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O CSC na prática

publicado por Peterson Pais

Figura - O CSC na práticaA pressão pela redução de custos dentro das empresas sempre existiu. Mas, em períodos de economia instável, ela é ainda maior e a busca pela eficiência torna-se foco principal. O Centro de Serviços Compartilhados pode ser um grande aliado nestes momentos. É uma unidade da companhia focada na prestação de serviços de atendimento aos clientes internos. Ou seja, tudo aquilo que não for o core business da empresa é tratado pelo CSC – processos financeiros, processos de RH ou compras corporativas, por exemplo.

O objetivo central do CSC é padronizar os procedimentos para melhorar as entregas e, consequentemente, aumentar a produtividade da organização como um todo. Os motivos para apostar nesse modelo vão muito além da redução de custos, existe ainda o benefício do conhecimento compartilhado. Veja o caso do setor de Compras, por exemplo. As áreas das empresas demandam a aquisição de diferentes produtos e serviços e, nem sempre, a compra é feita de forma unificada e estruturada. Ao manter essa atribuição ao CSC, todas são realizadas pelo mesmo departamento e time. Logo, é possível planejar o quê e quando comprar – o que facilita a conquista de descontos e outros benefícios da aquisição em larga escala.

Manter estes centros também traz vantagens como a melhoria da gestão dos processos, aumento da governança corporativa e a concentração de atividades que são mais comuns e repetitivas. Ainda muito no campo das ideias? Vamos pensar, então, no CSC na prática. A área financeira das empresas demanda muito tempo dedicado aos processos operacionais, certo? Imagine como seria se este setor pudesse se dedicar as atividades mais estratégicas, apoiando mais o core da empresa.

Quantos não são os bancos com os quais uma única companhia tem contato? É comum que a empresa tenha conta em mais de um e isso, sem dúvidas, deixa o controle mais complexo. Como ter a visão do todo com agilidade se o time financeiro precisa acessar os extratos de todas as contas corrente? E se não há agilidade, como conseguir tomar decisões estrategicamente acertadas?

Pense no caso dos pagamentos a diversos fornecedores ou na conciliação de todos os recebíveis da companhia. A quantidade de informação que deve ser trabalhada nessas operações é absurda. Fora o tempo dedicado da equipe do financeiro à essas atividades operacionais. Por essas e outras mais é interessante pensar em manter essas tarefas do dia a dia em um CSC. Certamente os impactos positivos serão notados rapidamente.

Vale colocar tudo na balança antes de optar pelo Centro de Serviços Compartilhados. Se seus times dedicam, nem que sejam, 20% do tempo a trabalhos operacionais, o CSC já é uma boa aposta. Pense sempre que cada minuto a mais dedicado à estratégia pode refletir diretamente nos resultados da organização. E o que pode ser melhor em 2016? Então, que tal começar agora?

[Crédito da Imagem – CSC – ShutterStock]

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Peterson Pais, gerente de Marketing da Accesstage

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