A Grande Viagem

por Gilberto Ribeiro
3 comentários 2 minutos leia

Nos últimos 40 anos de história da informática presenciamos, ou pelo menos tivemos conhecimento, dos mais diversos ciclos e suas novidades. Processos artesanais como FSW, FSW Integrate Outsoursing e SPL e processos proprietários como CMM, PMI, ASAP, RUP, ISO´s, XP, ASD, LD, TDD e SCRUM, conhecemos ou ouvimos falar das plataformas FORTRAN, ASSEBLER, COBOL, PL1, NATURAL, C, C++, CLIPER, VB, DELPHI, ORACLE, JAVA, .NET e XML, sem falar nas metodologias de desenvolvimento em cascata (Walterfall), a estruturação essencial, a OO, UML e componentes. O que virá por aí? Pode ser um novo modelo criado por você…

Até os anos 80, no Brasil, o processo de desenvolvimento de software caracterizou-se como um processo artesanal. O foco era no fechamento do negócio, precisávamos ganhar dinheiro e programar, custe o que custar. E o cliente? E o retorno do investimento? E o diferencial competitivo no mercado? Pois esta pode ser uma das razões que justificaram o investimento no sistema, na automação.

Este cenário começa a mudar com o surgimento do conceito de FÁBRICA de SOFTWARE. Pois é, o que a grande maioria encara como novidade, surgiu em meados da década de 80 e só foi colocado em pratica em 1993 no mercado paulista.

Antes, conceitos como gerenciamento de projetos e melhoria continua (qualidade), não eram vistos como necessários. Com a inserção no mercado internacional, as normas de qualidade passaram a ser adotadas, possibilitando a prestação de serviço em um mercado globalizado.

Quando me perguntam qual a metodologia que eu uso no processo de desenvolvimento de software, eu respondo com outra pergunta: Você conhece as normas da ABNT?

Nesta série de artigos abordaremos os seguintes temas:

Primeira parte:
– Normas ABNT

Segunda parte:
– Fábrica de Software

Terceira parte:
– Formação da Equipe
– Análise de Requisitos: Quem participa do processo e quais os artefatos gerados?
– Arquitetura de software: Quem participa do processo  e quais os artefatos gerados?
– Análise do Sistema: Quem participa do processo  e quais os artefatos gerados?
– Teste de Software: Quem participa do processo  e quais os artefatos gerados?

Quarta parte:
Técnicas de gerenciamento de projetos de software

– Gerenciamento de projetos segundo PMI
– APM – Agile Project Management
– UP – Processo Unificado
– SCRUM
– XP
– FDD

Quinta parte:
– Métrica: APF – Análise de Ponto de Função

Até breve,

Gilberto S R Filho.

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3 comentários

Vinícius Montandon 19 de abril de 2011 - 9:23

Gilberto, bela observação, mas sugiro você falar também do MPS.Br, modelo de desenvolvimento criado pelo governo brasileiro e que é baseado no CMMI.
Abraço.

Gilberto 19 de abril de 2011 - 20:23

Vamos incluir no roteiro.
Abs.

Nícolas Xavier Mendonça 21 de abril de 2011 - 1:50

Fala Gilberto,

:-D,
Fiquei muito feliz ao saber que você escreveu o post, realmente foi um ótimo tema, são dois topicos muito importantes, processo de desenvolvimento de software e gerenciamento de projetos.

Parabéns!!

Abraços

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