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Sobre Alex Silva

Certificado Microsoft e com experiência de mais de 14 anos na área de TI como Consultor de Infraestrutura, atuando em Projetos que envolvem Tecnologia Microsoft (Windows Server NT, 2000, 2003, 2008 e 2012, Exchange e Hyper-v). Meu Perfil no Linkedin: Linkedin , Meu Perfil no Microsoft TechNet: Microsoft TechNet e Siga-me no Twitter @alexsilva2012

Roles do Windows Server 2008

Publicado por Alex Silva  /   29 de novembro de 2012  /   Em Tecnologia, TI Corporativa  /   1 Comentário

Neste artigo gostaria de explanar ainda que superficialmente sobre algumas Roles que existem no Windows Server 2008. Creio ser importante saber as diferenças para que se tenha uma visão melhor quando for desenhar um ambiente com Windows Server 2008. Principalmente quem esta iniciando em TI e que tem dúvidas, portanto, abaixo segue uma explanação das mais utilizadas.

Serviços de Domínio do Active Directory – AD CS

Os Serviços de Domínio do Active Directory (AD DS) no Windows Server 2008 armazena informações sobre usuários, computadores e outros dispositivos existentes na rede. O AD DS ajuda os administradores a gerenciar com segurança essas informações e facilita o compartilhamento de recursos e a colaboração entre usuários. Este sem dúvida é um dos Serviços mais utilizados, o A.D trabalha em conjunto com o Exchange, por exemplo, por isso é importante conhece-lo bem.

Treinamentos indicados: 6425 e 6426 – Prova de Certificação: 70-640.

Controladores de domínio somente leitura – RODC

RODC (controlador de domínio somente leitura) é um novo tipo de controlador de domínio do sistema operacional Windows Server 2008. Com RODC, as organizações podem facilmente implantar um controlador de domínio em locais onde a segurança física não pode ser garantida. O RODC hospeda partições somente leitura do banco de dados dos Serviços de Domínio Active Directory (AD DS), o que mantém o ambiente seguro.

Active Directory Rights Management Services – AD RMS

O AD RMS é uma tecnologia agnóstica de aplicativo e formato, fornece serviços para permitir a criação de soluções de proteção de informações. O conteúdo que pode ser protegido pelo uso do AD RMS inclui sites de intranet, mensagens de e-mail e documentos. O AD RMS foi criado para ajudar a tornar o conteúdo mais seguro, independentemente de o conteúdo protegido por direitos poder ser movido.

O AD RMS depende dos Serviços de Domínio Active Directory (AD DS) para verificar se o usuário que está tentando consumir conteúdo protegido por direitos está autorizado a fazer isso.

No treinamento 6426 você terá mais informações sobre AD RMS.

AD LDS

O AD LDS (Active Directory Lightweight Directory Services) é um serviço de diretório do protocolo LDAP. Ela oferece armazenamento e recuperação de dados para aplicativos habilitados em diretório, sem as dependências necessárias aos Serviços de Domínio Active Directory (AD DS). O AD LDS oferece grande parte da mesma funcionalidade que o AD DS (na verdade, ele foi criado em cima da mesma base de código), mas não requer a implantação de domínios ou controladores de domínio. É muito utilizado por aplicações de terceiros que interagem com Windows ou que desejam fazê-lo.

Serviços de Federação do Active Directory - AD FS

O AD FS (Serviços de Federação do Active Directory) é uma função de servidor no sistema operacional Windows Server 2008 que pode ser usado para criar uma solução de acesso a identidades que seja seguro, altamente extensível e escalonável na Internet, capaz de operar em várias plataformas, inclusive em ambiente Windows e não-Windows. Muito utilizado por empresas de médio e grande porte e em casos de fusões, por exemplo.

Serviços de Certificado do Active Directory – AD CS

Os Serviços de Certificados do Active Directory (AD CS) no Windows Server2008 fornecem serviços personalizáveis para criação e gerenciamento de certificados de chaves públicas usados em sistemas de segurança de software que empregam tecnologia de chave pública. As organizações podem usar o AD CS para aumentar a segurança vinculando a identidade de uma pessoa, um dispositivo ou serviço a uma chave particular correspondente. O AD CS também inclui recursos para permitir o gerenciamento do registro e da revogação de certificados em diversos ambientes escaláveis.

Um exemplo de utilização deste recurso é num ambiente onde se tem Exchange, geralmente se configura um AD CS no ambiente para prover os Certificados necessários para a utilização do Exchange.

Treinamento Indicado: 6426

Dynamic Host Configuration Protocol – DHCP

DHCP, Dynamic Host Configuration Protocol (Protocolo de configuração dinâmica de host), é um protocolo de serviço TCP/IP que oferece configuração dinâmica de terminais, com concessão de endereços IP de host, Máscara de sub-rede, Default Gateway (Gateway Padrão), Número IP de um ou mais servidores DNS, Sufixos de pesquisa do DNS. Muito utilizado para um controle melhor de IP’s na rede.

Domain Name System – DNS

O sistema de nomes de domínios (DNS) é o protocolo de resolução de nomes para redes TCP/IP, como a Internet. Um servidor DNS hospeda as informações que permitem que os clientes resolvam nomes DNS memorizáveis e alfanuméricos para os endereços IP que os computadores usam para se comunicar. Resumidamente DNS é um banco de dados para resolução de nomes, onde computadores na rede usam o DNS para “perguntar” sobre determinado computador. O DNS é o responsável pela resolução de nomes na rede é muito utilizado no dia-a-dia, escrevi um artigo com mais informações sobre DNS.

Abaixo links que podem ajuda-lo a conhecer mais a fundo estas funções.

Função Serviços de Domínio do Active Directory (AD DS)
http://technet.microsoft.com/pt-br/library/cc753516(WS.10).aspx
Função Active Directory Rights Management Services (AD RMS)
http://technet.microsoft.com/pt-br/library/cc771307(WS.10).aspx
Função Serviços Active Directory Lightweight Directory Services (AD LDS)
http://technet.microsoft.com/pt-br/library/cc755080(WS.10).aspx
Função Serviços de Federação do Active Directory (AD FS)
http://technet.microsoft.com/pt-br/library/cc772313(WS.10).aspx
Função Serviços de Certificado do Active Directory (AD CS)
http://technet.microsoft.com/pt-br/library/cc753254(WS.10).aspx
Dynamic Host Configuration Protocol - DHCP
http://technet.microsoft.com/pt-br/library/cc778368(v=WS.10).aspx
Domain Name System – DNS
http://technet.microsoft.com/pt-br/library/cc779380(v=WS.10).aspx
http://www.tiespecialistas.com.br/2012/09/dns-e-windows-server-2008/

Fonte: Microsoft TechNet

DNS e Windows Server 2008

Publicado por Alex Silva  /   18 de setembro de 2012  /   Em Tecnologia, TI Corporativa  /   1 Comentário

Neste artigo pretendo percorrer pelos principais aspectos de um servidor DNS, explanar como funciona uma consulta DNS e o conceito de Zona.

Para começar, a sigla DNS quer dizer Domain Name System ou Sistema de Nome de Domínio, Ele é o responsável por resolver nomes num ambiente de rede, sem ele utilizar a internet não seria tão fácil, pois acessar http://207.46.198.248 não é a mesma coisa que http://www.technet.com, por exemplo. Basicamente DNS é o responsável por converter endereços IP em Nomes e Nomes em IP e como ele á uma tecnologia projetada para o gerenciamento de nomes na internet, ele é uma das tecnologias contidas no Windows Server 2008 e isto permite estender a autoridade de sua rede interna ao mundo externo.  Um termo usado constantemente é AD DS (Active Dirtectory Domain Services)  em português, Serviços de Domínio do Active Directory que no Windows Server® 2008 armazena informações sobre usuários, computadores e outros dispositivos existentes na rede.

Entendendo o conceito de Zona

As zonas são contêineres que armazenam informações de nome sobre um ou mais domínios DNS, e essas informações estão na forma de registros.

Para cada nome de domínio DNS incluído em uma zona, a zona se tornará a fonte autoritativa de informações sobre esse domínio. De forma bem simples, o autoritativo é responsável por manter os mapas referentes a uma zona local e responder as requisições vindas das máquinas que precisarem resolver nomes de domínio da zona sobre a qual este servidor tem autoridade.

Existe a possibilidade de integração do DNS com o AD (Active Diretory) que é um serviço de diretório nas redes Windows. Este serviço de diretório é um conjunto de Atributos sobre recursos e serviços existentes na rede. Isso significa que é uma maneira de organizar e simplificar o acesso aos recursos de sua rede de forma centralizada. Portanto, caso o servidor DNS seja um também um Controlador de Domínio o mesmo poderá ser integrado ao AD assim teremos o que é conhecido por Zona Integrada ao Active Directory.  O Windows Server 2008 suporta três tipos de zona. Que são conhecidas como Zona Primária, Secundária e Stub.

Zona primária

Quando a zona que este servidor DNS hospeda é uma zona primária, o servidor DNS é a fonte primária de informações sobre esta zona e ele armazena a cópia mestra dos dados da zona em um arquivo local ou no AD DS. Esta zona permite escrita/leitura de informações.

Zona secundária

Quando a zona que este servidor DNS hospeda é uma zona secundária, este servidor DNS é a fonte secundária de informações sobre esta zona. A zona neste servidor precisa ser obtida de outro computador servidor DNS remoto que também hospede a zona.

Zona de stub

Quando a zona que este servidor DNS hospeda é uma zona de stub, este servidor DNS é a fonte somente de informações sobre os servidores de nomes autoritativos desta zona. Este servidor DNS precisa ter acesso à rede do servidor DNS remoto para copiar as informações de servidor de nomes autoritativos sobre a zona. “Uma zona de stub é uma cópia de uma zona que contém apenas os registros de recursos necessários para identificar o Sistema de Nomes de autoridade de domínio (DNS) servidores para essa zona. A stub zone is used to resolve names between separate DNS namespaces. Uma zona de stub é usado para resolver nomes entre espaços para nome separados DNS. This type of resolution may be necessary when a corporate merger requires that the DNS servers for two separate DNS namespaces resolve names for clients in both namespaces. Este tipo de resolução pode ser necessária quando uma fusão corporativa exige que os servidores DNS de dois espaços para nome de DNS separados resolvam nomes para clientes em ambos os namespace. Namespace contém todas as informações necessárias para os clientes pesquisarem qualquer nome.

Compreendendo o DNS 

Acredito que uma das primeiras coisas a se entender ao trabalhar com o DNS é como ele funciona para resolver um nome. É preciso lembrar que o DNS conta com uma hierarquia de servidores porque um servidor de DNS não pode manter todos os possíveis registros de nome dentro dele mesmo. É por isso que o serviço de DNS conta com referências de nome para realizar a resolução de nomes.

Entendendo o processo de resolução de nomes: 

  1. Você tenta pesquisar uma página Web no site do Technet por exemplo. Para isto você digita no  browser http://technet.microsoft.com  e pressiona enter. A partir daqui começa o processo de resolução de nome.
  2. O seu computador envia uma solicitação ao servidor DNS local ou pelo menos a um dos servidores listados nas definições de configuração de IP de sua máquina.
  3. Uma solicitação é então enviada ao primeiro servidor de nomes (chamado “servidor de nome primário”). Se este possuir o registro no cache, envia-o à aplicação, caso contrário interroga um servidor raiz que neste caso, corresponde ao TLD “.com”). O servidor de nome raiz reenvia uma lista de servidores de nomes que têm autoridade sobre o  domínio.
  4. O servidor de nomes .com é a autoridade para todos os nomes que terminem com sufixo .com. Assim sendo ele conhece a localização de todos servidores DNS que são autoridades  finais para qualquer nome terminado em .com, nesse caso, ele envia a solicitação ao servidor DNS que é autoritativo sobre o nome Microsoft.com.
  5. Aqui o servidor DNS para Microsoft.com envia o endereço IP que corresponde à página solicitada ao computador cliente.
  6. Nesta etapa o cliente utiliza o endereço IP para solicitar a página.
  7. Por fim, se a página ainda   não estiver no cache local do provedor de internet, ele solicita a página  real e a envia ao cliente.

Conclusão

Este processo de resolução de nomes ocorre em segundos e a página web aparece quase que instantaneamente, claro que isto depende da velocidade da conexão e da carga atual do servidor solicitado. A barra de progresso na parte inferior da página indica exatamente isto. É preciso lembrar que neste processo está incluso o download de conteúdo da página pesquisada, como imagens e texto para o computador, que serve para fazer cache local para futuras pesquisas desta máquina a este mesmo endereço. E este processo independe da resolução do nome por parte do Servidor DNS.

Fonte de Pesquisa: Microsoft Technet

Recursos do Windows Server 8

Publicado por Alex Silva  /   13 de abril de 2012  /   Em Cloud Computing, Tecnologia, TI Corporativa  /   Nenhum comentário

O tão esperado Windows Server 8 parece que vem para agregar ainda mais qualidade, a Microsoft tem demonstrado que este será não apenas mais um lançamento de uma plataforma, mas será uma plataforma diferenciada e que trará novos recursos.

A Microsoft afirma que há 300 recursos novos e melhorados no Windows Server 8. É difícil citar uma característica do Windows Server que não tenha sido mexido, simplificada, ou totalmente renovada.

Gostaria de citar aqui apenas 5 recursos:

1 – Gerenciamento de vários servidores

Server Manager não só recebe um face-lift no Windows Server 8, vestindo o olhar Metro Clean, mas abre o horizonte de gestão para o ambiente do servidor inteiro. Em novos servidores (física ou virtual) para gerenciar através do Active Directory ou de pesquisa de DNS, o Server Manager irá inventariar o servidor e adicionar um novo ladrilho ao painel exibindo seu estado.

2 – Implantação de servidor

Windows Server herda oito assistentes do Windows Server 2008 para instalar funções e recursos, mas combina-os de que a Microsoft chama de “implantação baseada em cenários.” Instalação pode direcionar máquinas locais, máquinas remotas, ou discos rígidos virtuais, com a implantação de várias máquinas automatizadas através cmdlets Powershell, APIs WMI, e “fluxos de trabalho”.  Você pode até mesmo instalar o servidor completo sem a Shell gráfica, pois os servidores reais não têm GUIs.

3 – Gerenciamento de endereços IP

As probabilidades são que você está usando uma planilha para rastrear suas alocações de endereços IP, e isso não é muito divertido. O Windows Server 8 introduz um “full-featured” gerenciador de endereço IP que combina a descoberta de rede, alocação de endereços estático e dinâmico, DNS e DHCP monitoramento e recursos de auditoria de rede em um único lugar. Log de endereço real de uso, identificando conflitos, cruzamento com o inventário de hardware e oferecendo uma trilha de auditoria de todas as alterações, o IP do “Windows Management Center” E vai muito além de manutenção de registros.

4 – Controle de acesso dinâmico

O modelo atual de pasta-centric para controle de acesso faz com que seja muito fácil para permissões ficar ilegível – e auditoria não é legal. Controle dinâmico de acesso não substitui o arquivo atual e permissões de pasta, mas permite que políticas de camada global e controles de acesso baseados em reivindicações. Por exemplo, você pode criar uma regra para garantir que apenas os membros do grupo financeiro possam acessar arquivos do departamento de finanças e estritamente a partir de um dispositivo gerenciado – e esta regra poderia ser aplicada por todos os servidores Windows Server 8.

5 – Grandes grupos do Hyper-V

Windows Server 8 aprimoriou ainda mais essa questão de virtualização e conta com suporte para até 63 hosts e 4.000 máquinas virtuais por cluster. Fazendo-se os números brutos é uma série de características que melhoram o desempenho, gerenciamento, disponibilidade e segurança em grandes ambientes: cluster-aware patching, pools de recursos de armazenamento, provisionamento, armazenamento para transferências de dados, criptografia Bitlocker para volumes de cluster, a deduplicação de dados e migração de armazenamento ao vivo. Enfim, uma séries de coisas bacanas para adentramos no mundo da virtualização.

Certamente muita coisa nova vem por aí, afinal vivemos numa era de constantes mudanças e evolução tecnológica, como podemos ver a questão da virtualização tem um peso muito grande em nossos dias e a Microsoft demonstra que entrou na briga e para isso tem disponibilizado cada mais recursos que integre ao Hyper-v. Espero poder divulgar novos recursos nos próximos artigos.

Fonte de pesquisa: Microsoft, Brian Chee e Doug Dineley da http://www.infoworld.com

Nuvem & Windows Intune

Publicado por Alex Silva  /   28 de novembro de 2011  /   Em Cloud Computing, Redes & Telecom, Tecnologia, TI Corporativa  /   Nenhum comentário

Muito se fala em Nuvem nos dias atuais, existem aqueles que afirmam que algo que fora anunciado como o futuro da Tecnologia já é uma realidade, ou seja, o presente. Pois bem, não se pode negar que grandes empresas do setor já se movimentam para este cenário que parece cada vez mais inevitável.

Tive o privilégio de ouvir Wagner Moll numa palestra realizada nos Auditórios da Microsoft em São Paulo, num evento realizado no dia 25/11 para parceiros, onde se tratava dos desafios para esta mudança de paradigmas no que diz respeito a TI na sua forma tradicional x  TI na nuvem.

Mas o que achei interessante nesta palestra foi o fato dele ter abordado que ainda há muito espaço para se trabalhar na questão de infraestrutura física. No entanto, não devemos desprezar o fato de que a Nuvem já é uma realidade e por isso os trabalhos para essa “migração” devem ao menos ser considerados e um plano de ação para essa mudança de negócio ou transformação precisa ser elaborado e posto em prática, mesmo que com a devida cautela.

Vale lembrar que o conceito Nuvem não esta ligado a um modismo e sim a uma realidade, é algo como um Tsunami, afirma Wagner Moll que sem sombra de dúvidas é alguém muito qualificado e com grande experiência para fazer tal afirmação.

Diante deste cenário vejo no Brasil um celeiro de oportunidades no que diz respeito a projetos que envolvam a Nuvem.

Neste mesmo dia pude acompanhar uma outra apresentação que tratava do Windows Intune e seus benefícios numa apresentação que contou com a participação de Renato Citrini e Márcio Bulhões ambos da Microsoft.

Pude perceber que esta é uma ferramenta que ajudará e muito aos administradores de rede, além de proporcionar novos serviços ligados ao suporte e gerenciamento de uma forma centralizada. A Microsoft demonstra assim que de fato aderiu uma estratégia voltada para Nuvem com ferramentas como o Office 365 e Windows Intune.

Mas o que é o Windows Intune?

Vou aqui utilizar uma definição dada por Danilo Bordini em seu blog. “ O Windows Intune é uma solução que chamamos de SaaS (Software como Serviço), ou seja, é como se fosse uma assinatura, onde o cliente paga apenas pelos dispositivos gerenciados, e o melhor, sem a necessidade de criar grandes implementações ou configurações complexas.”

Destinado a empresas de pequeno e médio porte, o Windows Intune é parte da estratégia na nuvem adotada pela Microsoft.

O bom é que o gerenciamento fica centralizado e este pode ser feito através de uma interface Web, e alcança inclusive computadores fora da rede corporativa, via Internet  basta que um aplicativo-cliente seja instalado nessas máquinas.

A partir dele os administradores podem gerenciar o deployment de atualizações do Windows, proteger as máquinas de malware mesma tecnologia do Security Essentials e Forefront, monitora PCs proativamente, prover assistência remota, invetariar hardware e software e definir políticas de segurança.

A seguir segue uma imagem de sua interface.

O que posso dizer é que saí deste encontro com uma boa impressão acerca dos produtos voltados para a Nuvem, bem como a forma que a Microsoft tem se posicionado quanto a isto.

Agora acredito que podemos partir para o modo pró-ativo e assim não ser apenas reativos no que diz respeito a implementação de soluções voltadas para a Nuvem, sem se esquecer que ainda há muito por se fazer naquilo que podemos chamar de modelo tradicional dos projetos de TI.

Parabéns a Microsoft pelo evento e iniciativa.

Fontes: Microsoft, Danilo Bordini e Rodrigo Ghedin

Administração remota do A.D com Windows PowerShell

Publicado por Alex Silva  /   24 de outubro de 2011  /   Em Tecnologia, TI Corporativa  /   Nenhum comentário

Nem todo mundo gosta de utilizar o PowerShell, eu particularmente não sou muito fã, mas ele tem lá suas praticidades e importância, além de poder ser muito útil no dia-a-dia.

Recentemente estava buscando maiores informações sobre como explorar esta importante ferramenta para melhorar digamos assim a administração remota do A.D (Active Directory).

Encontrei diversos materiais em inglês, então resolvi adaptá-los de modo a compartilhar esta informação em português para ajudar da melhor maneira possível. Vamos lá.

O Windows Server 2008 R2 instala automaticamente o módulo do Active Directory para o Windows PowerShell e Active Directory Administrative Center quando você adicionar o Active Directory Domain Services (AD DS) ou o Active Directory Lightweight Directory Services (AD LDS). Quando você promove o servidor a um controlador de domínio AD DS ou criar uma instância do AD LDS, o sistema instala e ativa Active Directory Services Web, que é tudo que você precisa para gerenciar o Active Directory usando o Windows PowerShell no mesmo computador.

No entanto, os administradores, muitas vezes desejam gerenciar o Active Directory a partir de outro computador em um local remoto, e você pode fazê-lo com o Módulo de Active Directory e ADAC, enquanto você estiver executando o Windows Server 2008 R2 ou Windows 7 no computador remoto.

Para gerenciar AD DS ou AD LDS de um computador executando o Windows Server 2008 R2 que não é um AD DS controlador de domínio e que não hospeda uma instância do AD LDS, você deve instalar o módulo do Active Directory para o Windows PowerShell e (opcionalmente) o ADAC módulo, usando o Assistente para Adicionar Recursos, acessível no Server Manager ou Initial Configuration Tasks window. Se preferir, você também pode instalar os recursos usando cmdlets do Windows PowerShell ou a ferramenta de linha de comando Servercmd.exe.

* Instale o Remote Server Administration Tools com Add Features Wizard;

O Módulo do Active Directory para o Windows PowerShell e o ADAC fazem parte dos recursos de administração remota do Servidor, que você pode adicionar como um todo ou selecionando os módulos individuais. Ambos os módulos requerem que você instale o. NET Framework 3.5.1 e para instalar ADAC, você também deve instalar o módulo do Active Directory para o Windows PowerShell e AD DS Snap-Ins e Command-Line Tools features.

Note-se que o seu servidor deve ser um membro de um domínio do AD DS com pelo menos um controlador de domínio Windows Server 2008 R2.

* Instale o Remote Server Administration Tools via PowerShell;

Você também pode instalar o Remote Server Administration Tools feature a partir do prompt do Windows PowerShell, usando os recursos fornecidos no módulo ServerManager.

Primeiro, abra uma sessão do Windows PowerShell com privilégios elevados. Você pode fazer isso clicando no atalho e selecione Executar como Administrador.

Agora use o seguinte comando para importar o módulo ServerManager:

Import-Module ServerManager

Depois de ter feito isso, você pode instalar os recursos individuais por nome usando o cmdlet Add-WindowsFeature. Para exibir uma lista de IDs de comando para todas as funções e recursos disponíveis para a instalação, use este comando:

Get-WindowsFeature

Você pode então usar o seguinte comando para instalar o módulo do Active Directory para o Windows PowerShell e características ADAC:

Add-WindowsFeature RSAT-AD-PowerShell, RSAT-AD-AdminCenter

O cmdlet instala automaticamente todos os elementos dependentes que as duas funções exigem.

* Instale o Remote Server Administration Tools com Servercmd.exe;

Você pode usar as IDs de comando mesmo para instalar os recursos a partir de um padrão (não-Windows PowerShell) prompt de comando, embora este método tenha sido preterido em favor do Windows PowerShell. Por este método, você mais uma vez deve abrir a sessão de prompt de comando com privilégios elevados. Em seguida, execute os seguintes comandos individualmente:

Servercmd.exe instalar RSAT-AD-PowerShell
Servercmd.exe instalar RSAT-AD-AdminCenter

* Instale o Remote Server Administration Tools no Windows 7;

Você pode gerenciar seus recursos do Active Directory no Windows 7 a partir de uma estação de trabalho, mas primeiro você deve baixar e instalar o Remote Server Administration Tools for Windows 7. Depois de instalar o pacote, você deve abrir o Painel de Controle -> Programas, selecione Ativar Recursos Windows ativar ou desativar e marque as caixas de seleção apropriadas sob Remote Server Administration Tools.
Todas essas formas podem ajudá-lo a otimizar sua administração do A.D no dia-a-dia, isto fica até mais prático. Qualquer dúvida estou a disposição.

Fonte: Matt Graven (Microsoft)

A rotina de um Analista de Suporte

Publicado por Alex Silva  /   2 de setembro de 2011  /   Em Carreira, Tecnologia, TI Corporativa  /   6 Comentários

Depois de um tempo de férias, voltei!

E gostaria de compartilhar algo que acredito ser uma triste realidade em nosso país. O dia-a-dia de um Analista de Suporte.

Não é muito difícil de encontrar Analistas de Suporte em situações de estresse elevado. Primeiro porque vivemos em uma cultura que insiste em taxar TI como custo e não como investimento e neste custo esta incluso o bom profissional, ou seja, especialista de TI é visto como custo também.

E segundo porque a falta de investimento incentiva a “desqualificação” profissional, ou seja, não estimula a busca por capacitação.

Diante deste cenário percebo que o que se quer não é um especialista em TI, e sim um “mágico” que execute o impossível a “custo zero”. Vou relatar alguns exemplos que já presenciei em meus mais de 12 anos de experiência;

1- PC como Servidor;

A primeira das coisas absurdas que já vi é esta, colocam um PC como “Servidor” e querem que o desempenho, segurança e disponibilidade sejam de alto nível. Impossível, por uma série de questões que envolvem desde arquitetura de hardware à segurança e mais algumas coisas que só um Servidor de verdade pode oferecer.

2- Sistemas operacionais não licenciados;

Outro ponto chave, Softwares sem licenciamento, além de crime, há um agravante pelo fato de não virem de fontes oficiais. Não se tem o suporte devido, sem falar da falta de atualizações que podem por uma rede em risco, querem um exemplo, o vírus Conficker que atormentou muitos analistas e empresas e que poderia entre outras práticas ser evitado baixando uma atualização de S.O. Sistema operacional devidamente licenciado e atualizado também tem a ver com segurança.

3- Falta de Backup;

Já ouviram a expressão, “só sentimos falta daquilo que um dia perdemos”, ou “só damos valor para o que já perdemos?” Pois é, isto exemplifica a questão dos backups em empresas deste tipo, é mais ou menos assim, “dá um jeito aí porque esta solução de backup é um custo muito alto” Quando se perde dados importantes do negócio, coitado do cara do TI, vai ter que operar um milagre.

4- Puxadinho de rede e salada mista;

É bem esta a expressão, a empresa começa a crescer a conquistar novos clientes, então preciso de mais PC’s, aí vira aquela salada mista de S.O, Ferramentas como Office, Browser de Internet e Hardware, sem contar com os infinitos “puxadinhos” (cascateamentos) na rede e por conseqüência, a multiplicação das reclamações de que a rede esta lenta.

5- Antivírus e questões de segurança;

Esta é clássica, antivírus home e free em ambiente corporativo, sem falar das senhas compartilhadas e da inexistência de um firewall e qualquer política de segurança da informação. Assim sendo, segurança da informação é inexistente nestes casos. O ideal seria um antivirus corporativo e gerenciável para um controle melhor no que diz respeito à prevenção, além da implementação de um firewall e uma política de segurança bem definida.

Estas são as principais e mais presenciadas no dia-a-dia. O que quero ilustrar com isto, é que o Brasil parece ter entrado na rota da tecnologia (há um bom tempo), e que os negócios não subsistem sem TI, portanto, TI alavanca os negócios e é um verdadeiro aliado para o crescimento com qualidade.

Num primeiro momento pode parecer custo, mas a médio e longo prazo você verá os resultados, e então recorro à velha máxima da sabedoria popular que diz: “Quem planta, colhe”, e isto pode ser para mal ou para bem, vai depender de como você enxerga o TI da sua empresa. Sua empresa depende de TI, quer você queira quer não.

Um bom profissional de TI, devidamente qualificado, não é custo, é investimento humano para que a TI de sua empresa esteja sempre um passo a frente. Então, olhem para o profissional de TI com um pouco mais de respeito e carinho, pois não é fácil se capacitar, isto demanda horas e horas de estudo, além de um bom investimento financeiro e muitas vezes sacríficio dos fins de semana. A empresa que valoriza sua equipe de TI, sempre colherá bons frutos, pode ter certeza disso (e me perdoem o desabafo de um modo geral).

E finalizo me solidarizando com os “caras do TI” que sofrem diariamente da síndrome de não serem como David Copperfield (Famoso ilusionista americano) e que se sentem desprestigiados. Meu recado é, não desistam há esperança de mudanças deste triste cenário.

Motivação como combustível

Publicado por Alex Silva  /   6 de junho de 2011  /   Em Carreira, TI Corporativa  /   4 Comentários

Imaginem um veículo em ótimo estado com motor revisado e pneus novos em uma estrada longa e sem combustível, de que servirá? É com esta comparação que quero começar este artigo, vou explicar melhor. Imagine você como este veículo e esta estrada como sua carreira, conseguiu associar? Agora imagine você sem motivação nesta estrada, de que servirá?

A motivação é para nós como os combustíveis são para os veículos, ou seja, o que nos faz “andar”, o que nos leva para frente. Agora quando estamos desmotivados, significa que estamos sem combustível o que automaticamente nos deixa estagnado, sem ação alguma. Escrevi um artigo sobre a desmotivação alguns meses atrás, mas este assunto parece sempre vir a tona.

É de conhecimento de todos que o Brasil esta em crescimento e que o mercado de trabalho esta aquecido, porém ainda vejo constantes reclamações por conta da desmotivação profissional. Há poucos dias conversei com um amigo que é Analista de Sistemas com um bom salário, no entanto ele me disse estar completamente desanimado e desmotivado com seu emprego atual, e que pensa em buscar novos desafios.

Perguntei porque ele estava desmotivado, e a resposta foi a seguinte:

- Minha empresa não tem uma política clara de cargos e salários;

- Não tenho perspectivas de crescimento;

- Não há meritocracia;

- Meu gestor não sabe lidar com a equipe;

- Não me sinto valorizado.

Percebam que o salário não é o fator fundamental na hora de se motivar um funcionário, é preciso uma série de outras coisas que se complementam. A motivação nos alimenta, ou seja, ela é nosso combustível nessa estrada chamada, carreira.

Uma pesquisa realizada recente por uma consultoria especializada em gestão de carreira Right Management definiu que a motivação dos profissionais é a chave do sucesso para as empresas. Após consultar cerca de 30 mil pessoas de 15 países, sendo 100 delas brasileiras, o levantamento detectou que pessoas motivadas são 50% mais produtivas, ou seja, produzem o dobro de alguém desmotivado.

Também na lista de fatores que deixam os profissionais motivados aparece a questão de entender exatamente o que a empresa espera do trabalho dos profissionais e compreender como pode contribuir para atender às demandas dos clientes.

E para quem pensa ainda que basta pagar bem para garantir a motivação do funcionário, a questão da remuneração, por sua vez, aparece em sexto lugar no ranking de comportamentos que influenciam a motivação dos profissionais, segundo a pesquisa.

Fica assim evidente que a motivação é o que move não apenas o funcionário, mas também a empresa, enquanto muitas empresas ainda pensam de forma retrógrada (Lucro acima de qualquer coisa), algumas parecem que entenderam que há outras possibilidades de se chegar ao objetivo, e essas tem alcançado o sucesso, por terem colaboradores motivados e que desejam o crescimento da empresa como um todo.

Veja o que mais a pesquisa constatou:

Ranking dos dez principais impulsionadores globais da motivação, segundo pesquisa da Right Management:

  1. Estou comprometido com os valores básicos da minha organização.
  2. Nossos clientes valorizam muito nossos produtos e serviços.
  3. Minhas opiniões são levadas em consideração.
  4. Entendo perfeitamente o que é esperado de mim no trabalho.
  5. Compreendo como posso contribuir para atender às necessidades de nossos clientes.
  6. Fui recompensado com justiça (salário compatível).
  7. Os líderes valorizam os funcionários.
  8. Todos são tratados com respeito no trabalho, não importando quem sejam.
  9. Consigo me concentrar no que faço quando estou no local de trabalho.
  10. Meus objetivos pessoais no trabalho estão relacionados com o plano de negócios de minha área.

Em contrapartida outra pesquisa realizada pela Cia de Talentos, apontou os principais motivos que levam funcionários a quererem deixar o emprego:

As três razões mais importantes e de maiores destaque para se deixar uma empresa são:

- Ambiente de trabalho ruim (27%);

- Pouco desenvolvimento profissional (16%) e;

- Baixa qualidade de vida (11%);

Por que outra razão, investimos tempo e dinheiro com faculdade, pós-graduação, cursos de especialização, certificações, inglês entre outras coisas? Acredito que fazemos tudo isso em busca de crescimento e valorização pessoal e profissional, na busca por uma carreira sólida e por fim um bom salário alinhado com qualidade de vida.

Tenho plena consciência de que não existe a “empresa perfeita”, pois elas são constituídas de seres humanos e cada ser humano tem uma forma de ser e agir, mas digo que pode haver sim, empresas que valorizem a gestão humana, mais do que a busca frenética por lucros acima de tudo. Empresas com políticas claras de cargos e salários, políticas de promoções internas, meritocracia e benefícios que complementam a remuneração e que buscam manter seus colaboradores motivados, porque entenderam que um colaborador motivado rende mais, o que ajuda assim a alcançar as metas de lucro, só que de uma maneira menos danosa.

Quando estamos desmotivados, produzimos menos, ficamos estagnados, e o pior de tudo é que em alguns casos se afeta até nossa saúde. Me lembro de uma frase que ouvi certa vez de um cardiologista muito experiente e amigo do meu avô, ele me disse o seguinte quando eu tinha 16 anos; “O trabalho deve ser um meio de se ganhar a vida com alegria, não de se antecipar a morte com a angústia”. Frase forte, mas que infelizmente às vezes é a realidade para alguns.

O único conselho que dou é, continue buscando, se aperfeiçoando, sendo um excelente profissional e se for preciso busque ajuda caso sua saúde já tenha sido afetada e por fim, acredite por que somos brasileiros e não desistimos nunca.

Às empresas digo, valorize o lado humano e percebam que há outras formas de se chegar aos lucros sem agirem como nos tempos da escravatura.

Pergunto, você ainda tem combustível para ir mais longe?

 

* Fontes de pesquisa:

- Pauline Machado – Liderança Online.

- Portal do Aprendiz (UOL).

Webwriting

Publicado por Alex Silva  /   16 de maio de 2011  /   Em Tecnologia, TI Corporativa  /   3 Comentários

A constante evolução da internet, bem como o uso de mídias sociais que, aliás, se proliferam a cada dia, tem trazido ao mercado cada vez mais possibilidades e oportunidades, além de técnicas e ferramentas. Uma delas, por exemplo, é o webwriting.

Mas o que é webwriting?

É um conjunto de técnicas que auxiliam na distribuição de conteúdo informativo em ambientes digitais.

Esta distribuição se dá, por exemplo, pelas diversas camadas de um site, sendo a primeira camada a primeira página e, a segunda camada, as páginas que surgem a partir dos itens do menu principal  e assim por diante, segundo Bruno Rodrigues em Webinsider.

Quem deu a devida importância ao estudo da informação para a mídia digital foi Jakob Nielsen, mais conhecido pela ciência que ajudou a desenvolver, a usabilidade.

Foi Jakob Nielsen que, em março de 1997, publicou em seu site http://www.useit.com o resultado da aplicação de testes voltados para o comportamento do texto no ambiente online. Ao provar que o usuário exige uma boa formatação de texto para a web, ele chamou a atenção para a necessidade do estudo e dedicação à área da informação digital.

Outra pessoa importante neste processo é Crawford Kilian, autor do livro “Writing for the Web”, lançado em 1998, que é considerado o “norte” do webwriting. Desde então, muitos outros profissionais acompanharam a evolução do webwriting.

Quem trabalha com webwriting não fica preso à escrita. Pelo contrário ele se utiliza dos diversos recursos e tecnologias que a rede oferece.

O grande diferencial para quem distribui conteúdo pela internet, está nesta liberdade de escolha. Que vai desde qual plataforma divulgar o conteúdo (site, blogs etc…) à utilização ou não de determinados recursos como: imagens, áudio e diferentes tipos de linguagem. Esta é sem dúvidas a causa do sucesso da Internet e de sua crescente utilização e expansão.

Podemos dizer que o webwriting está em evolução. E a ampliação dos horizontes de trabalho traz ao webwriter novas áreas de conhecimento e de atuação.

Escrever e produzir conteúdo para a internet e mídias sociais, os principais meios de atuação do webwriter hoje, exige muito mais do que “apenas” articular bem as idéias. Na verdade, “escrever bem” é a menos importante das habilidades que um webwriter precisa ter. Antes de qualquer coisa, um bom conteúdo é aquele que gera tráfego, interação, atenção.

Um exemplo é a busca do Google. O Google dispõe de uma grande variedade de ferramentas para marketing de busca e otimização de sites; a mais básica delas é a própria busca, destaca Ian Castro do Blog Intermídias.

Definitivamente a internet é um mar de oportunidades e possibilidades, e aqueles que estiverem atentos a isto, certamente terão muito que fazer.

Fontes de pesquisa: Webinsider, Blog Intermídias e Webwriting Blog.

Virtualização com Hyper-V Microsoft

Publicado por Alex Silva  /   3 de maio de 2011  /   Em Cloud Computing, Tecnologia, TI Corporativa  /   3 Comentários

Virtualização não é algo novo, já existe a algum tempo no mercado, porém tem ganhado força nos últimos anos por uma série de fatores, entre eles a economia e sua forte ligação com a Ti Verde, além de oferecer novos recursos para quem o adota. A Microsoft então decidiu entrar de vez neste mercado cada vez mais crescente e lançou o Hyper-V no Windows Server 2008.

Mas o que é Hyper-V?

De acordo com a própria Microsoft, o Hyper-V do Windows Server 2008 é o recurso de virtualização baseado em hipervisor incluso como uma função do Windows Server 2008. Ele contém tudo o que é necessário para suportar a virtualização de máquinas. O Hyper-V permite que as organizações de TI reduzam custos, melhorem a utilização do servidor e crie uma infraestrutura de TI mais dinâmica.

Além disso, o Hyper-V fornece maior flexibilidade devido às capacidades dinâmicas, confiáveis e escalonáveis de plataforma combinadas com um único conjunto de ferramentas integradas de gerenciamento para gerenciar recursos físicos e virtuais, permitindo, assim, a criação de um datacenter ágil e dinâmico e a obtenção de progressos por meio de sistemas dinâmicos de autogerenciamento.

Arquitetura do Hyper-V

Arquitetura do Hyper-V

Por ser baseado em hipervisor, o Hyper-V é apenas uma pequena camada de programa entre o hardware e as máquinas virtuais que gerencia todo o acesso aos recursos físicos, sem perdas significativas de desempenho.

O Hyper-V é baseado em partições lógicas que são isoladas umas das outras. É necessário ter pelo menos uma partição pai que possui acesso privilegiado e direto aos recursos físicos, capaz de criar partições filhas. Estas por sua vez, não possuem acesso direto aos recursos físícos e não controlam interrupções reais, possuindo apenas uma visão virtual dos recursos.

Gostaria de apresentar pelo menos 05 motivos para o uso desta tecnologia, conforme segue abaixo:

1 – Tenha alta disponibilidade com um custo menor;

Se valendo dos recursos de cluster das edições Windows Server 2008 Enterprise e Datacenter, o Hyper-V suporta alta disponibilidade para as máquinas virtuais, os recursos de balanceamento de carga de rede e clustering suportam o aumento da disponibilidade, reduzindo a indisponibilidade planejada e não planejada e ajudando a melhorar a continuidade dos negócios, o que é muito importante, uma vez que uma tecnologia sempre é implementada visando a melhoria dos negócios.

2 – Consolide e reduza custos de Infraestrutura;

Ao consolidar múltiplas cargas de trabalho em uma única plataforma de hardware, sua empresa reduzirá custos com equipamentos, consumo elétrico e espaço físico. As políticas de licenciamento flexíveis de virtualização permitem que as organizações implantem uma solução de consolidação que atenda melhor as suas necessidades. Aqui estamos também falando de Ti Verde, vale lembrar que em tempos onde se fala em sustentabilidade, apagões no setor elétrico, economia de energia sempre é bem vinda, esta é uma forma de colaborarmos com um mundo sustentável.

3 – Minimize o tempo de indisponibilidade com uma migração rápida e eficaz;

Indisponibilidade é uma palavra que não é bem vista no mundo dos negócios. O Hyper-V permite que você migre rapidamente uma máquina virtual em execução de um sistema de hospedagem física para outro, com o tempo de indisponibilidade mínimo. O que pode ser um ponto a favor desta tecnologia.

4 – Segurança e a confiabilidade;

Segurança faz parte do dia-a-dia do mundo corporativo, ter uma ferramenta que me proporcione segurança e confiabilidade é um fator muito importante para os negócios. A arquitetura de hypervisor micro-kernelizado do Hyper-V foi projetada para minimizar a superfície de ataque e aumentar a segurança, particularmente no Hyper-V com uma função de núcleo do servidor. O Hypervisor não contém drivers de dispositivos ou código de terceiros, promovendo uma base mais estável, leve e segura para execução das máquinas virtuais, especialmente quando comparada às plataformas de virtualização baseadas em um hypervisor monolítico.

5 – Reduza o tempo de suporte com um gerenciamento integrado;

Com o Hyper-V, você não precisa criar uma infraestrutura de gerenciamento separada para o seu ambiente virtual. O Hyper-V foi projetado para ter uma ótima integração com as ferramentas de gerenciamento da Microsoft, como o System Center Virtual Machine Manager (SCVMM) e o System Center Operations Manager (SCOM), e ainda ferramentas de gerenciamento de terceiros. Isso permite que você gerencie todos os recursos físicos e virtuais através de um único console.

É preciso entender que o mundo caminha a passos largos para inovações tecnológicas que proporcionarão um ambiente cada vez mais virtual, com isso surgirão novas ferramentas, por isso não podemos nos isolar, é preciso acompanhar esta evolução.

Fontes: Microsoft e Sisnema.

Por que Usar Exchange 2010 ?

Publicado por Alex Silva  /   20 de abril de 2011  /   Em Tecnologia, TI Corporativa  /   1 Comentário

A crescente demanda no uso do Microsoft Outlook bem como Microsoft Exchange Server 2010, tem se dado por conta das funcionalidades existentes que ampliam ainda mais a eficácia de se gerenciar um ambiente de mensagens eletrônicas, principal meio de comunicação de uma Empresa.

A busca incessante por integração e obtenção de dados que possam proporcionar uma melhor tomada de decisões e com ações estratégicas passa necessariamente por TI e na forma como esses dados são coletados e tratados. Todos sabemos que o email é uma peça fundamental de relacionamento no mundo corporativo, além de ser um importante receptador de dados e também por estreitar a aproximação entre parceiros de negócios.

E isto tem deixado as empresas ansiosas para uma migração de suas aplicações, muitas delas têm migrado por encontrar nessas ferramentas muito mais recursos, além de serem de fácil integração, o que facilita e muito o seu gerenciamento.

A constante pressão para o aperfeiçoamento da área de TI com redução nos custos, tem exigido ousadia e inteligência dos gestores. Isso significa investimento em soluções que represente uma escolha acertada e eficaz e que traga produtividade para a empresa, ou seja, modernizar de forma econômica e inteligente.  Mostrarei apenas alguns dos motivos pelos quais o Exchange tem ganhado força. Conforme segue:

  1. O Exchange Server 2010 proporciona; Flexibilidade na adaptação da implantação com base nas necessidades da empresa de uma forma simplificada, mantendo o e-mail continuamente disponível a seus usuários.
  2. O Exchange Server 2010 oferece; A escolha de uma variedade de hardware de armazenamento maior que a de qualquer outra solução, que vai de redes SAN tradicionais a Direct Attached Storage (DAS). Na última versão, a inovação continuada no banco de dados de caixa de correio do Exchange significa experimentar uma redução de 50% em IOPS (Entrada/Saída Por Segundo) do disco sobre o Exchange Server 2007 e maior resistência contra corrupção de dados.
  3. Redução no custo de implantação; O Exchange Server 2010 ajuda a reduzir custos, abordando os requisitos de infraestruturas comuns, tais como backup e arquivamento de e-mail, acesso a e-mail móvel e mensagens de voz, sem necessidade de ferramentas de terceiros.
  4. Administração mais fácil e tranquila; O Exchange Server 2010 fornece novas capacidades de autoatendimento para ajudar os usuários a executar tarefas comuns sem chamar o help desk.
  5. Redução do risco de malware e spam; O Exchange Server 2010 ajuda a proteger ativamente as suas comunicações através de defesas contra o lixo eletrônico, além de incluir a capacidade de interceptar, moderar, criptografar e bloquear e-mails mais eficientemente, bem como oferecer suporte há uma variedade de produtos de segurança de terceiros.

Enfim, estas são apenas algumas das razões que tem levado empresas a optarem por migrar para o Exchange Server 2010. Existem muitas outras funcionalidades que o tornam bem mais completo e atraente se comparado a outras ferramentas.

Foram estes os motivos que levaram a diretoria da empresa a optarem pela implantação do Microsoft Exchange Server 2010, afirma Igor Marchezetti Coordenador de Infraestrutura. 

Vale destacar que a migração ocorreu de forma tranquila não acarretando problemas para a operação da empresa. Houve também uma fácil adaptação por parte dos usuários o que nos proporcionou resultados satisfatórios, superando nossas expectativas, completa Igor.

Sabemos que a informação é de grande valor para as empresas, e em contrapartida existe a preocupação com a segurança dessas informações, o que tem levado a investimentos para garantir esta segurança efetivamente. E na questão das mensagens eletrônicas não é diferente, pois esta muitas vezes é o maior canal de troca de informações dentro de uma empresa, por isso deve-se ter o cuidado com a escolha do seu serviço de mensagens eletrônicas, ressaltando que o email muitas vezes integrará com outras ferramentas visando aumentar e garantir a segurança dessas mensagens.

* Para este artigo contei com a colaboração de Igor Marchezetti, coordenador de infraestrutura.

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