, estatística e, claro, conhecimentos do negócio onde está inserido. Quem exatamente é esta figura não está claro, mas uma boa discussão pode ser vista <a href="http://www.quora.com/Career-Advice/How-do-I-become-a-data-scientist"><wbr>aqui</wbr></a><wbr><wbr><wbr>. Também vale a pena dar uma olhada nesta comunidade: <wbr><wbr><a href="http://www.datascientists.net/"><wbr><wbr>http<wbr>://w<wbr>ww.d<wbr>atas<wbr>cien<wbr>tist<wbr>s.ne<wbr>t/</a>. Quanto ao CDO veja uma descrição do cargo e função na <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chief_data_officer"><wbr>Wikipedia</wbr></a><wbr><wbr><wbr> e o que Mario Faria, primeiro CDO do Brasil, da Boa Vista Serviços, me disse em um post anterior: “Minha função é bastante nova, apesar das empresas se preocuparem com o assunto dados há décadas. O papel de um CDO é ser o responsável por gerir os dados da empresa, através de uma estratégia baseada em valor para o negócio. Mesmo nos Estados Unidos, esta posição é nova, e o primeiro CDO foi o Professor Richard Wang do MIT, que em 2010, se licenciou para ser o CDO do Exército Americano.</p>
<p>O meu papel é conseguir olhar para as necessidades que a empresa tem em desenvolver novos produtos, serviços e ofertas, e quais são os insumos (no caso os dados) que precisam estar disponíveis para que isto ocorra. Se eu trabalhasse em uma indústria, meu cargo seria o de Diretor de Materiais”.</p>
<p>Na área de formação de profissionais para Big Data, a IBM implementou uma nova iniciativa nos EUA, denominada Big Data University, que visa a formação de estudantes de graduação e pós-graduação na área, expondo-os ao Hadoop e aos conceitos de Big Data. Lançado em outubro passado, a Big Data University já atraiu mais de 18 mil estudantes para seus cursos online gratuitos, em inglês. Deem uma olhada em bigdrsity.com.</p>
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		<item>
		<title>Qual o próximo papel do CIO na era do BYOD, cloud e mídias sociais?</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/qual-o-proximo-papel-do-cio-na-era-do-byod-cloud-e-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 11:24:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[BYOD]]></category>
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		<category><![CDATA[ti]]></category>

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		<description><![CDATA[É muito comum encontrar nas organizações executivos de TI que não são vindos da área de tecnologia. Há muitos casos em que o CIO é proveniente da área mas, em sua maioria, não responde diretamente ao CEO ou ao menos tem participação ativa do board executivo. A verdade é que muitas empresas ainda tem forte desconfiança de que profissionais de TI possam assumir um papel de liderança empresarial e subestimam seus CIOs.

Em pesquisa publicada este ano pelo Gartner e que foi realizada com 200 CEOs de empresas com faturamento superior a US$500 milhões, considera os CIOs como “especialistas itinerantes” e que estes profissionais precisam redesenhar o modo como desenvolvem seus papéis na estratégia e na inovação do negócio. Ainda segundo o Gartner, a medida que a era da informação avança e novas tecnologias vão surgindo, o risco de ter uma visão estreita a respeito das novas formas de inteligência digital está crescendo e portanto, o novo CIO precisa de desenvolvimento, mentoring e direcionamento a metas empresariais.

O fato é que existe uma grande diferença entre compreender a tecnologia de forma intelectual e de conhecer de forma empírica, ou seja, ter experiência no assunto. Se o profissional já experimentou determinada tecnologia, sabe quais são os fatores complicadores, facilitadores os riscos envolvidos na implementação. A grande questão está relacionada a quanto o CIO do futuro precisa ter de compreensão de detalhes do funcionamento da tecnologia existente pois os novos gestores de TI precisam ser mais versados em dilemas de negócios. Ajudar o negócio a entender melhor a lucratividade de um determinado produto ou eliminar um passo desnecessário da área de Logística via automação, são exemplos de preocupações que esse personagem precisa ter para que consiga transformar as soluções existentes de tecnologia em soluções para o negócio, e consequentemente melhorando os resultados. O novo CIO deve mudar seu foco de atenção da busca pela eficiência e redução de custos para ser um agente da inovação, alavancando experimentações, interagindo cada vez mais com as áreas de negócio e atento às novas tendências.

É evidente que o perfil de profissional para liderar a TI vai depender muito do tamanho da organização e o nível de dependência tecnológica que a indústria necessita. Em uma pequena organização é normal que o profissional seja muito mais operacional. Já em empresas de grande porte, espera-se que o executivo de TI tenha muito mais visão e integração ao board e às metas da organização, pois neste caso, as empresas procuram alguém que possa fazer outras coisas além de administrar o ambiente de TI. Portanto, este profissional precisa aptidão para identificar e classificar os objetivos estratégicos do negócio e transformá-los em resultados através do uso de recursos de TI.

Há quem diga que num futuro não muito distante o CIO não será mais necessário, pois a TI está caminhando para mais simplicidade e portanto não haverá necessidade de um profissional específico para gerenciá-la. Com as soluções de outsourcing, cloud computing – onde os serviços de TI podem ser contratados sob demanda e sem a necessidade de investimentos em ativos – os mais céticos acreditam que não será necessário ser especialista para se contratar estes serviços.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É muito comum encontrar nas organizações executivos de TI que não são vindos da área de tecnologia. Há muitos casos em que o CIO é proveniente da área mas, em sua maioria, não responde diretamente ao CEO ou ao menos tem participação ativa do board executivo. A verdade é que muitas empresas ainda tem forte desconfiança de que profissionais de TI possam assumir um papel de liderança empresarial e subestimam seus CIOs.</p>
<p>Em pesquisa publicada este ano pelo Gartner e que foi realizada com 200 CEOs de empresas com faturamento superior a US$500 milhões, considera os CIOs como “especialistas itinerantes” e que estes profissionais precisam redesenhar o modo como desenvolvem seus papéis na estratégia e na inovação do negócio. Ainda segundo o Gartner, a medida que a era da informação avança e novas tecnologias vão surgindo, o risco de ter uma visão estreita a respeito das novas formas de inteligência digital está crescendo e portanto, o novo CIO precisa de desenvolvimento, mentoring e direcionamento a metas empresariais.</p>
<p>O fato é que existe uma grande diferença entre compreender a tecnologia de forma intelectual e de conhecer de forma empírica, ou seja, ter experiência no assunto. Se o profissional já experimentou determinada tecnologia, sabe quais são os fatores complicadores, facilitadores os riscos envolvidos na implementação. A grande questão está relacionada a quanto o CIO do futuro precisa ter de compreensão de detalhes do funcionamento da tecnologia existente pois os novos gestores de TI precisam ser mais versados em dilemas de negócios. Ajudar o negócio a entender melhor a lucratividade de um determinado produto ou eliminar um passo desnecessário da área de Logística via automação, são exemplos de preocupações que esse personagem precisa ter para que consiga transformar as soluções existentes de tecnologia em soluções para o negócio, e consequentemente melhorando os resultados. O novo CIO deve mudar seu foco de atenção da busca pela eficiência e redução de custos para ser um agente da inovação, alavancando experimentações, interagindo cada vez mais com as áreas de negócio e atento às novas tendências.</p>
<p>É evidente que o perfil de profissional para liderar a TI vai depender muito do tamanho da organização e o nível de dependência tecnológica que a indústria necessita. Em uma pequena organização é normal que o profissional seja muito mais operacional. Já em empresas de grande porte, espera-se que o executivo de TI tenha muito mais visão e integração ao board e às metas da organização, pois neste caso, as empresas procuram alguém que possa fazer outras coisas além de administrar o ambiente de TI. Portanto, este profissional precisa aptidão para identificar e classificar os objetivos estratégicos do negócio e transformá-los em resultados através do uso de recursos de TI.</p>
<p>Há quem diga que num futuro não muito distante o CIO não será mais necessário, pois a TI está caminhando para mais simplicidade e portanto não haverá necessidade de um profissional específico para gerenciá-la. Com as soluções de outsourcing, cloud computing – onde os serviços de TI podem ser contratados sob demanda e sem a necessidade de investimentos em ativos – os mais céticos acreditam que não será necessário ser especialista para se contratar estes serviços.</p>
<p><em>“No longo prazo, é improvável que o departamento de TI continue existindo, pelo menos da maneira como é hoje. Haverá muito pouco a fazer, uma vez que o grosso do processamento dos negócios sairá dos data centers privados e irá para dentro da nuvem. Unidades de negócio e até os próprios funcionários serão capazes de controlar o processamento das informações, sem precisar de uma legião de técnicos especialistas.”</em></p>
<p>Essa previsão apocalíptica para a área de TI foi dada por Nicholas Carr, editor da Harvard Business Review, em seu último livro A Grande Mudança – Religando o Mundo de Edson a Google. Particularmente não creio que esta previsão se concretize, apesar de todas as facilidades que as novas soluções fornecem e ainda sim haverá necessidade de um departamento de TI&#8230;.talvez não com esse nome e muito provavelmente gerenciada por profissionais com perfis diferentes do que temos hoje&#8230;.mais voltados para gerenciamento de contratos.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A dificuldade de evoluir para multitenancy</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/a-dificuldade-de-evoluir-para-multitenancy/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 11:23:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[computação em nuvens]]></category>
		<category><![CDATA[multi_tenancy multitenancy]]></category>
		<category><![CDATA[saas]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente almocei com um executivo de uma empresa que produz e comercializa softwares aplicativos. O assunto foi SaaS e se ele deveria redesenhar seu produto para funcionar no modelo multitenancy. Como quase todos os aplicativos atuais ele opera no modelo on-premise, ou seja, comercializa uma cópia que é instalada nos servidores dos seus clientes.

A dificuldade de evoluir para multitenancy com uma única instância lógica compartilhada por centenas ou milhares de empresas clientes (tenants) é obviamente o custo, embora, seja claro, que este modelo traz consigo diversas vantagens como economia de escala, menor custo operacional e gerenciamento de upgrades. Upgrade é um bom exemplo. No mundo SaaS muitas vezes ocorrem 3 ou 4 upgrades por ano, com mudanças incrementais sendo incorporadas logo que estejam disponíveis. No modelo tradicional, estas mudanças tem que ser agrupadas e disponibilizadas em conjunto em um novo release, que é então distribuído aos clientes. As empresas clientes não podem perder tempo fazendo upgrades periódicos. Tem que cuidar do seu negócio!

Já com SaaS, o upgrade é feito nos servidores da nuvem que opera o aplicativo e todos os clientes tem acesso a estas novas funcionalidades, ao mesmo tempo. O que não acontece no modelo tradicional, onde os upgrades são efetuados de acordo com as prioridades de cada empresa. É comum vermos então, dezenas de versões, cada uma com recursos de funcionalidades diferentes. É sem duvida, um tormento para o suporte técnico do provedor do aplicativo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente almocei com um executivo de uma empresa que produz e comercializa softwares aplicativos. O assunto foi SaaS e se ele deveria redesenhar seu produto para funcionar no modelo multitenancy. Como quase todos os aplicativos atuais ele opera no modelo on-premise, ou seja, comercializa uma cópia que é instalada nos servidores dos seus clientes.</p>
<p>A dificuldade de evoluir para multitenancy com uma única instância lógica compartilhada por centenas ou milhares de empresas clientes (tenants) é obviamente o custo, embora, seja claro, que este modelo traz consigo diversas vantagens como economia de escala, menor custo operacional e gerenciamento de upgrades. Upgrade é um bom exemplo. No mundo SaaS muitas vezes ocorrem 3 ou 4 upgrades por ano, com mudanças incrementais sendo incorporadas logo que estejam disponíveis. No modelo tradicional, estas mudanças tem que ser agrupadas e disponibilizadas em conjunto em um novo release, que é então distribuído aos clientes. As empresas clientes não podem perder tempo fazendo upgrades periódicos. Tem que cuidar do seu negócio!</p>
<p>Já com SaaS, o upgrade é feito nos servidores da nuvem que opera o aplicativo e todos os clientes tem acesso a estas novas funcionalidades, ao mesmo tempo. O que não acontece no modelo tradicional, onde os upgrades são efetuados de acordo com as prioridades de cada empresa. É comum vermos então, dezenas de versões, cada uma com recursos de funcionalidades diferentes. É sem duvida, um tormento para o suporte técnico do provedor do aplicativo.</p>
<p>Por outro lado, existe um caminho alternativo que é usar provedores de nuvens IaaS e instalar neles seu aplicativo, com uma máquina virtual para cada cliente. Para o cliente, o efeito é SaaS, embora para o provedor os custos sejam mais elevados que multitenancy, pois cada máquina virtual tem uma cópia do aplicativo, que deve ser gerenciada por si. Mas pode ser uma etapa intermediária antes de se chegar a um “full multitenancy”. Este modelo pode ser chamado de multitenancy via shared hardware, pois o servidor é compartilhado por várias maquinas virtuais, cada uma com sua propria instância do aplicativo. Não permite de forma automática a elasticidade total, pois para isso seria necessário alterar o código do aplicativo ou do servidor de aplicações que o rodeia, para entender as APIs da nuvem onde ele reside, para que seja possível explorar a escalabilidade horizontal. Escalabilidade horizontal é aumentar ou diminuir o número de máquinas virtuais alocadas a uma única instância. Neste modelo a unidade de provisionamento e alocação é a máquina virtual. Um exemplo é o Amazon Auto Scaling Service. Claro que a aplicação também tem que ter sido projetada para aproveitar mais máquinas virtuais. Se ela tiver sido desenhada para rodar um único servidor, sem nenhuma capacidade de paralelismo, alocar mais máquinas virtuais não trará benefício nenhum.</p>
<p>Qualquer que seja a estratégia SaaS, é importante que o cliente se sinta seguro e que os demais clientes que compartilham a infraestrutura não interfiram em sua operação. Por exemplo: se um determinado cliente está no seu momento de maior utilização, gerando muita demanda computacional, este fato não pode afetar a performance dos demais clientes. Portanto, ir para SaaS demanda que a infraestrutura em nuvem do provedor consiga manter o isolamento entre as várias instâncias compartilhadas.</p>
<p>O modelo “full multitenancy” deverá aos poucos se disseminar, e provavelmente começaremos a ver as novas aplicações sendo escritas para rodar em ambiente de nuvem (SaaS) explorando este modelo. Demanda, obviamente, skills que não são muito comuns hoje em dia&#8230; Hoje um exemplo clássico de full multitenancy é o salesforce. Um documento que recomendo como apoio ao entendimento do conceito multitenncy e seu uso prático é o “<a href="http://tinyurl.com/cat7hb"><wbr>The force.com multitenant architecture</wbr></a><wbr>”. Outro paper muito legal é “<a href="http://www.ibm.com/developerworks/cloud/library/cl-multitenantcloud/index.html"><wbr>Best practices for cloud computing multitenancy</wbr></a><wbr>”<wbr><wbr>. Aliás, acessando a comunidade <a href="https://www.ibm.com/developerworks/"><wbr>developerWorks</wbr></a><wbr><wbr><wbr> e pesquisando pela keyword multitenancy você obterão excelentes papers que os ajudarão a entender melhor o conceito. Vale a pena o esforço.</wbr></wbr></wbr></wbr></wbr></wbr></wbr></p>
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		<item>
		<title>Chromebook: O laptop do futuro já nasceu morto. Você ainda vai ter um!</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/chromebook-o-laptop-do-futuro-ja-nasceu-morto-voce-ainda-vai-ter-um-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 13:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>L.Midas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
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		<category><![CDATA[android]]></category>
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		<category><![CDATA[Chromebook]]></category>
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		<description><![CDATA[Dia desses, apareceu-me um legítimo Chromebook: Um Samsung Series 5, branquinho. Bonitinho o bichinho. A primeira surpresa aconteceu justamente ao tentar abri-lo. O símbolo Chrome e o logo Samsung são colocados ao contrário o que leva todos os incautos a tentarem abrir a máquina pelo lado errado. Fora isso, nada muito diferente de um laptop comum. Peso, tamanho, tela, teclado, tudo igualzinho. Nas entranhas, armazenamento em estado sólido (não tem HD convencional) de meros 16GB e um processador Intel Atom não impressionam. O preço, muito menos: 1 mil reais. Mãos à obra, o setup inicial lembrou-me muito o processo de inicialização do Windows de um laptop convencional. Demoradíssimo, com poucas indicações de progresso (por vezes achei que havia travado), boot, reboot, boot de novo, reboot de novo, finalmente o tal Chromebook estava pronto.

Em resumo, trata-se de um computador que usa um sistema operacional proprietário para desembocar no navegador Chrome. É isso, você como usuário só tem o browser e mais nada. Obviamente, funciona otimamente com o Google Apps e até mesmo com o Office 365 da Microsoft. Offline, o dito toca mp3, vídeos avi, fotos em JPG e... é só. Teoricamente, um computador “perfeito” sem vírus, sem ter que instalar nenhum software. Pense bem: Quando foi a última vez que você utilizou um PC sem estar conectado à internet?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia desses, apareceu-me um legítimo <a href="http://www.amazon.co.uk/Samsung-Series-Chromebook-Arctic-White/dp/B0054WOVRW">Chromebook: Um Samsung Series 5</a>, branquinho. Bonitinho o bichinho. A primeira surpresa aconteceu justamente ao tentar abri-lo. O símbolo Chrome e o logo Samsung são colocados ao contrário o que leva todos os incautos a tentarem abrir a máquina pelo lado errado. Fora isso, nada muito diferente de um laptop comum. Peso, tamanho, tela, teclado, tudo igualzinho. Nas entranhas, armazenamento em estado sólido (não tem HD convencional) de meros 16GB e um processador Intel Atom não impressionam. O preço, muito menos: 1 mil reais. Mãos à obra, o setup inicial lembrou-me muito o processo de inicialização do Windows de um laptop convencional. Demoradíssimo, com poucas indicações de progresso (por vezes achei que havia travado), boot, reboot, boot de novo, reboot de novo, finalmente o tal Chromebook estava pronto.</p>
<p>Em resumo, trata-se de um computador que usa um sistema operacional proprietário para desembocar no navegador Chrome. É isso, você como usuário só tem o browser e mais nada. Obviamente, funciona otimamente com o Google Apps e até mesmo com o Office 365 da Microsoft. Offline, o dito toca mp3, vídeos avi, fotos em JPG e&#8230; é só. Teoricamente, um computador “perfeito” sem vírus, sem ter que instalar nenhum software. Pense bem: Quando foi a última vez que você utilizou um PC sem estar conectado à internet?</p>
<p>Na prática, a história é outra. O browser Chrome não suporta, por exemplo, Microsoft’s Silverlight (extensivamente usado em web sites com muitos vídeos, tipo BBC) o que limita o número de web sites navegáveis em uma plataforma já restrita; o uso profissional, pelo menos para mim, é impossível (na empresa que trabalho temos vários programas proprietários);<a href="http://support.google.com/chromeos/bin/answer.py?hl=en&amp;answer=1320546&amp;topic=29010&amp;ctx=topic"> a utilização não é intuitiva</a> (custei para entender o novo conceito de “desktop”, mais ainda para me adaptar ao fato que não existe tecla de “delete”, apenas a tecla da seta no sentido contrário, aquela que apaga o caractere imediatamente à esquerda do cursor) e por aí vai.</p>
<p>No frigir dos ovos, o grande pecado da máquina é que a combinação preço/formato que não se enquadra em nenhum nicho de mercado hoje em dia. Não tem a beleza e a praticidade intuitiva de um iPad, nem a versatilidade de um laptop capaz de realizar qualquer tarefa. Acredito que no atual formato, é uma proposta sem futuro.</p>
<p>Tendo dito isso, chamou-me à atenção <a href="http://www.washingtonpost.com/business/ipad-demand-sends-taiwanese-laptop-makers-looking-for-new-strategy/2012/04/24/gIQAP7GHeT_story.html">um artigo recém-publicado</a> contando que pela primeira vez em 12 anos o mercado de PCs nos Estados Unidos sofreu um declínio. Interessante, pensei que isso tivesse ocorrido com a crise de 2009, mas aparentemente, o culpado não dessa vez não é a economia mas sim o iPad e a computação nas nuvens! A computação pessoal, até recentemente confinada ao dilema “laptop ou PC estacionário”, agora fervilha de escolhas de dispositivos de uso específico para certas ocasiões ou aplicativos: PC estacionário no escritório, laptop no sítio, telefone celular na fila, no restaurante e no banheiro, iPad em frente à TV e por aí vai. E todos utilizando os mesmos dados, esses armazenados nas diversas nuvens e sempre disponíveis em qualquer dispositivo.</p>
<p>Analisando-se por esse ângulo e sabendo-se do poder de fogo da Google e sua missão de destronar a Microsoft, vê-se que o tal Chromebook que eu tanto malhei no início do artigo na verdade está fadado a ser a máquina do futuro. Não da forma como foi concebido, mas transvestido em algum outro formato, talvez reencarnado como um micro-laptop, ou um laptop bem mais fino e leve, ou como um tablet. Ou ainda como um “docking station” onde o usuário “pluga” seu telefone e obtém um computador completo, <a href="http://gigaom.com/mobile/asus-padfone-launch-price-powers-tablet/">veja os passos nessa direção aqui</a>.</p>
<p>Sendo assim, minha conclusão é que você ainda vai ter um. Nem que seja no futuro distante, quando inevitavelmente a Google irá realizar a fusão dos dois sistemas operacionais – Android e Chrome O.S em apenas uma plataforma, convergente para tanto laptop quanto smartphones. Mas espere um pouco, não é isso que o Windows 8 promete?</p>
<p>Meus amigos, até dia 12, quando estarei no Café com Letras de BH entre 11:00 e 13:00 autografando meu romance “Redes Sensuais”, o qual já se encontra à venda na web da livraria Cultura:</p>
<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/facebook.asp?param=nitem%3D29747558-tipo%3D2-id_link%3D7621">http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/facebook.asp?param=nitem%3D29747558-tipo%3D2-id_link%3D7621</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Você realmente sabe o que é Big Data?</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/voce-realmente-sabe-o-que-e-big-data/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 11:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[big data]]></category>
		<category><![CDATA[grande quantidade de dados]]></category>
		<category><![CDATA[IBM]]></category>
		<category><![CDATA[nosql]]></category>
		<category><![CDATA[petabytes]]></category>

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		<description><![CDATA[O termo Big Data está cada vez mais popular, embora ainda esteja mal compreendido. Observo em muitas palestras que não existe consenso quanto a que realmente é Big Data e quais as tecnologias fundamentais que o sustentam. E mais ainda, existem muitas dúvidas de como tangibilizar o conceito, ou seja, como sair do conceitual e criar soluções de negócio que agreguem valor para as companhias.

Eliminar estas dúvidas é essencial e o primeiro passo para as empresas se aventurarem em projetos Big Data.
Para colocarmos o termo em contexto, Big Data vem chamando atenção pela acelerada escala em que volumes cada vez maiores de dados são criados pela sociedade. Já falamos comumente em petabytes de dados gerados cada dia, e zetabytes começa a ser uma escala real e não mais imaginária e futurista. O que era futuro há uma década, terabytes, hoje nós já temos nas nossas próprias casas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O termo Big Data está cada vez mais popular, embora ainda esteja mal compreendido. Observo em muitas palestras que não existe consenso quanto a que realmente é Big Data e quais as tecnologias fundamentais que o sustentam. E mais ainda, existem muitas dúvidas de como tangibilizar o conceito, ou seja, como sair do conceitual e criar soluções de negócio que agreguem valor para as companhias.</p>
<p>Eliminar estas dúvidas é essencial e o primeiro passo para as empresas se aventurarem em projetos Big Data.<br />
Para colocarmos o termo em contexto, Big Data vem chamando atenção pela acelerada escala em que volumes cada vez maiores de dados são criados pela sociedade. Já falamos comumente em petabytes de dados gerados cada dia, e zetabytes começa a ser uma escala real e não mais imaginária e futurista. O que era futuro há uma década, terabytes, hoje nós já temos nas nossas próprias casas.</p>
<p>As tecnologias que sustentam Big Data podem ser analisadas sob duas óticas: as envolvidas com analytics, tendo Hadoop e MapReduce como nomes principais e as tecnologias de infraestrutura, que armazenam e processam os petabytes de dados. Neste aspecto, destacam-se os bancos de dados NoSQL (No, significa not only SQL). Por que estas tecnologias? Por que Big Data é a simples constatação prática que o imenso volume de dados gerados a cada dia excede a capacidade das tecnologias atuais de os tratarem adequadamente.</p>
<p>Começando pelo início. O que é Big Data? Outro dia escrevi um post com uma fórmula simples para conceitualizá-lo. Big Data = volume + variedade + velocidade. Hoje adiciono mais dois “V”s: veracidade e valor. Vamos detalhar estes tópicos um pouco mais.</p>
<p>Volume está claro. Geramos petabytes de dados a cada dia. E estima-se que este volume dobre a cada 18 meses. Variedade também, pois estes dados vêm de sistemas estruturados (hoje minoria) e não estruturados (a imensa maioria), gerados por e-mails, mídias sociais (Facebook, Twitter, YouTube e outros), documentos eletrônicos, apresentações estilo Powerpoint, mensagens instântaneas, sensores, etiquetas RFID, câmeras de vídeo, etc.<br />
Velocidade porque muitas vezes precisamos agir praticamente em tempo real sobre este imenso volume de dados, como em um controle automático de tráfego nas ruas. Veracidade porque precisamos ter certeza que os dados fazem sentido e são autênticos. E valor porque é absolutamente necessário qua a organização que implementa projetos de Big Data obtenha retorno destes investimentos. Um exemplo poderia ser a área de seguros, onde a análise de fraudes poderia ser imensamente melhorada, minimizando-se os riscos, utilizando-se, por exemplo, de análise de dados que estão fora das bases estruturadas das seguradoras, como os dados que estão circulando diariamente nas mídias sociais.</p>
<p>Falamos que as tecnologias atuais de tratamento de dados não são mais adequadas. Por que? Vejamos o modelo relacional, proposto pelo pesquisador da IBM, Edgar F. Codd, em 1969. Quando foi proposto, a demanda era acessar dados estruturados, gerados pelos sistemas internos das corporações. Não foi desenhado para dados não estruturados (futurologia na época) e nem para volumes na casa dos petabytes de dados (inimaginável na época). Precisava-se sim de um modelo que categorizasse e normalizasse dados com facilidade. E o modelo relacional foi muito bem sucedido nisso, tanto que é o modelo de dados mais usado atualmente.</p>
<p>Para tratar dados na escala de volume, variedade e velocidade do Big Data precisamos de outros modelos. Surgem os softwares de banco de dados NoSQL, desenhados para tratar imensos volumes de dados estruturados e não estruturados. Existem diversos modelos como sistemas colunares como o Big Table, usado internamente pelo Google (é a base de dados sob o Google App Engine),o modelo Key/value como DynamoDB da Amazon, o modelo “document database” baseado no conceito proposto pelo Lotus Notes da IBM e aplicado em softwares como MongoDB, e o modelo baseado em grafos como o Neo4j. Em resumo, não faltam opções&#8230; Interessante lembrar que antes do modelo relacional já existia um software de banco dados que lidava com grandes volumes que é o IMS da IBM, modelo hierárquico, criado para suportar o projeto Apollo de conquista da Lua e que ainda hoje é base da maioria das transações financeiras que circulam pelo mundo.</p>
<p>Por outro lado, esta diversidade de alternativas demanda que os líderes dos projetos de Big Data escolham a mais adequada ou mesmo demandem mais de uma opção, de acordo com as necessidades específicas.</p>
<p>Depois da infraestrutura é necessário atenção aos componentes de analytics, pois estes é que transformam os dados em algo de valor para o negócio. Big Data Analytics não signfica eliminar os tradicionais sistemas de BI que existem hoje, mas pelo contrário, devem coexistir. Recomendo enfáticamente a leitura do livro “Competing on Analytics: the new science of winning”, de Thomas H. Davenport, publicado pela Harvard Business Schoool Press. Um bom exemplo de uso de Hadoop para analytics é o BigInsights da IBM.</p>
<p>Aliás, ao lado destas alternativas surgem outras opções, como o uso de appliances, como o Netezza da IBM, que embarcam em um hardware adaptado todos os softwares necessários para criar projetos de Big Data. Os appliances queimam etapas nos projetos de Big Data.</p>
<p>Quanto ao aspecto velocidade o conceito de stream processing permite tratamento em tempo real de dados. Concretamente, o InfoSphere Streams da IBM é um exemplo muito interessante. A ideia de stream computing é fantástica. Um novo paradigma. No modelo de data mining tradicional uma empresa filtra dados dos seus vários sistemas e após criar um Data Warehouse, dispara “queries”. Na prática faz-se garimpagem em cima de dados estáticos, que não refletem o momento, mas sim o contexto de horas, dias ou mesmo semanas atrás. Com stream computing esta garimpagem é efetuada em tempo real. Em vez de disparar queries em cima de uma base de dados estática, coloca-se uma corrente contínua de dados (streaming data) atravessando um conjunto de queries. Podemos pensar em inúmeras aplicações, sejam estas em finanças, saúde e mesmo manufatura. Vamos ver este último exemplo: um projeto em desenvolvimento com uma empresa de fabricação de semicondutores pode monitorar em tempo real o processo de deteção e classificação de falhas. Com stream computing as falhas nos chips sendo fabricados são detetados em minutos e não horas ou mesmo semanas. Os wafers defeituosos podem ser reprocessados e, mais importante ainda, pode-se fazer ajustes em tempo real nos próprios processos de fabricação.</p>
<p>Adicionalmente, podemos pensar que a computação em nuvem é também um impulsionador para Big Data, pois pode-se usar nuvens públicas para suportar imensos volumes de dados e as caraterísticas de elasticidade  das nuvens permitem que acionemos servidores virtuais sob demanda, aprenas no momento de tratar estes dados.<br />
Enfim, Big Data já está batendo nas nossas portas. Seu potencial ainda não está sendo plenamente reconhecido, mas já vemos sinais claros desta importância quando lemos relatórios como o “Big Data, Big Impact: new possibilities for International Development”, publicado pelo World Economic Forum. Este relatório mostra como a sociedade mundial pode usufruir do imenso volume de dados gerado por ela para ajudar a resolver problemas diversos como questões sócio-econômicas e mesmo prevenção de epidemias.</p>
<p>Quanto às empresas, Big Data abre um novo e ainda inexplorado território. Carecemos de conhecimentos, experiências e mesmo de expertise profissional. Começa-se a se falar em novas funções como “data scientists” (escrevi sobre isso em post anterior), mas é inevitável que os CIOs tenham que colocar Big Data na tela dos seus radares. As oportunidades que os cinco “V”s trazem não podem e nem devem ser desperdiçados.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Formalização de Contratos em Papel x Assinatura Digital &#8211; Calculando os Custos com Transporte</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/formalizacao-de-contratos-em-papel-x-assinatura-digital-calculando-os-custos-com-transporte/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/formalizacao-de-contratos-em-papel-x-assinatura-digital-calculando-os-custos-com-transporte/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 11:13:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldemar Felippe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Direito & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[assinatura de contratos]]></category>
		<category><![CDATA[assinatura digital]]></category>
		<category><![CDATA[assinatura digital de contratos]]></category>
		<category><![CDATA[assinatura digital de documentos]]></category>
		<category><![CDATA[assinatura digital de procurações]]></category>
		<category><![CDATA[Assinaturas Digitais]]></category>
		<category><![CDATA[contrato digital]]></category>
		<category><![CDATA[contrato eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[contratos eletrônicos]]></category>
		<category><![CDATA[ICP Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[workflow de assinaturas]]></category>

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		<description><![CDATA[A formalização de Contratos em Papel envolve uma série de custos que podem ser eliminados ou diminuídos com a utilização da Assinatura Digital. Muitas vezes desprezado e, em muitos casos, despercebido, um dos custos mais importantes tidos no processo de formalização de contratos em papel é o transporte destes documentos entre as partes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><img class="size-full wp-image-15976 alignright" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/03/bn_assinaturadigital.jpg" alt="Assinatura Digital" width="197" height="104" />A formalização de Contratos em Papel envolve uma série de custos que podem ser eliminados ou diminuídos com a utilização da Assinatura Digital. Muitas vezes desprezado e, em muitos casos, despercebido, um dos custos mais importantes tidos no processo de formalização de contratos em papel é o transporte destes documentos entre as partes. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Contratos em papel necessitam ter suas vias impressas e encaminhadas para seus signatários, seguindo a ordem estabelecida pelo administrador. Esses documentos são normalmente enviados para a coleta de assinaturas através de mensageiros (Motoboy) ou serviços de correio (por exemplo, o Sedex), dependendo da distância a ser percorrida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Apenas como exercício, para calcularmos estes custos, consideraremos uma empresa que formaliza <strong>200 Contratos por mês</strong>, ou seja, <strong>2400 Contratos por ano</strong>. Cada um destes contratos é celebrado entre a empresa emissora e uma outra parte, ou seja, estamos considerando que o contrato possui apenas duas partes. Também estamos considerando que 30% dos documentos serão enviados via Sedex e 70% através de mensageiros. Está sendo considerado um custo médio de R$ 15,00 para o transporte via Motoboy (custo médio para envio de documento a uma distância média de 10 km na cidade de São Paulo) e R$ 11,10 para o envio através do Sedex. Adicionalmente, estamos considerando que as viagens do Motoboy podem ser otimizadas através do envio de mais de um documento em cada viagem. Assim sendo estaremos aplicando um fator de redução de 40% nos custos com Motoboy.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Dentro do cenário apresentado teremos os seguintes custos para encaminhamento dos documentos à outra parte do contrato para coleta de assinaturas:</span></p>
<table width="100%" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" bgcolor="#d4dfaa" width="142"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Tipo de Transporte</strong></span></td>
<td valign="top" bgcolor="#d4dfaa" width="132">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Documentos/Ano</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" bgcolor="#d4dfaa" width="170">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Cálculo do Transporte</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" bgcolor="#d4dfaa" width="208">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Custo total com encaminhamento para coleta de assinaturas</strong></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="142">
<p align="left"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Sedex </span></p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">720 (30%)</span></p>
</td>
<td valign="top" width="170">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">720 x R$ 11,10</span></p>
</td>
<td valign="top" width="208">
<p align="right"><strong><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">R$ 7.992,00</span></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="142">
<p align="left"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Motoboy</span></p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">1680 (70%)</span></p>
</td>
<td valign="top" width="170">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">1680 x R$ 15,00 x 60%</span></p>
</td>
<td valign="top" width="208">
<p align="right"><strong><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">R$ 15.120,00</span></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="142">
<p align="right"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Total por ano</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>2400</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" width="170">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>&#8212;&#8211;</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" width="208">
<p align="right"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>R$ 23.112,00</strong></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Uma vez coletadas as assinaturas de todas as partes é necessário o encaminhamento dos Contratos para o reconhecimento de firmas no cartório. Neste momento estarão sendo reconhecidas somente as firmas dos representantes da empresa que emitiu os contratos, pois os mesmos já estão com as assinaturas e firmas reconhecidas pela outra parte. Dentro de um processo otimizado, consideraremos que este serviço será realizado apenas uma vez por dia através de serviço de motoboy, que encaminhará todos os contratos para um mesmo cartório, retornando-os em seguida para a empresa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Com os contratos devidamente assinados e com as firmar reconhecidas por ambas as partes, faz-se necessário encaminhar uma das vias à outra parte.  Esses custos são calculados da mesma forma que quando do envio para a coleta de assinaturas, ou seja:</span></p>
<table width="100%" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" bgcolor="#d4dfaa" width="142"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Tipo de Transporte</strong></span></td>
<td valign="top" bgcolor="#d4dfaa" width="132">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Documentos/Ano</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" bgcolor="#d4dfaa" width="170">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Cálculo do Transporte</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" bgcolor="#d4dfaa" width="198">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Custo total com encaminhamento para coleta de assinaturas</strong></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="142">
<p align="left"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Sedex </span></p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">720 (30%)</span></p>
</td>
<td valign="top" width="170">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">720 x R$ 11,10&gt;</span></p>
</td>
<td valign="top" width="198">
<p align="right"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>R$ 7.992,00</strong></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="142">
<p align="left"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Motoboy</span></p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">1680 (70%)</span></p>
</td>
<td valign="top" width="170">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">1680 x R$ 15,00 x 60%</span></p>
</td>
<td valign="top" width="198">
<p align="right"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>R$ 15.120,00</strong></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="142">
<p align="right"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Total por ano</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>2400</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" width="170">
<p align="center"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>&#8212;&#8211;</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" width="198">
<p align="right"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>R$ 23.112,00</strong></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Observe que estamos considerando os custos com transporte tidos apenas pela empresa responsável pela emissão do contrato. Os custos decorrentes de transportes ao cartório e retorno dos documentos assinados a o emissor, tidos pela outra parte do contrato, não estão sendo considerados nestes cálculos.</span></p>
<table width="100%" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="540">
<p align="left"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Custo Anual para encaminhamento dos contratos para coleta de assinaturas</span></p>
</td>
<td valign="top" width="102">
<p align="right"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">R$ 23.112,00</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="540">
<p align="left"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Custo Anual com Encaminhamento de Contratos ao Cartório</span></p>
</td>
<td valign="top" width="102">
<p align="right"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">R$ 3.600,00</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="540">
<p align="left"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Custo Anual para encaminhamento de uma via contratos à  outra parte</span></p>
</td>
<td valign="top" width="102">
<p align="right"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">R$ 23.112,00</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" bgcolor="#d4dfaa" width="540">
<p align="left"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Custo Total Anual de com Transporte e Encaminhamento de Contratos</strong></span></p>
</td>
<td valign="top" bgcolor="#d4dfaa" width="102">
<p align="right"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>R$ 49.824,00</strong></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Isto nos leva concluir que, dentro o cenário conservador exposto, cada contrato custa somente no quesito transporte a importância de <strong>R$ 20,76</strong>.  Este valor pode variar, para mais ou para menos, dependendo do fluxo adotado por cada empresa, mas podemos seguramente afirmar que estes custos são muito maiores que o custo total tido com a formalização de Contratos através da Assinatura Digital. Vale lembrar que no processo de formalização de Contratos através da Assinatura Digital não existem custos de transporte pois o documento permanece sempre no servidor e, quando necessário, é simplesmente exibido e colocado a disposição de seus signatários e/ou outros que acompanham o fluxo de formalização.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Observe que, dentro do cenário apresentado,  foram considerados os custos com transporte tidos apenas pela empresa responsável pela emissão do Contrato. Os custos decorrentes de transportes ao cartório e retorno dos documentos assinados para o emissor tidos pela outra parte do contrato, não estão sendo considerados nestes cálculos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Em termos de custos globais, podemos afirmar que a adoção da assinatura digital para a formalização de contratos eletrônicos pode significar uma <strong>redução</strong>, dependendo do cenário analisado, <strong>de até 80% dos custos</strong> tidos com o processo de formalização de contratos baseados em papel.</span></p>
Number of View :526]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Coisas que Cloud Computing não pode fazer por você</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/coisas-que-cloud-computing-nao-pode-fazer-por-voce/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/coisas-que-cloud-computing-nao-pode-fazer-por-voce/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 13:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edvandro Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tiespecialistas.com.br/?p=16562</guid>
		<description><![CDATA[Engatinhando há cinco anos, Cloud Computing é um dos assuntos mais comentados atualmente na área de TI. Tanto até que o número de artigos a respeito é suficiente para incentivarem cada vez mais startups nesse ramo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Engatinhando há cinco anos, Cloud Computing é um dos assuntos mais comentados atualmente na área de TI. Tanto até que o número de artigos a respeito é suficiente para incentivarem cada vez mais startups nesse ramo.</p>
<p>Com tantos provedores de serviços e terminologias, vemos um infinito de possibilidades, o que é verdade. Mas existem algumas coisas que Cloud Computing não pode fazer por você:</p>
<ol>
<li>
<h5>Corrigir aplicações que foram mal desenhadas</h5>
<p>Algumas pessoas acreditam que com a portabilidade da aplicação para a nuvem vai corrigir automaticamente as deficiências do desenho da aplicação, o que está 50% correto, uma vez que a capacidade das plataformas na nuvem possui de mascarar a ineficiência da aplicação melhorando seu comportamento e aumentando o desempenho é muito grande, mas aumenta, também, o faturamento do seu provedor de serviço, pois haverá um excesso no consumo de recursos por parte deste.</li>
<li>
<h5>Eliminação de silos de dados</h5>
<p>As Organizações de TI que sempre tentam quebrar os silos de dados, processos e serviços podem achar que o uso de serviços de computação na nuvem possa movê-los na direção oposta.</p>
<p>Quando usamos serviços na nuvem, criamos silos de dados, processos e serviços que devem ser integrados ao sistema legado. Se você fizer um planejamento adequado antes de contratar um provedor, isso não se torna um problema.</li>
<li>
<h5>Redução do número de funcionários</h5>
<p>O movimento para a computação na nuvem não vai reduzir o número de recursos humanos, uma vez que ele é um sistema. Precisamos de pessoas para mantê-lo e monitorá-lo durante a produção.</p>
<p>Agora, se com a aplicação na nuvem você quiser “matar” seu sistema legado, sem dúvida você irá reduzir seus recursos humanos assim como caminhará na contramão, afinal de contas, a tendência é que, com as infinitas possibilidades, você possa criar novos sistemas para integrar com a nuvem e, consequentemente, aumentar seus recursos humanos. Não diminuir.</li>
</ol>
<p>Esses são apenas alguns pontos a serem tratados quando pensamos em Cloud Computing. Mas, claro, não é um impedimento para você atrasar ou esquecer sua implantação.</p>
<p>Abraços.</p>
Number of View :719]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>De volta às poderosas nuvens</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/de-volta-as-poderosas-nuvens/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/de-volta-as-poderosas-nuvens/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 17:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>L.Midas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Redes & Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[berlin]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud]]></category>
		<category><![CDATA[computação em nuvens]]></category>
		<category><![CDATA[conferência de berlim]]></category>
		<category><![CDATA[vp]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[A resposta do VP do YouTube (aquele lá do Vale do Silício / Silicone)   foi algo que, para mim, entrou para os anais da história (pelo menos a minha história) como uma das mais afiadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu contava ainda da <a title="Conferência de Berlin" href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/as-voltas-que-o-mundo-da-por-cima-da-carne-seca/" target="_blank">conferência em Berlin</a> no final do ano passado. A resposta do VP do YouTube (aquele lá do Vale do <em>Silício / Silicone</em>)   foi algo que, para mim, entrou para os anais da história (pelo menos a <em>minha</em> história) como uma das mais afiadas. Naquela curta frase, ele detonou as operadoras, colocou-as no seu lugar de “bit-pipes”. E não apenas isso, ele como que disse “o importante é o conteúdo, e que se as operadoras acham que podem alguma coisa, experimentem bloquear ou limitar o acesso ao YouTube. Verão como os usuários abandonarão vocês imediatamente. Operadoras, vocês são simples movedoras de bits sem inteligência, nenhum cliente lhes é fiel, vocês não tem poder nenhum. Seu produto é uma ‘commodity’, ninguém lhes ama, ninguém lhes quer”.</p>
<p>Bem, se você não entendeu isso tudo, releia a crônica. Porque, expandindo a frase fatal, a tal detonante, foi isso que ele disse. Como reza o ditado, “para bom entendedor, saber o fluxo de capital basta.”</p>
<p>De fato, existe evidência que ele está certo. Por exemplo, a Netflix dos EUA, publica <a href="http://techblog.netflix.com/2011/10/netflix-performance-on-top-networks.html">na sua página</a> um “ranking” das melhores operadoras para se acessar o Netflix. Mais um exemplo de alguém falando “Aqui, eu sou tão grande, tão poderoso, que os meus usuários vão escolher aquela operadora que lhes dê o melhor acesso ao meu site. Coitado de você se não melhorar esse acesso.” E, de fato, a frase do VP me deixou pensativo. Já pensou se o YouTube resolve seguir o modelo da TV as cabo, em que as operadoras de TV a cabo as vezes tem de pagar para ter acesso a certos canais? Quem perderia mais nessa possível quebra-de-braço? O YouTube perderia mais usuários, que se manteriam fieis às suas operadoras ou aquelas que não pagassem perderiam maior número de usuários, já que eles migrariam em massa para uma outra que aceitasse as condições do YouTube? Apostas, por favor&#8230;</p>
<p>Entra em jogo meu assunto favorito do momento e que vocês achavam, andava relegado e esquecido: AS NUVENS! Pois é. Eu sou assim, dou uma volta tremenda para fechar um raciocino de forma <em>brilhante (auto-ironia, por favor). </em>E veja bem que vocês tiveram de agüentar apenas duas crônicas, imagina os leitores de “<a href="http://www.facebook.com/RedesSensuais">Redes Sensuais</a>” que tiveram de agüentar mais de 100 páginas voltando quase 20 anos, sem contar a abundante pornografia?    <img src='http://www.tiespecialistas.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Meu descarado merchandising à parte, voltemos ao assunto. As nuvens e o balanço de poder. Sorrateiramente, começam a surgir vozes dizendo que, junto com a ascensão do Cloud Computing, uma reversão no atual <em>status quo </em>está para acontecer. É fácil entender. A partir do momento em que os aplicativos são oriundos das nuvens, a tal conectividade que antes era uma commodity passa a ser diferencial. Vamos exemplificar. Suponhamos que você abra uma empresa e decida por um programa de Gestão de Pessoal. Você está em dúvida entre o software A ou o B. Ambos são entregues para você via cloud, por assinatura mensal, sem nada instalado no seu computador. Você resolve então testar o programa A. Nesse, tudo vai bem até o certo ponto em que aparece uma mensagem “Cannot save file”. Você então liga para a fornecedora do programa, a qual, logicamente, bota a culpa na sua operadora. “É ser um problema na conexão”. Liga para a operadora e eles, por sua vez,  botam a culpa no programa “A conexão tá ótima o problema é o programa”. Bem, você já entendeu. No programa B, que você assina via a sua operadora, tarifado diretamente na sua conta telefônica, o suporte é dado diretamente por ela. No caso do problema acima, se tudo correr bem o sujeito do suporte te explica que você deve mudar o parâmetro X no menu Y porque sua rede é menos rápida portanto assim você evita um <em>timeout</em> e por aí vai.</p>
<p>Pergunta boba: Qual dos 2 pacotes você vai escolher o A, independente, ou o B, aquele cujo suporte e pagamento é feito diretamente junto à sua operadora?</p>
<p>Pois é, não é por menos que a muita gente começa a defender a ideia que as operadoras brevemente serão <a href="http://www.techgoondu.com/2010/04/21/telcos-set-to-dominate-the-it-services-scene-says-idc/#.T42-weX9IXc">o canal prioritário</a> na distribuição de software. Obviamente, outros dizem que isso <a href="http://www.themetisfiles.com/2011/01/twelve-reasons-why-telcos-will-not-dominate-cloud-computing/">nunca acontecerá</a> e tem como argumento prioritário o fato de, como já disse antes, as operadoras historicamente nunca perderem a oportunidade de perderem uma oportunidade.</p>
<p>Pessoalmente, tendo lido o artigo sobre a <a href="http://www.fastcompany.com/magazine/160/tech-wars-2012-amazon-apple-google-facebook">Batalha Tecnológica de 2012</a>, e tendo notado a total ausência da Microsoft, vejo que as chances das operadoras são mesmo pequenas. Esses caras jogam pesado e agressivamente, sem chances para empresas grandes e lentas na reação como as grandes empresas de telco. A única salvação, coisa que anda esquecida nesses dias mas que é algo de peso, é a questão do único e verdadeiro recurso que as operadoras possuem: Espectro. Espectro o qual se valoriza a cada dia que passa, na direta proporção em que os volumes de dados aumentam a cada dia.</p>
<p>Em breve, aportarei nas praias tupiniquins para o lançamento do dito livro. Abraços.</p>
Number of View :569]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A nuvem pública como decisão estratégica de negócios</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/a-nuvem-publica-como-decisao-estrategica-de-negocios/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/a-nuvem-publica-como-decisao-estrategica-de-negocios/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 11:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon]]></category>
		<category><![CDATA[aws]]></category>
		<category><![CDATA[Azure]]></category>
		<category><![CDATA[computação em nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[nuvem pública]]></category>
		<category><![CDATA[saas]]></category>
		<category><![CDATA[sce]]></category>
		<category><![CDATA[Smarter Cloud Enterprise]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando ouvimos o termo “Cloud Computing” fazemos de imediato uma associação com o conceito de nuvem pública, baseada em IaaS. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando ouvimos o termo “Cloud Computing” fazemos de imediato uma associação com o conceito de nuvem pública, baseada em IaaS. Esta percepção começou quando a Amazon anunciou o seu serviço AWS. Claro que ainda é um mercado que não está maduro e nem poderia, pois é muito jovem ainda (o AWS surgiu em 2002, ou seja, apenas dez anos), mas este processo de amadurecimento está se acelerando rápido. Consolida-se mais quando empresas como a IBM também lançam sua nuvem pública, esta chamada de SCE (Smarter Cloud Enterprise). Para conhecer melhor o SCE, clique aqui.</p>
<p>Vamos lembrar que uma nuvem é basicamente a combinação de virtualização + padronização + automação, o que permite oferecer portais de acesso self-service aos usuários. No modelo IaaS o provedor fornece basicamente servidores virtuais e seus sistemas operacionais. A partir daí a responsabilidade de conteúdo, como middleware e aplicativos continua com a empresa que contrata a nuvem. Não é responsabilidade do provedor. Portanto, IaaS é um serviço bem diferente do PaaS e SaaS. Não podem e nem devem ser considerados como serviços similares. Ou seja, uma nuvem não é igual a outra nuvem&#8230;</p>
<div style="float: left;margin:0 10px 10px 0;">
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<p>Usar nuvem pública começa aos poucos ficar lugar comum, mas ainda encontramos alguns receios e mesmo desinformações circulando pelo mercado. Muita gente pensa que uma nuvem pública é para ser usada apenas para coisas meio periféricas, como web sites e aplicações que não sejam críticas às empresas. Mas, já vemos muitos negócios baseados inteiramente em nuvens públicas, como o Peixe Urbano aqui no Brasil e Netflix e FourSquare nos EUA, para citar apenas alguns exemplos. E são negócios que dependem de TI para funcionarem. Demonstram na prática que uma nuvem pública é confiável. Empresas de pequeno a médio porte tendem naturalmente a colocar seus Data Centers em nuvens públicas, não só por razões de custo, mas pela própria necessidade do negócio. Porque gastar recursos que são escassos como tempo e dinheiro mantendo servidores dentro de casa se existe uma outra opção mais adequada? Na verdade, uma nuvem pública pode oferecer um nível de segurança e disponibilidade bem maior que a oferecida hoje em muitos dos Data Centers das pequenas e médias empresas.</p>
<p>O que começa a mudar? Adotar uma nuvem pública IaaS deixa de ser uma discussão técnica para ser uma decisão estratégica, de negócios. Mas, ao subirmos o patamar das decisões, a escolha do provedor de nuvem torna-se algo mais complexo. Além disso, a governança de TI da empresa continua com a empresa. Não é terceirizada totalmente!<br />
O modelo IaaS tende aos poucos a se tornar comoditizado, pois as ofertas, com o amadurecimento do mercado, tenderão a se tornar bastante similares em termos de segurança, disponibilidade, desempenho e suporte. Uma analogia simplista é o com o mercado de PCs, quando praticamente não vemos diferenças marcantes entre os vários PCs disponíves no mercado.<br />
Mas, hoje, com um mercado ainda em fase de amadurecimento, as ofertas dos diversos provedores são diferentes e portanto a escolha do provedor de nuvem não pode ser feita de forma superficial.</p>
<p>O que verificar quando analisando provedores? Primeiro, se você for colocar seu negócio em uma nuvem é importante que o provedor tenha um ou mais Data Centers que sejam adequados aos seus requisitos de segurança, disponibilidade, desempenho e suporte.  A primeira vista todos oferecem, mas quando olhando com mais profundidade vemos que a localização do data center de um provedor pode não ser a mais adequada em termos de garantir segurança e acesso em momentos críticos. Também a questão do suporte. Um bom suporte exige uma equipe técnica treinada e eficiente. Custa dinheiro para manter. Além disso, a nuvem tem que dispor de ferramentas tecnológicas que garantam a excelência na automação da operação. E, claro, para sustentar o crescimento de sua base de clientes, sem afetar os já existentes, precisa ter condições de escalabilidade. Novamente entram em cena os requisitos de expertise e capital.</p>
<p>Bem, vamos listar alguns requisitos que devem ser considerados quando analisando potenciais provedores de nuvens públicas:<br />
a)    Disponibilidade e SLA (Service Level Agreement). Qual o nivel de disponibilidade oferecido? Quando analisamos em mais detalhes o portfólio de aplicações de uma empresa observamos que a maioria delas não é estratégica ou crítica, com um perfil de dados que não é sensível em termos de segurança. Também observamos que a maioria destas aplicações pode operar em um ambiente de disponibilidade menor que 95%. Ora, estas aplicações podem ser deslocadas para nuvens públicas sem maiores sustos. Mas, se as aplicações precisarem de 99,9% de disponibilidade? O provedor oferece este nivel de disponibilidade?<br />
b)    Politica de preços. O custo de hora de computação tende a ser bem barato, mas olhe com atenção os custos de armazenamento e comunicações. Veja também o nivel de flexibilidade da política de preços. Por hora? Por dia? Contratos mensais? Veja quanto custa capacidade adicional a que você inicialmente requisitou.<br />
c)    Em uma nuvem pública IaaS, você continua responsavel pela governança da sua TI, mas veja o que o provedor pode oferecer em termos de serviços adicionais como backup, ferramentas de monitoramento do desempenho, planejamento de capacidade, etc. Estas ferramentas estão disponíveis para você analisar o desempenho dos seus servidores virtuais?<br />
d)    Quais são os recursos de segurança implementados pelo provedor? Por exemplo, eles têm defesa contra ataques tipo DoS (Denial of Service)? O provedor está compliance com certificações como PCI, SAS 70, SSAE 16, ISO 27001 e FISMA, apenas para citar as mais comuns?<br />
e)    O data center está localizado no território brasilerio? Se não, a que leis ele estará sujeito? Em caso de auditoria e eventual investigação forense, como você terá acesso a seus dados?<br />
f)     Qual o background do fornecedor em lidar com clientes corporativos? O mercado voltado para usuário final e o corporativo são bem diferentes em demandas de suporte e preparo da equipe técnica. Um provedor que não tenha fortes raizes no atendimento ao mercado corporativo poderá encontrar muita dificuldade em atender às demandas específicas dos seus clientes.<br />
g)   Suporte. Como é o suporte? 24 x7? Via email, telefone ou chat? Qual a política de preços para níveis de suporte diferenciados?<br />
h)    Billing. A fatura é fácil de entender e abrangente o suficiente para não gerar duvidas?<br />
i)     Contrato. Quais são as garantias contratuais? Como é a rescisão? Existem facilidades para você migrar para outro provedor? Quais e quanto custam? Existe garantia de que os dados sejam apagados após encerrar o contrato? Além disso, observe que na maioria das empresas a auditoria exige um contrato, diferente de uma nuvem de uso pessoal onde com um simples cartão de crédito você abre uma conta e obtém servidores virtuais.<br />
j)     O provedor é financeiramente estável? Tem condições de investir e acompanhar a evolução do mercado e das tecnologias de cloud? Tem condições de ampliar sua capacidade?<br />
k)    Qual é a estratégia de cloud do provedor? Quão importante é para o negócio dele?<br />
l)     Existe um ecossistema em torno do provedor, que ofereça aplicatvos, educação e consultoria, que podem ajudá-lo a usar melhor a computação em nuvem?</p>
<p>Como vemos existem vários requisitos que devem ser analisados. Fale com os representantes de vendas do provedor, visite o data center, ligue para outros clientes e veja o grau de satisfação deles. E não esqueça que a governança de TI continua com você. Assim, analise as licenças de software que você tem e valide-as com relação ao seu uso na nuvem. Mantenha uma equipe que interaja com o provedor para resolver problemas e manter um SLA adequado às suas necessidades. E concentre-se no seu negócio, deixando tarefa de gerenciar servidores e seus sistemas operacionais (puro overhead, que não agrega um centavo ao seu faturamento) por conta do provedor. Bem vindo às nuvens!</p>
Number of View :938]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Brincando de DATACENTER</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/brincando-de-datacenter/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/brincando-de-datacenter/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 19:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Datacenter]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tiespecialistas.com.br/?p=16463</guid>
		<description><![CDATA[Estes “DATACENTERS” estão por todos os lados, e apresentando produtos relacionados ás mais diversas tecnologias, desde soluções de alta disponibilidade até mesmo CLOUD COMPUTING, entre outros (a minha dica é - CUIDADO, MUITO CUIDADO).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Temos observado um grande aumento de ambientes se tornando DATACENTERS &#8211; certo? certo!</p>
<p>Estes “DATACENTERS” estão por todos os lados, e apresentando produtos relacionados ás mais diversas tecnologias, desde soluções de alta disponibilidade até mesmo CLOUD COMPUTING, entre outros (a minha dica é &#8211; CUIDADO, MUITO CUIDADO).</p>
<p>Bem vamos ao fato, primeiramente um DATACENTER é muito mais que apenas um conjunto de salas com sistema de energia redundante ou links de diversas operadores, um DATACENTER consiste de uma equipe técnica altamente qualificada e de um ambiente literalmente á prova de falhas (seja controle de acesso restrito, energia e links redundantes, salas á prova de fogo, inundações  e até mesmo contra ataques de aviões – tudo isso após o fatídico 11/09/2001).</p>
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<p>Pensando nisso algumas empresas criaram e ganham dinheiro oferecendo um ambiente que seguem todas as normas, e até mesmo certificando-se (e assim se separam do joio e se mostram como o trigo).</p>
<p>Ok, mas o que o JOIO nos proporciona?  Eles nos disponibilizam CLOUD COMPUTING, que na verdade são VSP (ou seja, nada mais que uma solução de virtualização utilizando XEN-SERVER ou VMWARE). Não que estes aplicações não resolvam o nosso caso, mas é fato de que o CLOUD COMPUTING contratado se trata de muito mais do que um simples ambiente virtualizado (fato).</p>
<p>Continuando&#8230;</p>
<p>Há DATACENTERs que disponibilizam ferramentas ou ambiente de alta disponibilidade, mesmo utilizando servidores poucos confiáveis  que vão desde máquinas antigas, até mesmo sem redundância de energia ou mesmo de links sem qualquer garantia de banda.</p>
<p>Esses são apenas alguns exemplos que encontramos no mercado !</p>
<p>Portanto, ao escolhermos um DATACENTER devemos ter uma estratégia bem definida, entenderemos exatamente o que queremos,  e se realmente o que nos é oferecido será aplicado (é dar valor ao nosso dinheiro).</p>
<p>Também devemos repensar a importância de um DATACENTER,  primeiramente pelo lado negócio depois pelo lado financeiro. Imaginem os valores e os custos de uma área de TI parada. Imaginem os custos envolvendo o processamento de folha de pagamento que não ocorreram no dia correto. Imaginem a visão dos clientes para a empresa. E o pior ainda, imaginem estas lacunas na visão da concorrência.</p>
<p>O custo de um ambiente de TI não só é mensurado pela quantidade de servidores, ou a quantidade de métodos de segurança que temos, mas sim,  pelo custo que uma indisponibilidade pode nos apresentar. Por isso é que devemos considerar em primeiro grau em um plano diretor, os investimentos em infraestrutura realmente confiáveis (e já adiantando, os valores podem ser bem elevados dependendo do nível de SLA, nivel de downtime, backups e tempo de solução, entre outros).</p>
<p>Acredito que a maioria dos leitores já tenha ouvido a história á seguir &#8211; Havia empresas que dispunham o  DATACENTER principal em uma das torres do World Trade Center,  e a unidade de contingência na outra torre (essas mesmas empresas foram á falência, assim que ambas as torres foram ao chão) &#8211; ou seja, ainda que tenhamos um DATACENTER confiável, vale também cada centavo gasto em um futuro DRP &#8211; Disaster Recovery Planning.</p>
<p>É com esses e outros métodos, que encerramos a carreira dos que brincam de DATACENTER.</p>
<p>Boa sorte.</p>
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		<title>Recursos do Windows Server 8</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 11:13:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[mstiespar]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[virtualização de servidores]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>
		<category><![CDATA[Windows Server 8]]></category>

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		<description><![CDATA[O tão esperado Windows Server 8 parece que vem para agregar ainda mais qualidade, a Microsoft tem demonstrado que este será não apenas mais um lançamento de uma plataforma, mas será uma plataforma diferenciada e que trará novos recursos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tão esperado Windows Server 8 parece que vem para agregar ainda mais qualidade, a Microsoft tem demonstrado que este será não apenas mais um lançamento de uma plataforma, mas será uma plataforma diferenciada e que trará novos recursos.</p>
<p>A Microsoft afirma que há 300 recursos novos e melhorados no Windows Server 8. É difícil citar uma característica do Windows Server que não tenha sido mexido, simplificada, ou totalmente renovada.</p>
<p>Gostaria de citar aqui apenas 5 recursos:</p>
<h5>1 &#8211; Gerenciamento de vários servidores</h5>
<p>Server Manager não só recebe um face-lift no Windows Server 8, vestindo o olhar Metro Clean, mas abre o horizonte de gestão para o ambiente do servidor inteiro. Em novos servidores (física ou virtual) para gerenciar através do Active Directory ou de pesquisa de DNS, o Server Manager irá inventariar o servidor e adicionar um novo ladrilho ao painel exibindo seu estado.</p>
<h5>2 &#8211; Implantação de servidor</h5>
<p>Windows Server herda oito assistentes do Windows Server 2008 para instalar funções e recursos, mas combina-os de que a Microsoft chama de &#8220;implantação baseada em cenários.&#8221; Instalação pode direcionar máquinas locais, máquinas remotas, ou discos rígidos virtuais, com a implantação de várias máquinas automatizadas através cmdlets Powershell, APIs WMI, e &#8220;fluxos de trabalho&#8221;.  Você pode até mesmo instalar o servidor completo sem a Shell gráfica, pois os servidores reais não têm GUIs.</p>
<h5>3 &#8211; Gerenciamento de endereços IP</h5>
<p>As probabilidades são que você está usando uma planilha para rastrear suas alocações de endereços IP, e isso não é muito divertido. O Windows Server 8 introduz um “full-featured” gerenciador de endereço IP que combina a descoberta de rede, alocação de endereços estático e dinâmico, DNS e DHCP monitoramento e recursos de auditoria de rede em um único lugar. Log de endereço real de uso, identificando conflitos, cruzamento com o inventário de hardware e oferecendo uma trilha de auditoria de todas as alterações, o IP do “Windows Management Center” E vai muito além de manutenção de registros.</p>
<p><H5>4 &#8211; Controle de acesso dinâmico</h5>
<p>O modelo atual de pasta-centric para controle de acesso faz com que seja muito fácil para permissões ficar ilegível &#8211; e auditoria não é legal. Controle dinâmico de acesso não substitui o arquivo atual e permissões de pasta, mas permite que políticas de camada global e controles de acesso baseados em reivindicações. Por exemplo, você pode criar uma regra para garantir que apenas os membros do grupo financeiro possam acessar arquivos do departamento de finanças e estritamente a partir de um dispositivo gerenciado &#8211; e esta regra poderia ser aplicada por todos os servidores Windows Server 8.</p>
<h5>5 &#8211; Grandes grupos do Hyper-V</h5>
<p>Windows Server 8 aprimoriou ainda mais essa questão de virtualização e conta com suporte para até 63 hosts e 4.000 máquinas virtuais por cluster. Fazendo-se os números brutos é uma série de características que melhoram o desempenho, gerenciamento, disponibilidade e segurança em grandes ambientes: cluster-aware patching, pools de recursos de armazenamento, provisionamento, armazenamento para transferências de dados, criptografia Bitlocker para volumes de cluster, a deduplicação de dados e migração de armazenamento ao vivo. Enfim, uma séries de coisas bacanas para adentramos no mundo da virtualização.</p>
<p>Certamente muita coisa nova vem por aí, afinal vivemos numa era de constantes mudanças e evolução tecnológica, como podemos ver a questão da virtualização tem um peso muito grande em nossos dias e a Microsoft demonstra que entrou na briga e para isso tem disponibilizado cada mais recursos que integre ao Hyper-v. Espero poder divulgar novos recursos nos próximos artigos.</p>
<p><strong>Fonte de pesquisa:</strong> <em>Microsoft, Brian Chee e Doug Dineley da http://www.infoworld.com</em></p>
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		<title>Internet nas Nuvens (Cloud Computing) e Internet das Coisas (M2M)</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 17:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ismael Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Internet das Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[Internet nas Nuvens]]></category>
		<category><![CDATA[M2M]]></category>

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		<description><![CDATA[As organizações tendem a deixar de tratar TI como um problema tecnológico, que somente soluções tecnológicas poderiam sanar esses problemas, para tratar como beneficio as empresas que pode ser usado muitas vezes como diferencial frente ao mercado cada vez mais diverso. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5>INTRODUÇÃO</h5>
<p>As organizações tendem a deixar de tratar TI como um problema tecnológico, que somente soluções tecnológicas poderiam sanar esses problemas, para tratar como beneficio as empresas que pode ser usado muitas vezes como diferencial frente ao mercado cada vez mais diverso. O surgimento de novas tecnologias está diretamente ligado ao negocio, para absorver novas tendências, troca de produtos ou serviços, visualizar um novo tipo de serviço ou produto. Com isso o departamento de TI ganhou um grande papel dentro das empresas podendo decretar o sucesso ou a decadência de uma empresa, pois tem de está sempre atenta no mercado e agir de forma rápida em eventuais dificuldades.</p>
<p>E com novas tecnologias emergentes, é sempre preciso olhar para o futuro e tentar identificar o quanto essa tecnologia irá impactar na nossa empresa e até em nossas vidas, buscar estudar e colher dados, para planejar o melhor percurso para seguir rumo aos próximos anos com a introdução da tecnologia dentro da corporação.</p>
<p>A “Internet das Coisas” que vem sendo bastante vinculada é uma aposta de grandes empresas, principalmente para as áreas de infraestrutura e controle, pois ficará menos dependente do fator humano, e poderá detectar vários problemas antes mesmo que possa ser percebido por alguma pessoa o seu mau funcionamento, tornando várias coisas práticas e rápidas, podendo ser um grande mercado para o surgimento de diversos serviços.</p>
<p>A computação nas nuvens é uma aposta da gigante Google, que vê isso como o futuro da internet e serviços, onde os dados que os clientes utilizam ficariam armazenados em locais que nem ele mesmo saiba em diversos países e servidores, o que acarretará em uma grande redução no custo de hardware, sem a necessidade de armazenamento de dados, as empresas poderiam abrir mão de seus servidores e apenas utilizar um serviço que faça essa armazenagem, mas o que implica em segurança, pois nenhuma empresa quer ter seus dados divulgados ou armazenados, por exemplo, no mesmo local que seu rival direto.</p>
<p>Foram analisadas opiniões sobre essas tecnologias, para verificar seus funcionamentos, vantagens e desafios, e o com próximo está de disseminamento.</p>
<h5>INTERNET DAS COISAS (M2M)</h5>
<p>Segundo (MADEIRA, 2011) Um dos primeiros exemplos de internet nas coisas, é um tênis utilizado por Andrew Duncan em uma caminhada de cinco quilômetros, onde sua namorada podia visualizar na tela do computador seu desempenho na caminhada em tempo real, pois esse tênis estava equipado com GPS, da empresa GTX Corp, e custa em média 299,00 dólares. Esse tênis é um bom exemplo para descrever a internet das coisas, em que qualquer coisa com inteligência terá um ip para se comunicar online, e esses dados seriam utilizados de inúmeras maneiras e em tempo real.</p>
<p>Segundo (MADEIRA, 2011) Vários cenários são imaginados com o uso dessa tecnologia, como por exemplo, em uma loja, onde você envia sua lita de compras, ao chegar à loja recebe uma tag RFID e os sinais digitais dos produtos contidos na lista irão lhe direcionar para os corredores onde os produtos desejados se encontram, traçando ainda o caminho crescente para os produtos, ou seja, traçando o menor caminho possível; Geladeira monitorando e sugerindo reabastecimento, que já existente no mercado atualmente, mas ainda não tem demanda de mercado; Alguns carros já estão com projetos que preveem o destino e sugere rotas, e busca, por exemplo, o posto de combustível mais próximo a partir de onde o carro se encontra. O carro pode também enviar dirigindo.</p>
<h5>Origem no M2M</h5>
<p>Segundo (MADEIRA, 2011) A tecnologia “internet das coisas” teve inicio há 15 anos, com a ideia de monitorar ativos através do machine-to-machine(M2M). A mudança para a internet das coisas ocorreu em 2001 quanto começou a se utilizar os IPs por meio das redes de telefonia celular.</p>
<p>Segundo (MADEIRA, 2011) apud Lucero, da ABI Research, há uma diferença considerável em relação a internet das coisas, M2M, RFID, mediadores inteligentes, redes de sensores e automação residencial.</p>
<h5>A tecnologia</h5>
<p>Algo que pode alavancar o uso da tecnologia internet das coisas é a entrada do IPv6, que com ele poderia oferecer todos os endereços de internet preciso para o uso da tecnologia, pois o IPv6 é capaz de fornecer um endereço de internet para cada átomo existente na terra (MADEIRA, 2011 apud EVANS, 2010).</p>
<p>De certa forma não há fatores técnicos que impeçam a disseminação da internet nas coisas, mas tem o custo do microcomponentes, banda das redes sem fio e a forma com os humanos irão lidar com tanta informação. Mas uma vez que a Internet das Coisas tenha sua generalização, a quantidade de dados terá um aumento muito grande e relevante, e pode ser uma questão a ser estudada, se com esse aumento de dados a tecnologia de processamento também necessitará de um avanço para suportar tamanho volume de dados. (MADEIRA, 2011 apud WILLIAMS, 2010).</p>
<p>Os processadores atuais podem ser capazes de suportar esse volume, mas a banda pode não aguentar, para evitar isso os dados podem ser filtrados, com o uso do processamento em fluxo que já está sendo trabalhado pela IBM, fazendo com que a atual banda suporte esses dados e fique mais acessível para implementação de dispositivos (MADEIRA, 2011 apud KATHARINE, 2010).</p>
<p>Até que essas tecnologias entrem em ação os dispositivos que utilizarem a internet das coisas, terá que utilizar novas interfaces de usuário de forma mais intuitiva (MADEIRA, 2011 apud BURNEY, 2010).</p>
<h5>Privacidade e segurança</h5>
<p>Segundo MADEIRA (2011) Independente de qual seja a tecnologia que será utilizada, uma precaução será obrigatória, que é privacidade e segurança, pois os usuários desejam que seus dados permaneçam omitidos, mas a internet das coisas ainda não responde de forma clara como isso pode ser assegurado para o cliente. <em></em></p>
<p>Existe uma comissão na Europa já estudando questões de privacidade e segurança em relação à Internet das Coisas.</p>
<p>Nos EUA, segundo Caprio, o empenho é maior na segurança de dados relativos a dados sensíveis em relação a crianças, saúde e informações financeiras. Na Europa já existe vários regulamentos, mesmo não sendo colocados em prática atualmente, já no EUA não tem regulamento algum relacionado a isso, mas existem proteções eficazes no controle destas práticas enganosas. As empresas podem usar destes dados recolhidos na Internet das Coisas para utilizarem em pró da empresa, e segundo MADEIRA, 2011 apud BURNEY, poderá levar até cinco anos para construir e especificar de forma eficaz o que será ou não legalmente prudente, para que assim os usuários possam ter total controle sobre os seus dados, definindo ele o que quer ou não compartilhar.</p>
<p>A Internet das Coisas afetará várias áreas da vida, como os carros, prédios, medicina, de uma forma que não é possível descrever, assim como foi pensar como seria utilizada a energia elétrica antes de sua existência. (MADEIRA, 2011)</p>
<h5>Preparado para a era da Internet das Coisas?</h5>
<p>Atualmente grande parcela da população tem um celular, muitas vezes até dois, e esse número é cada vez maior, pois os registros de assinantes nas operadoras de celular continua aumentando. Esses clientes são as máquinas da Internet das Coisas, pois possui acesso a internet e assim ficam distribuindo informações sobre suas vidas. (COMPUTERWORLD, 2011)</p>
<p>A tecnologia M2M basicamente define-se em uma troca de dados entre dois dispositivos sem fio, utilizando um sistema “back-end”, onde podem ser filtrados e visualizados pelo outro dispositivo. Uma forma de descrever essa tecnologia de uma forma mais clara é a forma como é feita a leitura de um registro de agua em nossas casas atualmente, que necessita de um funcionário até a residência para realizar essa leitura manualmente, com o M2M os dados seriam enviados direto para empresa de agua, para cobrança e fiscalização. (COMPUTERWORLD, 2011)</p>
<p>Acredita-se que o telefone será o ponto de início do recolhimento das informações referente às máquinas, entre diversos outros serviços e produtos, podendo até ocorrer a troca de informações e dados entre os dispositivos sem nenhuma intervenção humana, tudo de forma virtualizada. (COMPUTERWORLD, 2011)</p>
<p>Segundo (COMPUTERWORLD, 2011) Alguns fatores precisam de bastante debate, pois uma pessoa, por exemplo, que deseja que seus dados médicos, sejam acessados somente por médicos de confiança, mas em um acidente com o socorrista com esses dados na mão, provavelmente o paciente teria maiores chances, então ele iria permitir isso também, mas é uma questão de se controlar, pois são dados sigilosos.</p>
<h5>INTERNET NAS NUVENS (CLOUD COMPUTING)</h5>
<h5> O que é internet nas nuvens</h5>
<p>A internet das nuvens (Cloud Computing) segundo a Google será o futuro da internet. Com essa tecnologia, a instalação de softwares não será necessário em computadores físicos, tudo acontecerá por meio da internet, que trabalhará com uma plataforma, isso já acontece com o Google docs, por exemplo, onde o usuário não necessita da ferramenta instalada no computador, apenas ter acesso à internet. Com esse tipo de serviço aumentando, os computadores tendem a ficar bem baratos e as empresas irão aumentar sua presença online. (MAYUMI, 2008)<em></em></p>
<p>Isso fará com que usuários e profissionais sem uma condição financeira alta, possam acessar diversos softwares, pois não haverá necessidade de compra-lo ou baixa-lo para um computador, o HD não será nem preciso ser utilizado, será tudo via internet, outro serviço que pode surgir, será com relação licenças particular, onde por meio de uma mensalidade o usuário poderá acessar o software também via internet.</p>
<h5> Redes Massivas de Servidores</h5>
<p>Segundo (CRUZ, 2011) Essa tecnologia pode unir os servidores virtuais e os físicos, surgindo assim as grandes redes de servidores, ficando a um passo da virtualização. Essas grandes redes terão gerenciamento de funções e recursos computacionais, algo que já foi pensado em meados dos anos 60 compondo uma rede totalmente virtual, pois não haverá limites de acesso, permitindo a troca de dados e softwares entre os usuários conectados a internet.</p>
<div id="attachment_16376" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/internet-nas-nuvens-cloud-computing-e-internet-das-coisas-m2m/comp-nuvem/" rel="attachment wp-att-16376"><img class="size-medium wp-image-16376" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/04/comp-nuvem-300x222.jpg" alt="" width="300" height="222" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1 - Visão geral nuvem computacional (DLEPHINO, SENAI).</p></div>
<h5> Vantagens</h5>
<p>As vantagens dessa nova tecnologia de computação nas nuvens se veem primeiramente na redução de custos físicos, como hardware, pois não serão mais precisos supercomputadores para executar várias aplicações ao mesmo tempo, e em relação ao custo de software e licenças, pois poderão acessar diversos serviços via internet. Os departamentos de TI das empresas seriam minimizados, pois basta a empresa obter maquinas padrão com acesso a internet direcionada para os serviços precisos, ficando assim a manutenção menor, e com menos custo, pois não seria preciso manter vários servidores para armazenar dados, já que esses dados se encontraria nas “nuvens” dentro do serviço, como já funciona com o e-mail por exemplo. (DELPHINO, 2011)</p>
<h5> Desvantagens</h5>
<p>Um dos principais obstáculo dessa tecnologia, é a falta de legislação nos países para tratar as informações trocadas na internet, pois um dado de um cliente em tal um pais A, pode ficar armazenado num pais B, por isso mesmo que algum pais tenha uma boa legislação para tratar deste assunto, pode acontecer de ficar dependente das leis de outro país. Outro fator é que muitas vezes os clientes não saberão onde estão seus dados, o que pode gerar certa desconfiança e muitas empresas podem não migrar para essa tecnologia em virtude desse fato. (DELPHINO, 2011)</p>
<h5> O Mercado da Internet</h5>
<p>Nessa tecnologia da internet nas nuvens, os computadores serão monitores que somente fara a ligação com a internet para acessar as informações e arquivos através de um chip. Esses dados pessoais e profissionais estarão disponíveis de forma virtual, assim como já acontece com os e-mails, com a diferença que não será mais necessário o uso de sistemas operacionais nos computadores. (CRUZ, 2011)</p>
<h5>OPINIÃO</h5>
<p>Verifiquei o potencial destas tecnologias para o futuro, e tentei identificar qual seria mais importante e seria a tecnologia mais utilizada, mas a meu ver, elas se completam, pois as duas tendem a virtualizar os dados, e podem ter serviços que utilizem as duas tecnologias simultaneamente, pois a internet das coisas pode colher dos dados dos objetos e a computação nas nuvens armazená-los.</p>
<p>A internet das coisas será muito útil paras as empresas controlarem seus equipamentos, por exemplo, pois terão dados em tempo real de sua situação, detectando facilmente possíveis falhas e panes, que podem evitar outros problemas, caso essa falha não seja detectada rapidamente, como aconteceu algumas vezes em blackout no Brasil, que caso tivesse um controle desse tipo, poderia ao identificar o erro, relatar instantaneamente, podendo assim desviar a rede dessa falha evitando assim uma pane geral. O controle de infraestrutura de qualquer empresa ganharia uma ferramenta de auxilio poderosa, pois o gerenciamento se tornaria mais fácil, centralizando todas as ocorrências e status em um único ponto, facilitando sua visão e gerando planos de soluções mais eficazes, gerando históricos de ocorrências e acionando possíveis distribuidores em tempo real para suprir devidas necessidades de equipamentos, que pode ser estendido para o estoque, que sempre estará com peças disponíveis para reposição, visto que poderá se levantar a quantidade necessária em estoque para suprir a necessidade, isso de equipamento para equipamento.</p>
<p>A internet nas nuvens é algo grandioso e que se não fosse encarado hoje como algo inovador, talvez no futuro fosse visto como necessário, pois chegará o momento, assim entendo que o volume de dados que corre pelo mundo será assustadoramente enorme, pois as informações são crescentes e o armazenamento das informações já existentes são de grande importância, por isso algo teria de sugerir para suportar tamanho volume, e ainda transferir esses dados entre todos os cantos do mundo, por isso a procura por armazenar esses dados via internet será cada vez maior. Mas vários fatores vão sendo estudados para que isso aconteça de forma segura, pois a importância da integridade e privacidade das informações pessoais ou de corporações é necessária, pois em determinados casos qualquer vazamento de informação poderá decretar até mesmo o fim de uma empresa, ou no âmbito pessoal a perca de uma vida social tranquila.</p>
<p>Por isso entendo que essas duas tecnologias serão utilizadas juntamente, cada qual com sua importância, será um avanço tecnológico significativo e depois de implementadas trarão ainda diversos serviços que surgirão em volta do seu uso, serviços esses que ainda não são projetados, pois a visão futura só será completa após sua disseminação. Assim como surgirá novos serviços também ocorrerá falhas e erros não previstos, mas que com o estudo realizado antes de sua instalação, acredito que serão minimizados e contornados pelo fato de tentar ao máximo minar todas as possibilidades de erros.</p>
<p>Os serviços que já utilizam essas tecnologias funcionam corretamente, e ao que parece sem nenhum erro grave de vazão de informação ou perca de privacidade dos dados, mas os serviços utilizados são menos complexos dos que estão por vir, como por exemplo, a base de dados de um banco financeiro, altamente sigiloso e importante para a empresa que o utiliza, assim como para os clientes, que não desejam que seus dados bancários circulem pela internet. Entendo que esse será o grande desafio para essas duas tecnologias, o controle dos dados, e identificar o que pode ou não ser feito quanto à privacidade dos dados, como no caso do banco, onde determinar se o cliente que é o detentor dos dados, também deve saber por onde circulam suas informações.</p>
<h6>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:</h6>
<p><strong> </strong>[1] COMPUTERWORLD. “Preparado para a era da internet das coisas?”. Disponível em: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/02/18/preparado-para-a-era-da-internet-das-coisas/">http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/02/18/preparado-para-a-era-da-internet-das-coisas/</a> Acessado em: 24/11/2011</p>
<p>[2] COMPUTERWOLRD, “Dez tendências tecnológicas para 2012” Disponível em: &lt;http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2011/11/08/dez-tendencias-tecnologicas-para-2012-segundo-o-gartner/&gt; Acessado em: 27/11/2011</p>
<p>[3] CRUZ, Ocione Cruz; “Internet e computadores nas nuvens”. Disponível em: <a href="http://www.prosperaweb.com.br/geral/internet-e-computacao-nas-nuvens">http://www.prosperaweb.com.br/geral/internet-e-computacao-nas-nuvens</a> Acessado em: 22/11/2011</p>
<p>[4] DELPHINO, Danilo Delphino, José Pereira de Souza, Késsia Rita da Costa Marchi, et al. “Computação em Nuvem Uma Nova Realidade”. Disponível em: <a href="http://web.unipar.br/%7Eseinpar/artigos/Jose-Pereira-Danilo-Delphino.pdf">http://web.unipar.br/~seinpar/artigos/Jose-Pereira-Danilo-Delphino.pdf</a> /Acessado em: 27/11/2011</p>
<p>[5] MADEIRA, Lamont Madeira; “Hoje a internet amanha os desafios da internet das coisas”. Disponível em: <a href="http://cio.uol.com.br/tecnologia/2011/11/22/hoje-a-internet-amanha-os-desafios-da-internet-das-coisas/">http://cio.uol.com.br/tecnologia/2011/11/22/hoje-a-internet-amanha-os-desafios-da-internet-das-coisas/</a> Acessado em: 19/10/2011</p>
<p>[6] MAYUMI, Danielle Mayumi; “Computação nas nuvens – O futuro da internet”. Disponível em: &lt;<a href="http://www.brasilseo.com.br/google/computacao-nas-nuves-o-futuro-da-internet">http://www.brasilseo.com.br/google/computacao-nas-nuves-o-futuro-da-internet</a>&gt; Acessado em: 20/11/2011</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Concorra a convites do evento &#8220;Novas tendências de Gestão de Negócio e Gestão de TI&#8221;</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/concorra-a-convites-do-evento-novas-tendencias-de-gestao-de-negocio-e-gestao-de-ti/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 11:05:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Vespermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Promoções]]></category>
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		<category><![CDATA[ti especialistas]]></category>

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		<description><![CDATA[O TI Especialistas firmou uma parceria com a High IT Consulting e estamos levando os profissionais que acompanham nosso portal ao evento: Novas tendências de Gestão de Negócio e Gestão de TI. São somente 20 convites.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Promoção estendida. Devido a grande procura o TI Especialistas pleiteou e conseguiu junto a High IT Consulting mais 80 convites para nossos membros para o evento. Seguem as instruções para assegurar sua participação:</strong></em></p>
<p>O TI Especialistas firmou uma parceria com a <a title="High IT Consulting" href="http://www.highitconsulting.com/" target="_blank">High IT Consulting</a> e estamos levando os profissionais que acompanham nosso portal ao evento: Novas tendências de Gestão de Negócio e Gestão de TI. São somente 20 convites.</p>
<p><em><strong>Os 20 primeiros que enviarem um email para augusto@tiespecialistas.com.br com o título &#8220;Quero ir ao evento Novas tendências de Gestão de Negócio e Gestão de TI &#8221; e que curtem as páginas do TI Especialistas ( <a title="Fan Page do TI Especialistas" href="http://www.facebook.com/fan.tiespecialistas" target="_blank">www.facebook.com/fan.tiespecialistas</a> ) e da High IT Consulting ( <a title="Fan Page da High TI Consulting" href="http://www.facebook.com/highit" target="_blank">http://www.facebook.com/highit</a> ) conquistarão a oportunidade de conhecer o que há de mais novo na América Latina em Gestão de Negócio e Gestão de TI.</strong></em></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Segue o convite oficial:</strong></em></span></p>
<p>No dia 19/04 às 17 horas a High IT Consulting convida os profissionais da área de TI para o lançamento de novos frameworks que vão mudar a forma como as organizações fazem a gestão do seu negócio. O evento será realizado em uma das mansões mais cobiçadas de São Paulo e irá contar com especialistas no assunto, além de sorteio de 6 exames (lançamentos) do EXIN para os participantes.</p>
<ul>
<li><strong>Gerenciamento de Informação do Negócio (BiM) e Executive Cockpit (A3S Serviços):</strong> Conheça o novo framework que irá agregar valor as informações do negócio de maneira integrada com o ITIL®.</li>
</ul>
<div>
<ul>
<li><strong>Cloud Computing:</strong> Saiba como gerenciar e desenvolver estratégias de implementação de Cloud Computing dentro das organizações.</li>
<li><strong>Green IT:</strong> Sustentabilidade nos negócios é um dos temas em alta atualmente no mercado. Entenda como a TI poderá agregar valor ao negócio utilizando de estratégias verdes.</li>
</ul>
</div>
<ul>
<li><strong>Air Watch (A3S Serviços):</strong> Efetuar a gestão de dispositivos móveis (tablets e smartphones) tornaram-se uma necessidade dentro das organizações. Conheça a solução que irá garantir a correta gestão.</li>
</ul>
<p><strong>Agenda(19/04):</strong><br />
<strong>17:00h</strong> &#8211; Check-in<br />
<strong>17:30h</strong> &#8211; Coquetel de abertura<br />
<strong>18:30h</strong> &#8211; Início das palestras/lançamentos:</p>
<ul>
<li>Gerenciamento de Informação do Negócio (BiM) e Executive Cockpit. Conheça o novo framework que irá agregar valor as informações do negócio de maneira integrada com o ITIL®.</li>
<li>Cloud Computing. Saiba como gerenciar e desenvolver estratégias de implementação de Cloud Computing dentro das organizações.</li>
<li>Green IT. Sustentabilidade nos negócios é um dos temas em alta atualmente no mercado. Entenda como a TI poderá agregar valor ao negócio utilizando de estratégias verdes.</li>
<li>Air Watch. Efetuar a gestão de dispositivos móveis (tablets e smartphones) tornaram-se uma necessidade dentro das organizações. Conheça a solução que irá garantir a correta gestão.</li>
</ul>
<p><strong>20:00h</strong> &#8211; Apresentação e entrega dos certificados dos primeiros profissionais certificados da américa latina em BiM, Cloud Computing e Green IT<br />
<strong>20:15h</strong> &#8211; Coquetel de Encerramento, networking e sorteio de brindes</p>
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			<wfw:commentRss>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/concorra-a-convites-do-evento-novas-tendencias-de-gestao-de-negocio-e-gestao-de-ti/feed/</wfw:commentRss>
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		<title>As voltas que o mundo dá: Por cima da carne seca?</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 17:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>L.Midas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Redes & Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Para quem chegou agora, eu contava da conferência em Berlim no final de 2011. Para mim, um dos pontos mais interessantes foi o discurso de um ilustre vice-presidente do YouTube. O sujeito, muito bom de apresentação por sinal como todo americano que se preze que tenha uma posição de relevância, dominou a cena por mais de 45 minutos sem ser cansativo. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem chegou agora, eu contava da <a title="Conferência de Berlim" href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/03/as-voltas-que-o-mundo-da-um-exagero-de-demanda/" target="_blank">conferência em Berlim</a> no final de 2011. Para mim, um dos pontos mais interessantes foi o discurso de um ilustre vice-presidente do YouTube. O sujeito, muito bom de apresentação por sinal como todo americano que se preze que tenha uma posição de relevância, dominou a cena por mais de 45 minutos sem ser cansativo. Pelo contrário, utilizou do humor, aliviou o cansaço no meio da sessão com um vídeo animado, um show. Um dia eu, tadinho de mim, ainda chego lá&#8230;..</p>
<p>O ponto do discurso desse senhor de uns 30 e poucos anos, como convém a um dinâmico executivo do Vale do Silicone, era o quão importante o dispositivo móvel havia se tornado para o YouTube. Há um tempo, a Google (como vocês sabem, dona do YouTube) havia anunciado seu foco nos dispositivos móveis com o chamado <a href="http://googlemobile.blogspot.se/2010/02/barcelona-mobile-first.html">“mobile first”</a>.  Bem, isso eu já sabia, agora o discurso sobre o YouTube enfatizou como o eles estão desenvolvendo os clientes/apps para os telefones utilizando um “cache” especial, específico para otimizar a experiência / transferência de videoclips nas redes celulares. Mostrou gráficos da explosão do uso do YouTube no telefone celular. O esforço que o YouTube está fazendo em prover, independente do dispositivo (feature phone, smartphone, TV, tablet) e do sistema operacional (Android, Microsoft, Apple, não estão discriminando nenhum), simplesmente a melhor experiência móvel ao usuário. Contou histórias de como as pessoas estão, na hora de escolher o celular para comprar, experimentando o YouTube como fator decisivo na escolha do dispositivo. Em resumo, dispositivos móveis e YouTube em uma total simbiose, um dependendo do outro tudo para suprir a melhor experiência ao usuário.</p>
<p>Interessantemente, ficou ausente do falatório a resposta ao famoso “E aí, o que é que eu ganho com isso” vindo por parte das operadoras. O discurso do rapaz era o famoso “venha a nós” mas nada do “vosso reino”. Um colega meu perguntou: “E aí, o que as operadoras devem fazer para que a iniciativa seja um sucesso de mão dupla?” e a resposta, meio que uma saída pela tangente, foi: “As operadoras devem treinar seu pessoal nas lojas explicando como os clientes podem utilizar o YouTube”. Quer dizer, nada ainda sobre o que as operadoras ganhavam com os usuários do YouTube mandando ver nos downloads de videoclips. Além do aumento do tráfego, algo que hoje em dia é palavrão (um segredo: as operadoras atualmente, já que todo mundo tem tarifa fixa, não querem que você utilize a sua quota, isto é, quanto menos da sua cota você utilizar melhor para elas – exceto no caso do usuário que cogita trocar de faixa, fazer um upgrade para uma cota mais alta) YouTube ou não YouTube para as operadoras tanto faz, já que não há um incentivo especial do tráfego ser oriundo do YouTube.</p>
<p>Eu, há muito me entretenho com uma idéia. Criar uma “assinatura YouTube”. Tipo, o sujeito paga 5 dólares a mais e tem acesso ao YouTube que é contado independentemente da cota dele. Porém, para que essa idéia dê certo, não faz sentido que hoje em dia o sujeito utilize o YouTube gastando mais de 5 dólares. Nesse caso, o operador perderia dinheiro. Então, idealmente o sujeito hoje paga MENOS que os ditos 5 dólares mas ficaria feliz em pagar MAIS, isto é os 5 dólares extra por uma “assinatura YouTube”. Bem, para que essa mágica se aconteça, já que o usuário não é burro e não vai pagar esses 5 dólares a mais de bobeira, o YouTube e as Operadoras tem de entrar num acordo. Talvez uma operadora, utilizando sua <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Content_delivery_network">“CDN – Content Distribution Network”</a>  poderia então assegurar uma melhor experiência, talvez o YouTube conecte-se com a operadora através de um “link” ultra-rápido (estou pensando alto aqui, tá?), ou até mesmo tudo isso junto sem custo para o usuário mas a operadora recebe do YouTube um percentual de repasse vindo dos anúncios. Algo que diferencie, para uma dada operadora, o tráfego vindo do YouTube de todos os outros e que, devido a esse tratamento diferenciado, gere uma receita a mais para a operadora. O famoso win-win, concordam? (A propósito, qual a tradução de win-win para Portuguës? Ganha-ganha?)</p>
<p>Pois bem, no intervalo, aproximei-me do dito cujo, fizemos as devidas apresentações e por final perguntei “Bem, o senhor falou muito da importância das operadoras para o YouTube, mas não mencionou nada a respeito de possíveis modelos de negócios conjuntos. Qual sua posição a respeito?”.</p>
<p>O sujeito olhou-me fundo nos olhos e lascou “Olha, no momento, ainda não cogitamos em cobrar das operadoras pelo privilégio dos usuários delas acessarem o YouTube”.</p>
<p>Touché.         &lt;&#8212;-Ele</p>
<p> <img src='http://www.tiespecialistas.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' />                         &lt;&#8212;-Eu</p>
<p>Na próxima crônica, retorno ao tema que a gente tem que ter cuidado quando se está por cima, porque o mundo dá voltas. Volto a falar das nuvens e do potencial que existe para que o dito senhor e os outros maiorais da WEB &amp; IT em breve se arrependam de haverem tratado as operadoras com tamanho desdém&#8230;.</p>
<p>Feliz Páscoa!</p>
<p>Comam muitos ovos de chocolate porque por esses lados de cá os ovos são de papel com balinha dentro, coisa mais sem graça&#8230;..</p>
Number of View :950]]></content:encoded>
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		</item>
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