Relação Gestor x Analista/Programador – Parte 1: Quando o gestor é bom!

por Margadona
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Comprometimento e Conhecimento devem caminhar juntos

Quem já tem uma boa experiência na área de TI, com certeza já presenciou algum fato ou soube de alguma história sobre falta de respeito à hierarquia nas empresas.

Vamos começar pela definição do que é hierarquia!

Hierarquia é a ordenação de elementos em ordem de importância. Mas pode significar mais especificamente:

  • A distribuição ordenada dos poderes.
  • A graduação das diferentes categorias de funcionários ou membros de uma organização, instituição ou igreja.
  • A ordenação de elementos visuais para tornar a informação mais facilmente inteligível ou para destacar elementos de uma composição.

Cargos de chefia existem para valorizar profissionais com perfil de liderança e que saibam delegar tarefas. Esses profissionais, quando assumem lideranças, enxergam o outro lado das corporações, que não vislumbravam quando eram analistas ou programadores.

Cobrança por postura inadequada de subordinados, atrasos de projetos, problemas pessoais que afetam o desempenho do profissional, problemas de relacionamento entre profissionais da mesma e de outras equipes, falta de ética, esses são alguns dos desafios que o gestor enfrenta diariamente.

Alguns analistas e programadores adoram falar “o poder subiu a cabeça de fulano”, mas quais atitudes esses mesmos teriam se fossem chefes?

Vários profissionais de TI que conheci ao longo da minha carreira parece que gostavam de enfrentar e desafiar os gestores passando uma péssima imagem para não só coordenador, mas gerência e diretoria, de rebelde sem causa e de imaturidade profissional.

O respeito pela hierarquia de uma empresa é muito valorizado atualmente.

O gestor sempre deve estar atento a esse tipo de comportamento, pois sua postura profissional perante a equipe pode estar passando outra imagem para seus subordinados.

Relacionamento entre profissionais, num ambiente sempre estressante de TI, tem grandes probabilidades de conflitos, e não é somente responsabilidade do gestor “apagar o incêndio”, os subordinados tem que ajuda-lo a transformar o local de trabalho num ambiente saudável e produtivo.

Na minha experiência, já passei por casos inversos a tudo que descrevi nesse artigo, quando o gestor é ruim e falta com ética profissional e a equipe tenta “caminhar sozinha”, mas escreverei mais sobre isso na parte 2!

Obrigado.

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3 comentários

Thassio Carvalho 4 de junho de 2012 - 9:41

Esperanco anciosamente pela segunda parte. Ótimo artigo!

Margadona 18 de junho de 2012 - 13:28

Já publiquei a 2a parte, depois dá uma olhada. Abraço!

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