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Qual Caminho Seguir? Teste vocacional? É tudo mentira?

publicado por Isabela Gayno

Figura - Teste vocacional? É tudo mentira?Ninguém está livre de não saber o que quer ou qual caminho seguir. Fazer um teste vocacional é fazer a melhor escolha?

Ignorar este artigo é ignorar o mínimo que você precisa saber para não se sentir um “Idiota”.

“O Mínimo…talvez” pois este artigo reúne, basicamente, um pouco da minha fúria entre o “ódio e o óbvio”.

Eu estava cansada de não aguentar as coisas do jeito que estavam. Acreditava que já tivesse perdido tudo, inclusive o resto da pouca paciência que restava.
Eu queria mais…. queria ganhar MUITO mais que dinheiro.

Goste-se ou não, está na hora de dar “dignidade à sua vida e aos seus sentimentos, sem jamais baratear o “ incrível poder de pensar”.

Lendo o texto de Donaldo Schüler, deparei-me com o sentido da palavra idiota pelo qual me despertou a análise e construção deste artigo, por todas as vezes me transformei em uma perfeita “idiota”.

“Idiota é quem não sai de si. Age como se nada lhe fosse dado, como se os outros só existissem para servi-lo, como se viesse dele tudo o que ele é”.

Do grego “idiótes” que significa “pessoa leiga, sem habilidade profissional”, na evolução do termo caracterizamos por pessoa ignorante, e através da psiquiatria o “idiota” é quem sofre de “idiotia”, individuo mentalmente deficiente”. No estado de idiotia profunda, o portador tem sua capacidade reduzida de pensar, essa limitação poderia ser semelhante ao coma. Um estado de inconsciência do qual a pessoa não pode ser despertada, ou seja esta limitada.

Nesse sentido, a pessoa que não “varia”, aceita se limitar? Variar é exibir aspectos novos ou diferenciados, modificar-se, alterar-se ou mudar-se!

Este artigo não é uma etiqueta e nem foi escrito para rotular qualquer linha de pensamento, muito pelo contrário, o escrevo em algumas linhas a fim de refletir ainda mais, sobre o quanto uma pessoa que acreditou ser idiota é capaz de crescer e mudar.

O que você quer ser quando crescer? Qual caminho seguir? Como você quer se sentir no futuro? Quantas vezes já nos perguntaram isso ou nós mesmos já nos perguntamos?

Mas se sua resposta variou, não tem problema, também estou sempre nessas.

Não se sinta culpado por não saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conheço não sabiam, aos vinte e cinco o que queriam fazer da vida. Alguns aos setenta e poucos, mais interessantes e mais sábios ainda não sabem..

São muitas opções, muitas informações, muitas variáveis a serem analisadas.

Muitas pessoas se definem por seus diplomas, por seus empregos passados e por sua profissão atual, mas não pelo que sentem e querem dentro de si. E uma coisa que me deixa perplexa, espantada e indignada é pensar que é bem provável que se você não estiver querendo algo, alguém está querendo por você. Ou seja, você pode estar vivendo o que os outros querem.

E entre o que as pessoas querem e o que é efetivamente possível, existe uma distância longa, infinita e imaginária.

Se querer algo é acreditar em uma verdade, e nossas verdades mudam. É possível acreditar que a verdade não existe?

Você consegue me responder o que é uma verdade?

Tem coisa mais mentirosa do que o jornal nacional? Um livro de história? Biografia de celebridade? Ou ser feliz sem fazer o que se gosta?

Se a verdade pode ser uma mentira então podemos afirmar que o ser humano quando se define como “algo especifico”, seria delimitar o ser humano em toda sua capacidade.

As pessoas ainda acreditam no que leem, veem e ouvem, porque não pensam.

Saber o que a gente quer ser é uma tarefa para gente grande. Eu digo isto, porque por mais informações que adquirimos durante nossa caminhada. É completamente normal e esperado que você não tenha noção nenhuma ou mesmo não tenha certeza do que fazer do seu futuro agora e quando ele chegar, porque seu limite de visão “é aquilo que você consegue enxergar”.

Schopenhauer diz que:
“Todo homem toma os limites de seu próprio campo de visão como os limites do mundo”.

O que é necessário para viver não nos limitar o campo de visão? O que é necessário para fazer o que se quer?

Exatamente o oposto do que nos foi ensinado a fazer… a querercompetir por… colocar esforço em… aprender com… e dominar o que…

Alguns poucos sabem, mas acho que é importante para que me entendam na minha totalidade que não existe, não só Isabela Gayno colunista, ou a palestrante Isabela Gayno, mas agora Isabela Gayno autora, desenvolvendo o livro “Flor de Lis”.

Nunca! Jamais parei de variar.

Meu primeiro emprego foi como estagiária em um banco, aí precisei vender trufas, porque o dinheiro do estágio só pagava o convênio médico do meu pai, e como todos temos necessidades básicas, eu também precisava me alimentar, ainda que haja possíveis verdades na possibilidade de “viver de luz”, como fundamenta Jasmuheen, mas isto é outra história, não vamos causar polêmicas aqui :-).

Então depois de vender, comecei a comprar ações em bolsas de valores.

Você já ouviu falar em bolsa de valores? Comprar e vender papéis?

Um dia refletindo, após uma grande perda. Porque quando você acredita que perdeu tudo, a sensação de dor é também proporcional ao tamanho do que se consegue enxergar.

Sabe porquê?

Porque se ninguém acreditar que uma ação vale algo.

Vale nada.

Igual a 0.

Se você tem um produto que ninguém quer, vale nada. Vale 0.

Mas se por acaso, você gostar de viver fortes emoções como eu, talvez você se atraia a aplicar seu dinheiro em ações.

É importante saber antes de iniciar uma operação, “que todos querem ganhar”. Ninguém em sã consciência, entra para perder.

Mas só quem é o “ser pensante” que criou tudo isto, realmente ganha, e ganha muito. Na mesma proporção que tantos outros perdem, e perdem muito.

Muito provavelmente você só vai ganhar algumas migalhas se estiver nadando com os peixes grandes, ou seja, o que sobrar “pode” ficar com você.

Se você está interessado no assunto, acredito que talvez você saiba, que uma das mais espertas criações, são as famosas travas de segurança, chamada “stop”. Isto mesmo, você pode usar o “onde você quer parar”, ou o “limite que aceita perder”.

Mentira que você usa isto? Hahah tudo bem, eu também usei! Mas acredito que a partir de agora, isto pode mudar.

Quando pude perceber que o jogo era ganha-ganha e perde-perde. Foi porque eu fui legal com eles e eles foram legais comigo.

Ai, amigo, a triste possível verdade é que você pode ter dado a arma para seu amigo-inimigo. Pensando na idéia que há 2 pessoas no jogo as que usam o sistema e as que criaram.

Gostaria de expandir um pouco mais a reflexão, incluindo o conhecimento que adquiri em tecnologia. E você não precisa trabalhar com tecnologia para entender que um sistema permite a criação de um conjunto de variáveis com regras definidas. Por exemplo: os valores mínimos e máximos funcionam tanto quanto data início e data fim, através de regras onde se restringe determinada ação.

E se fosse possível a ideia de que, se eles precisarem realizar $, e todo seu dinheiro estivesse lá configurado através do “até onde você deseja perder”, você já não estaria fora da jogada?

Talvez eles pudessem ofertar grandes lotes de ação, e a ação por si teria o seu valor reduzido.

Pois você sabe que quanto maior a oferta, menor o preço, e vice e versa.

Lembra do preço do tomate? Chegou a R$10,00 kg, porque as colheitas realmente não foram boas ou eles fizeram você acreditar que não tinham tomates disponíveis.

Então eles podem agir vorazmente como um tubarão, e você assim como eu, pequeninos peixes seríamos engolidos pelas grandes bocas como meras migalhas.

É, então você pode se questionar e se perguntar o que foi feito de errado, não é?

Se alguém enfia goela abaixo uma “verdade” a alguém, é porque, infelizmente a gente se permitiu.

Isto mesmo!

Passado de permitir é permitiu.

A partir de agora você vai descobrir coisas que você faz, mas não sabe porque as faz.

Basicamente, entender que o poder que eles têm de usar a mente você também tem.

Você pode pensar que eu seja talvez eclética, ou talvez indecisa.

E eu afirmo que ainda não parei de variar, quer ver só?

Aí virei colunista, recebi uma proposta para ser articulista através de “óbvio”, um artigo. Eu? Formadora de opiniões? Isto mesmo, recebi uma proposta de patrocínio para escrever artigos em nome de “outros”, isto mesmo “tudo mentira” que ele é ele, quem escreveu “FUI EU” e “não sei se produto faz o que faz”, e o mais triste desta história, para eles, é ÓBVIO, é que infelizmente, eu to fora da jogada, e felizmente para mim, porque não quero ganhar dinheiro escrevendo “qualquer coisa”, a fim de ludibriar alguém a acreditar em mais uma mentira!

Ora, ora, não sou tão eu.

É muita dedicação de estudo e tempo para jogar aos ventos, e em sã consciência eu não daria um tiro no meu próprio pé.

Ainda através do mesmo artigo, fui convidada a palestrar no Caipira Ágil. E é obvio, que, depois desta sequência de mentiras, fiz logo uma pergunta fechada, porque se é para aprender e compartilhar experiências e aprendizados, não hesitarei em me jogar neste mar.
Você já pode perceber, não é?

– O tema é seu?(Perguntei eu)
E a resposta para minha surpresa foi, não o tema é seu, é livre escolha.

E aí eu não tive que pensar muito, para a resposta. Pois com toda certeza, já tivemos alguns pontos de convergência entre os artigos.

Mas confesso que esta sendo um trabalho árduo, duro, difícil, com muito estudo, dedicação, análise e muita disciplina, mas muita disciplina. Onde somente assim, encontro o caminho necessário para conceituar tudo aquilo que um dia me fez chegar as minhas pequenas reflexões mutantes.

Porque sou só extremamente preguiçosa quando tenho que fazer o que NÃO GOSTO.
E motivação, você não precisa pedir quando FAZ O QUE SE GOSTA.

Este é meu Summum bonum, meu bem maior, desbravar novos mares em busca de desmontar as verdades compulsórias que me enfiam goela abaixo.

Isto mesmo! O mundo de mentirinhas é de quem acredita!

Se eu tivesse tido a excelente idéia de “Matt Groening”, o criador do Bart Simpson, agora você estaria vendo o Bart escrevendo na lousa:

Se você não pensar, vão pensar por você.
Se você não pensar, vão pensar por você.
Se você não pensar, vão pensar por você.
Se você não pensar, vão pensar por você.
Se você não pensar, vão pensar por você.
Se você não pensar, vão pensar por você.

Eu acredito que é importante destacar que quando falamos de não pensar, nós próprios limitamos nossa mente.

Gosto muito da analogia que nosso cérebro funciona quase como um computador, sabe?

Se está programado, tem o estimulo de entrada, ele vai rodar seus loops infinitos até sua saída.

Poderia imaginar algo assim?

Iniciar – teste – teste – Saída.

Escovar os dentes, escova, escova, sentiu frescor – Para

Mas como esse computador processa nossas informações?

Pode ser mais simples do que parece.

Todos nós experimentamos o mundo através de diferentes estímulos, onde as estruturas das informações são guardadas na nossa mente pelos nossos cinco sentidos: visão, audição, tato, paladar e olfato.

Mas onde vamos parar? Então, não vamos parar!

Segundo a visão de Kandel ER. Que fundamentou uma boa linha de estudo de neurociência e do comportamento.

É importante compreender a base biológica da consciência e dos processos mentais pelos quais percebemos, agimos, aprendemos e lembramos – e que as ações cerebrais funcionam por baixo de todo comportamento não apenas a comportamentos motores relativamente simples, como andar e comer, mas a todas as complexas ações cognitivas que associamos ao comportamento humano, como pensar, falar, criar obras de arte.

Se você lembrar alguma coisa deste artigo no final, será porque seu cérebro terá mudado um pouco quando você terminar de lê-lo”.

Quer ver só, quando você se lembra de uma experiência, tem acesso à imagens, sons e sensações internas.
Seria possível o cérebro diferenciar o que é real do imaginário?

Talvez haja diferença! Em algum nível aprendemos com a experiência do outro. Descobrir novas formas de pensar é tão bom quanto adquirir novas informações as que já existem na sua memória.

Você já se queimou? Se sim, você sentiu dor, não é? E se você puder se lembrar da cena, pode até visualizar a marca da queimadura, e quem sabe o som que emitiu. Você gritou? Recorda-se se estava sozinho ou com alguma companhia? Talvez você se lembre até de palavras que lhe foram ditas. Neste momento seu cérebro está ativando várias partes do seu cérebro e processando na sua memória e formando a imagem.

Mas se você nunca se queimou, você já deve ter visto imagem de pessoas experimentando e sensação de dor ao se queimar, e essas imagens também foram salvas em sua memória. Talvez em sua memória não foi gravado os estímulos táteis e sensoriais, porque você não sentiu queimar, mas ainda assim seu cérebro criou a imagem e pode ter associado a algum tipo de dor que você já teve.

E assim as nossas experiências vão sendo armazenadas e processadas através de nossos sentidos.

Analisando ainda por outra linha desenvolvida a partir da década de 1980, onde Gardner diz, “Uma inteligência implica na capacidade de resolver problemas ou elaborar produtos que são importantes num determinado ambiente ou comunidade cultural.

A capacidade de resolver problemas permite à pessoa abordar uma situação em que um objetivo deve ser atingido e localizar a rota adequada para esse objetivo”(GARDNER, 1995; p. 21). Essa nova teoria tornou-se conhecida como teoria das inteligências múltiplas.

A Teoria das Inteligências Múltiplas enfatiza ainda a importância de não se ver a inteligência como uma ideia unidimensional, mas sim como uma série de sete inteligências independentes. Ou seja, não podemos esquecer da inteligência emocional. Aquela que nos faz sentir o que QUEREMOS.

Muitas pesquisas realizadas em empresas em diversos países do mundo e relatadas por Daniel Goleman, explana sobre inteligência emocional, onde mais de dois terços do sucesso pessoal e profissional se deve à competência emocional e apenas um terço é creditado ao preparo técnico e cognitivo do qual se ocupam.

Essas pesquisas indicam que o profissional de alto Quociente Emocional capta, mais rapidamente que os outros, os conflitos, as lacunas e os pontos fracos que precisam ser corrigidos.

Para Goleman: “Inteligencia Emocional “… é capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos.” (Goleman, 1998)

Poderia então a solução de problemas exigir processamento controlado das emoções, o raciocínio na escolha, persistência, esforço, e motivação?

Essas análises se convergem, e em todas elas podemos entender que a solução de problemas é trabalhosa, demorada e incerta. E ELAS MUDAM!

Será que através desta lógica podemos afirmar que as pessoas gostam do resultado do pensamento, mas detestam pensar?

E você sabe que o cérebro humano é fantástico, ele tende a automatizar seus processos jogando para a mente inconsciente, porque assim ele economiza energia. Nosso cérebro gosta de rotina. A rotina automatiza os processos mentais.

Não percebemos mas deixamos de pensar em muitos momentos da nossa vida. Agimos como robôs fazendo coisas reflexas, sem raciocinar, criar e acatamos a imagem que nos passam como verdade.

E se seu cérebro quer um resultado rápido, um padrão. Muito provavelmente você pode acreditar que responder testes vocacionais, podem lhe direcionar através de padrões criados por rótulos e verdades de um outro alguém.

É como se você perguntasse para um sistema.

O que eu devo ser quando crescer?

O que o sistema tem programado? Qual a resposta que ele vai lhe dar?

Um médico, um astronauta, uma atriz, um advogado baseado em suas habilidades… quando você poderia ser um brilhante pensador ou quem sabe um grande cientista?

Porque não desenvolver novas habilidades? Você sente medo?

Ninguém jamais terá capacidade de dizer o que você DEVE fazer, aonde você PODE chegar. Se não aquilo que VOCÊ SENTE E LHE FAZ FELIZ.

Jamais aceite a verdade de alguém quando lhe diz que você não é capaz. A verdade não existe.

Não se limite, busque mais, não corra atrás deles e sim na frente, não sejas cultivado pela verdade cega do outro. E o maior aprendizado, só é ingênuo quem age puramente pela emoção</strong

Se eu pudesse compartilhar a força propulsora e que me impulsionou de forma positiva, afirmo como a maior e mais incrível:

Compartilhar experiências é um jeito de pescar aquele nosso passado “LIXO”, esfregá-lo na nossa cara, e tirá-lo la do fundo de nosso oceano. Somente assim é possível acabar com toda essa sujeira que nos jogam dia após dia, e que de uma certa nos impede de ver e enxergar.

Dedique-se a você, evolua, cresça e mude quantas vezes forem preciso.

É isto! Você pode ir tão longe quanto sua mente pode permitir. Todos que são gigantes aos seus olhos, não se veem gigantes, apenas acreditaram em seus sonhos e suas intuições.

O que você quer ser quando crescer?

Não, não me responda… Ela é só sua… Corra atrás dela… O que te impede?

Se este artigo lhe ajudou? Então me ajude ainda mais.

Compartilhe sua opinião com TODOS, porque só crescemos quando mudamos a forma de enxergar nossas verdades limitantes.

E você sabe, nós não há problema algum se for necessário variar….

Vamos juntos, trocando experiências.

E obrigada por me tornar menos…. menos cega.

Até o próximo artigo! (Muito em breve…)

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Autor

AgileCoach, Personal Branding Information Tecnology Consultora em desenvolvimento de Software, Instrutora, Palestrante e mais importante que todas anteriores “MÃE”. São algumas funções em crescimento ao longo de sua carreira. Master e Practitioner em PNL, possui MBA em Marketing Digital e Redes Sociais e Pós- Graduação em Engenharia de Software. Com mais de 15 anos de experiência, atuando 7 anos com agilidade e desafiada com o tema de engajamento e desenvolvimento de times, vivencia a liderança com foco em engajamento e desenvolvimento de pessoas, sempre favorecendo um ambiente criativo, cooperativo e comprometido para os resultados da empresa. Dedica-se àquilo que chama de efeito multiplicador, como escritora, autora, colunista do Ti Especialista, Portal Agile Momentum e blogueira no Projetos e Ti. “Conhecimento bom é conhecimento compartilhado” A pedido de alguns clientes e encantada pela biodiversidade dos comportamentos onde cada pessoa é única, exclusiva e singular. Idealizou o projeto I9suaimagem, atuando diretamente com executivos, startups e consultores que buscam compartilhar com o mundo sua habilidade única, e assim todos podem estar melhores em suas vidas.

Isabela Gayno

Comentários

2 Comments

  • Olá Isabela, primeiramente parabéns pelo artigo, confesso que apos ler sentir o início de uma nova evolução, algo me cobra com mais entusiamos a continuar pela busca da evolução, já perdi a conta quantas vezes acreditei em mentiras achando que eram verdadeira, e quantas verdades que acabaram se tornando mentiras, mas valeu a experiência, o amadurecimento veio, fazendo pensar se realmente é valido, ainda não cheguei onde quero chegar, mas seu artigo já me motivou a jamais desistir.
    Obrigado.
    Seu novo leitor.

    • Valeu, Roger!
      Fico feliz em saber que o conteúdo lhe agradou tanto assim.
      Seja sempre muito bem vindo para participar aqui nos comentários conosco.
      Conhecimento bom é conhecimento compartilhado. E você tem muito a colaborar conosco.

      Abraços!

      Isabela

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