Gerência de Projetos

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GC, GP e a sustentabilidade organizacional

publicado por Helio Ferenhof

O gerenciamento de projetos e a sustentabilidade organizacional pelo ponto de vista da Gestão do Conhecimento

Helio Aisenberg Ferenhof, MBA, PMP.
Pesquisador do programa de pesquisa e extensão – SENAC/SC; Mestrando do PPGEC/UFSC

Rafael Jappur, M. Eng.
Pesquisador do programa de pesquisa e extensão – SENAC/SC; doutorando do PPGEC/UFSC

Greicy Kelli Spanhol Lenzi, MSc.
Doutoranda do PPGEC/UFSC. Bolsista CAPES.

Fernando Antonio Forcellini, Dr.
Prof. do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento – PPEGC/UFSC; Pós doutor em Engenharia de Produção – USP

RESUMO

O presente trabalho visa abordar as questões relacionadas com a gestão do conhecimento (GC) para a sustentabilidade das organizações, tendo como foco de análise a gestão de projetos. O ponto de partida deste trabalho teve a seguinte questão: Existe inter-relação entre o gerenciamento de projetos e a sustentabilidade organizacional pelo ponto de vista da gestão do conhecimento? A partir disso, iniciou-se a busca científica para esta indagação, por intermédio da revisão sistemática de literatura. Assim, este trabalho considerou artigos publicados em revistas e journals científicos que apresentam estudos empíricos em gestão de projetos, conhecimento e sustentabilidade encontrados nas bases de dados Scopus. Constatou-se que a integração da gestão do conhecimento com o gerenciamento de projetos pode alavancar a sustentabilidade. Os resultados apontam para que novas pesquisas sejam empreendidas buscando a integração destas três áreas do conhecimento.
Palavras-Chave: Sustentabilidade, Gestão do conhecimento, Gerenciamento de projeto.

1. INTRODUÇÃO

A sustentabilidade é hoje um tema indispensável nas discussões sobre políticas de desenvolvimento que visam sinalizar alternativas às teorias e modelos tradicionais já desgastados. As dimensões da sustentabilidade são, muitas vezes, vistas como conflitantes, perante a busca por resultados financeiros imediatos, aumento de fatias de mercado e competitividade. A percepção de que os recursos naturais eram inesgotáveis e que o crescimento econômico, sem levar em consideração os aspectos ambientais e sociais, levaria a um caos generalizado provocou a busca por soluções alternativas, para o desenvolvimento da sociedade (HAWKEN; LOVINS; LOVINS, 1999).

Boddy et al. (2007) relatam que em nível de projeto está claro que existem varias decisões a serem tomadas no estagio inicial de design que irão impactar na sustentabilidade do projeto. Para que estas decisões sejam efetivas e promovam a sustentabilidade, elas devem estar relacionadas a experiências e conhecimentos prévios relacionados diretamente com a sustentabilidade.

A prática da sustentabilidade pressupõe trazer com o passar do tempo, experiências e conhecimentos. Isso, então, proporcionará melhor e maiores retornos, tanto sócio-ambientais quanto econômicos. Porém, o sucesso a médio e longo prazo na utilização de práticas em projetos para a sustentabilidade está vinculado ao sucesso da gestão destes conhecimentos.

No presente trabalho serão abordados os temas sobre a gestão do conhecimento para a sustentabilidade organizacional, a gestão do conhecimento e as práticas de gerenciamento de projetos para a sustentabilidade organizacional, a aplicação da metodologia com base na revisão sistemática, os resultados e discutições a respeito do tema e as considerações finais.

2. OBJETIVOS

O presente trabalho visa apresentar uma revisão sistemática dos temas de gestão do conhecimento (GC), sustentabilidade das organizações e gestão de projetos.

3. SUSTENTABILIDADE, GESTÃO DO CONHECIMENTO E GERENCIAMENTO DE PROJETOS

A busca nas bases de dados encontrou 70 publicações sobre sustentabilidade, conhecimento e gerenciamento de projetos, nas áreas de Engenharia, (Negócios, Gestão e Contabilidade), Ciência da Computação, Ciências Sociais e Ciências da Decisão. A figura 1 mostra a distribuição de número de artigos encontrados na busca realizada, consolidado nas áreas de concentração.

A figura 1 mostra a distribuição de número de artigos encontrados na busca realizada, consolidado nas áreas de concentração.

Figura 1 – Número de publicação x área de concentração.
Fonte: Base de dados Scopus.

Assim, verifica-se que dos 70 artigos resultantes da busca, quando consolidados nas cinco principais áreas de concentração, resultaram em 36 artigos que são oriundos das Engenharias, 34 de Negócios, Gestão e Contabilidade, 12 da Ciência da Computação, 12 das Ciências Sociais e 10 das Ciências da Decisão, totalizando 104 artigos. Destaca-se que um ou mais artigos podem ser considerados pertencer a mais de uma área de concentração.

A figura 2 aponta o histórico de publicações com base na query final resultante da busca pelas palavras chaves.

Número de publicação x ano

Figura 2 – Número de publicação x ano.
Fonte: Base de dados Scopus.

Com base nos 70 resultados, iniciou-se o processo de leitura dos abstracts e artigos na integra, identificando, avaliando e interpretando em busca da solução do questionamento de pesquisa.

3. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

Para elaboração deste artigo foi realizada uma revisão sistemática de literatura. Foram seguidas as recomendações, para realização de revisões sistemáticas, propostas pela Colaboração Cochrane (CLARKE et al., 2000), assim foram respeitados todos as etapas de planejamento, execução, análise e relatoria.

De acordo com Kitchenham (2004), pode-se identificar, avaliar e interpretar pela revisão sistemática: o que fora pesquisado previamente; o que é relevante; e, o que está disponível nas bases de dados. Reunindo assim, de forma organizada, grande abundância de resultados de pesquisas e auxiliando no esclarecimento de diferenças encontradas entre estudos primários que investigam a mesma questão.

Para a busca dos dados foi eleita a base Scopus, pois esta permite “uma visão multidisciplinar e integrada de fontes relevantes para a pesquisa bibliográfica sistemática” (FREIRE, 2010).

A pergunta norteadora foi: Existe inter-relação entre o gerenciamento de projetos e a sustentabilidade organizacional pelo ponto de vista da gestão do conhecimento? A partir disso iniciou-se a busca sistemática na base de dados escolhida.

Os descritores aplicados foram: “Knowledge Management”, “Sustainable” e Project Management. Ainda para a coleta de dados seguiu-se os seguintes critérios de inclusão e exclusão:

  1. Artigos que trazem a relação entre gerenciamento de projetos, conhecimento e sustentabilidade;
  2. Consideraram-se somente as pesquisas empíricas, qualitativa, quantitativa ou mista.

O procedimento de localizar e selecionar os estudos potenciais nas bases de dados Scopus foi:

  1. Seleção de artigos que contenham ou no título, ou no resumo, ou nas palavras-chave do artigo, os descritores definidos;
  2. Busca por tipo de documento: article;
  3. Seleção de artigos disponíveis e que contenham texto na íntegra;
  4. Realização de nova triagem, conforme os critérios de inclusão.

Na primeira busca, pela palavra chave “Knowledge Management” sendo a query de busca TITLE-ABS-KEY(“Knowledge Management”), retornou 19,651 documentos. Acrescentando a segunda palavra chave sustainable. Obteve-se seguinte query (TITLE-ABS-KEY(“Knowledge Management”)) AND (sustainable), retornando 1,156 documentos. Inserindo a terceira palavra chave “Project Management” por intermédio da query TITLE-ABS-KEY(“Knowledge Management“)) AND ((sustainable)) AND (“project management“), retornou 118 documentos. Por fim inseriu-se o filtro de busca por artigos resultando na query (TITLE-ABS-KEY(“Knowledge Management“)) AND ((sustainable)) AND (“project management“) AND DOCTYPE(ar), retornando 70 artigos publicados.

Para fins de confiabilidade e repetibilidade do método, os autores do presente estudo informam que as buscas foram efetuadas na data 21/09/2010. Poderá haver novos artigos inseridos no ano de 2010 após a data da busca.

Após a seleção dos artigos, foram encontrados 70 textos na integra, que foram analisados para construção dos resultados. Assim, a abordagem metodológica adotada caracteriza-se como um estudo exploratório e descritivo feito mediante revisão sistemática da literatura.

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO

4.1 A Sustentabilidade e o Conhecimento Organizacional

A temática sobre o desenvolvimento sustentável ganhou força a partir de 1980, assumindo a condição de paradigma na conferência de Ottawa em 1986. Desde então, o termo desenvolvimento sustentável passou a ser adotado, por ser uma expressão mais neutra axiologicamente.

Contudo o conceito do desenvolvimento sustentável foi globalmente difundido a partir do relatório Brundtland, de 1987, (preparatório para Eco-Rio-92), da Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, quando recebeu a seguinte definição: Desenvolvimento que responde às necessidades do presente sem comprometer as possibilidades das gerações futuras de satisfazer suas próprias necessidades (WECD, 1987).

Para compreender a complexidade e o conjunto de aspectos e implicações do conceito de desenvolvimento sustentável, devem-se acrescentar às orientações anteriores para as várias dimensões da análise científica que a ele se referem. Uma destas foi inclusão do conceito de desenvolvimento sustentável no mundo organizacional, que foi definida pelo WBCSD (World Business Council for Sustainable Development), como o alcance do equilíbrio entre as três dimensões que balizam a sustentabilidade organizacional, que são: a econômica; a ambiental e a social (HOLLIDAY; SCHMIDHEINY; WATTS, 2002).

Assim, a sustentabilidade é um conceito ainda em construção, tendo em vista à sua amplitude e à complexidade da questão, pois envolve ainda os mais diversos interesses de grupos sociais distintos, em detrimento de uma conscientização global, de humanidade, como componente de um ecossistema global ameaçado.

As causas e efeitos da não-sustentabilidade vêm sendo relatadas por diversos pesquisadores, Instituições, entre outros. Em acordo com Pachauri (2007) a contribuição humana para a maioria destes impactos é extrema. Segundo dados do mesmo relatório 90% das causas do aquecimento global são oriundas das práticas de produção e consumo humanas.

Destarte, considerando o ambiente turbulento de hoje, segundo Carrion et al. (2004), as organizações estão procurando melhorar continuamente seus processos e produtos, a partir do conhecimento. O conhecimento, segundo Davenport e Prusak (1998) e Terra (2000), é o ativo de maior valor que uma organização possa ter. Para Syed (1997), o conhecimento é um recurso ilimitado se as organizações conseguirem o avaliar, organizar e aplicar.

Já Choo (2006), atribui que o conhecimento organizacional é uma propriedade coletiva de um conjunto de processos de uso da informação, por quais as pessoas criam significados comuns, desenvolvem novos conhecimentos e a utilizam para a tomada de ação. O conhecimento organizacional, conforme Nonaka et al. (2000), é a capacidade que uma organização tem de criar um novo conhecimento, difundi-lo internamente e incorporá-lo aos produtos, serviços e sistemas, transformando conhecimento individual em organizacional.

De acordo com a pesquisa de Fricke & Faust (2006) e Nixon e Burns (2005) um número relevante de oportunidades são perdidas pelas organizações, pois elas não conseguem evoluir na transformação do conhecimento individual para o organizacional.

De forma geral, segundo Bou e Segarra (2006), elas não estão preparadas estruturalmente para absorver e transformar o conhecimento tácito de seu pessoal em explícito, em documentos ou outras formas de interação informacional, para o organizacional. E nesse sentido, a Gestão do Conhecimento se apresenta como principal área para atender esta demanda.

4.2 A Gestão do Conhecimento e a Sustentabilidade Organizacional

A GC é definida como uma expressão coletiva para um grupo de processos e práticas utilizadas nas organizações para aumentar seu valor, melhorando a eficácia da geração e aplicação do seu capital intelectual (MARR, 2003).

Deste modo, a capacidade de gerenciar o processo de criação, armazenamento e compartilhamento do conhecimento, possibilita que as organizações intensivas em conhecimento, antecipem o desenvolvimento de suas inovações numa abordagem dinâmica para a estratégia de seu negócio.

Bhatt (2001) e Carrion (2006) abordam em seus trabalhos que a GC deve ser entendida e praticada por meio de três componentes, que segundo os autores formam a base da GC em qualquer organização, que são: os processos; as pessoas; e, a tecnologia. Os mesmos salientam que as vantagens competitivas sustentáveis são aprimoradas quando estes três componentes forem geridos de forma integrada e equilibrada.

De acordo com Rowley (2007), ao pesquisar autores que tenham trabalhado conceitualmente e explicitamente a GC, tendo como foco a hierarquia entre dados, informação, conhecimento e competência, constatou que normalmente, as informações são definidas em termos de dados, conhecimento em termos de informação e competência em termos de conhecimento.

Sharkie (2003) e Wirtenberg et al (2007) abordam a importância de estruturas e modelos gerenciais de GC que ajudem as organizações na condução para a sustentabilidade. Ortiz et al. (2003) abordam que a GC acontece por meio de processos e que muitos modelos de processos da GC utilizam terminologias similares, porém eles não compartilham os mesmos significados. Segundo os mesmos, os modelos devem ser interpretados de acordo com o contexto dado por cada autor. Para os autores existe a necessidade que novas pesquisadas sejam realizadas, de maneira que seus resultados e aprendizados possam servir de apoio para o alavancamento de práticas sustentáveis.

De acordo com Alcoforado e Andrade et al. (2009) para se contribuir com a sustentabilidade, o conhecimento deve ser traduzido em planejamento. Para tal, a aplicação das melhores práticas de gerenciamento de projetos é fundamental.

4.3 Gestão do Conhecimento com base nas Melhores Práticas de Gerenciamento de Projeto: O Alicerce para a Sustentabilidade

O PMBOK (2008, p. 5) define projeto como “um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo.” Kerzner (2002, p.44), conceitua este como “um empreendimento com objetivo identificável, que consome recursos e opera sob pressões de prazos, custos e qualidade. Além disso, projetos são, em geral, considerados atividades exclusivas de uma empresa”, assim, um projeto tem início, fim e objetivos determinados.

O Gerenciamento de Projetos (GP) é definido de acordo com o PMBOK (2008), sendo este, a aplicação de conhecimento, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de atender aos seus requisitos. Realizado por meio da aplicação e integração de 42 processos agrupados, abrangendo os 5 grupos (iniciação, planejamento, execução, monitoramento & controle e encerramento). Estes processos resultam nos planos e em atividades necessárias para se fazer uma gestão eficaz.

Reforçando necessidade da união de Gestão do Conhecimento com Gerenciamento de Projetos, Barnes, Pashby e Gibbons (2006) apontam que a colaboração e a troca de conhecimento se tornaram essenciais para o crescimento e sustentabilidade. Contudo, existem muitas dificuldades inerentes ao gerenciamento de projetos através de limites organizacionais.

Corroborando com esta idéia da necessidade da Gestão do Conhecimento aliada a Gestão de Projetos para alavancar a sustentabilidade, Bartezzaghi, Corso e Verganti (1997), relatam que assim como processos inovadores de produtos tornam-se mais freqüentes e estrategicamente relevantes, a competitividade à longo prazo obriga as empresas a explorar sinergias e aprendizagem entre projetos. Na verdade, dominar todo o processo de criação, divulgação e aplicação do conhecimento é a base para a criação e melhoria contínua de uma capacidade de desenvolvimento de produtos. A aprendizagem através de seqüências de inovações únicas, no entanto, não é nem simples nem natural, e requer mecanismos adequados de habilitação. Sendo um ponto chave para a união da GC com GP.

Referente à interrelação da sustentabilidade, gerenciamento de projetos e gestão do conhecimento, Boddy et al. (2007) aborda em seu trabalho que há duas questões claras que enfrentam os atores que trabalham no âmbito do processo de concepção/design do projeto:

  1. a gestão da diversidade e a constante mudança do corpo da sustentabilidade relacionados com conhecimento contido dentro das organizações e indivíduos que compõem a equipe do projeto (LAUDON & LAUDON, 1998; SOR, 2004); e
  2. a necessidade da oportuna informação, em tempo, para o apoio às decisões relacionadas à sustentabilidade que são feitas no ambiente pressurizado de licitação e no processo de design do projeto (KOHLI & DEVARAJ, 2004; COOPER et al. 2005).

Reforçando a necessidade da sustentabilidade ligada à gestão tanto do conhecimento quanto de projetos, Duarte et al. (2008) aponta que a sustentabilidade deve ser parte integrante do processo de criação de projetos. Para estes autores, a criatividade é o grande motor de inovação e, portanto, deve se assegurar que a mesma se torne parte integrante do processo de gestão estratégica das empresas.

Deste modo, os resultados apontam para que novas pesquisas sejam empreendidas buscando a integração das três áreas de conhecimento aqui estudados (gerenciamento de projetos, sustentabilidade e gestão do conhecimento).

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Os resultados da revisão sistemática apontam que GC e a GP com foco na sustentabilidade organizacional proporciona vantagens competitivas sustentáveis, tanto no âmbito econômico quanto sócio-ambiental. Ainda, os pressupostos teóricos apontam que a GP e a sustentabilidade organizacional na ótica da GC é condição fundamental para que as melhorias contínuas sejam geradas de forma sistemática, levando às inovações e a uma maior competitividade.

Como sugestão para trabalhos futuros dessa pesquisa, sugere-se uma análise mais aprofundada, buscando conhecer na prática o relacionamento das questões concernentes a sustentabilidade com os processos da GP tendo no suporte os processos da GC. Este novo trabalho complementaria as informações fornecidas nesta pesquisa com as informações oriundas de estudos de casos práticos.

6. REFERÊNCIAS

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REFERÊNCIA PARA CITAÇÃO DESTE ARTIGO:
FERENHOF, H. A. ; JAPPUR, R. F. ; LENZI, G. K. S. ; FORCELLINI, F. A. . O GERENCIAMENTO DE PROJETOS E A SUSTENTABILIDADE ORGANIZACIONAL PELO PONTO DE VISTA DA GESTÃO DO CONHECIMENTO. In: KM Brasil, 2010, Gramado. Anais KM Brasil 2010, 2010

Autor

Helio Ferenhof, M. Eng, MBA, PMP .'. ITIL Foundations Bacharel em ciência da computação pela UNESA; Mestre em Engenharia e Gestão do Conhecimento – UFSC. Doutorando em Engenharia de Produção e Sistemas – UFSC. MBA em E-Business pela FGV/RJ; Pesquisador do Núcleo de Gestão para Sustentabilidade – NGS/UFSC; Pesquisador do Núcleo de Pesquisa & Extensão – SENAC/SC; Professor do Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação do SENAC/SC; Professor da Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos e Segurança da Informação do SENAC/SC; Professor da Pós-Graduação em Gerenciamento de TI & Projetos da Universidade Estácio de Sá /SC; Diretor do IGCI empresa de consultoria em Gestão do Conhecimento, Gestão de Projetos & TI (www.igci.com.br) ; Apresenta mais de 18 anos de experiência adquirida em empresas multinacionais e consultorias de renome.

Helio Ferenhof

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