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	<title>TI Especialistas &#187; Redes &amp; Telecom</title>
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		<title>De volta às poderosas nuvens</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/de-volta-as-poderosas-nuvens/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 17:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>L.Midas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[A resposta do VP do YouTube (aquele lá do Vale do Silício / Silicone)   foi algo que, para mim, entrou para os anais da história (pelo menos a minha história) como uma das mais afiadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu contava ainda da <a title="Conferência de Berlin" href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/as-voltas-que-o-mundo-da-por-cima-da-carne-seca/" target="_blank">conferência em Berlin</a> no final do ano passado. A resposta do VP do YouTube (aquele lá do Vale do <em>Silício / Silicone</em>)   foi algo que, para mim, entrou para os anais da história (pelo menos a <em>minha</em> história) como uma das mais afiadas. Naquela curta frase, ele detonou as operadoras, colocou-as no seu lugar de “bit-pipes”. E não apenas isso, ele como que disse “o importante é o conteúdo, e que se as operadoras acham que podem alguma coisa, experimentem bloquear ou limitar o acesso ao YouTube. Verão como os usuários abandonarão vocês imediatamente. Operadoras, vocês são simples movedoras de bits sem inteligência, nenhum cliente lhes é fiel, vocês não tem poder nenhum. Seu produto é uma ‘commodity’, ninguém lhes ama, ninguém lhes quer”.</p>
<p>Bem, se você não entendeu isso tudo, releia a crônica. Porque, expandindo a frase fatal, a tal detonante, foi isso que ele disse. Como reza o ditado, “para bom entendedor, saber o fluxo de capital basta.”</p>
<p>De fato, existe evidência que ele está certo. Por exemplo, a Netflix dos EUA, publica <a href="http://techblog.netflix.com/2011/10/netflix-performance-on-top-networks.html">na sua página</a> um “ranking” das melhores operadoras para se acessar o Netflix. Mais um exemplo de alguém falando “Aqui, eu sou tão grande, tão poderoso, que os meus usuários vão escolher aquela operadora que lhes dê o melhor acesso ao meu site. Coitado de você se não melhorar esse acesso.” E, de fato, a frase do VP me deixou pensativo. Já pensou se o YouTube resolve seguir o modelo da TV as cabo, em que as operadoras de TV a cabo as vezes tem de pagar para ter acesso a certos canais? Quem perderia mais nessa possível quebra-de-braço? O YouTube perderia mais usuários, que se manteriam fieis às suas operadoras ou aquelas que não pagassem perderiam maior número de usuários, já que eles migrariam em massa para uma outra que aceitasse as condições do YouTube? Apostas, por favor&#8230;</p>
<p>Entra em jogo meu assunto favorito do momento e que vocês achavam, andava relegado e esquecido: AS NUVENS! Pois é. Eu sou assim, dou uma volta tremenda para fechar um raciocino de forma <em>brilhante (auto-ironia, por favor). </em>E veja bem que vocês tiveram de agüentar apenas duas crônicas, imagina os leitores de “<a href="http://www.facebook.com/RedesSensuais">Redes Sensuais</a>” que tiveram de agüentar mais de 100 páginas voltando quase 20 anos, sem contar a abundante pornografia?    <img src='http://www.tiespecialistas.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Meu descarado merchandising à parte, voltemos ao assunto. As nuvens e o balanço de poder. Sorrateiramente, começam a surgir vozes dizendo que, junto com a ascensão do Cloud Computing, uma reversão no atual <em>status quo </em>está para acontecer. É fácil entender. A partir do momento em que os aplicativos são oriundos das nuvens, a tal conectividade que antes era uma commodity passa a ser diferencial. Vamos exemplificar. Suponhamos que você abra uma empresa e decida por um programa de Gestão de Pessoal. Você está em dúvida entre o software A ou o B. Ambos são entregues para você via cloud, por assinatura mensal, sem nada instalado no seu computador. Você resolve então testar o programa A. Nesse, tudo vai bem até o certo ponto em que aparece uma mensagem “Cannot save file”. Você então liga para a fornecedora do programa, a qual, logicamente, bota a culpa na sua operadora. “É ser um problema na conexão”. Liga para a operadora e eles, por sua vez,  botam a culpa no programa “A conexão tá ótima o problema é o programa”. Bem, você já entendeu. No programa B, que você assina via a sua operadora, tarifado diretamente na sua conta telefônica, o suporte é dado diretamente por ela. No caso do problema acima, se tudo correr bem o sujeito do suporte te explica que você deve mudar o parâmetro X no menu Y porque sua rede é menos rápida portanto assim você evita um <em>timeout</em> e por aí vai.</p>
<p>Pergunta boba: Qual dos 2 pacotes você vai escolher o A, independente, ou o B, aquele cujo suporte e pagamento é feito diretamente junto à sua operadora?</p>
<p>Pois é, não é por menos que a muita gente começa a defender a ideia que as operadoras brevemente serão <a href="http://www.techgoondu.com/2010/04/21/telcos-set-to-dominate-the-it-services-scene-says-idc/#.T42-weX9IXc">o canal prioritário</a> na distribuição de software. Obviamente, outros dizem que isso <a href="http://www.themetisfiles.com/2011/01/twelve-reasons-why-telcos-will-not-dominate-cloud-computing/">nunca acontecerá</a> e tem como argumento prioritário o fato de, como já disse antes, as operadoras historicamente nunca perderem a oportunidade de perderem uma oportunidade.</p>
<p>Pessoalmente, tendo lido o artigo sobre a <a href="http://www.fastcompany.com/magazine/160/tech-wars-2012-amazon-apple-google-facebook">Batalha Tecnológica de 2012</a>, e tendo notado a total ausência da Microsoft, vejo que as chances das operadoras são mesmo pequenas. Esses caras jogam pesado e agressivamente, sem chances para empresas grandes e lentas na reação como as grandes empresas de telco. A única salvação, coisa que anda esquecida nesses dias mas que é algo de peso, é a questão do único e verdadeiro recurso que as operadoras possuem: Espectro. Espectro o qual se valoriza a cada dia que passa, na direta proporção em que os volumes de dados aumentam a cada dia.</p>
<p>Em breve, aportarei nas praias tupiniquins para o lançamento do dito livro. Abraços.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Modelo de SLA / ANS (não é apenas &#8220;nível de disponibilidade&#8221;)</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/modelo-de-sla-ans-nao-e-apenas-nivel-de-disponibilidade/</link>
		<comments>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/modelo-de-sla-ans-nao-e-apenas-nivel-de-disponibilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 16:57:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Redes & Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo de Nível de Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[ans]]></category>
		<category><![CDATA[contrato]]></category>
		<category><![CDATA[nível de serviço]]></category>
		<category><![CDATA[SLA]]></category>

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		<description><![CDATA[SLA ou ANS (Acordo de Nível de Serviço) é um acordo entre o Provedor de Serviços e seus Clientes, o qual estabelece e acorda Níveis de Serviço para determinado Serviço / Produto provisionado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Introdução</strong><br />
SLA ou ANS (Acordo de Nível de Serviço) é um <strong>acordo</strong> entre o Provedor de Serviços e seus Clientes, o qual estabelece e acorda Níveis de Serviço para determinado Serviço / Produto provisionado.</p>
<p>O ANS descreve o Serviço, documenta Metas de Nível de Serviço (MNS) e especifica as responsabilidades do Provedor e de seus Clientes. Um único ANS pode cobrir múltiplos Serviços ou múltiplos Clientes.</p>
<p>ANS são suportados por ANO (Acordos de Nível Operacional), os quais são documentos intra-organizacionais que definem os acordos entre as áreas do Provedor. Estes são estruturados de forma a garantir que os objetivos definidos no ANS sejam devidamente entregues.</p>
<p>ANS também são suportados por CA (Contratos de Apoio), os quais são documentos estabelecidos com os respectivos Fornecedores, que contribuem significantemente para a entrega dos Serviços de acordo com os objetivos definidos no ANS.</p>
<p>ANS devem ser revistos regularmente, a fim de garantir um desempenho em conformidade com os Níveis de Serviço acordados, e estão totalmente sujeitos ao Processo de Gerenciamento de Mudanças/Liberações.</p>
<p>Desta forma, fica sob responsabilidade do Gerente de Nível de Serviço, com o apoio dos respectivos Analistas (inclui-se Gerente de Fornecedores e Contratos quanto aos CA), que o nível de suporte e os objetivos de desempenho acordados nos ANS sejam suportados e atingidos. Tais papéis devem identificar falhas para que os ANS sejam prontamente renegociados, se necessário.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/04/ansss-221x300.jpg" alt="" width="152" height="155" /></p>
<p><strong>Objetivos</strong></p>
<ul>
<li>Formalizar Níveis de Serviço acordados entre Provedor e Cliente, possibilitando que os Serviços sejam entregues com excelência;</li>
<li>Definir papéis e responsabilidades das partes para que suportem todo o Processo;</li>
<li>Melhorar a comunicação e relacionamento entre as partes;</li>
<li>Definir e monitorar o desempenho contra as MNS definidas, medindo a conformidade dos objetivos acordados, bem como o desenvolvimento contínuo de Programas de Melhoria de Serviço (PMS);</li>
<li>Fornecer um mecanismo de revisão dos Serviços, o qual deve ser utilizado para definir ações de melhoria, sempre que necessárias;</li>
<li>Alinhar e definir a expectativa do Cliente quanto ao Serviço provisionado, buscando melhorar continuamente a respectiva satisfação. Note-se que a “SATISFAÇÃO DO CLIENTE = PERCEPÇÃO &#8211; EXPECTATIVA (onde a pontuação positiva ou zero indica CLIENTE SATISFEITO)”.</li>
</ul>
<p><strong>Informações que poderiam estar contidas nos SLA / ANS <em>(should)</em></strong></p>
<p><em><strong>1) Informações Básicas</strong></em><br />
<span style="text-decoration: underline;"><em>ID</em></span><br />
Identificação do ANS.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em>Nome / Título</em></span><br />
Nome / Título do ANS.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em>Data</em></span><br />
Data do acordo / atualização do ANS.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em>Versão</em></span><br />
Versão do ANS.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em>Prazo</em></span><br />
Prazo do ANS.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Descrição do Serviço</span></em><br />
Descrever com detalhes o Serviço acordado.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Escopo do Serviço</span></em><br />
Descrever com detalhes o escopo e funcionalidades acordadas.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Objetivos</span></em><br />
Objetivos detalhados do ANS.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Comunicação</span></em><br />
Descrição de todos os meios e pontos de contato entre o Provedor e o Cliente (Nomes e Funções, Números de Telefone, Endereços de e-mail, Dias/horários de disponibilidade dos contatos).</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Horário do Serviço</span></em><br />
Horário de disponibilidade do Serviço.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Horário de Suporte, Especiais e Críticos</span></em><br />
Horário em que o suporte ao Serviço está disponível, bem como eventuais horários especiais e críticos.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Níveis de Suporte e Escalação</span></em><strong></strong><br />
Onde os níveis de Serviço, procedimentos de escalação e qualidade do Serviço são detalhados.</p>
<p>Este também deve incluir os meios possíveis para formalizar queixas/reclamações quanto ao Serviço provisionado, bem como quais são os procedimentos para gerenciá-las.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Papéis e Responsabilidades</span></em><br />
Papéis e Responsabilidades detalhados quanto às duas partes, os quais devem ser seguidos conforme estabelecido (Provedor e Cliente).</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Obrigações</span></em><br />
Descrição de todas as obrigações de ambas as partes. O Provedor e o Cliente devem estar totalmente comprometidos com tais atividades.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Pré-requisitos</span></em><br />
Pré-requisitos que devem ser preenchidos por ambas às partes.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Restrições</span></em><br />
Qualquer limitação ou restrição do ANS.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Análise Crítica do ANS</span></em><br />
O ANS deve mostrar como o acordo é revisado. Ambas as partes devem estar de acordo com o proposto. Ex: Talvez seja necessária uma revisão de 04 a 06 meses ou deve ser revisado pelo menos anualmente. (Selecionar de acordo com o Tipo do Cliente: Quadrimestral, Semestral ou Anual).</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Análise de Desempenho do Serviço (Relatórios)</span></em><br />
O que será medido, como isso será medido, e como os relatórios devem ser gerados, distribuídos e analisados. Ambas as partes devem estar de acordo com o proposto. (Selecionar de acordo com o Tipo do Cliente: Quadrimestral, Semestral ou Anual).</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Plano de Ação</span></em><br />
É necessário incluir o que o Provedor fará no caso do não cumprimento do ANS por um determinado período. Ex: 02 meses consecutivos.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Programa de Melhoria de Serviço (PMS)</span></em><br />
Procedimentos utilizados para ajustes e melhoria contínua dos Serviços provisionados.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Termos de Pagamento (Cobrança)</span></em><strong></strong><br />
Fórmula e método de pagamento (Cobrança).</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Reajustes</span></em><br />
Informações detalhadas quanto aos reajustes do Serviço (índice de correção, prazo de aplicação etc.).</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Preço</span></em><br />
Informações detalhadas quanto ao preço do Serviço.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Descontos</span></em><br />
Informações detalhadas quanto aos descontos do Serviço.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Penalidades</span></em><br />
Penalidades as quais devem ser exercidas em eventual quebra de nível de Serviço.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Término / Rescisão</span></em><br />
Informações detalhadas quanto ao termino / rescisão do ANS.</p>
<p><strong>2) Informações Adicionais</strong><br />
<em><span style="text-decoration: underline;">Contrato Jurídico</span></em><br />
Descrever os Contratos Jurídicos que suportam este ANS.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">CA que o Suporta</span></em><br />
Descrever os CA (Contratos de apoio) que suportam este ANS.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">ANO que o Suporta</span></em><br />
Descrever os ANO (Acordos de nível operacional) que suportam este ANS.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Demais ANS Suportados</span></em><br />
Descrever os demais ANS (Acordos de nível de Serviço) que são suportados por este ANS.</p>
<p><strong> </strong><em><span style="text-decoration: underline;">Treinamento</span></em><br />
Qualquer tipo de treinamento necessário ao Cliente ou ao Provedor.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Incidentes</span></em><br />
Descrição de que forma eventuais Incidentes devem ser resolvidos, o mais rapidamente possível.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Problemas</span></em><br />
Descrição de que forma eventuais Problemas devem ser investigados e solucionados.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Mudanças</span></em><br />
Descrição de que forma eventuais Mudanças devem ser conduzidas, vide janelas acordadas entre as partes.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Segurança</span></em><br />
Os requisitos de segurança física e lógica para o Serviço.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Confidencialidade e Integridade</span></em><br />
Definição do que é considerada confidencialidade e integridade do Serviço.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Disponibilidade e Confiabilidade</span></em><br />
Definição do que é considerada disponibilidade e confiabilidade do Serviço, incluindo conceitos como MTRS, MTBF, MTBSI.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Desempenho</span></em><br />
Detalhes do desempenho do Serviço e tempos de resposta.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Capacidade</span></em><br />
Detalhes dos requisitos de capacidade do Serviço.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Continuidade</span></em><br />
Detalhes dos níveis mínimos e qualidade do Serviço em caso de desastres / incidentes gravíssimos, e como o plano de continuidade é abordado.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Glossário</span></em><br />
Explicação de quaisquer abreviações ou terminologias utilizadas, para ajudar no entendimento dos termos contidos no ANS.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Controle de Alterações e Melhorias</span></em><br />
Registro detalhado de todas as alterações acordadas, datas e signatários. Deve conter também detalhes sobre o histórico do documento e suas revisões.</p>
<p><strong>Concluindo&#8230; </strong><br />
<strong>V</strong><strong>ocê acredita ser viável este detalhamento com &#8220;N informações&#8221;, de acordo com a cultura das empresas brasileiras?</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Você sabe o que significa Consumerização? Está preparado para ela?</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/voce-sabe-o-que-significa-consumerizacao-esta-preparado-para-ela/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 11:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Passos Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sites e profissionais de tecnologia já adotaram o termo consumerização e o usam constantemente, mas você sabe com exatidão o que ele significa? A prática é considerada positiva ou negativa?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sites e profissionais de tecnologia já adotaram o termo consumerização e o usam constantemente, mas você sabe com exatidão o que ele significa? A prática é considerada positiva ou negativa?</p>
<p>Consumerização é o termo dado para o uso de dispositivos pessoais no ambiente de trabalho. Simples assim!</p>
<p>Tablets, netbooks, iPhones e Androids agora são usados nas empresas por colaboradores que os levam para o ambiente de trabalho, o que certamente aumenta sua produtividade. Por outro lado, com a prática também surgem alguns riscos. Todos concordam que dados armazenados em dispositivos móveis tem maior probabilidade de extravio e, além disso, esses aparelhos não são operados sob a gestão do departamento de TI da empresa, que perde o controle sobre as aplicações e atualizações de segurança que estão sendo feitas em cada dispositivo, se é que estão sendo feitas né?</p>
<p><strong>A consumerização já é um fato em grandes e médias empresas.</strong></p>
<p>Independentemente do âmbito pelo qual a consumerização é tratada, o fato é que ela existe e já é bem aceita no ambiente corporativo. Em um estudo da empresa especializada em segurança Proofpoint, intitulado <a href="http://www.proofpoint.com/datasheets/security-and-compliance-research/Proofpoint-Consumerization-of-IT-Security-and-Compliance-Survey-2011.pdf">Consumerized IT Security and Compliance Survey</a>, 84% dos representantes de organizações entrevistados não consideram a prática problemática.</p>
<p>Já para os empresários que não veem a consumerização com bons olhos, a dica dos especialistas é clara: Em vez de focar a permissão ou não no uso dos dispositivos, a empresa deve concentrar seus esforços no controle e proteção da sua rede. Isso porque, segundo eles, as organizações que não permitirem o uso dos dispositivos pessoais terão suas regras burladas, já que os funcionários o farão da mesma forma.</p>
<p>Nesta pesquisa não foi abordado o tema &#8220;Leis Trabalhistas&#8221;, que considero importantíssimo caso a empresa queira disponibilizar ou autorizar a consumerização. Atualmente ouvimos diversos casos de ações trabalhistas devido ao uso de smartphones ou tablets que acessam sistemas ou informações corporativas a qualquer hora do dia, caracterizando trabalho fora do expediente norma, ou seja, hora extra.</p>
<p><strong>O que é preciso saber antes de ingressar na era da consumerização?</strong></p>
<p>Observando os aspectos técnicos, de segurança, produtividade e descartando os aspectos legais, a companhia que permitir a consumerização deve montar uma estratégia bem definida de interação entre todos os dispositivos móveis disponíveis, que precisam ter sistemas fáceis de usar e ser funcionais. Além disso, deve focar seus esforços no aprimoramento implementação e disseminação da sua política de segurança de informação, além é claro da  proteção de sua rede, que a partir da consumerização será acessada por dispositivos móveis a qualquer momento.</p>
<p>Entendo ser importante frisar que é impossível substituir a interação humana pela digital. Continuar a promover a integração entre os setores e funcionários da empresa é fundamental. Integração é um dos principais fatores de sucesso em qualquer projeto de uma empresa.</p>
<p>Comente a respeito!</p>
<p>Vinícius Silva</p>
<p>@VipsilvaTI</p>
Number of View :1016]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>As voltas que o mundo dá: Por cima da carne seca?</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/04/as-voltas-que-o-mundo-da-por-cima-da-carne-seca/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 17:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>L.Midas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
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		<description><![CDATA[Para quem chegou agora, eu contava da conferência em Berlim no final de 2011. Para mim, um dos pontos mais interessantes foi o discurso de um ilustre vice-presidente do YouTube. O sujeito, muito bom de apresentação por sinal como todo americano que se preze que tenha uma posição de relevância, dominou a cena por mais de 45 minutos sem ser cansativo. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem chegou agora, eu contava da <a title="Conferência de Berlim" href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/03/as-voltas-que-o-mundo-da-um-exagero-de-demanda/" target="_blank">conferência em Berlim</a> no final de 2011. Para mim, um dos pontos mais interessantes foi o discurso de um ilustre vice-presidente do YouTube. O sujeito, muito bom de apresentação por sinal como todo americano que se preze que tenha uma posição de relevância, dominou a cena por mais de 45 minutos sem ser cansativo. Pelo contrário, utilizou do humor, aliviou o cansaço no meio da sessão com um vídeo animado, um show. Um dia eu, tadinho de mim, ainda chego lá&#8230;..</p>
<p>O ponto do discurso desse senhor de uns 30 e poucos anos, como convém a um dinâmico executivo do Vale do Silicone, era o quão importante o dispositivo móvel havia se tornado para o YouTube. Há um tempo, a Google (como vocês sabem, dona do YouTube) havia anunciado seu foco nos dispositivos móveis com o chamado <a href="http://googlemobile.blogspot.se/2010/02/barcelona-mobile-first.html">“mobile first”</a>.  Bem, isso eu já sabia, agora o discurso sobre o YouTube enfatizou como o eles estão desenvolvendo os clientes/apps para os telefones utilizando um “cache” especial, específico para otimizar a experiência / transferência de videoclips nas redes celulares. Mostrou gráficos da explosão do uso do YouTube no telefone celular. O esforço que o YouTube está fazendo em prover, independente do dispositivo (feature phone, smartphone, TV, tablet) e do sistema operacional (Android, Microsoft, Apple, não estão discriminando nenhum), simplesmente a melhor experiência móvel ao usuário. Contou histórias de como as pessoas estão, na hora de escolher o celular para comprar, experimentando o YouTube como fator decisivo na escolha do dispositivo. Em resumo, dispositivos móveis e YouTube em uma total simbiose, um dependendo do outro tudo para suprir a melhor experiência ao usuário.</p>
<p>Interessantemente, ficou ausente do falatório a resposta ao famoso “E aí, o que é que eu ganho com isso” vindo por parte das operadoras. O discurso do rapaz era o famoso “venha a nós” mas nada do “vosso reino”. Um colega meu perguntou: “E aí, o que as operadoras devem fazer para que a iniciativa seja um sucesso de mão dupla?” e a resposta, meio que uma saída pela tangente, foi: “As operadoras devem treinar seu pessoal nas lojas explicando como os clientes podem utilizar o YouTube”. Quer dizer, nada ainda sobre o que as operadoras ganhavam com os usuários do YouTube mandando ver nos downloads de videoclips. Além do aumento do tráfego, algo que hoje em dia é palavrão (um segredo: as operadoras atualmente, já que todo mundo tem tarifa fixa, não querem que você utilize a sua quota, isto é, quanto menos da sua cota você utilizar melhor para elas – exceto no caso do usuário que cogita trocar de faixa, fazer um upgrade para uma cota mais alta) YouTube ou não YouTube para as operadoras tanto faz, já que não há um incentivo especial do tráfego ser oriundo do YouTube.</p>
<p>Eu, há muito me entretenho com uma idéia. Criar uma “assinatura YouTube”. Tipo, o sujeito paga 5 dólares a mais e tem acesso ao YouTube que é contado independentemente da cota dele. Porém, para que essa idéia dê certo, não faz sentido que hoje em dia o sujeito utilize o YouTube gastando mais de 5 dólares. Nesse caso, o operador perderia dinheiro. Então, idealmente o sujeito hoje paga MENOS que os ditos 5 dólares mas ficaria feliz em pagar MAIS, isto é os 5 dólares extra por uma “assinatura YouTube”. Bem, para que essa mágica se aconteça, já que o usuário não é burro e não vai pagar esses 5 dólares a mais de bobeira, o YouTube e as Operadoras tem de entrar num acordo. Talvez uma operadora, utilizando sua <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Content_delivery_network">“CDN – Content Distribution Network”</a>  poderia então assegurar uma melhor experiência, talvez o YouTube conecte-se com a operadora através de um “link” ultra-rápido (estou pensando alto aqui, tá?), ou até mesmo tudo isso junto sem custo para o usuário mas a operadora recebe do YouTube um percentual de repasse vindo dos anúncios. Algo que diferencie, para uma dada operadora, o tráfego vindo do YouTube de todos os outros e que, devido a esse tratamento diferenciado, gere uma receita a mais para a operadora. O famoso win-win, concordam? (A propósito, qual a tradução de win-win para Portuguës? Ganha-ganha?)</p>
<p>Pois bem, no intervalo, aproximei-me do dito cujo, fizemos as devidas apresentações e por final perguntei “Bem, o senhor falou muito da importância das operadoras para o YouTube, mas não mencionou nada a respeito de possíveis modelos de negócios conjuntos. Qual sua posição a respeito?”.</p>
<p>O sujeito olhou-me fundo nos olhos e lascou “Olha, no momento, ainda não cogitamos em cobrar das operadoras pelo privilégio dos usuários delas acessarem o YouTube”.</p>
<p>Touché.         &lt;&#8212;-Ele</p>
<p> <img src='http://www.tiespecialistas.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' />                         &lt;&#8212;-Eu</p>
<p>Na próxima crônica, retorno ao tema que a gente tem que ter cuidado quando se está por cima, porque o mundo dá voltas. Volto a falar das nuvens e do potencial que existe para que o dito senhor e os outros maiorais da WEB &amp; IT em breve se arrependam de haverem tratado as operadoras com tamanho desdém&#8230;.</p>
<p>Feliz Páscoa!</p>
<p>Comam muitos ovos de chocolate porque por esses lados de cá os ovos são de papel com balinha dentro, coisa mais sem graça&#8230;..</p>
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		<title>Migrando Datacenters &#8211; Parte 01</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 11:30:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Osvaldo Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes & Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Datacenter]]></category>
		<category><![CDATA[migração]]></category>
		<category><![CDATA[missão crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[A migração de um Datacenter é muitas vezes considerada como uma questão puramente técnica, quase um projeto trivial a ser entregue em paralelo pela equipe de TI junto com seus trabalhos do dia a dia. Considerando que o core business da empresa está todo nas aplicações do Datacenter a migração a quente do Datacenter pode expor a empresa a riscos significativos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A migração de um Datacenter é muitas vezes considerada como uma questão puramente técnica, quase um projeto trivial a ser entregue em paralelo pela equipe de TI junto com seus trabalhos do dia a dia. Considerando que o core business da empresa está todo nas aplicações do Datacenter a migração a quente do Datacenter pode expor a empresa a riscos significativos.</p>
<p>Este artigo discute a importancia e o que é essencial para planejar, gerenciar e executar uma migração de datacenter com o nível adequado de rigor e controle, utilizando métodos comprovados e experiência para garantir que o negócio possa continuar suas operações diárias sem nenhuma interrupção.</p>
<h5>Datacenter</h5>
<p>O Datacenter é o coração da empresa e é composto por uma ampla e complexa rede de equipamentos, softwares e dados que impulsionam o negócio a conseguir atender todos os aspectos das operações de uma empresa. No entanto, &#8220;a mudança é inevitável&#8221;, pois quando o negócio cresce as empresas podem descobrir que a mudança para um local maior e mais confortável pode melhorar a sua operação como um todo. Abaixo temos algumas das principais razões que impulsionam as empresas a mudarem seu Datacenter:</p>
<p><strong>Razões do Negócio</strong> &#8211; Empresas dependem cada vez mais de sua infraestrutura de TI para conduzir operações de missão crítica em toda a empresa, pois hoje temos um alto volume de transações financeiras com base na web em uma estrutura de comércio global onde os serviços devem ter 100% de disponiblidade. Para muitas empresas fazer isto significa uma economia de custos significativa, pois as empresas podem fazer uma consolidação de datacenters através de um correto dimensionamento. Para outras empresas uma fusão ou aquisição impulsiona a necessidade de integração em larga escala levando a um aumento na demanda por armazenamento de dados. Outro ponto são as crescentes exigências regulamentares que também desempenham um papel significativo, pois as empresas lutam para atender à conformidade de arquivamento, gestão de dados e requisitos de segurança. Outra questão importante é que toda empresa precisa de um plano de continuidade de negócios que inclui recuperação de desastres, backup e operações remotas no caso de algum evento no site principal. Em outros casos as razões para migração do Datacenter são simples, pois o sucesso do negócio resultou em um crescimento explosivo que tornou a capacidade de entrega de energia, telecomunicações ou suporte a carga (peso) dos ativos na atual localização insuficientes para a nova demanda do negócio.</p>
<p><strong>Razões Tecnológicas</strong> &#8211; A contínua evolução da tecnologia de infra-estrutura está transformando o Datacenter Moderno, onde uma grande quantidade de servidores individuais e quilômetros de cabos estão sendo substituídos por servidores de alta densidade baseados em rack de equipamentos reduzindo assim a necessidade de espaço físico. Outra questão é o avanço na largura de banda de rede das operadoras de telecomunicações o que está tornando possível armazenar e acessar aplicativos de missão crítica e dados remotamente. Ao mesmo tempo mais processos, documentos e dados estão sendo digitalizados, aumentando assim a necessidade de mais avanços na configuração dos Datacenters. Por tanto, independentemente do que impulsiona a migração de um Datacenter o objetivo é minimizar o tempo de downtime de aplicativos e sistemas críticos de negócios, tornando a movimentação o mais imperceptivel possível a operação da empresa.</p>
<p>Na Parte 02 deste artigo vamos conversar um pouco sobre o processo de planejamento da migração e também os interesses envolvidos neste processo.</p>
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		<title>As voltas que o mundo dá: Um exagero de demanda</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 17:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>L.Midas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[No final de 2011, participei de uma conferência em Berlin sobre banda larga móvel. Para minha surpresa,  a maioria das operadoras presentes reclamou da dificuldade em servir seus clientes, diante da demanda causada pela explosão dos Smartphones e dos tablets. É aquela história, o mundo dá voltas né? Não mais que derepentemente, uma situação se inverte.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No final de 2011, participei de uma conferência em Berlin sobre banda larga móvel. Para minha surpresa,  a maioria das operadoras presentes reclamou da dificuldade em servir seus clientes, diante da demanda causada pela explosão dos Smartphones e dos tablets. É aquela história, o mundo dá voltas né? Não mais que <em>derepentemente</em>, uma situação se inverte.</p>
<p>Não faz muito tempo, eu participava de conferências onde a choradeira geral era devido à inexistência de demanda pelos serviços de 3G. Que as operadoras haviam investido rios de dinheiro nessa nova tecnologia que permanecia subutilizada. Snif, snif&#8230;. Se a choradeira de dantes talvez fizesse sentido, a de hoje me soa artificial: o famoso chorar de barriga cheia. Deixa ver se eu entendi o X da questão: Os sujeitos estão reclamando que os consumidores estão querendo os produtos deles “exageradamente”? Produtos os quais os clientes pagam relativamente altas quantias em relação aos custos de produção, e que os “fabricantes” tem totais condições de regular o preço (e por conseguinte demanda), baseado em parâmetros como hora do dia, tipo de dispositivo utilizado, posição geográfica, velocidade de transmissão, total de bytes transmitidos, etc. Você por um acaso já viu outra indústria reclamar disso? Já imaginou a indústria automobilística dizendo: “Como nossa vida é difícil, nossos clientes estão sempre consumindo mais e mais carros, não estamos conseguindo suprir a demanda”. Somente em alguns casos específicos, notadamente nos grandes centros urbanos como Tóquio e Londres, a choradeira faz sentido.</p>
<p>Nesses lugares as operadoras estão realmente sem ter como suprir a demanda por absoluta falta de espectro, e é aí que entra em cena uma idéia antiqüíssima, da época do início do sistema GSM: Fazer o offload da rede móvel celular para uma rede não licenciada, como por exemplo, Wi-Fi. Isso já havia sido tentado antes pela <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Generic_Access_Network">UMA,</a> mas na época não foi viável economicamente. Agora essa ideia, depois de uma plástica de rejuvenescimento tecnológico, pelo menos nesses lugares congestionados, está voltando com força total.</p>
<p>Aqui na Suécia, a maior operadora da Escandinávia, TeliaSonera, há muito investiu bastante em Wi-Fi e hoje possui uma excelente cobertura nas grandes áreas urbanas. Sem contar que os telefones também evoluíram muito do finado/ressuscitado UMA para cá –hoje, o celular que você tem na mão é quase que um supercomputador da época-  mas ainda permanece o desafio de criar um “handover“ automático da rede celular para a Wi-Fi. Naturalmente, as empresas vendedoras de infraestrutura estão achando toda essa história ótima e a Ericsson inclusive já saiu na frente <a href="http://www.computerworld.com/s/article/9224438/Ericsson_acquires_Wi_Fi_specialist_BelAir_Networks">adquirindo uma empresa especializada em Wi-Fi</a>. Garanto-lhes que muito em breve essa história de handover terá sido superada, ainda mais que todas as grandes da indústria já estão no processo de “trials” dessa tecnologia, antes mesmo da padronização que certamente ainda levará um tempo.</p>
<p>Um assunto de realmente dar pano prá manga, ainda mais que já tem gente (a própria TeliaSonera) levantando a bandeira do oposto, isto é, <a href="http://webinars.telecoms.com/webinar/3g-offloading-5pm/">fazer o offload da rede Wi-Fi para a celular</a>. Em conclusão, como praticamente tudo na vida, o mundo dá voltas e quem está por baixo hoje pode estar por cima amanhã; tecnologias e idéias que há anos atrás se mostraram inviáveis voltam de repente a ficarem em voga com força total. Na próxima crônica, vou continuar no mesmo tema e falando da mesma conferência. Contarei a história da minha interessante conversa com um dos VPs to YouTube. Abraços daqui da capital da Bulgária, Sofia, para vocês e até a próxima.</p>
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		<title>Em apenas 60 segundos</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 17:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Passos Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes & Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[rede mundial de computadores]]></category>
		<category><![CDATA[seguranç]]></category>
		<category><![CDATA[Trafego de Rede]]></category>

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		<description><![CDATA[A internet tem crescido em um ritmo acelerado e produzido números simplesmente impressionantes. Para termos uma breve noção da geração e tráfego de informações, resolvi publicar alguns dados divulgados pelo site Ritholtz. Em média, mais de um bilhão de novas páginas são criadas e colocadas na web, todos os dias. Sites de notícias, incluindo nós &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet tem crescido em um ritmo acelerado e produzido números simplesmente impressionantes.<br />
Para termos uma breve noção da geração e tráfego de informações, resolvi publicar alguns dados divulgados pelo site <a href="http://www.ritholtz.com/blog/2011/12/60-seconds-things-that-happen-every-sixty-seconds/?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+TheBigPicture+%28The+Big+Picture%29">Ritholtz</a>.</p>
<p>Em média, mais de um bilhão de novas páginas são criadas e colocadas na web, todos os dias. Sites de notícias, incluindo nós &#8211; TI Especialistas &#8211; damos a vocês, leitores, informações a todo o momento sobre os principais fatos que cercam o mundo da tecnologia.</p>
<p>Agora, já imaginaram o que acontece no universo da internet em apenas 60 segundos?</p>
<p>Quantas músicas são ouvidas, quantos tuítes são mandados, quantos emails enviados e até a quantidade de PCs e celulares vendidos no curto período de tempo de um minuto?</p>
<p>Para se ter uma noção, em apenas 60 segundos mais de 185 milhões de eventos novos são gerados na Internet!</p>
<p>Segue algumas informações interessantes que nos dá uma breve noção da geração de informações e tráfego na rede mundial.</p>
<p>- Mais de 13 mil horas de músicas são ouvidas no Pandora<br />
- Mais de 12 mil listas são criadas no Craigslist<br />
- Mais de 370 mil minutos chamadas de voz são feitas no Skype<br />
- Mais de 320 novas contas são criadas e 98 mil tuítes são postados no Twitter<br />
- Mais de 100 novas contas são criadas no LinkedIn<br />
- Um novo artigo é publicado nas comunidades do Yahoo!<br />
- Mais de 6,6 mil novas fotos são publicadas no Flickr<br />
- Mais de 50 arquivos são baixados no WordPress<br />
- Mais de 695 mil pessoas atualizam e 510 mil comentam seus status no Facebook<br />
- Mais de 1,7 mil pessoas fazem o download do Firefox<br />
- Mais de 694 mil buscas são feitas no Google<br />
- 168 milhões de emails são enviados<br />
- Mais de 60 novos blogs e 1,5 posts são criados<br />
- Mais de 70 domínios são registrados na internet<br />
- Mais de 600 vídeos são colocados no YouTube, totalizando mais de 25 horas de duração<br />
- Mais de 40 usuários fazem perguntas e mais de 100 respondem a elas no Yahoo! Answers<br />
- Mais de 13 mil aplicativos para iPhone são baixados<br />
- Mais de 20 mil novos posts no Tumblr são criados<br />
- 1 nova palavra é adicionada ao dicionário virtual UrBan<br />
- Mais de 1,6 mil posts são lidos no Scribd</p>
<div id="attachment_15776" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/03/em-apenas-60-segundos/60seconds-3/" rel="attachment wp-att-15776"><img class=" wp-image-15776 " src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/03/60seconds2-300x212.jpg" alt="" width="400" height="312" /></a><p class="wp-caption-text">Em apenas 60 segundos</p></div>
<p>Se você acha que não é o suficiente, as informações e o grafico abaixo são focados em 19 eventos que também acontecem a cada 60 segundos na internet, mais voltados para compras e negócios. Todos os dias, em 1 minuto:</p>
<p>- 450 CDs de intalação do Windows 7 são vendidos;<br />
- 12 sites são hackeados e 416 sofrem tentativas de invasão;<br />
- 1,4 mil discos são alugados no serviço online do RedBox;<br />
- Mais de 950 pessoas compram pelo eBay, sendo que mais de 180 compram pelo celular;<br />
- US$ 219 mil dólares são pagos através do PayPal (US$ 10 mil só pelo celular);<br />
- 1,1 mil hectares de terra são criados na FarmVille;<br />
- 103 aparelhos BlackBerry são vendidos;<br />
- 11 milhões de conversas são feitas pelos serviços de mensagem instantânea;<br />
- 2 milhões de usuários assistem pornografia online;<br />
- US$ 74 mil dólares são gerados pela receita do Google;<br />
- 2,1 mil checkins são feitos no Foursquare;<br />
- 2,5 mil cartuchos de tinta para impressora são vendidos;<br />
- 4 mil dispositivos USB são vendidos;<br />
- 38 toneladas de lixo eletrônico são produzidas;<br />
- 18 Kindle Fire da Amazon são vendidos;<br />
- 11 Xbox 360 são vendidos;<br />
- 81 iPads e 925 iPhone 4S são vendidos;<br />
- 710 computadores são vendidos (555 deles só da Intel);<br />
- 232 computadores são infectados por malwares;<br />
- 2,6 milhões de CDs são criados, totalizando 1,820 Terabytes de espaço;</p>
<div id="attachment_15780" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/03/em-apenas-60-segundos/60seconds-2-3/" rel="attachment wp-att-15780"><img class=" wp-image-15780 " src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/03/60seconds-21-300x212.jpg" alt="" width="350" height="212" /></a><p class="wp-caption-text">Em apenas 60 segundos</p></div>
<p>O mais interessante dessas informações é que elas podem e são monitoradas. A privacidade na internet pode estar em &#8220;check&#8221; e informação sempre foi e sempre será a arma mais eficaz.</p>
<p>Essa semana ouvi de um amigo empresário, bem sucedido, a seguinte frase: O que eu quero hoje é ler o jornal de amanhã! A informação certa, privilegiada, no momento certo é com certeza um grande diferencial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vinícius Silva</p>
<p>@VipsilvaTI</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Nas nuvens dos Balcãs</title>
		<link>http://www.tiespecialistas.com.br/2012/03/nas-nuvens-dos-balcas/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 11:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>L.Midas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Redes & Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[balcãs]]></category>
		<category><![CDATA[bosnia]]></category>
		<category><![CDATA[computação em nuvens]]></category>
		<category><![CDATA[europa]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou na Bósnia. Faço uma apresentação. A santíssima trindade está presente. CEO, CTO, CMO, bem como o “Chief Strategist” e o Gerente para o Programa de Cloud. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="50 Bilhões de Nuvens" href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/02/50-bilhoes-de-nuvens-no-horizonte/" target="_blank">Eu falava sobre os 50 bilhões</a>. Algumas oportunidades perdidas. Falei sobre SDP e para não ficar repetitivo, vou parar por aqui nessa história de lamentos e frustrações. Porque ainda tem Mobile Money, coisa que operadoras vem discutindo há, calculando por baixo, cinco anos sem conseguirem criar um ecossistema de significância global. A competição, que não tem os mesmos entraves, não dorme no ponto.</p>
<p>Estou na Bósnia. Faço uma apresentação. A santíssima trindade está presente. CEO, CTO, CMO, bem como o “Chief Strategist” e o Gerente para o Programa de Cloud. Além desses, uns 20 outros entre chefes de departamento, gerentes e pessoal técnico. Tento falar devagar porque o inglês deles não parece ser muito bom. Ainda mais depois da experiência da noite anterior.</p>
<p>Cheguei de noitinha. Meu hotel é muito bom, imagino que seja o melhor da cidade. Estou com muita fome. A viagem, apesar da relativa proximidade, levou o dia todo. Somente o trajeto de carro da Sérbia à Bósnia demorou quatro horas. Isso, fora as 2 pernas de vôo, com direito a parada na Áustria com atraso, cortesia da casa.. Preciso sair, verificar o que li na internet: Que a cidade de Banja Luka, onde estou, é famosa por ter uma proporção de SETE mulheres para cada homem e ainda por cima elas seriam lindíssimas. Plena terça-feira 20:30, população de 300 mil habitantes, nevando, centro da cidade, o comércio está aberto mas querendo fechar, pouco movimento. Entro em um restaurante chique. Escolho um franguinho grelhado. Estou limitando os carboidratos. Culpa do TI especialistas, porque estou convencido que nenhum de vocês irá ler a crônica de alguém gordo, fora de forma. Explico para o garçom trocar o arroz do acompanhamento por legumes. Ele entendeu, sem problemas. Anota o pedido, volta com o ticketzinho da máquina registradora, o qual ele deposita num copinho de vidro na mesa. Oferece-me bebida. Quero cerveja, mas novamente, por culpa de vocês, resolvo por vinho. Talvez eles tenham vinhos da Macedônia – raros no mercado internacional, a pequena produção é toda consumida localmente. Explico-lhe que não quero a garrafa toda, apenas uma taça ou então aquela garrafinha pequena. Ele retorna, me mostra uma garrafa de vinho local, põe uma pequena prova na taça. Não é ruim, aprovo. Estranhamente, ele sorri e vai embora. Fico olhando o restinho de prova no fundo do copo, foi quase tudo embora no primeiro gole. Certamente vai trazer o mesmo vinho na garrafinha. Ele volta, sem vinho à vista, e deposita um outro papel no copinho. Confiro que um dos tickets no copinho tem um tanto de números, somando 14. Lembro que este era o preço do prato que pedi. No outro ticket, o total é sete. “Será que aquilo que achei fosse apenas a prova do vinho na verdade era a dose? E ainda por cima custava sete? Metade do preço do prato completo? Não é possível”. Chega a comida. Vem sem o arroz conforme solicitei, e com os legumes&#8230; acompanhados de uma generosa porção de batatas fritas. Num esforço sobre-humano, larguei as fritas de lado mas a comida, mesmo assim, desceu mal. Estava invocado com o negócio do vinho. Depois de muito debate interno, resolvi não levar desaforo prá casa. Chamei o garçom, mostrei com o polegar e o indicador que havia sido uma dose ínfima. Que cobrar sete era um absurdo. Ele entendeu. Foi lá, trouxe outra taça, com ainda menos vinho que a primeira, mas tudo bem, esse era o complemento. Saboreio o vinho da vitória. Ele faz menção de ir embora, dá 2 passos, mas ato contínuo dá meia volta e deposita um outro ticketzinho no copinho. A cortina desce, saúdo a platéia e vou-me embora.</p>
<p>Portanto, vou devagar. Explico que, todas as Telcos que encontro me dizem que querem oferecer SaaS. Gartner espera que o mercado de SaaS atinja os mágicos 50 bilhões de dólares no ano que vem. IaaS, por outro lado, somente 10 bilhões. Pergunto-lhes: vocês tem experiência em vender produtos de IT? Conhecem o consumidor? Sabem como atingi-lo? Consumidor individual ou empresarial, sua força de vendas e suporte está capacitada para servi-los? E os consumidores, reconhecem vocês como um provedor de soluções de IT? Deutsche Telecom, AT&amp;T e BT. Algumas das telcos líderes em “cloud computing” no mundo, havendo alocado formidáveis orçamentos para, seja através de aquisições ou evolutivamente, chegarem no extenso portfólio de ofertas para seus consumidores que hoje elas possuem. Analisando essas operadoras, notamos que as ofertas de SaaS são diferentes, mas todas elas, sem exceção, oferecem serviços de IaaS. Isso sugere que existe um certo caminho evolutivo a ser traçado. Que se deve começar pelo básico, pelo IaaS. No ano que vem, a mesma Gartner prevê que 30% do mercado de IaaS no mundo será dominado pelas telcos. AMI Parners, em um estudo de 2011, expõe que 38% das pequenas empresas nos Estados Unidos têm a pré-disposição de adquirir os básicos serviços de IT das Telcos. É fácil entender o porque: Imagine você abrindo uma microempresa. Hoje, você tem de adquirir um telefone celular e o acesso à internet em uma operadora, para depois comprar (geralmente pagando adiantado) o website hosting e o virtual storage de outra(s) empresa(s). Geralmente, uma empresa internacional (Amazon, One.com, Godaddy, etc), em que no caso de dúvida ou problemas, não existe a quem contatar diretamente, suporte apenas por email e com um fuso horário diferente do seu. As telcos são invariavelmente empresas locais, bem ou mal com suporte 24/7, que falam a sua língua. Exponho minha idéia: Comece com os serviços básicos, passe a conhecer o mercado de IT, evolua internamente seu pessoal técnico capacitando-os a trabalhar com esse tipo de tecnologia, prepare sua equipe de vendas e suporte, alinhe seu “branding” para que o público-alvo identifique e associe a imagem da sua empresa também como um fornecedor de soluções de IT. E no meio tempo faça as necessárias alianças para, uma vez tudo isso feito, entrar com seus parceiros no mercado de SaaS. Apresento os números, os argumentos, tudo claro e óbvio. Certo?</p>
<p>Não sei não. O CEO está com cara amuada. Ele continua olhando para o gráfico com o pilar dos 50 bilhões. Olha para o pilar de 10 bilhões. Café pequeno. Esmola de porta de igreja. Balança a cabeça. Será que a promessa de cloud computing será mais uma na minha lista de frustrações?</p>
<p>Ps: Sobre as sete mulheres para cada homem em Banja Luka, eu ainda estou deliberando se conto o que aconteceu após o restaurante no meu próximo livro, “Redes Sensuais 2”&#8230;&#8230;.</p>
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		<title>A Internet das Coisas não é futuro. É presente!</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 11:22:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cezar Taurion</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recentemente pesquisei pelo Google o termo “Internet of Things” (IoT) e encontrei mais de 1,9 milhão de respostas. É realmente um assunto que começa a despertar interesse entre os profissionais de TI.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente pesquisei pelo Google o termo “Internet of Things” (IoT) e encontrei mais de 1,9 milhão de respostas. É realmente um assunto que começa a despertar interesse entre os profissionais de TI. Mas, o que é realmente esta Internet das Coisas? Basicamente são objetos interagindo com outros objetos ou com seres humanos via Internet. Claro que para isso é necessário que eles tenham alguma capacidade de interação, seja esta ativa, como sensores com processadores que rodem softwares, como um parquimetro inteligente que avise que a vaga será liberada em alguns minutos, ou passiva, como um cartaz em uma parede com um simples código 2D ou uma tag na coleira de um cãozinho de estimação. Também pode ser um objeto com operação autônoma, como uma “vending machine” que solicita diretamente ao ERP a reposição automática do seu estoque de pacotes de salgadinhos.</p>
<p>A crescente disseminação da Internet das Coisas nesta década vai, com certeza, impactar significativamente a nossa sociedade. Algumas estimativas já apontam que em cerca de dez anos a maior parte das conexões à Internet será feita com objetos que não são PCs nem tablets ou smartphones. Alguns estudos apontam que para 2020, cerca de 200 bilhões de objetos ligados estarão à Internet e, provavelmente, estes objetos gerarão um tráfego IP maior que o gerado pelos seres humanos. Estas estimativas me parecem bem razoáveis porque os custos dos equipamentos que fazem a IoT acontecer diminuem a cada ano. Colocar um acelerômetro, uma placa Bluetooth ou Wi-Fi em um dispositivo custará em 5 anos a metade do preço de hoje. E em dez anos menos de ¼ do preço atual, popularizando mais e mais seu uso.</p>
<p>Outro fator que impulsionará a IoT será a maior facilidade em construir protótipos de soluções, com tecnologias que demandem menos capacitações técnicas. Um exemplo são os microcontroladores programáveis como o Arduino, um projeto open source que permite a um profissional sem profundos conhecimentos de eletrônica a construir objetos inteligentes. Veja em <a href="http://www.arduino.cc/">http://www.arduino.cc/</a>. Sua linguagem de programação é simples e pode ser comparável em complexidade ao JavaScript.</p>
<p>Mas, quanto aos gestores de TI, o que a Internet das coisas poderá afetar? A área de TI tem sido a responsável por colocar as empresas na Internet. Os CIOs ou os Chief Innovation Officers (os CIOs tradicionais, voltados apenas à operação do dia a dia tenderão a desaparecer, como os engenheiros de vôo despareceram das cabines dos aviões modernos) deverão começar a analisar o potencial de oportunidades que a IoT pode trazer para suas empresas, inclusive criando novos produtos, serviços ou mesmo novos negócios. Alguns exemplos? Criação de serviços baseados em “smarter homes”, integrando cameras de vigilância, sensores de movimento e temperatura, luzes, etc, controlados pelos usuários via seus smartphones. A indústria automobilística será também um belo exemplo. Automóveis conectados à Internet podem obter informações em tempo real das condições de trânsito acoplados ao seu GPS, gerar alertas de potenciais defeitos para o motorista e mesmo dirigir o veículo automáticamente. Serão os e-car ou veículos conectados.</p>
<p>Mas por outro lado temos grandes desafios. Um deles é a sobrecarga nas redes de comunicação que constituem a Internet. Um artigo muito interessante que debate esta questão e os aspectos de regulação no mercado brasileiro é “Is Brasil ready for Internet of Things?”, da consultora da Anatel, Maria Luiza Kunert.</p>
<p>Outro desafio será a segurança. Claro que em determinadas situações teremos que ter uma “Intranet das Coisas” ou uma rede interna, sem conexão externa, de modo a garantir acesso seguro aos objetos que estejam conectados. Mas na maioria das vezes teremos que conectar objetos à Internet e as preocupações com segurança se potencializarão. Por exemplo, uma rede elétrica com medidores inteligentes conectados aos sistemas empresariais e estes conectados ao mundo externo pela Internet abre uma potencial brecha na segurança. Um e-car deverá ter mecanismos de proteção para que não seja acessado de forma indevida, sem autorização de seu proprietário.</p>
<p>Hoje a maioria das chamadas tecnologias operacionais ou tecnologias que estão fora de TI, como sensores ou equipamentos médicos computadorizados são gerenciados pelas próprias áreas de negócio. E estas áreas de negócio não têm a cultura e experiência de TI em termos de segurança de acesso. Com estes dispositivos, antes desconectados, passando a fazer parte da Internet das Coisas, com certeza os seus processos de segurança atuais, se existirem, deverão ser revistos.</p>
<p>Aí está um papel importante para TI. Atuar de forma pró-ativa de modo a inserir nas iniciativas de Internet das Coisas das suas empresas a sua prática em métodos e processos de segurança. Portanto, os CIOs também devem começar a olhar a IoT pela ótica da segurança. Como vemos, para os gestores de TI o que não faltará serão novos desafios&#8230;</p>
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		<title>Cabeamento Estruturado &#8211; Categorias de Cabeamento</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 11:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Afonso</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Existem cabos de cat 1 até cat 7. Como os cabos cat 5 são suficientes tanto para redes de 100 quanto de 1000 megabits, eles são os mais comuns e mais baratos, mas os cabos cat 6 e cat 6a estão se popularizando e devem substituí-los ao longo dos próximos anos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem cabos de cat 1 até cat 7. Como os cabos cat 5 são suficientes tanto para redes de 100 quanto de 1000 megabits, eles são os mais comuns e mais baratos, mas os cabos cat 6 e cat 6a estão se popularizando e devem substituí-los ao longo dos próximos anos. Os cabos são vendidos originalmente em caixas de 300 metros, ou 1000 pés (que equivale a 304.8 metros).</p>
<p>Originalmente, as tranças dos cabos não seguiam um padrão definido, mas, com o passar do tempo, o número de tranças por metro, juntamente com outros detalhes técnicos foram padronizados. Isso permitiu que os cabos de par trançado, originalmente desenvolvidos para transportar sinais de voz, dessem um grande salto de qualidade, passando a atender redes de 10, 100, 1000 e recentemente de 10000 megabits, uma evolução realmente notável.</p>
<p><strong>Categorias 1 e 2:</strong> Estas duas categorias de cabos não são mais reconhecidas pela TIA (Telecommunications Industry Association), que é a responsável pela definição dos padrões de cabos. Elas foram usadas no passado em instalações telefônicas e os cabos de categoria 2 chegaram a ser usados em redes Arcnet de 2.5 megabits e redes Token Ring de 4 megabits, mas não são adequados para uso em redes Ethernet.</p>
<p><strong>Categoria 3:</strong> A principal diferença do cabo de categoria 3 para os obsoletos cabos de categoria 1 e 2 é o entrançamento dos pares de cabos. Enquanto nos cabos 1 e 2 não existe um padrão definido, os cabos de categoria 3 (assim como os de categoria 4 e 5) possuem pelo menos 24 tranças por metro e, por isso, são muito mais resistentes a ruídos externos. Cada par de cabos tem um número diferente de tranças por metro, o que atenua as interferências entre os pares de cabos.</p>
<p><strong>Categoria 4:</strong> Esta categoria de cabos tem uma qualidade um pouco superior e é certificada para sinalização de até 20 MHz. Eles foram usados em redes Token Ring de 16 megabits e também podiam ser utilizados em redes Ethernet em substituição aos cabos de categoria 3, mas na prática isso é incomum. Assim como as categorias 1 e 2, a categoria 4 não é mais reconhecida pela TIA e os cabos não são mais fabricados, ao contrário dos cabos de categoria 3, que continuam sendo usados em instalações telefônicas.</p>
<p><strong>Categoria 5: </strong>Os cabos de categoria 5 são o requisito mínimo para redes 100BASE-TX e 1000BASE-T, que são, respectivamente, os padrões de rede de 100 e 1000 megabits usados atualmente. Os cabos cat 5 seguem padrões de fabricação muito mais estritos e suportam freqüências de até 100 MHz, o que representa um grande salto em relação aos cabos cat 3.<br />
Os cabos cat 5e devem suportar os mesmos 100 MHz dos cabos cat 5, mas este valor é uma especificação mínima e não um número exato. Nada impede que fabricantes produzam cabos acima do padrão, certificando-os para freqüências mais elevadas. Com isso, não é difícil encontrar no mercado cabos cat 5e certificados para 110 MHz, 125 MHz ou mesmo 155 MHz, embora na prática isso não faça muita diferença, já que os 100 MHz são suficientes para as redes 100BASE-TX e 1000BASE-T. É fácil descobrir qual é a categoria dos cabos, pois a informação vem decalcada no próprio cabo.</p>
<p><strong>Categoria 6:</strong> Esta categoria de cabos foi originalmente desenvolvida para ser usada no padrão Gigabit Ethernet, mas com o desenvolvimento do padrão para cabos categoria 5 sua adoção acabou sendo retardada, já que, embora os cabos categoria 6 ofereçam uma qualidade superior, o alcance continua sendo de apenas 100 metros, de forma que, embora a melhor qualidade dos cabos cat 6 seja sempre desejável, acaba não existindo muito ganho na prática.</p>
<p>Para permitir o uso de cabos de até 100 metros em redes 10G foi criada uma nova categoria de cabos, a categoria 6a (&#8220;a&#8221; de &#8220;augmented&#8221;, ou ampliado). Eles suportam freqüências de até 500 MHz e utilizam um conjunto de medidas para reduzir a perda de sinal e tornar o cabo mais resistente a interferências.</p>
<p>Uma das medidas para reduzir o crosstalk (interferências entre os pares de cabos) no cat 6a foi distanciá-los usando um separador. Isso aumentou a espessura dos cabos de 5.6 mm para 7.9 mm e tornou-os um pouco menos flexíveis. A diferença pode parecer pequena, mas ao juntar vários cabos ela se torna considerável.</p>
<p>É importante notar que existe também diferenças de qualidade entre os conectores RJ-45 destinados a cabos categoria 5 e os cabos cat 6 e cat 6a, de forma que é importante checar as especificações na hora da compra.</p>
<p>Os cabos FTP (Foiled Twisted Pair) são os que utilizam a blindagem mais simples. Neles, uma fina folha de aço ou de liga de alumínio envolve todos os pares do cabo, protegendo-os contra interferências externas, mas sem fazer nada com relação ao crosstalk.</p>
<p>Os cabos SSTP (Screened Shielded Twisted Pair), também chamados de SFTP (Screened Foiled Twisted Pair), que combinam a blindagem individual para cada par de cabos com uma segunda blindagem externa, envolvendo todos os pares, o que torna os cabos especialmente resistentes a interferências externas.</p>
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		<title>50 bilhões de nuvens no horizonte</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 11:55:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>L.Midas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Redes & Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[computação em nuvens]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>

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		<description><![CDATA[50 bilhões de dólares. Eventualmente, qualquer decente análise de mercado potencial -para qualquer que seja que você esteja querendo vender para uma empresa de telecomunicações- terá de atingir esse valor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>50 bilhões de dólares. Eventualmente, qualquer decente análise de mercado potencial -para qualquer que seja que você esteja querendo vender para uma empresa de telecomunicações- terá de atingir esse valor. Caso o mercado global não chegue a esse patamar, ou demore muito para atingir esse montante, pode saber que muito provavelmente a empresa não investirá nessa área (por melhor que seja o seu produto). Isso porque o mercado mundial dos serviços “tradicionais” de telecomunicações é estimado em mais de um trilhão de dólares. Qualquer CEO que se preze tem na sua mesa uma pilha de projetos potenciais, e aventurar-se em uma empreitada cujo mercado não chegue a 5% do atual muito provavelmente não consta na lista de prioridades desse senhor.</p>
<p>Deixem-me abrir um parêntesis aqui. (Geralmente, em indústrias/serviços incipientes, é quase impossível obter-se uma projeção por país ou região, por isso nesse artigo sempre me refiro a números e expectativas globais.).</p>
<p>Obviamente, esse é um dos motivos pelos quais telcos nunca perdem a oportunidade de perder uma oportunidade. A partir do momento em que o até-então insignificante serviço atinge maturidade o suficiente para ficar interessante para as operadoras, muito provavelmente a empresa fornecendo esse serviço já expandiu o suficiente para refutar uma potencial parceria com alguma operadora.</p>
<p>Frustrante. Continuo então a desfiar minhas lamúrias.  Na minha carreira, participei de muitas conferências sobre SDP, Service Delivery Platform. Horas de discussões onde os participantes tentavam entrar em acordo sobre a definição de SDP. Como padronizar o SDP. Protocolo Parlay. De como as empresas de telecomunicações iriam criar um ecossistema. Quer dizer, cada uma na sua, nada de interconectividade.  Lembram-se da história do Garrincha dizendo “agora só falta combinarmos com o time adversário”. Pois é, obviamente as telcos se esqueceram de combinar com os desenvolvedores e competidores. Com certeza você já deve ter visto o vídeo do Steve Balmer esgoelando “<a href="http://youtu.be/8To-6VIJZRE">Developers, Developers</a>”. Aparentemente, a Nokia tentou <a href="http://youtu.be/zgYyWnrveO4">algo parecido</a> no Nokia World 2011 <a href="http://youtu.be/gR-qJhOt8Gc">e até uma executiva encarou um rebolado</a>. É, a Nokia não é mais a mesma. Foi-se o tempo em que os caras decidiam tudo dentro de uma sauna. Mito ou realidade, o fato é que quando a Ericsson aqui na Suécia tomou posse do  antigo prédio da Nokia, havia uma sauna lá. Desculpem o desvio. De volta aos desenvolvedores. Em todas essas discussões e seminários, ninguém se lembrou de gritar “developers, developers” e explicar para os futuros desenvolvedores como seria o modelo de negócio habilitado pelas tais SDP. O mecanismo através do qual os novos serviços seriam introduzidos, expostos, como seria feita a compra desses serviços, e mais importante, qual seria a remuneração dos desenvolvedores. E pior, ignoraram o elefante no meio da sala: como justificar para os desenvolvedores criarem um produto que somente funcionaria e poderia ser comercializado para UMA específica operadora. Os desenvolvedores, que não são idiotas, passaram ao largo dessa roubada e continuaram desenvolvendo seus aplicativos diretamente na Internet e alcançando todo o mercado potencial e não apenas os clientes de uma única operadora. Muito menos colocando em seus produtos APIs que seriam exclusivas de uma telco.  Talvez os desenvolvedores não tenham a fixação dos 50 bilhões, mas entendem que negligenciar parte de mercado potencial, “a troco de nada”, não deve ser um bom negócio.</p>
<p>Em 2006 discursei no <a href="http://www.tmforum.org">TM Forum</a>. Minha palestra era intitulada “Becoming Digital Supermarkets”. Naquela época, operadores haviam sacado que se eles provavelmente não conseguiriam trazer os aplicativos para a rede deles e mudavam o discurso para tentarem ser agregadores de conteúdo. Muitas telcos nessa época foram relativamente bem sucedidas em implementarem parcerias, principalmente na venda de música, ringtones, etc. Novamente, voltamos ao dilema que operador só se dá bem em briga de cachorro grande. Negociar direitos de ringtones e música com as grandes gravadoras provavelmente é algo que eles sabem fazer bem. Botam uma margem lá em cima para os dois e tudo beleza. A festa dura até a hora em que alguém, tipo um Spotify da vida consegue realmente negociar algo revolucionário e acaba com a festa. Por falar em festa, por aqui, o bicho está pegando hoje em dia é com o WhatsApp que reduziu os ganhos de SMS de todas as operadoras, mas a <a href="http://www.wirelessintelligence.com/analysis/2011/11/sms-on-the-decline-as-third-party-messaging-gains-traction/">KPN da Holanda</a> foi a que mais abriu o jogo a respeito. Fora isso, últimas estatísticas de Hong Kong indicam queda de 28% no volume de SMS enviadas na noite de Natal de 2011 comparada com 2010: “Ih, brocotó” como diria <a href="http://youtu.be/n5B_lU-Tjgo">Bento Carneiro, vampiro Brasileiro</a>. Pois é, minhas lembranças do Brasil estão ficando assim. Provavelmente estou parecendo velho gagá que lembra mais das coisas de infância do que do momento atual.</p>
<p>Ah e a palestra? Essa foi, até o momento, minha pior apresentação pública. A voz me saía esquisito, o timing errado, acabei apenas lendo o script sem nenhuma entonação. Não conseguia tirar os olhos do papel, fiquei preso ao pódio. Um horror.  Mas não se preocupem. Confiem em mim, um dia ainda quebro esse record&#8230;.</p>
<p>E, afinal, o que isso tem a ver com a nuvem, com “Cloud Computing”? Explico na próxima crônica, a qual vai fechar esse raciocínio. Prometo! Abraços.</p>
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		<title>Critérios para tomar decisões sobre infra-estrutura de redes</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 15:55:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos de Araujo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes & Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[redes]]></category>
		<category><![CDATA[Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[tomada]]></category>
		<category><![CDATA[tomada de decisão]]></category>

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		<description><![CDATA[Sob qualquer prisma, um gestor de TI hoje precisa estar alinhado com as unidades de negócios da empresa em que trabalha, partilhando da estratégia, metas e objetivos da corporação para curto, médio e longo prazo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sob qualquer prisma, um gestor de TI hoje precisa estar alinhado com as unidades de negócios da empresa em que trabalha, partilhando da estratégia, metas e objetivos da corporação para curto, médio e longo prazo. De uma maneira geral podemos dizer que os principais pontos são:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">QUEM</span> são os provedores da solução e os clientes (levando-se em consideração todos os possíveis times que trabalham em um projeto &#8211; telecomunicações, desenvolvimento de sistemas, produção, etc. &#8211; que pode ser um fornecedor interno ou externo, mas que de qualquer forma deve ser qualificado (Correta alocação de conhecimento e métricas de qualidade estabelecidas).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">ONDE</span> deverão ser alocadas as soluções &#8211; preocupação com infra-estrutura (redes, segurança, servidores (e-mail, banco de dados, Internet, etc.), telecomunicações, ferramentas de controle e desenvolvimento, etc., ou seja, a alocação da plataforma tecnológica de uma maneira geral, partindo do sistema operacional e maquinas sob o prisma de logística, distribuição de processamento e topologia.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">PORQUE</span> implementar a solução. Esta premissa vai de encontro ao saber detalhes sobre o business, o mercado e a estratégia adotada.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">QUAL</span> tecnologia adotar em detrimento de outras, baseado em critérios de inovação, tendências de mercado, facilidade de suporte e contratação de serviços, flexibilidade, escalabilidade e confiabilidade da plataforma tecnológica.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">QUANDO</span> deve-se implementar a solução. Ter clara visão das restrições e timing de mercado / produto. Só aplica-se tecnologia para movimentar o business e gerar lucro. Este processo esta intimamente ligado a visão e missão da empresa e a permanência de longo prazo da cia no mercado.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">COMO</span> fazer acontecer a estruturação do projeto de TI &#8211; Respeitar o Plano Diretor de Informática, planejamento claro e preciso dos projetos, metodologia aplicada e best practices adotadas via benchmarking no segmento e pesquisa de novas soluções.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">QUANTO GASTAR </span>- clara definição das restrições financeiras do projeto e dos ganhos previstos. As vezes o atraso no projeto ou a não antecipação do termino do mesmo visando economia na compra de serviços e equipamentos não justifica a perda de volume de negócios que não se realizam pela não implementação da solução.</p>
<p>De qualquer modo, controlar uma infra-estrutura de TI requer cuidados, adequação de tempo e recursos e muito planejamento. Ainda que complicada, uma infra-estrutura bem planejada, flexível e confiável é indispensável nos dias de hoje.</p>
<p>Problemas como degradação de serviços, falhas de segurança, etc., são prejuízos certos para o negócio, mas, mais grave que isso, é a infra-estrutura inadequada, que não responde as inovações e exigências necessárias do negócio.</p>
<p>Cabe ao gestor de TI, bem como aos demais tomadores de decisões, a priorização e o planejamento detalhado do business e conseqüentemente da infra-estrutura tecnológica necessária para que se possa obter o sucesso desejado na realização dos negócios da corporação.</p>
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		<title>BYOD: Como lidar com o desafio dos dispositivos móveis pessoais dentro das empresas</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:55:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Fabossi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Redes & Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[TI Corporativa]]></category>
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		<category><![CDATA[Tablets]]></category>
		<category><![CDATA[ti]]></category>

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		<description><![CDATA[Os desafios retornam à vida de todos os profissionais, especialmente os gerentes de TI, que tem que lidar com a tendência de funcionários que trazem para a empresa tablets e smartphones e agora querem utilizar os dispositivos com a rede corporativa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após o recesso de final de ano, período de comida abundante, encontros familiares e a tradicional troca de presentes, chegou a hora de retornar ao trabalho. Os desafios retornam à vida de todos os profissionais, especialmente os gerentes de TI, que tem que lidar com a tendência de funcionários que trazem para a empresa tablets e smartphones e agora querem utilizar os dispositivos com a rede corporativa.</p>
<p>Será que as empresas brasileiras estão prontas para verificar, de forma eficiente, se este uso está sendo feito de maneira que não prejudique suas redes? E como permitir que esses dispositivos entrem nas redes corporativas com segurança e controle? O BYOD (Bring Your Own Device), termo em inglês que define a idéia de colaboradores trazerem seus próprios dispositivos para utilização dentro das empresas, parece ser um grande desafio a ser enfrentado por muitas empresas.</p>
<p>Imagine que informações sensíveis estarão sendo sincronizadas e acessadas por estes aparelhos de qualquer lugar a qualquer hora adicionando um ponto de vulnerabilidade muito preocupante e ameaçador. Para isto, é bom ficar atento a alguns questionamentos e “preocupações” básicas: &#8211; Quais seriam os danos caso um tablet com este tipo de conteúdo seja esquecido na mesa de um restaurante ou em um lobby de hotel? &#8211; O que fazer caso um smartphone seja roubado? &#8211; Como controlar o acesso e manipulação dos dados? Sem gerenciamento e controle, estes aparelhos podem deixar de ser um aliado aos profissionais e se tornarem um pesadelo! É preciso planejar, criar políticas e utilizar uma solução de gerenciamento específica para este fim, uma solução de MDM.</p>
<p>As soluções de Mobile Device Management (MDM) ganharam muita importância neste cenário com a proposta de prover controle e gerenciamento para que iPhones, iPads, Androids e outros dispositivo móveis para que deixem de ser uma ameaça e sejam ferramentas poderosas de trabalho para profissionais – que estão sempre em movimento. Estas soluções permitem desde apagar remotamente os dados de um aparelho até definir que tipos de aplicativos poderão rodar, obrigar a utilização de senhas, apontar desvios em relação a política de segurança da empresa, gerar relatórios variados e manter controle de inventário. Sem dúvida uma grande ajuda para os gestores de segurança e TI. Em 2012, mobilidade será a tecnologia que mais crescerá no Brasil e na América Latina.</p>
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		<title>Programas portables! Por que ninguém dá, ainda, a devida atenção a eles? Parte 1</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:55:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Henrique Bezerra Sento Sé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Redes & Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[ultra surf]]></category>
		<category><![CDATA[ultrasurf]]></category>

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		<description><![CDATA[Estes programas portáteis, que não necessitam de instalação, são demasiado perigosos porque não precisam de direitos de administrador para ser executados, nem no Windows Seven; isto oferece uma grande gama de falhas para a segurança da informação, nem falarei sobre a pirataria que pode aumentar com o uso destes!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros amigos, falando em segurança da informação mais uma vez, tenho visto artigos variados, principalmente sobre telefonia móvel; claro que estou de acordo com tudo quanto tenho lido, só não entendo e não aceito por que ainda não estão dando a devida atenção aos programas portáveis ou, se preferirem, como temos visto por aí, portables programs. Este artigo, que terá 2 partes, é dedicado a estes potenciais danosos programas e aos amigos que trabalham com segurança da informação! Espero que gostem!</p>
<p>Estes programas portáteis, que não necessitam de instalação, são demasiado perigosos porque não precisam de direitos de administrador para ser executados, nem no Windows Seven; isto oferece uma grande gama de falhas para a segurança da informação, nem falarei sobre a pirataria que pode aumentar com o uso destes!</p>
<p>Programas perigosos para o bom e eficaz gerenciamento da segurança da informação como nmap, Wireshark, Ultra Surf, etc. trarão certamente muita dor de cabeça aos desavisados, eles podem ser baixados e executados sem o menor esforço, mesmo num domínio e com conta comum no AD, ou até mesmo com conta de visitante de micro local. Assim como existem portables programs que verificam atributos de arquivos, suas localizações, quebradores de senhas; existem aqueles que ferem a política sobre direitos de licenciamento, como Photoshop, etc. Não ficarei dando muitos exemplos porque não me pagam por propaganda <img src='http://www.tiespecialistas.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Imaginem como é fácil, principalmente através dos vídeos do Youtube, para um colaborador interno realizar ataques de ARP Spoofing, DNS Poisoning, dentre outros. Isto pode ser evitado de muitas maneiras, alguns exemplos: configuração de GPOs adequadas, após minucioso estudo de funcionalidade de cada portable program, pode ser feito também por meio de antivírus bem configurado, dentre outros meios. Existem também os keyloggers, que até mencionei em outro artigo, existem portables deles também. Que coisa hein!?</p>
<p>Felizmente já descobri meios de impedir o “loading” destes maliciosos “bichos” na memória sublime de meus computadores empresariais, apenas não os divulgarei aqui! Sou muito bem pago para descobrir falhas e não as divulgarei de graça rsrs! É mais gratificante a caminhada para a descoberta, quando é feita por nós mesmos!</p>
<p><strong>Um pouco sobre o Ultra Surf</strong></p>
<p><a href="http://www.tiespecialistas.com.br/2012/01/programas-portables-por-que-ninguem-da-ainda-a-devida-atencao-a-eles-parte-1/ultrasurf/" rel="attachment wp-att-15048"><img class="alignleft size-medium wp-image-15048" src="http://imagens.tiespecialistas.com.br/2012/01/ultrasurf-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" /></a></p>
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<p>[Cout &lt;&lt;] Escaparei com exit 0 leve e rapidamente para um comentário&#8230;</p>
<p>Quanto mais dificultarmos as coisas para as pessoas, mais tentativas farão para transpor estes obstáculos, principalmente se tiverem percepção ambiciosa, desejarem bem-estar próprio ou se virem tais acontecimentos como desafios.</p>
<p>[Cin&gt;&gt;] Algumas empresas, escolas, universidades tentam*** bloquear o acesso à internet, muitas delas falham em muitas das tentativas, no todo ou em parte, algumas até desistem!<br />
Programas do calibre do Ultra Surf tentam burlar, e conseguem muitas vezes furar estes bloqueios, tendo em vista o meio como funcionam.<br />
Segundo o próprio desenvolvedor afirma em seu site, existem três pilares que sustentam o Ultra Surf: (a liberdade de navegar, a privacidade com seus dados e a segurança de acesso). &#8211; Só não disseram segurança de quem, de quê!</p>
<p>Caros leitores, o artigo continuará na parte 2 de 2. Muito em breve.</p>
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		<title>Nas Nuvens Nórdicas&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 09:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>L.Midas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Redes & Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[computação em nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[europa]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Ultimamente, passo a maior parte do meu tempo nas nuvens.  Literalmente falando, uma vez que minha região de atuação prioritária chama-se Europa Central, do Leste e Nórdica, tenho dispendido boa parte do meu tempo dentro de aviões – e pior ainda, na classe Econômica! ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ultimamente, passo a maior parte do meu tempo nas nuvens.  Literalmente falando, uma vez que minha região de atuação prioritária chama-se Europa Central, do Leste e Nórdica, tenho dispendido boa parte do meu tempo dentro de aviões – e pior ainda, na classe Econômica! Descobri, por conta dessas últimas andanças, que Estocolmo, que até então no meu ingênuo entender era bem servida de conexões internacionais, é um péssimo hub para voos destinados ao leste Europeu. E dá-lhe viagens de relativamente curtas distâncias que levam 7, 10 horas contadas de porta a porta até que eu chegue ao meu destino, onde irei participar, geralmente no dia seguinte, de uma palestra de no máximo 4-5 horas.</p>
<p>Hora do meu show, geralmente estou de jeans e blazer se a audiência é alguém menos que um CEO.  É um despojamento calculado. Atualmente, desconfio de qualquer palestrante que esteja por demais arrumadinho, impecável.  Toda vez que vejo um sujeito desses, me vem à mente aquele conceito de vendedor.  De alguém que, na realidade, não domina o assunto em profundidade. Foi treinado, orientado e agora está repetindo. Às vezes, é apenas um preconceito meu. Será?</p>
<p>Volto, novamente para as nuvens. Cloud Computing.  O assunto do momento. Como Analista de Negócios trabalhando quase que exclusivamente com o conceito de Cloud Computing junto às operadoras, ou melhor, CSPs – Provedoras de Serviços de Comunicação – vejo os olhinhos do CEO, CMO, CFO, dos gerentes de produtos  brilharem de satisfação. Leio-lhes a mente: <em>“Finalmente, vamos galgar degraus, subir na cadeia de valores”</em>.  Pergunto-lhes: <em>“Vocês tem algum plano na área de Cloud Computing?”</em>. A resposta geralmente é vaga, mas invariavelmente: <em>“Queremos entrar na área de Software as a Service”</em>.  Não vou aqui descrever IaaS, PaaS ou SaaS. Para isso existe a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Software_as_a_Service">Wikipedia.</a></p>
<p>O ponto é que já vi esse brilho antes. Meus 10+ anos de experiência na área de Telecom, sempre trabalhando aqui na Suécia junto às empresas de telecomunicações em áreas de vanguarda, me trouxeram relativamente poucas alegrias profissionais e muita frustração. As línguas ferinas certamente dirão: “<em>Ah, então foi por isso que ele resolveu escrever seu livro pornô travestido de romance moderno</em>.”  Pode ser que estejam certos, afinal, é muito desgosto para uma pessoa só. Veja bem:  Tudo começou em 1997 quando fiz parte da equipe que construiu o <a href="http://youtu.be/pxirrVQb5oI">primeiro smartphone do mundo, o R380s</a>. Na época, maravilhei-me com o conceito de um sistema operacional no telefone. Imagine: Isso significava que, como um computador, eu podia trocar o aplicativo de fazer as ligações por outro qualquer, não precisava ficar preso ao criado pelo fabricante. Ou mesmo, adicionar novos aplicativos ao telefone!  Um dia, talvez daqui a 2 ou 3 anos,  dezenas de milhares de aplicativos baseados no Sistema Operacional Symbian estariam disponíveis para download através dos portais das operadoras. Como eu acreditava e esperava por esse dia! Bem, todos sabem o que aconteceu. Foram necessários exatos 10 anos, para que uma empresa sem nenhum histórico na área de telefonia “revolucionasse” o setor com exatamente o mesmo conceito. Notem que até no discurso do <a href="http://youtu.be/x7qPAY9JqE4">finado Steve Jobs,  ele apresenta o telefone de forma semelhante</a> ao da propaganda do R380s.</p>
<p>Novamente, conforme já fiz com tantas outras magníficas oportunidades de negócios, mostro-lhes as estimativas do tamanho do mercado de Cloud Computing para os próximos 3, 5, 10 anos.  Os olhos voltam a brilhar. Em breve sentir-me-ei como quem tira doce da boca de uma criança.</p>
<p>O espaço acabou. Prazer em conhecê-los.</p>
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